Curiosidades
Fotógrafo registra maior espécie de sucuri do Brasil ‘relaxando’ embaixo d’água em MS; veja fotos
O fotógrafo Julian Gunther ficou ‘cara a cara’ com uma sucuri-verde (eunectes murinus) em uma expedição subaquática por um rio de águas cristalinas, em Bonito (MS), a 279 km de Campo Grande. A sucuri gigante de aproximadamente 7 metros de comprimento, ‘mostrou língua’ ao ser flagrada.
Ao G1MS, o profissional com especialidade em registrar a vida selvagem relatou que realizava mergulhos de contemplação para encontrar as serpentes gigantes pelo Rio Formoso. Na ocasião, Julian estava à procura, quando de repente, teve o encontro com a sucuri embaixo d’água. Segundo ele, o animal teria mais de 80 kg.
“Estava realizando o mergulho e encontramos a sucuri. Ela parou cara a cara com a minha câmera, e depois voltou a se enrolar na árvore submersa. Pude tirar algumas fotos e depois ela [sucuri] se enrolou mais apertada, sem expandir a sua cabeça”, esclareceu.
Ainda de acordo com o fotógrafo, a posição na qual o animal estava, proporcionou um registro fantástico. “Tenho muito experiência em mergulhar com tubarões, crocodilos, mas não tinha noção ou expectativa com sucuris. Esse foi o auge da minha carreira de fotógrafo”, celebrou.
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Sucuri-verde – Eunectes murinus — Foto: Julian Gunther/ Foto
Julian sempre sonhou em fotografar as belezas da fauna e flora do Pantanal de Mato Grosso do Sul, mas devido a pandemia do coronavírus, a viagem precisou ser adiada quatro vezes.
“Desde criança eu sempre quis visitar o Pantanal e explorar de um modo não típico. Essa expedição foi reprogramada e cancelada algumas vezes pela pandemia. Na primeira vez consegui fotografar 4 sucuris”, disse.
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Sucuri de quase 8 metros é flagrada em expedição — Foto: Julian Gunther/ Foto
O risco foi avaliado pelo fotógrafo, que tomou os cuidados necessários para não atrapalhar o animal. “Alguns animais você pode se aproximar, outros não. Utilizei aparelho de mergulho para descer abaixo dos galhos submersos e me aproximar do animal, tudo muito cautelosamente”, destacou.
A maior das sucuris
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Sucuri gigante em rio de Bonito (MS) — Foto: Julian Gunther/ Foto
A sucuri-verde é a maior espécie entre as sucuris. Juliana Terra, doutora em ecologia pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora de um projeto voltado para as sucuris na região de Bonito (MS), explicou que o animal se tratava de uma fêmea e estaria trocando de pele.
“São animais sempre associados a ambientes aquáticos. No registro a sucuri estava descansando, enrolada em vegetação, elas gostam de ficar nessa posição e saem para o período de reprodução. Elas são muito camufladas na água com sua coloração”, esclareceu.
Por G1MS
Curiosidades
Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade
Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.
Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática: 76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.
Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina
O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.
Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.
Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”
Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição
Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.
Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.
Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.
Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo
A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.
Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”
Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”
Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar
Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.
Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”
Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença
Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”
A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”
Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”
Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”
Sobre o Sexlog
Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.
Curiosidades
A menina que não sente dor, fome e sono
Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.
O que é a deleção do cromossomo 6p?
A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono
Impactos no cotidiano
A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com
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Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.
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Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.
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Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.
Um caso único
Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.
Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:
She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger
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