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Fibria encerra 2016 com crescimento de vendas, forte lucro líquido e robusta posição de caixa
A Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, registrou volume de vendas de 5,504 milhões de toneladas em 2016, 8% superior a 2015. No 4º trimestre de 2016, as vendas somaram 1,584 milhão de toneladas, com melhor desempenho em relação ao 4T15 – aumento de 21%.
O crescimento da demanda global por celulose de eucalipto de aproximadamente 1,3 milhão de toneladas em 2016, conforme dados do PPPC, aliado ao baixo nível de estoques e à perspectiva de curto prazo mais balanceada do que o previsto no que diz respeito à entrada de novas capacidades, permitiu à Companhia anunciar no 4º trimestre de 2016 sucessivos aumentos de preços para a China e demais mercados.
“Esse é o maior volume trimestral de vendas da história da Fibria, puxado pela forte recuperação da demanda no trimestre na Ásia. Os aumentos de preços na Ásia em outubro e dezembro foram completamente implementados, abrindo espaço para novos anúncios de preço que já anunciamos neste início de 2017 para todos os mercados, incluindo América do Norte e Europa”, afirma Marcelo Castelli, presidente da Fibria.
A receita líquida da Companhia totalizou R$ 2,534 bilhões no 4T16, redução de 15% em relação ao 4T15, resultado da redução do preço médio líquido da celulose em dólar de 18% e desvalorização do dólar médio de 14%, parcialmente compensado pelo maior volume vendido. No ano de 2016, a receita líquida foi de R$ 9,615 bilhões, queda de 5% em relação a 2015. No quarto trimestre de 2016, o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado totalizou R$ 804 milhões, representando uma margem de 36%. Já no acumulado do ano, o EBITDA totalizou R$ 3,742 bilhões, com margem de 43%.
O lucro líquido em 2016 ficou em R$ 1,664 bilhão, um crescimento de 365% em relação a 2015. Em função desse resultado, a Administração da Fibria irá propor na Assembleia Geral Ordinária, em abril, o pagamento de dividendos de R$ 393 milhões, que corresponde ao mínimo obrigatório conforme legislação societária.
A geração de fluxo de caixa livre da Companhia antes dos investimentos no projeto Horizonte 2 (que constrói a segunda linha de produção na unidade de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul), dos projetos logísticos e do pagamento de dividendos atingiu R$342 milhões no 4T16 e, no acumulado de 2016, alcançou R$ 1,891 bilhão.
A Fibria encerrou o trimestre com posição de caixa de R$ 4,717 bilhões (ou US$ 1,447 bilhões) que, somada às linhas não sacadas referentes ao financiamento do Projeto Horizonte 2 e à recente emissão de Green Bonds de US$ 700 milhões, é suficiente para cobrir o volume de investimentos (Capex) do restante da expansão em Três Lagoas (MS) e as amortizações de dívida até o final de 2019, sem contar a geração de fluxo de caixa livre.
O investimento de capital (Capex) no trimestre totalizou R$ 1,748 bilhão, 62% superior ao 4T15, devido principalmente a maiores investimentos na expansão do Projeto Horizonte 2, conforme a curva de evolução da obra. O Capex em 2016 totalizou R$ 6,182 bilhões, 25% inferior à previsão inicial de R$ 8,189 bilhões, em decorrência da redução do custo do Projeto Horizonte 2, influenciada pela curva de execução financeira do projeto, além dos investimentos menores com projetos logísticos de celulose. Na comparação com o valor realizado em 2015, o aumento de 162% se deve, principalmente, à expansão industrial no Mato Grosso do Sul.
Projeto Horizonte 2
O ano de 2016 terminou com o andamento das obras da segunda linha de produção de celulose em Três Lagoas (MS) acima do previsto, com 77% do projeto realizado. O avanço financeiro, no entanto, ficou em 57%, faltando US$ 1 bilhão ainda a realizar.
“No quarto trimestre de 2016 sacamos R$1,2 bilhão em linhas de financiamento do projeto que, por serem de baixo custo e longo prazo, contribuem para que a Fibria melhore ainda mais o perfil de sua dívida. Além disso, em dezembro concluímos a quarta captação de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), no valor de R$ 1,25 bilhão. Essa linha tem custo financeiro abaixo da taxa média de aplicação dos recursos da Companhia, ou seja, é uma dívida que, na realidade, gera receita financeira. Em 2016, a Fibria foi o maior emissor de CRA do país”, diz Guilherme Cavalcanti, diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Fibria.
Na área florestal, houve importantes evoluções em 2016, como o avanço nos plantios e arrendamentos para formação de floresta, a entrada em operação dos tratores da silvicultura, o início do recebimento das máquinas de colheita e a contratação de mão de obra para operação de máquinas florestais. A área industrial registrou a continuidade na evolução de comissionamentos, serviços e startups de sistemas de controle, com integração das duas unidades fabris (a nova, em construção, e a atual, já em operação). Na logística, o destaque foi o início das obras do Terminal Portuário de Macuco, em Santos (SP) e a aquisição e início das obras do Terminal Intermodal em Aparecida do Taboado (MS).
A Fibria foi novamente selecionada para integrar o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) 2017 da BM&FBovespa, no qual a Companhia está presente desde o seu lançamento, em 2005. A carteira do índice reúne empresas com ações listadas na Bolsa de Valores e Mercadorias de São Paulo que apresentam alto grau de comprometimento com práticas de sustentabilidade e governança corporativa. A seleção das empresas é feita em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVCes), da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP). A avaliação baseia-se no equilíbrio entre crescimento econômico, responsabilidade social e desempenho ambiental. Esse reconhecimento reforça o compromisso da Companhia com a criação de valor econômico aliado à atuação responsável na esfera socioambiental. A credibilidade da Fibria em aspectos ambientais, sociais e de governança também se refletiu na emissão, no mercado internacional, de US$ 700 milhões em Green Bonds, em janeiro deste ano, que teve uma alocação de 40% de investidores com perfil voltado a sustentabilidade, um recorde para esse tipo de operação.
Sobre a Fibria
Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria é uma empresa que procura atender, de forma sustentável, à crescente demanda global por produtos oriundos da floresta. Com capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, a companhia conta com unidades industriais localizadas em Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Três Lagoas (MS), além de Eunápolis (BA), onde mantém a Veracel em joint-operation com a Stora Enso. A companhia possui 969 mil hectares de florestas, sendo 568 mil hectares de florestas plantadas, 338 mil hectares de áreas de preservação e de conservação ambiental e 63 mil hectares destinados a outros usos. A celulose produzida pela Fibria é exportada para mais de 40 países. Em maio de 2015, a Fibria anunciou a expansão da unidade de Três Lagoas, que terá uma nova linha com capacidade produtiva de 1,95 milhão de toneladas de celulose por ano, e entra em operação no quarto trimestre de 2017.
Arapuá
Ex-Vereadora Sueli Trannin Bernardo, trouxe desenvolvimento ao Arapuá
No dia 18 de Dezembro de 1950 na cidade de Cachoeiras de Macacu – RJ nascia Sueli Trannin, filha do saudoso Altair Cabral Trannin e Terezinha de Jesus Ramos Trannin.
Em 1960 a família Trannin chega a Três Lagoas e ao Distrito de Arapuá, enquanto seu pai Altair Trannin vinha despontando na política do Município como Vereador e Prefeito (Quando, em 1978, o então prefeito de Três Lagoas, Ramez Tebet, renunciou ao cargo para disputar a uma cadeira na Assembleia Constituinte do recém-criado Estado de Mato Grosso do Sul, Altair Cabral Trannin foi indicado pelo governo militar para exercer o cargo de chefe do Poder Executivo municipal por nove meses, entre agosto de 1978 e julho de 1979).
Sueli Trannin vinha exercendo o cargo de Professora voluntária na Prefeitura Municipal de Três Lagoas entre os anos de fevereiro de 1966 – dezembro de 1968 de 2 anos 11 meses, onde dava aula para o pré-primário de forma voluntária.
Em Fevereiro de 1973 há exatos 47 anos e 11 meses, recebeu o cargo de Delegada de Oficio Público no Cartório de Paz de Arapuá.
Casou-se com o ferroviário Antonio de Jesus Bernardo (in Memorian), e passou a ter no nome de Sueli Trannin Bernardo, onde teve 3 filhos, Marcio, Paulo e Marcia, que lhe deram 8 netos e recentemente um bisneto, que completa um aninho no dia 20 de dezembro.
Em 16 de Agosto de 1985, perdemos o vereador Altair Cabral Trannin, após vários dias internado no Hospital Auxiliadora, onde vinha tratando de um câncer na vesícula. Um dia de muita tristeza para os três-lagoenses e principalmente aos moradores do Distrito de Arapuá.
A família precisava de alguém para dar seguimento na política na sucessão de Altair, se pensou em vários nomes, até no esposo de Sueli o Toninho, mas chegaram um consenso que teria que ser Sueli Trannin.
De cartorária a um mundo desconhecido a política, com o nome forte de seu pai, Sueli no ano de 1988, foi eleita a vereadora no PDS com 524 votos, na gestão do Prefeito Miguel Jorge Tabox (PTB). Com ajuda de seu esposo fez um trabalho dinâmico, dando uma nova cara o seu Distrito “Arapuá”.
Reeleita novamente a vereadora do PDS no ano de 1992, com 578 votos, juntamente com o então eleito Prefeito José Pedro Batiston do PST. Uma gestão muito difícil para a Vereadora já que o prefeito Batiston, teve uma administração desastrosa.

Câmara Municipal de Três Lagoas, entrou para história com a quantidade maior de mulheres.
Em 1996, agora pelo PFL, foi reeleita com 628 votos, do saudoso Prefeito Issam Fares do PMDB. Ajudou Fares na votação de vários projetos, entre eles a instalação de fábricas em Três Lagoas, onde tivemos a primeira fábrica da cidade a Mabel.
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Mulheres Trannin uma história de luta por Arapuá
A pedido do então Senador da Republica Ramez Tebet, Sueli vai para o PMDB, onde tentou várias eleições se eleger a vereadora novamente, mesmo com 1.146 votos em 2008, não conseguiu uma das dez cadeiras na Câmara Municipal de Três Lagoas, atualmente esta filiada ao PSDB. e não disputou mais uma vaga a Câmara Municipal de Três Lagoas.
No dia 8 de Agosto de 2015 a Câmara Municipal de Três Lagoas de Três Lagoas em comemoração ao centenário, fez uma sessão solene para entrega da “Comenda Centenário Legislativo” a ex-vereadores e ex-servidores que atuaram nestes cem anos de trabalho em prol da cidadania. Entre as pessoas esteve a ex-vereadora Sueli Trannin Bernardo, onde foi vereadora por 3 mandatos e ocupou a cadeira de Secretária da casa de leis de Três Lagoas.
Está casada a 24 anos com o professor Claudinei Canistro.
Veja alguns trabalhos da ex-vereadora concluídos em Arapuá e Três Lagoas
— 4,5 Km de Asfalto da Rodovia Estadual 459, a qual leva o nome de seu pai, o saudoso “Altair Cabral Trannin”, que liga a BR 262 ao Arapuá em frente a praça, da gestão do Governador Pedro Pedrossian e Deputado Cicero.
— Hospital e Posto de Saúde, equipado com ambulância zero KM, na gestão do saudoso Prefeito Miguel Tabox.
— Praça Municipal
— Campo de futebol com alambrado e gramado
— Equipe mecanizada com uma patrola, uma carregadeira e dois caminhões, para ficarem fixos no Distrito.
— Implantação Agência da CESP, para atender as reclamações e pagamentos de contas de luz, com um técnico e uma auxiliar administrativa, no Arapuá.
— Pagamento de combustível de Kombi escolar, para a vinda de professores todos os dias ao Distrito
— Lutou junto à Comunidade para a implantação do Centro Comunitário, com piscina, e Padaria comunitária, em Arapuá.
— Solicitação ao Deputado Akira, que as firmas:- Techint, Mendes Júnior, tantas outras viessem instalar-se no Distrito, gerando e continuando a gerar inúmeros empregos aos moradores de Arapuá.
— Realização de Campeonatos de Futebol e diversas modalidades esportivas, e apoio a atletas do Distrito.
— Na área social: Doações de óculos, remédios, ajuda a transportes de doentes para outras localidades.
— Asfaltamento das ruas: Afonso Trannin, Eduardo Galvão e Adonias Alves dos Santos.
— Várias homenagens a cidadãos do Distrito, entre a que se destaca o saudoso Sr. Heliodoro Teodoro de Souza, um dos fundadores do Distrito.
— Ampliação dos ônibus escolares para transporte de alunos da zona rural;
— Iluminação pública nas ruas do distrito de Arapuá,
— Solicitação das casas dos Policiais,
— Realização de diversos campeonatos e torneios de futebol, vôlei, truco;
— Solicitação da construção de mais um poço artesiano pela Prefeitura e Funasa,
— Solicitação para implantação da telefonia fixa e torre para Celular;
— Solicitação de uma viatura para o Destacamento de Policia,
— Solicitação de construção do Centro Comunitário e campo de futebol na Vila Piloto.
— Solicitação de construção de asfalto nas ruas da Vila Piloto.
— Solicitação de construção de uma Escola no bairro Santa Rita;
— Pedido de duzentas linhas de telefônicas em Arapuá;
— Colocação de iluminação sobre a ponte do Distrito de Garcias;
— Solicitação da reforma da escola municipal de Garcias.
Mensagem do ArapuáMS
Hoje é um dia especial em nosso calendário finalmente chegou o seu dia é um momento de ser feliz de se alegrar e desejar coisas boas, afinal não são todos os dias que temos um motivo bom pra ser comemorado.
Esperamos que esteja feliz com esta data, tirando proveito de cada momento, cada sorriso que lhe seja direcionado, cada emoção que passar no dia de hoje, curta bastante, alegre-se e divirta-se. Que seu aniversário seja um marco de realizações em sua vida e família, o momento é especial para muitos que com certeza admiram e torcem muito por você.
Você está no auge da maturidade da experiência e tem que se orgulhar muito por isso. Obrigado por fazer parte do nosso Distrito de Arapuá, pediremos a Deus que conserve bons dias em seu viver. Feliz Aniversário que você esteja Feliz com esta data.
Destaques
Dia do Índio: Veja as medidas de proteção aos indígenas
Todo dia 19 de abril é comemorado no Brasil e em vários outros países do continente americano o Dia do Índio ou o Dia dos Povos Indígenas. A data tem como propósito a preservação da memória e a reflexão crítica nas universidades, escolas e demais instituições semelhantes sobre a cultura indígena.
Nesse ano, em meio à pandemia do novo coronavírus, os indígenas precisam estar protegidos ainda. Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz) atestam que os índios são mais vulneráveis a epidemias em função de condições sociais, econômicas e de saúde mais difíceis do que as dos não índios, o que amplifica o potencial de disseminação de agentes causadores de doenças.
Por conta da atual situação, em março, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena, apresentou aos povos indígenas, aos gestores e colaboradores medidas que podem ajudar a prevenir o contágio com o novo coronavírus.
As iniciativas estão previstas no “Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo novo Coronavírus (COVID-19) em Povos Indígenas”. Além disso, a Fundação Nacional do Índio (Funai) também se manifestou medidas temporárias de prevenção ao novo coronavírus.
Vejas as medidas:
- Os casos suspeitos de covid-19 tem prioridade no atendimento à população de modo a diminuir o tempo de contato com os indígenas presentes no local de atendimento;
- O registro do atendimento deve ser feito no prontuário do paciente e também deverá ser inserido no Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI) no menor tempo possível;
- Agentes Indígenas de Saúde e Agentes Indígenas de Saneamento devem receber as informações para que possam ajudar na conscientização da comunidade sobre as medidas de prevenção e controle da doença, na identificação precoce de sinais e sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave;
- O Acampamento Terra Livre, o maior encontro indígena do país, que ocorreria entre os dias 27 e 30 de abril, em Brasília-Distrito Federal, foi adiado por conta do coronavírus;
- Estão suspensas a concessão de novas autorizações de entrada em terras indígenas , com exceção daquelas necessárias à continuidade de serviços essenciais às comunidades, como ações de segurança, atendimento à saúde, entrega de gêneros alimentícios, de medicamentos e combustível;
- O contato com agentes bem como a entrada de civis em terras indígenas são restritos;
- A entrada de agentes públicos de atendimento à saúde e segurança não será dificultada pela fundação.
Fonte:OImparcial
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