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Suzano, OIT e Pacto Global selam parceria para fortalecer agenda de proteção aos direitos humanos e ao trabalho decente no setor florestal

Iniciativa consolida agenda estratégica multissetorial, com ênfase em diálogo social, devida diligência em direitos humanos e cadeias produtivas mais responsáveis

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A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Pacto Global da ONU – Rede Brasil celebraram na última semana uma parceria estratégica para impulsionar a agenda de proteção aos direitos humanos no setor florestal. A assinatura da parceria foi realizada durante reunião institucional no Escritório da OIT no Brasil, em Brasília.

A iniciativa consolida uma agenda conjunta iniciada em 2024 com foco em padrões mais elevados de trabalho decente, práticas diligentes em direitos humanos e cadeias produtivas mais responsáveis, e marca a transição de projetos-piloto para uma abordagem sistêmica, com potencial de estabelecer referências para o setor no Brasil. A parceria combina ainda a expertise internacional da OIT em temas do mundo do trabalho, a articulação empresarial do Pacto Global e a capacidade de implementação em escala da Suzano.

Entre os principais avanços já alcançados estão a criação do Grupo de Trabalho Florestal em Direitos Humanos, a implementação-piloto de um mecanismo independente de escuta, consulta e remediação para trabalhadores da cadeia florestal, além de ações de capacitação de empresas, fornecedores e agentes públicos. Os resultados demonstram a eficácia do diálogo social estruturado como ferramenta de gestão de riscos trabalhistas e fortalecimento das práticas diligentes em direitos humanos.

Para Malu Pinto, vice-presidente executiva de Sustentabilidade, Comunicação e Marca da Suzano, a parceria representa um passo decisivo para a transformação estrutural do setor. “A agenda de Direitos Humanos exige escuta ativa, diálogo contínuo e construção coletiva. Ao unirmos os organismos multilaterais e o setor empresarial, conseguimos sair do campo da intenção e avançar para soluções concretas, capazes de promover a dignidade dos trabalhadores, capazes de reduzir riscos materiais, proteger a continuidade operacional e gerar valor sustentável para o negócio e para toda a cadeia”, afirma Malu.

Segundo Vinícius Pinheiro, diretor do Escritório da OIT para o Brasil, a iniciativa reforça o papel do diálogo social tripartite e da cooperação institucional na promoção do trabalho decente. “Essa parceria demonstra como empresas, organismos internacionais e representantes do mundo do trabalho podem construir, juntos, iniciativas inovadoras e alinhadas aos padrões internacionais, gerando soluções replicáveis para enfrentar desafios complexos nas cadeias produtivas”, destaca o diretor.”

Guilherme Xavier, diretor executivo do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, ressalta o potencial da colaboração para elevar o engajamento empresarial no tema. “Ao unir liderança corporativa, padrões globais e articulação multissetorial, essa parceria contribui para acelerar a incorporação dos direitos humanos no centro da estratégia das empresas, fortalecendo a sustentabilidade e a competitividade do setor florestal”, afirma.

A agenda para 2026 prevê a consolidação do mecanismo de escuta em uma Plataforma de Diálogo Social em Cadeias Produtivas, com governança independente e arquitetura escalável, além do fortalecimento contínuo do Grupo de Trabalho Florestal e do lançamento de um pacto setorial voltado à proteção dos direitos humanos e ao trabalho decente.

Com a iniciativa, Suzano, OIT e Pacto Global reafirmam seu compromisso com a promoção do trabalho decente, a antecipação e mitigação de riscos trabalhistas, regulatórios e padrões globais e o fortalecimento de modelos de desenvolvimento que conciliam competitividade, responsabilidade social e respeito aos direitos humanos.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br

Sobre a Organização Internacional do Trabalho (OIT)

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) dedica-se a promover a justiça social e os direitos humanos e trabalhistas reconhecidos internacionalmente, de acordo com sua missão fundamental de que a justiça social é essencial para uma paz universal e duradoura. Única agência tripartite da ONU, desde 1919, a OIT reúne governos, empregadores e trabalhadores de seus 187 Estados-membros para definir normas internacionais do trabalho e promover a justiça social e o trabalho decente para todas as pessoas. Para mais informações sobre a OIT, visite o nosso website em www.ilo.org/brasil e siga @oit_brasil no Instagram e no LinkedIn.

Sobre o Pacto Global da ONU

Como uma iniciativa especial do Secretário-Geral da ONU, o Pacto Global das Nações Unidas é uma convocação para que as empresas de todo o mundo alinhem suas operações e estratégias a dez princípios universais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Lançado em 2000, o Pacto Global orienta e apoia a comunidade empresarial global no avanço das metas e valores da ONU por meio de práticas corporativas responsáveis. Tem mais de 20 mil participantes distribuídos em 70 redes que cobrem 100 países, sendo a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo. Há ainda 5 Hubs em diferentes regiões do mundo. Para mais informações, siga @globalcompact nas mídias sociais e visite nosso website em www.unglobalcompact.org

O Pacto Global da ONU– Rede Brasil foi criado em 2003 e, hoje, é a segunda maior rede local do mundo, com mais de 2.000 mil participantes. Os mais de 60 projetos conduzidos no país abrangem, principalmente, os temas: Água, Oceano, Resíduos, Agricultura, Florestas, Clima, Direitos Humanos e Trabalho, Anticorrupção, Engajamento e Comunicação. Para mais informações, siga @pactoglobalonubr nas mídias sociais e visite nosso website em www.pactoglobal.org.br

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Três Lagoas (MS) recebe novo mutirão da Suzano com 46 vagas temporárias para o setor florestal

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Três Lagoas (MS) recebe, neste sábado (12/09), um novo mutirão de oportunidades da Suzano para contratação de profissionais para o setor florestal. A ação faz parte da iniciativa “Você na Suzano” e oferece 46 vagas temporárias para Operador(a) de Máquina Trainee, com seleção feita no próprio dia, na Casa do Trabalhador, mediante distribuição de senhas.

“O ‘Você na Suzano’ nasceu para aproximar a população de Três Lagoas das oportunidades da empresa. É uma forma de aproximar a Suzano da comunidade, valorizando os profissionais da região e podemos assegurar que muita gente que passou pelo programa como trainee hoje está efetivada, e é isso que a gente quer continuar construindo: gerar emprego e renda para quem é daqui”, afirma Mônica Catânia, gerente de Gente e Gestão da Suzano em Três Lagoas.

As contratações, com duração de três meses, fazem parte do esforço da Suzano para ampliar o acesso a oportunidades de trabalho e formar profissionais para o setor florestal na região.

Como participar

No dia do evento, as senhas serão distribuídas até as 9 horas. Em seguida, a equipe de recrutamento da Suzano dará início ao processo seletivo. Podem se candidatar pessoas com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria AB definitiva e Ensino Fundamental completo. Também é exigida experiência prévia com operação de máquinas agrícolas ou florestais, ou curso de Operação de Máquinas Florestais com formação em Harvester ou Forwarder. Os candidatos devem levar CNH e currículo atualizado.

Durante os três meses de contrato, os selecionados recebem salário compatível com a função, plano de saúde individual, alimentação no local, seguro de vida e transporte. O “Você na Suzano” já resultou, em média, em 70 contratações por edição, consolidando o papel da iniciativa na geração de emprego e renda em Três Lagoas.

Outras formas de entrar na Suzano

Quem não puder comparecer presencialmente também pode concorrer às vagas da Suzano em Mato Grosso do Sul e em outras unidades pela Plataforma de Oportunidades: https://suzano.gupy.io/. O site reúne vagas abertas, benefícios e cadastro no Banco de Talentos.

A Suzano informa que todos os seus processos seletivos são gratuitos e não exigem qualquer pagamento dos candidatos.

Serviço

Data: 12 de setembro de 2026

Local: Casa do Trabalhador de Três Lagoas (MS) – Rua Dr. Munir Thomé, 86, Centro.

Distribuição de senhas: até 9 horas

O que levar: CNH e currículo atualizado

Vagas: 46 para Operador(a) de Máquina Trainee

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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Em iniciativa pioneira no setor, Suzano desenvolve operação remota de colheita florestal em MS

• Primeira fase do projeto colheu 12 mil árvores com uma harvester comandada da torre de controle florestal de Ribas do Rio Pardo, a até 350 quilômetros da frente de trabalho
• Operador permanece no comando: a tecnologia muda o local de trabalho, não substitui o profissional

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Uma harvester colheu 12 mil árvores sem que o operador estivesse dentro dela, em uma área equivalente a 12 campos de futebol. A máquina foi comandada remotamente da torre de controle florestal da unidade da Suzano em Ribas do Rio Pardo (MS), com testes que permitiram operá-la a até 350 quilômetros de distância da frente de trabalho, sem que a equipe técnica precisasse se deslocar até o local. O resultado encerra a primeira fase do projeto de teleoperação de colheita florestal desenvolvido pela companhia em parceria com a Komatsu e a S4E Tech, iniciado em abril deste ano. No Brasil, é a primeira operação de harvester teleoperada em ambiente operacional no setor florestal.

A máquina não opera sozinha. O comando segue sendo do operador, que passa a trabalhar da torre de controle em vez da cabine no meio da fazenda. Os sete profissionais capacitados para o projeto seguem na operação. O que muda, nesta fase, é o trajeto: hoje um operador gasta cerca de duas horas de viagem para chegar à frente de colheita.

Ledir Rodrigues de Freitas, consultor de Excelência Operacional da Suzano, começou na colheita em 1989, quando a motosserra já havia substituído o machado e o facão. Depois veio o harvester, que reduziu a exposição das pessoas aos riscos do corte. A teleoperação é a terceira transição que ele acompanha na atividade. “Quando fui convidado para participar deste projeto, vi a possibilidade de realizar um grande sonho, o de ver as máquinas sendo operadas a partir de um local distante, em um ambiente mais controlado. Este é um passo como as demais evoluções, não tem volta. Já vejo as possibilidades que estão por vir”, comenta.

“Estamos testando uma nova forma de realizar o trabalho no campo, com o uso da tecnologia para tornar a rotina dos profissionais mais segura e confortável. A possibilidade de comandar os equipamentos de outro local reduz deslocamentos até o campo e contribui para que os operadores tenham mais qualidade de vida, sem perder de vista a segurança e a eficiência da operação. Este projeto pode mudar a forma como trabalhamos no setor florestal”, afirma Douglas Seibert Lazaretti, vice-presidente de Operações Florestais da Suzano.

Na cabine, o operador encontra os mesmos controles do equipamento e o campo de visão fornecido por câmeras, que reproduzem em tempo real as condições da máquina. Na primeira fase, dois equipamentos foram comandados a distância: uma harvester, foco do projeto, e uma grua de carregamento.

Beatriz Carolina Gonçalves, operadora de máquinas florestais, participou dos primeiros testes. “Eu pensava que seria como um controle remoto, mas encontrei um ‘cockpit’ com as mesmas condições da máquina, só que em outro ambiente e com muito conforto. Foi um desafio operar a quilômetros de distância usando as câmeras como base, mas também foi uma experiência muito gratificante”, conta.

Para ela, o ganho está na rotina. “Essa solução pode melhorar muito o dia a dia dos operadores, porque reduz o tempo gasto no caminho até as fazendas e permite estar mais perto da família. Tenho uma filha pequena e acredito que isso possa fazer diferença na vida de quem trabalha nessa atividade”, afirma.

O operador de abastecimento de madeira João Victor de Almeida Barbosa também participou dos testes. Filho de um profissional que atuava no transporte da Suzano, ele vê no projeto uma oportunidade de unir sua trajetória à inovação. “Tenho muito orgulho de fazer parte dessa iniciativa. Entrei na empresa em uma área que era nova para mim e, agora, participar de um projeto como esse representa uma oportunidade de aprender e contribuir para uma operação mais segura e eficiente”, afirma.

Conexão e segurança

O principal obstáculo técnico era a conexão. As frentes de colheita ficam em áreas sem infraestrutura de telecomunicações e mudam de lugar conforme a operação avança. A comunicação entre a torre de controle e a máquina é feita por satélite, em uma estrutura preparada para operar sem interrupções.

A segurança é monitorada de forma contínua no próprio equipamento. Se a comunicação falhar, ou diante de qualquer condição anormal, a máquina para automaticamente. O tempo de resposta do sistema é menor que o de um piscar de olhos.

Inclusão e futuro do trabalho

Sete profissionais foram capacitados para trabalhar com a solução: cinco na colheita, entre eles duas mulheres, e dois no carregamento logístico. Os operadores da colheita têm perfis distintos de experiência e faixa etária. A capacitação também alcançou técnicos e mecânicos dos módulos, responsáveis por receber o equipamento e atuar quando necessário. O projeto reúne profissionais das áreas de Operações Florestais, Inovação, Excelência Operacional, Segurança, Gente e Gestão, Treinamento, Tecnologia e Engenharia, além das equipes da Komatsu e da S4E Tech.

A mudança altera o próprio desenho da vaga. Operar uma máquina florestal deixa de exigir a permanência diária em área remota e passa a ser possível a partir de um ambiente fixo, dentro da unidade. É uma transformação que responde ao que o mercado de trabalho cobra hoje das atividades de campo.

“Trabalhar no campo, muitas vezes em áreas distantes, traz desafios importantes para os profissionais. À medida que avançamos nos testes, percebemos que essa solução abre possibilidade para a inclusão de outros públicos, inclusive pessoas com deficiência. Esse potencial está alinhado ao compromisso da Suzano com a construção de oportunidades mais equitativas em Mato Grosso do Sul”, diz Rodrigo Zagonel, diretor de Operações Florestais da Suzano em Mato Grosso do Sul.

Para a Komatsu, a tecnologia tem alcance além da operação atual. “A teleoperação remota tem potencial para transformar o setor florestal, trazendo mais eficiência, segurança e qualidade de vida para os operadores. Estamos muito satisfeitos em desenvolver essa iniciativa ao lado da S4E e da Suzano, acreditando que essa tecnologia será um divisor de águas para o mercado, ampliando oportunidades de inclusão para mulheres, pessoas com deficiência e jovens. Além de ser um projeto global, ter o Brasil como ponto de partida reforça nosso compromisso com a inovação e com a construção de um futuro mais sustentável e promissor para o setor”, afirma Eduardo Nicz, diretor-presidente da Komatsu Forest Brasil.

A escala da operação

Mais de mil operadores atuam na colheita e no carregamento de madeira em Mato Grosso do Sul. No estado, são colhidos 19 milhões de metros cúbicos por ano, em cerca de 100 mil hectares. A teleoperação está hoje em duas máquinas, e o alcance da tecnologia sobre o deslocamento diário dessas equipes dependerá do ritmo de adoção ao longo dos próximos anos.

Do teste ao piloto

A busca por tecnologias adaptáveis às operações florestais começou em 2024. Em 2025, a S4E Tech fez a primeira visita técnica a Mato Grosso do Sul para mapear os desafios da operação. A solução passou a ser desenvolvida em conjunto com a Komatsu, fornecedora de tecnologia para o setor florestal e parceira da Suzano. Em abril de 2026, duas máquinas passaram a ser comandadas a distância.

O objetivo dessa primeira fase era validar o conceito de teleoperação na colheita, verificar as condições de segurança e testar se haveria restrição de raio de operação. Ao longo dos meses, diversas melhorias foram mapeadas. A próxima fase, um piloto que incorpora esses ajustes, começa nos próximos meses, com escalonamento gradual.

No exterior, projetos de colheita florestal teleoperada ainda estão em fase de pesquisa, protótipo ou demonstração, em países como Suécia, Finlândia, Nova Zelândia, Canadá e Japão. Equipes da Komatsu do Japão e da Suécia visitaram recentemente a operação em Mato Grosso do Sul.

A S4E Tech é uma empresa brasileira criada há cinco anos, com sede em Belo Horizonte, especializada no desenvolvimento de tecnologias para equipamentos móveis. Além do setor florestal, suas soluções são aplicadas em mineração, siderurgia, portos e construção.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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