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Curiosidades

Alimento fundamental da culinária brasileira, o milho é celebrado com Dia Nacional em 24 de maio

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Prepare um delicioso bolo para comemorar a data com os ingredientes do Fort Atacadista 

De alimento sagrado para as civilizações pré-colombianas a um dos pilares da nossa agricultura, o milho sempre foi de suma importância para as populações da América do Sul, América Central e Norte da Europa. Seu nome significa “sustento da vida” na língua indígena caribenha. No Brasil,  o milho já era cultivado pela população nativa antes mesmo do contato com os colonizadores, sendo a base da alimentação indígena, juntamente com a mandioca. Com os portugueses, entretanto, o cultivo alcançou escala industrial e hoje, 500 anos depois, a produção do grão em 2022 é estimada em 115,6 milhões de toneladas, segundo a Conab.  Pela importância, o milho ganhou um dia só pra ele: o dia 24 de maio é considerado o Dia Nacional do Milho.

Nutricionalmente falando, o milho possui diversos benefícios, pois é rico em antioxidantes, luteína e zeaxantina, além de apresentar alto teor de fibras. Também é muito versátil na cozinha, com centenas de receitas doces e salgadas.

O grão é também parte fundamental da cultura brasileira, sendo muito apreciado na época de outono e inverno, principalmente com as festas juninas. E para comemorar o Dia do Milho em grande estilo, a chef de cozinha Heloísa Garcia compartilhou uma receita saudável e deliciosa de Bolo de Milho para fazer em casa. Todos os ingredientes você encontra no Fort Atacadista. A chef também disponibilizou o passo-a-passo da receita em seu perfil do Instagram www.instagram.com/docegraosobremesas.

Bolo de Milho saudável

  • 4 a 5 espigas de milho (ou 2 xícaras de grãos de milho)
  • 2 xícaras de chá de leite de côco
  • 1 colher de sopa de óleo de côco (ou outro oleo vegetal)
  • 4 ovos
  • 1 xícara de chá de açúcar (ou xilitol para a versão zero açúcar)
  • 1 pitada de sal

Modo de preparo

  1. Lave bem as espigas de milho e com a ajuda de uma faca, separe os grãos;
  2. Bata os grãos de milho no liquidificador com o leite por mais ou menos 7 minutos, se for necessário divida o milho em duas partes;
  3. Em seguida, acrescente ao milho o açúcar ou adoçante, os ovos, o óleo de coco, o sal e bata até obter uma mistura homogênea;
  4. Não se assuste, o ponto da massa é bem líquido mesmo! Esse bolo de milho é rico em fibras por não ser coado;
  5. Despeje a massa em uma forma retangular pequena untada e enfarinhada (você pode utilizar farinha de trigo ou de arroz, caso prefira seu bolo sem glúten) e leve assar em forno preaquecido a 220º por cerca de 45 minutos, ou até que o bolo esteja firme e levemente dourado.

Onde encontrar 

 Nas lojas do Fort Atacadista, rede de atacarejo do Grupo Pereira, é possível encontrar o milho em lata, em pouch e in natura na espiga, e contar com a facilidade no pagamento do Vuon Card.

Em Campo Grande, as lojas do Fort Atacadista funcionam de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 8h às 20h, nos seguintes endereços:

Loja Cafezais – Av. dos Cafezais, 01 – Jardim Centro Oeste

Loja Coronel Antonino – Rua São Borja, 586 – Vila Rica

Loja Getúlio Vargas – Av. Pres. Vargas, 1336 – Papa João Paulo II

Loja Guanandi – Av. Pres. Ernesto Geisel, 501 – Jardim Jacy

Loja Parati – Rua da Divisão, 1208

Loja Shopping Norte Sul Plaza – Av. Pres. Ernesto Geisel, 2300

Loja Tiradentes – Rua Antônio Bicudo, 112 – Jardim São Lourenço

Loja União – Rua Petrópolis, nº 1080 – bairro União

Sobre o Fort Atacadista

 Criada em 1999, com a abertura de sua primeira unidade na cidade de Joinville, em Santa Catarina, a rede Fort Atacadista é a bandeira de atacarejo do Grupo Pereira, um dos maiores varejistas de alimentos do Brasil. Com 48 unidades distribuídas nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Distrito Federal, o Fort Atacadista se destaca pelos preços competitivos, pela excelência em produtos perecíveis e pela arquitetura moderna de suas lojas, que oferece layout planejado para facilitar a jornada de compra do cliente, além das facilidades de pagamento e benefícios oferecidos pelo Vuon Card, cartão de crédito próprio do grupo.

Fundado em 1962, em Santa Catarina, o Grupo Pereira é detentor ainda de redes de varejo alimentar, atacado de distribuição, farmácias e um posto de combustível, além do braço financeiro Vuon e de logística Perlog. Com mais de 16 mil colaboradores, está presente nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste. Saiba mais em fortatacadista.com.br e grpereira.com.br.

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Curiosidades

Fotógrafo registra maior espécie de sucuri do Brasil ‘relaxando’ embaixo d’água em MS; veja fotos

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O fotógrafo Julian Gunther ficou ‘cara a cara’ com uma sucuri-verde (eunectes murinus) em uma expedição subaquática por um rio de águas cristalinas, em Bonito (MS), a 279 km de Campo Grande. A sucuri gigante de aproximadamente 7 metros de comprimento, ‘mostrou língua’ ao ser flagrada.

Ao G1MS, o profissional com especialidade em registrar a vida selvagem relatou que realizava mergulhos de contemplação para encontrar as serpentes gigantes pelo Rio Formoso. Na ocasião, Julian estava à procura, quando de repente, teve o encontro com a sucuri embaixo d’água. Segundo ele, o animal teria mais de 80 kg.

“Estava realizando o mergulho e encontramos a sucuri. Ela parou cara a cara com a minha câmera, e depois voltou a se enrolar na árvore submersa. Pude tirar algumas fotos e depois ela [sucuri] se enrolou mais apertada, sem expandir a sua cabeça”, esclareceu.

Ainda de acordo com o fotógrafo, a posição na qual o animal estava, proporcionou um registro fantástico. “Tenho muito experiência em mergulhar com tubarões, crocodilos, mas não tinha noção ou expectativa com sucuris. Esse foi o auge da minha carreira de fotógrafo”, celebrou.

Sucuri-verde - Eunectes murinus ? Foto: Julian Gunther/ Foto

Sucuri-verde – Eunectes murinus — Foto: Julian Gunther/ Foto

Julian sempre sonhou em fotografar as belezas da fauna e flora do Pantanal de Mato Grosso do Sul, mas devido a pandemia do coronavírus, a viagem precisou ser adiada quatro vezes.

“Desde criança eu sempre quis visitar o Pantanal e explorar de um modo não típico. Essa expedição foi reprogramada e cancelada algumas vezes pela pandemia. Na primeira vez consegui fotografar 4 sucuris”, disse.

Sucuri de quase 8 metros é flagrada em expedição ? Foto: Julian Gunther/ Foto

Sucuri de quase 8 metros é flagrada em expedição — Foto: Julian Gunther/ Foto

O risco foi avaliado pelo fotógrafo, que tomou os cuidados necessários para não atrapalhar o animal. “Alguns animais você pode se aproximar, outros não. Utilizei aparelho de mergulho para descer abaixo dos galhos submersos e me aproximar do animal, tudo muito cautelosamente”, destacou.

A maior das sucuris

Sucuri gigante em rio de Bonito (MS) ? Foto: Julian Gunther/ Foto

Sucuri gigante em rio de Bonito (MS) — Foto: Julian Gunther/ Foto

A sucuri-verde é a maior espécie entre as sucuris. Juliana Terra, doutora em ecologia pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora de um projeto voltado para as sucuris na região de Bonito (MS), explicou que o animal se tratava de uma fêmea e estaria trocando de pele.

“São animais sempre associados a ambientes aquáticos. No registro a sucuri estava descansando, enrolada em vegetação, elas gostam de ficar nessa posição e saem para o período de reprodução. Elas são muito camufladas na água com sua coloração”, esclareceu.

Por G1MS

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Depois de 53 anos, amor partiu e viúva resolveu vender Bolicho Seco

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Posso dizer que um pãozinho com manteiga foi uma das receitas mais saborosas que eu comi na vida. Não só pelos ingredientes, mas como pelo afeto. Isso ainda na década de 90, com aproximadamente 6 anos de idade. O endereço dessa “iguaria”? A rodovia BR-060, que dá acesso a Sidrolândia e diversos municípios de Mato Grosso do Sul, mas o ponto exato dessa saudade fica no KM 399, chamado Bolicho Seco.

Mais de duas décadas depois, resolvi visitar o endereço que me marcou na infância pela comidinha caseira, o pãozinho feito no dia que era servido junto à comida, o ambiente rústico bem típico de beira de estrada e com panelas de ferro que minha mãe tem até hoje em um dos armários.

De tudo daquela época, só restou a comida caseira e o sorriso da proprietária Elizeth Pereira, que diz a idade em tom de humor: “Beirando os 70, minha filha”. Vaidosa, também pede para não fazer foto “da vó”.

Pão, manteiga e requeijão caseirinho, feito há 53 anos por dona Elizeth. (Foto: Ângela Kempfer)

A estrutura já foi reformada, mas as grandes mesas redondas e as cadeiras de madeira continuam iguais. O famoso requeijão, pãozinho e o almoço servido diariamente também seguem intactos. Assim como uma de suas funcionárias, que trabalha ali há 40 anos.

Chegamos e o almoço já tinha acabado, infelizmente, mas Elizeth fez questão que experimentássemos o pão e manteiga caseiros, junto ao pastel de carne com ovo e cebolinha, imbatível. “Acredita que um menino que passava aqui quando tinha cinco anos e comia nosso salgado, hoje, é um homem formado e ainda vem aqui”, diz orgulhosa.

Panelas de ferro ainda são vendidas no local, com a mesma qualidade de décadas. (Foto: Thailla Torres)

Também ofereceu um prato de macarrão feito naquele dia, mas o estômago cheio após almoço numa churrascaria não deu espaço para mais uma garfada. Que pena! Quem sabe outro dia.

Sentada, ela revela o tempo do Bolicho Seco, que resiste há 53 anos, herança que veio do falecido marido, Almir Pereira, que morreu “há pouco tempo”, diz sem querer entrar em detalhes sobre a despedida do grande amor.

À venda – A morte que separou o sorriso de Elizeth do carinho de Almir foi um dos motivos para ela colocar o ponto à venda, que ainda não tem preço definido.

O local, segundo a dona, também foi para o Portal de Turismo Federal, o que exige dela melhorias por ser o primeiro ponto de parada até Bonito, um dos destinos mais famosos do mundo.

Mas a verdade é que uma hora o cansaço bate à porta. Elizeth reforça que acredita que “tudo tem seu tempo”.

Sempre vivi aqui, foram anos felizes. Cinquenta e três anos são meio século. Mas não adianta, tudo tem um tempo útil de vida, eu estava olhando umas formas de alumínio hoje mesmo, está tudo furada e rasgada, coisas do tempo”, justifica.

Agora, o que ela sonha é com a praia. “Quero ir para Itapema ou comprar uma casa na beira da praia, se Deus quiser. E tem que ser logo”, pede.

Mas enquanto segue a negociação do ponto e dos 22 hectares pertencentes à família, vale muito acabar com a saudade do pãozinho caseiro e, principalmente, do requeijão que leva mais de 15 horas para ficar pronto e tem um sabor delicioso. “É a mesma receita há 53 anos. Falam que é patrimônio histórico”.

Já no almoço, tem arroz fresquinho, leitoa frita, frango caipira, macarronada caseira e saladinha. Na vitrine, os tradicionais salgados fritos, entre eles, o pastel de carne com ovo, carro-chefe para quem faz uma parada rápida, além de pedaços enormes de frango.

Dentro do estabelecimento, doces caseiros, como goiabada, doce de leite, rapadura e outros permanecem à venda. Nos armários, restam chapéus, algumas panelas e utensílios de ferro, mas de ferro mesmo, daquelas para vida toda. “Mas já não é do mesmo fornecedor que antes, aliás, estou com pouca coisa por conta da pandemia”.

Detalhe da antiga bilheteria da estação, entalhada em madeira (Foto: Ângela Kempfer)

Além da comida, os arredores são atração pela história. A cerca de 150 metros, é só seguir a trilha e você encontra o que restou da Estação Bolicho Seco. Elizeth diz que pegou muito trem ali com destino a Campo Grande, Ponta Porã, Bauru e Curitiba.

Ela também fala que, apesar do estado, é uma das estações mais bem conservadas da região, mesmo com a pessoa que comprou a propriedade ao lado usando o prédio como baia para cavalo.

O silêncio, cortado apenas pelo barulho dos pássaros e caminhões que passam na estrada, impera na estação ferroviária ainda com placas, bilheteria, área do telegrama, portas de madeira, piso avermelhado e os trilhos de ferro enferrujados, quase todos cobertos pelo mato. No mais, tudo parece esquecimento e parte da história se deteriorando.

Depois de ver detalhes do que ficou da estação, a dona lembra que ali perto ainda rolam alguns bailes, não com a frequência como antigamente, mas lotam quando acontecem. “Teve um em janeiro e certamente vai ter em junho”, diz.

Tímida, ela preferiu não ser fotografada, mas gentilmente nos ofereceu água da casa na despedida e fez o convite para outra visita enquanto o Bolicho Seco existir.

Fechando as portas, ela iria para Campo Grande. “Moro aqui, em Sidrolândia e Campo Grande. Depois que a gente perde o grande amor, fica igual cachorro que cai da mudança, pra lá e pra cá”, finaliza.

Fachada do Bolicho Seco, hoje, está diferente, com toldos mais atuais, sem aquele aspecto rústico que ficou na lembrança. (Foto: Ângela Kempfer)

Estrutura tem sido usada até como baia para cavalo. (Foto: Ângela Kempfer)

Local é história que está se deteriorando na região de Sidrolândia. (Foto: Ângela Kempfer)

Trilho quase coberto pelo matagal. (Foto: Ângela Kempfer)

CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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