Selvíria
Em Selvíria| Após perseguição policial caminhonete Hillux é abandonada carregada com quase uma tonelada de maconha
Na madrugada desta segunda-feira (20) o COPOM de Três Lagoas, recebeu a informação, cinco veículos estavam próximos à Eldorado Brasil em atitude suspeita, sendo eles 03 caminhonetes (uma hillux preta, outra de cor branca, e uma s10 preta) um gol de cor preta e um astra de cor prata.
Diante das informações, a equipe de serviço de Selvíria deslocou até a Bairro Véstia com o intuito de fazer um bloqueio e abordar os veículos suspeitos, porém, durante o deslocamento foi possível visualizar 03 dos 05 veículos mencionados na denúncia, tais veículos que não acataram a ordem de parada e evadiram sentido a cidade Selviria/MS.
A equipe iniciou um acompanhamento Tático na tentativa de abordar os veículos, foi possível perceber que uns dos veículos se tratava da hilux de cor branca mencionada na denúncia.
A Camionete Hilux estava com a carroceria carregada de substancia análoga a maconha que foi visualizado pela equipe, onde por meio de sinais sonoros e luminosos o condutor da caminhonete não obeceu a ordem de parada.
Na rotatória da cidade em frente ao posto e combustível Novo Mato Grosso, pegou sentido Inocência/MS pela estrada MS 444.
Foi realizado o acompanhamento tático, onde a equipe perdeu de vista a caminhonete que seguia muito acima da velocidade.
Em continuidade as buscas pelos veículos logramos êxito em localizar a camionete Hilux branca abandonada e carregada de substância análoga à Maconha, na estrada MS 444, próximo a uma fazenda numa bifurcação. Diante disto foi levado a caminhonete com os entorpecentes e sem o condutor que não foi localizado.
Foi pesado a substancia análoga a maconha no peso quantidade aproximada de 930 kg e 915 tabletes. A Placa da caminhonete Dourados/MS.
Porem verificado o chassi, numeração nos vidros e etiquetas evidenciam Sinais de adulteração e checagem do chassi que consta uma hilux branca de Salvador/BA.
Selvíria
Polícia Civil de Mato Grosso do Sul conclui que morte em Selvíria foi suicídio, e não feminicídio
A Delegacia de Polícia de Selvíria (MS) informou, por meio de nota oficial, que o caso inicialmente investigado como possível feminicídio foi reclassificado como suicídio após a conclusão das diligências.
De acordo com a investigação, os depoimentos colhidos e o laudo necroscópico indicam que a vítima teria empurrado a faca contra o próprio peito. Segundo a autoridade policial, a lâmina não estava totalmente cravada — característica considerada compatível com casos de autoferimento —, diferentemente do que normalmente ocorre em homicídios ou feminicídios. A angulação do golpe também reforça a hipótese de lesão autoprovocada.
O depoimento do filho da vítima, responsável pelo socorro, corroborou a conclusão dos investigadores. Ele relatou que a mãe enfrentava um tratamento contra câncer e teria manifestado anteriormente a intenção de tirar a própria vida. Conforme apurado, não havia registros de violência envolvendo o casal, e o interrogatório do então suspeito seguiu a mesma linha dos demais elementos coletados.
Diante das evidências, a autoridade policial determinou a exclusão da classificação inicial de feminicídio. Todos os laudos — necroscópico e de local de crime — foram anexados aos autos para os registros finais.
Com isso, a Polícia Civil declarou encerrada a apuração do caso, permanecendo à disposição para eventuais esclarecimentos.
Selvíria
Jovem assentada se matricula na universidade após ação da Defensoria
Maria Eduarda Soares Pereira Leal, assentada de Selvíria, é uma jovem de 18 anos cheia de sonhos… E o caminho para começar a concretizá-los está em outro Estado, mas a apenas 15 quilômetros: em Ilha Solteira/SP. Na cidade paulista, ela cursa o 1º bimestre do bacharelado em Engenharia Agronômica, algo conquistado com uma forcinha dada pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul.
Leal, após ter sido aprovada no vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estava impedida de se matricular por causa de uma burocracia. Isso porque só iria concluir o 3º ano do ensino médio em dezembro de 2025 e a escola estadual onde estudava se negava a fornecer antecipadamente o certificado de conclusão da educação básica.
Assistida por Stephany Oliveira Giardini Fonseca, defensora substituta em Três Lagoas, a caloura conseguiu obter na Justiça de 1º Grau a tutela de urgência. Como resultado, a escola foi obrigada judicialmente a emitir o certificado e a jovem pôde, então, matricular-se na universidade. Fonseca, feliz com o resultado do processo, pontua que Leal “será a 1ª a conseguir essa grande conquista [formar-se num curso superior], capaz de mudar a realidade de um núcleo familiar para sempre”.
“Sempre foi um sonho meu entrar em uma universidade pública… Eu tinha 48 horas para fazer minha matrícula e o trabalho da defensora foi muito bem-feito! Nunca vou ser capaz de agradecer à altura”, emociona-se a futura engenheira.
Sobre nós
Há 43 anos, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul acolhe, orienta, faz educação em direitos e promove assistência jurídica integral e de graça a quem mais precisa. Estamos onde a população necessita: na comunidade, na aldeia, na rua, no Fórum… Nossa atuação é pela saúde, por moradia, proteção às mulheres, crianças e adolescentes, pessoas idosas, povos indígenas, população em situação de rua, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIAPN+ e demais cidadãos e cidadãs em vulnerabilidade socioeconômica
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