Curiosidades
Horóscopo de Fevereiro 2025: o que os Ascendentes revelam para o mês
Depois de um mês de janeiro agitado, com Marte e Júpiter deixando a retrogradação, as energias acumuladas finalmente se dissipam, abrindo caminho para a resolução de pendências e promovendo maior harmonia nos relacionamentos.
De acordo com o Astrolink, Peixes ganha destaque no céu de fevereiro, adicionando um toque de empatia e inspiração, perfeito para revisitar projetos criativos e refletir sobre os planos futuros. A presença de Urano promete surpresas, exigindo flexibilidade para lidar com os imprevistos e uma boa dose de paciência para cultivar insights valiosos.
Além do signo solar, o ascendente tem um papel essencial na astrologia, sendo um dos principais indicadores da forma como vivenciamos as experiências do dia a dia. Descubra seu ascendente fazendo seu mapa astral e aproveite as previsões detalhadas para fevereiro de acordo com ele.
Principais Trânsitos Astrológicos de Fevereiro
- 04/02 – Vênus entra em Áries: um toque de espontaneidade e paixão nas relações.
- 04/02 – Fim de Júpiter retrógrado em Gêmeos: hora de avançar em projetos ligados a aprendizado e tecnologia.
- 05/02 – Lua Crescente em Touro: excelente para dar passos práticos rumo aos seus objetivos.
- 12/02 – Lua Cheia em Leão: um convite à expressão autêntica e à criatividade.
- 14/02 – Mercúrio entra em Peixes: boa fase para comunicação sensível e projetos artísticos.
- 18/02 – Sol entra em Peixes: encerramento do ano astrológico, ideal para reflexão e preparação para um novo ciclo.
- 23/02 – Fim de Marte retrógrado em Câncer: alívio gradual nas ações e decisões.
Com o Ano Novo Astrológico no horizonte, fevereiro se apresenta como um período de transição e introspecção, preparando o cenário para o início de um novo ciclo. Confira o que o mês reserva para você conforme o seu ascendente.
Previsões de Fevereiro Baseadas no Ascendente
Ascendente em Áries: a socialização ganha destaque, trazendo oportunidades para se reconectar com amigos. Com Marte ganhando força ao longo do mês, você sentirá energia renovada para projetos pessoais e estabilidade emocional.
Ascendente em Touro: este é um momento ideal para organizar suas finanças e dar novo impulso a ideias paradas, especialmente após o fim da retrogradação de Marte. Aproveite para refletir sobre seus valores e prioridades, traçando metas mais claras.
Ascendente em Gêmeos: fevereiro favorece a expansão de conhecimentos e aprendizados úteis para o futuro. Atente-se à Lua Nova no fim do mês, que pode trazer oportunidades importantes tanto na área profissional quanto pessoal.
Ascendente em Câncer: este é o mês para resolver pendências e se organizar melhor. Com Marte direto, você ganhará mais clareza emocional e um impulso para colocar ideias em prática. Aproveite para equilibrar as demandas e cuidar de si.
Ascendente em Leão: relacionamentos pessoais e familiares estarão em evidência. A Lua Cheia em Leão traz energia vibrante, favorecendo a expressão autêntica. Marte direto ajudará na resolução de conflitos internos e a recuperar a confiança.
Ascendente em Virgem: a rotina será o foco principal. Pequenas mudanças em hábitos diários terão grande impacto na saúde física e mental. Marte oferece mais fôlego para enfrentar desafios e organizar-se melhor. A Lua Nova ao final do mês abrirá espaço para novas oportunidades.
Ascendente em Libra: o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal será essencial. Invista em aprendizados que possam impulsionar sua carreira, mas cuide da saúde emocional. O descanso também precisa ser priorizado neste período.
Ascendente em Escorpião: relacionamentos familiares ganham destaque em fevereiro. Este é um bom momento para fortalecer laços e resolver pendências. Marte favorecerá o avanço em projetos criativos e pessoais.
Ascendente em Sagitário: expansão de contatos e comunicações claras serão temas centrais. Marte direto traz maior fluidez para assuntos relacionados à vida familiar e ao lar, ajudando a superar barreiras anteriores.
Ascendente em Capricórnio: finanças estão no centro das atenções, pedindo organização e disciplina. Aproveite para aumentar sua estabilidade material com cautela. Reflita sobre como você administra seus recursos e planeje com sabedoria.
Ascendente em Aquário: com o Sol no seu signo, você se sentirá renovado e energizado. Este é o momento de focar nos objetivos pessoais e buscar autenticidade nas escolhas. Marte ajudará a superar bloqueios e abrirá espaço para novas oportunidades, especialmente financeiras.
Ascendente em Peixes: fevereiro é ideal para introspecção e planejamento. Com o Sol se aproximando do seu signo, você se conectará mais profundamente com seus desejos e metas. Priorize sua saúde emocional e prepare-se para o próximo ciclo.
Sobre o Astrolink
O Astrolink é a maior comunidade astrológica do mundo, com mais de 12 milhões de usuários. É uma plataforma para adquirir autoconhecimento e melhorar sua vida por meio da astrologia, oferecendo acesso fácil e rápido ao seu mapa astral, horóscopo personalizado, sinastria do amor, tarot, nodos e ciclos lunares, guias e diversas ferramentas que ajudam a compreender o seu papel no universo e a tomar decisões. Conhecer a si próprio – e quem você ama – vai mudar a sua vida!
Curiosidades
Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade
Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.
Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática: 76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.
Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina
O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.
Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.
Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”
Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição
Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.
Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.
Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.
Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo
A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.
Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”
Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”
Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar
Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.
Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”
Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença
Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”
A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”
Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”
Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”
Sobre o Sexlog
Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.
Curiosidades
A menina que não sente dor, fome e sono
Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.
O que é a deleção do cromossomo 6p?
A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono
Impactos no cotidiano
A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com
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Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.
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Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.
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Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.
Um caso único
Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.
Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:
She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger
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