Curiosidades
Dia dos Avós: Uma homenagem aos mestres da cozinha e da vida
A ex-vereadora e ex-secretária de Assistência Social, Vera Helena Arsioli Pinho (PP), foi oficialmente anunciada como a vice-prefeita na chapa do Dr. Cassiano Maia (PSDB), candidato à prefeitura de Três Lagoas. O anúncio foi feito durante a convenção partidária realizada nesta sexta-feira, 26, no Sindicato Rural de Três Lagoas. A coalizão de partidos que apoiará a candidatura de Maia será composta pelo PSDB, MDB, PP, PSB, Republicanos e União Brasil .
A convenção foi um momento crucial para os partidos, pois não apenas anunciou a chapa majoritária, mas também escolheu os candidatos para as chapas proporcionais que disputarão as eleições de 2024. O evento reuniu diversas lideranças políticas e membros das comunidades locais, sinalizando um importante passo rumo às próximas eleições municipais. Ao todo, 96 candidatos ao cargo de vereador estarão apoiando o Dr. Cassiano Maia e a sua vice Vera Helena.
Vera Helena Arsioli Pinho traz consigo uma vasta experiência no cenário político de Três Lagoas, tendo ocupado anteriormente os cargos de vereadora e secretária de Assistência Social. Sua inclusão na chapa de Dr. Cassiano Maia é vista como um reforço significativo, devido à sua trajetória política e sua atuação em prol da comunidade.
Dr. Cassiano Maia, por sua vez, é uma figura conhecida no município, com um histórico de atuação tanto na área da saúde quanto na política local. A união de forças com Vera Helena Arsioli Pinho é uma estratégia para consolidar uma candidatura forte e competitiva nas próximas eleições.
A convenção desta sexta-feira marca o início de uma nova fase na corrida eleitoral em Três Lagoas, com a definição dos candidatos que disputarão os votos da população em busca de uma gestão municipal eficiente e comprometida com o desenvolvimento da cidade.
QUEM É VERA HELENA
Quem não se lembra de uma tarde ensolarada na casa dos avós, com aquele cheirinho de comida saindo do forno e preenchendo o ar com a sensação de aconchego? As receitas, muitas vezes passadas de geração em geração, eram segredos guardados a sete chaves, mas compartilhados generosamente com os netos curiosos que se aventuravam a aprender os segredos culinários da família.
Figuras queridas e essenciais na vida das crianças, os avós ganharam um dia exclusivo de homenagem. O dia 26 de julho foi escolhido para marcar com carinho momentos preciosos, revivendo memórias repletas de amor, sabedoria e, claro, os sabores inesquecíveis que saíam da cozinha. Conforme o coordenador da Pastoral Familiar do Guará, Eduardo Frota, os avós são essenciais na vida das pessoas. “Os avós exercem um importante papel na vida das famílias, eles unem e fortalecem os laços familiares. Conhecem a história da família e se tornam exemplos para as outras gerações”, comentou.
Para celebrar este jeito único que só os avós têm de transformar momentos simples em lembranças eternas, a cliente do Fort Atacadista, Maria de Oliveira, compartilhou uma receita com sabor da sua infância, o sequilho doce. “Essa receita passa de geração em geração. Minha mãe fazia para nós, eu fiz para minha filha quando criança e agora minha neta gosta de ir para a cozinha comigo fazer os sequilhos”, conta Maria.
Aproveite para reunir filhos e avós para cozinhar juntos, deixando o momento ainda mais especial. Além de relembrar os tempos de criança e fazer novas memórias, a receita também é uma oportunidade para deixar o final das férias escolares mais divertido.
Para fazer esta deliciosa receita, o Fort Atacadista e os Supermercados Comper oferecem todos os ingredientes necessários. Com 22 lojas espalhadas pelo estado, essas redes garantem facilidade e acessibilidade para encontrar os melhores produtos. A lista de endereços das lojas Fort Atacadista você encontra em: www.fortatacadista.com.br/nossas-lojas. A lista com os endereços dos Supermercados Comper está em: https://www.comper.com.br/institucional/nossas-lojas.
Receita de Sequilhos
Ingredientes
1 caixinha de 395 gramas de leite condensado;
2 ovos;
5 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente;
1 pitada de sal;
Meia colher (sopa) de essência de baunilha;
2 colheres (sopa) de fermento em pó;
5 xícaras (chá) de amido de milho
Modo de preparo
Em um recipiente, misture bem o leite condensado, os ovos, a manteiga, o sal, a essência de baunilha e o fermento. Junte aos poucos o amido de milho, mexendo até obter a consistência de enrolar. Faça bolinhas, coloque-as em uma assadeira, untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo, bem separadas, deixando uma distância de cerca de 2 cm entre elas, e achate-as ligeiramente com um garfo. Asse em forno médio-alto (200 °C), preaquecido, por cerca de 15 minutos. Sirva.
Sobre o Grupo Pereira
Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira completou 61 anos de história em 2023. Atualmente, conta com mais de 19 mil funcionários nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.
O Grupo Pereira tem 120 unidades de negócio, incluindo 31 lojas da rede de supermercados Comper, 58 lojas do Fort Atacadista (atacarejo), 3 filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 20 lojas SempreFort (varejo farmacêutico), um Broker, distribuidor oficial da Nestlé 5 agências de viagens e 2 postos de combustível. Além disso, o Grupo Pereira completa seu ecossistema de soluções ao incluir o braço logístico Perlog e os serviços financeiros da Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de 1 milhão de cartões emitidos, além de gift cards, seguros e assistência odontológica.
O Grupo Pereira é o primeiro varejista brasileiro a ser contemplado com o selo CAFE (Certified Age Friendly Employer), concedido pelo norte-americano Age Friendly Institute a empresas que promovem a contratação e retenção de funcionários 50+.
Com a missão de oferecer uma experiência de compra positiva por meio da excelência no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários, o Grupo Pereira também contribui para a sociedade por meio de diferentes programas socioambientais.
Curiosidades
Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade
Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.
Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática: 76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.
Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina
O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.
Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.
Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”
Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição
Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.
Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.
Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.
Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo
A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.
Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”
Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”
Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar
Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.
Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”
Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença
Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”
A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”
Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”
Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”
Sobre o Sexlog
Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.
Curiosidades
A menina que não sente dor, fome e sono
Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.
O que é a deleção do cromossomo 6p?
A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono
Impactos no cotidiano
A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com
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Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.
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Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.
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Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.
Um caso único
Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.
Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:
She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger
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