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Celulose em Destaque

Aos 67 anos, Inocência vive novo ciclo de desenvolvimento com presença da Arauco

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Abril de 2026 – Ao completar 67 anos de emancipação política neste 4 de abril, o município de Inocência (MS) vive um novo ciclo de desenvolvimento. Especialmente a partir de 2025, os setores de comércio e serviços começaram a ganhar fôlego, surgiram novas oportunidades de fonte e renda. A cidade cresceu, enquanto a infraestrutura urbana vem sendo ampliada e modernizada, por exemplo, com iniciativas como o Plano Estratégico Socioambiental (PES) do Projeto Sucuriú, da Arauco. E os reflexos desta transformação já são percebidos no dia a dia pela população.

Leandro Rodrigues – LL Hotel

O crescimento deixou de ser expectativa para se tornar realidade nas ruas, nos negócios e na vida das pessoas, como o empresário Leandro Rodrigues dos Santos, do setor de hotelaria. Nascido em Inocência, Leandro, proprietário do LL Hotel, é de uma geração que precisou deixar a cidade ainda jovem por falta de perspectivas. “Eu, minha irmã e meu irmão tivemos que ir embora para buscar crescimento profissional, estudar, trabalhar. Isso acontecia muito aqui”, conta. Nesse período, trabalhando como técnico de segurança do trabalho, ele passou por São Paulo e Minas Gerais, sonhando com a possibilidade de retornar à cidade-natal.

Esse retorno começou a se desenhar quando a região passou a viver um novo movimento econômico, ainda ligado à atividade florestal. Mesmo antes da confirmação da decisão de instalação da fábrica da Arauco, a demanda por serviços já dava sinais de mudança. Leandro soube ler os sinais e acreditou neles. “A gente começou a construir um hotel pensando nessa movimentação. No meio da obra, veio a confirmação da fábrica. Foi melhor do que a gente imaginava”, relembra. O hotel, previsto inicialmente para ter 14 apartamentos, precisou ser ampliado para acompanhar o ritmo da cidade. Hoje, são 28 quartos com alta ocupação constante. “Se tivéssemos 40 ou 50, estariam cheios”, afirma O crescimento do negócio ajuda na geração de renda. Atualmente, sete moradores de Inocência trabalham no hotel. Para Leandro, a principal mudança não está nos números, mas na forma como a cidade passou a reorganizar suas próprias histórias. “Antes, as famílias eram separadas. As pessoas iam embora. Agora, está acontecendo o contrário: as pessoas estão voltando. As famílias estão se reunindo de novo”, comemora, observando que há um movimento crescente de novos empreendimentos, com moradores que antes tinham poucas perspectivas, mas que, agora, também enxergam oportunidades reais de crescimento.

João Pedro – CH Food Park

Essa transformação é visível no cotidiano do comércio local. João Pedro Luiz Azambuja, do CH Food Park, acompanha o aumento no fluxo de pessoas e a mudança no ritmo da cidade, que impulsionou seu negócio. Natural de Inocência, João Pedro concretizou um sonho que começou de forma simples, dentro de casa, com lanches artesanais por delivery e ganhou um espaço próprio, bem no centro da cidade. Para ele, a chegada da Arauco impulsionoudiretamente o negócio. “Nossa realidade financeira melhorou bastante. Isso nos deu a possibilidade de ampliar o espaço e proporcionar mais qualidade de vida para nossa família”, afirma. O que começou com três pessoas, hoje, já reúne mais de 10 colaboradores. “Foi um passo de fé, cheio de esperança. Nada disso seria possível sem o apoio fundamental da minha esposa, Thalita, da minha sogra, Erika, e do meu cunhado, Eduardo. Somos uma empresa familiar que não abre mão da qualidade”, conta.

A força feminina no empreendedorismo local também é um marco desse novo ciclo. Lina Luíza Campos, produtora rural e empresária no setor de combustíveis, relata que o centro de Inocência pulsa em um novo ritmo para atender à demanda: estabelecimentos que antes fechavam cedo, agora, estendem o horário até as 20h e abrem aos domingos e feriados. “É nítido o movimento de profissionalização. Muitos buscam qualificações e já integram tecnologias como a inteligência artificial em seus processos, enquanto outros ainda amadurecem suas estratégias para encontrar diferenciais neste novo momento”, pontua Lina, que também é presidente da Associação Comercial e acompanha de perto a abertura de quase duas novas empresas por semana na cidade.

Lina Luiza – Associação Comercial Inocência

Para Lina, o maior legado é a valorização humana e a transformação social que a parceria entre indústria e comunidade proporciona. “Aumentamos nosso efetivo e a renda dos nossos colaboradores para acompanhar o mercado. Fazer parte desta história e ver a evolução da cidade onde escolhi criar meus filhos nos traz muito orgulho; Inocência nunca mais será a mesma”, informa a empresária, que também atua em conselhos municipais de desenvolvimento e educação.

Plano Estratégico Socioambiental

Nesse movimento de mudança, o Projeto Sucuriú se entrelaça com a história da cidade, passando a fazer parte do seu dia a dia. “Inocência está de parabéns pelos seus 67 anos e por esse momento de desenvolvimento. A Arauco tem o compromisso de contribuir para esse crescimento de forma planejada, respeitando a história do município e gerando oportunidades para a população”, diz Theófilo Militão, diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da empresa.

Segundo ele, o investimento de US$ 4,6 bilhões no Projeto Sucuriú, a primeira fábrica de celulose da Companhia no Brasil, demonstra a confiança da Arauco no município e na região. “Mas este empreendimento não vem sozinho; ele traz consigo iniciativas estruturantes que contribuem para evolução de Inocência, como é o caso do Plano Estratégico Socioambiental (PES), que reúne empresa, poder público e comunidade em um modelo de governança compartilhada”, ressalta o executivo, acrescentando que R$ 85 milhões estão sendo aplicados em áreas como saúde, educação, infraestrutura e geração de renda, com ações pensadas para acompanhar a expansão do município.

Os efeitos no cotidiano são visíveis. A cidade ampliou vagas na educação infantil, melhorou o transporte escolar, reforçou a estrutura de saúde e avançou na organização do sistema público. Também houve investimentos em infraestrutura, com obras de pavimentação e drenagem, implantação de rede de fibra óptica e contribuição para o processo de homologação de uma pista de pouso, fortalecendo a mobilidade e a logística.

Esse avanço também se reflete em áreas essenciais para a população. Na educação, Inocência se destaca pelo desempenho no Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos), com índice de aprovação de 63%, bem acima da média nacional, que foi de 12,5%. O resultado está ligado à oferta de curso preparatório gratuito, realizado em parceria com a Prefeitura, e acompanha a elevação da escolaridade num cenário em que a qualificação passa a ser decisiva para o acesso às novas oportunidades.

A certificação escolar tem funcionado como porta de entrada para outras iniciativas, como o programa Abrace este Projeto, desenvolvido em parceria com o Senai, que oferece 560 vagas em cursos técnicos gratuitos voltados à indústria de celulose, com bolsa-auxílio para os participantes.

Na saúde, os investimentos também alcançam a rede regional. Em Três Lagoas, referência para atendimentos de média e alta complexidade, a Arauco destinou R$ 2,3 milhões para fortalecer hospitais e ampliar a oferta de exames e consultas especializadas, beneficiando pacientes de toda a região, incluindo Inocência.

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

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Obras definitivas nas pontes da MS-040 começam no dia 12 de outubro

Intervenções nos quilômetros 205 e 223 seguem em sistema de Siga e Pare, com restrição temporária para veículos pesados e desvio pela BR-267

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A Caminhos da Celulose inicia, em 12 de outubro, as obras definitivas de reforço estrutural nas pontes interditadas na MS-040. A intervenção busca recuperar as condições de segurança das estruturas e permitir a normalização do tráfego.

A situação exigiu atenção extrema após a identificação de comprometimentos que vão além de uma necessidade rotineira de manutenção. Após a análise inicial feita pela concessionária, foi necessário realizar uma inspeção especial nas duas estruturas, que apontou um cenário mais grave do que o inicialmente observado, com risco de colapso nas duas pontes.

Para preservar as pontes e garantir a segurança dos usuários, a concessionária implantou restrições à circulação de veículos pesados, reforçou a sinalização, adotou o controle de velocidade e implantou a operação de Siga e Pare até a conclusão das obras.

“Identificamos o risco antecipadamente e agimos de imediato, adotando as medidas de segurança necessárias para evitar a interrupção completa da rodovia. Já iniciamos o processo de recuperação, com foco na segurança das pessoas e na agilidade dos serviços, para restabelecer as condições de tráfego no local o quanto antes”, afirma Luiz Fernando De Donno, presidente da Caminhos da Celulose.

A solução foi definida após levantamentos topográficos, sondagens, ensaios e análises técnicas realizadas por equipes especializadas. Os serviços preparatórios já foram iniciados, como a abertura dos acessos necessários à execução das obras.

A equipe de engenharia da AGEMS (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul) também analisou as informações apresentadas pela concessionária, incluindo dados técnicos, registros fotográficos e avaliações das estruturas. A análise regulatória confirmou a necessidade de rever as condições estruturais das pontes e adotar medidas de reforço com urgência.

“Quando uma inspeção aponta risco de uma ponte cair, a segurança precisa estar acima de qualquer outra consideração, até porque, quanto vale uma vida? Ela não tem preço. A AGEMS está acompanhando os dados técnicos e as medidas adotadas junto à concessionária para que o problema seja enfrentado com a urgência necessária. Nosso compromisso é com uma solução responsável, que preserve vidas e garanta condições seguras para o tráfego no futuro”, ressalta o diretor-presidente da AGEMS, Carlos Alberto de Assis.

Durante o período de restrição, caminhões e outros tipos de veículos pesados devem utilizar a BR-267 como rota alternativa. O tráfego de veículos leves permanece liberado nos quilômetros 205 e 223 da MS-040. A Caminhos da Celulose orienta os motoristas a respeitarem a sinalização instalada e seguiram as instruções das equipes que atuam na rodovia.

Fase final e recuperação da estrutura 

No quilômetro 205, os trabalhos antecipam serviços estruturais previstos para uma etapa posterior. Já no quilômetro 223, a intervenção também precisou ser incorporada à solução, embora essa ponte não estivesse originalmente prevista no escopo contratual de obras da Caminhos da Celulose, em razão do planejamento de um contorno rodoviário em Santa Rita do Pardo.

O contorno está previsto para uma etapa posterior da concessão. A ponte, por sua vez, deverá passar à responsabilidade da prefeitura após a conclusão da estrutura viária prevista. Como essa solução não será implantada de imediato, tornou-se necessário atuar também na ponte existente, evitando que a situação permaneça sem resposta até a execução do contorno.

As obras serão realizadas simultaneamente nas duas pontes, com serviços de fundação e implantação de estruturas metálicas de reforço. A etapa inicial busca recuperar as condições necessárias para uma futura liberação do tráfego de cargas pesadas, enquanto os estudos de engenharia continuam para definir e executar as próximas fases de recuperação.

A proposta é avançar para uma solução estrutural duradoura, que pode envolver reforço ou reconstrução, conforme os resultados dos estudos técnicos. Nesse primeiro momento, o projeto contempla o alargamento das pontes, com a implantação de espaço adicional para acostamento, ampliando a estrutura disponível e contribuindo para a circulação de veículos. A concessionária já está mobilizada para executar as obras em menos tempo. A previsão é concluir essa etapa até 30 de novembro. A retomada do tráfego pesado ocorrerá assim que as obras de reforço forem concluídas.

Sobre a Caminhos da Celulose

A Caminhos da Celulose é responsável pela administração de aproximadamente 870 quilômetros de rodovias nas regiões central e leste de Mato Grosso do Sul, abrangendo trechos das MS-040, MS-338, MS-395, BR-262 e BR-267. A concessionária desenvolve ações voltadas à manutenção, conservação e modernização da infraestrutura rodoviária, com foco na segurança dos usuários, na melhoria das condições de tráfego e no fortalecimento da logística regional.

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Arauco destaca avanços e soluções do Projeto Sucuriú no Congresso ABTCP

Companhia apresenta experiência imersiva da futura fábrica em Inocência (MS), destaca soluções desenvolvidas no Projeto Sucuriú e recebe dois reconhecimentos do setor

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Ainda em construção, o Projeto Sucuriú, da Arauco, poderá ser visitado virtualmente por quem passar pelo estande durante o 58º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, de 6 a 8 de outubro, em São Paulo. A experiência imersiva permite conhecer diferentes áreas da futura fábrica de celulose e é uma das formas pelas quais a Companhia apresenta ao setor um projeto que já reúne soluções, tecnologias e conhecimentos desenvolvidos ao longo de sua implantação.

O visitante poderá conhecer diferentes frentes da Companhia, com destaque para a área florestal, a futura operação industrial e logística. Na frente florestal, o estande reúne iniciativas de proteção e controle de incêndios, silvicultura, equipamentos e tecnologias voltadas a um manejo mais inteligente, preciso e sustentável, incluindo o uso de biocontroladores. Já no segmento industrial, os visitantes poderão conhecer algumas das tecnologias inovadoras previstas para a futura fábrica de celulose em Inocência (MS), concebida dentro dos conceitos da Indústria 4.0 e com uma visão de Indústria 5.0 em sua essência. E por fim, na logística, serão apresentadas as soluções que integrarão toda a cadeia do Projeto Sucuriú, conectando a produção florestal, a fábrica de celulose e a exportação.

O conteúdo também alcança a dimensão social do Projeto Sucuriú. A implantação do empreendimento tem impulsionado ações de educação, qualificação e capacitação profissional em Inocência e em outros municípios da região, ampliando oportunidades para a população local. Tudo isso se soma à experiência imersiva da futura fábrica, à linha do tempo e aos demais destaques apresentados no espaço da Companhia.

“Não estamos levando ao Congresso apenas a visão de uma fábrica que será inaugurada em 2027. O Projeto Sucuriú já é uma realidade, com a obra em estágio avançado, equipes produzindo conhecimento, soluções sendo aplicadas e experiências que já começam a ser reconhecidas pelo setor. Nossa participação mostra justamente essa dimensão: um projeto que está sendo construído agora e que já tem muito a compartilhar com a indústria”, afirma Carlos Altimiras.

A participação da Companhia também se estende para além do estande. Ao longo dos três dias de programação, profissionais de diferentes áreas da Arauco apresentarão trabalhos relacionados a sustentabilidade, gestão de recursos naturais, confiabilidade industrial e tecnologias que estão sendo aplicadas na preparação da futura operação.

No dia 6 de outubro, Theófilo Militão, diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da Arauco, participa de um painel sobre sustentabilidade. Na mesma data, Luís Paulo Targa Junior, coordenador de implantação das plantas de Águas e Efluentes, apresenta o trabalho “Implantações de projetos em celulose construindo um futuro sustentável através da economia no consumo de águas e reaproveitamento de efluentes”.

Também no dia 6, Leandro Toshiyaki Maekawa Yamamoto, gerente de Engenharia de Confiabilidade da Arauco, apresenta “Confiabilidade 5.0: controle inicial e risco com integração OEM”, que aborda a preparação da confiabilidade industrial ainda nas etapas que antecedem o início da operação.

No dia 7, a programação reúne outros dois trabalhos. Gilberto Camargo, consultor de Recuperação Química, apresenta “Arquitetura de medição redundante de sólidos em licor negro via refratômetros: caminho para operação confiável sem divert”. Já Marcela Ferreira Gomes, especialista em Meio Ambiente, leva ao congresso o trabalho “Gestão circular do lodo do tratamento de águas e efluentes da indústria de celulose”.

“Uma operação dessa dimensão é construída a partir da integração de muitas competências. Quando levamos ao Congresso discussões sobre água, sustentabilidade, confiabilidade, tecnologia e eficiência, estamos compartilhando experiências que já fazem parte da implantação do Projeto Sucuriú. É uma oportunidade de trocar conhecimento com o setor”, afirma Theófilo Militão.

Inovação reconhecida pelo setor

A presença da Arauco no Congresso também será marcada por dois reconhecimentos no Prêmio Destaques do Setor ABTCP 2026, que selecionou iniciativas desenvolvidas durante a implantação do Projeto Sucuriú.

Na categoria Recursos Naturais e Bioeconomia, a Arauco venceu com o case “Uso de drones termais para monitoramento de primatas no Projeto Sucuriú”. A tecnologia amplia a eficiência dos estudos de fauna e contribui para a definição de estratégias de conservação de espécies ameaçadas. A iniciativa integra o monitoramento contínuo da biodiversidade realizado nas diferentes fases do empreendimento, que inclui a identificação de espécies de flora e fauna e o mapeamento de áreas prioritárias para conservação.

Na categoria Tecnologia e Transformação Digital, foi premiado o case “Reliability Nexus”, desenvolvido para estruturar, ainda durante a implantação, a estratégia de confiabilidade e manutenção da futura fábrica.

A entrega dos prêmios acontece no dia 6 de outubro, durante cerimônia especial do congresso.

58º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel
6 a 8 de outubro de 2026
Transamerica Expo Center – Pavilhões D e E
Av. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo (SP)
Estande Arauco: Rua 03 com Rua B
Horário: das 13h às 20h

Programação completa: https://abtcp2026.org.br/quadro-resumo

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases de desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega 3.500 colaboradores e conta com cinco unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR); e, em 2027, a companhia prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose branqueada em Inocência (MS).

Todas as florestas de eucalipto plantadas pela Arauco no Brasil são certificadas pelo FSC® (Forest Stewardship Council®), que reconhece o manejo florestal ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável. A companhia também conta com certificações FSC relacionadas à Cadeia de Custódia, Madeira Controlada, operação Multisite e uso da marca, que abrangem a rastreabilidade da madeira utilizada na produção de painéis, inclusive a adquirida de terceiros.

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