A cidade de Selvíria com 6,4 mil habitantes está entre os municípios com os maiores PIBs (Produto Interno Bruto) per capita do Brasil. Selvíria está em 6º lugar no ranking do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e em 2017 teve PIB per capita de R$ 271 mil. A principal atividade do município é de energia hidrelétrica.
Paulínia (SP) continua no topo da lista da pesquisa como o maior PIB per capita do Brasil, com R$ 344,8 mil e uma população estimada em 102,4 mil habitantes. Outras cidades de MS aparecem na lista: Água Clara ocupa o 59° lugar, com PIB per capita de R$ 99.273,95; e Três Lagoas em 83° lugar, com PIB per capita de R$ 86.244,15.
100 maiores PIBs do Brasil – Mato Grosso do Sul tem dois municípios entre os maiores PIBs do país. Campo Grande ocupa o 30° lugar na lista, com um PIB a preços correntes de cerca de R$ 27 bilhões, o que representa uma participação de 0,41% no PIB nacional.
O município de Três Lagoas ficou em 96º lugar, com PIB de R$ 10,1 bilhões. Os municípios do topo da lista são: 1º São Paulo/SP (R$ 699 bilhões); 2º Rio de Janeiro/RJ (R$ 337 bilhões); 3º Brasília/DF (R$ 244 bilhões); 4º Belo Horizonte/MG (R$ 88,9 bilhões) e 5º Curitiba/PR (R$ 84,7 bilhões).
Com informações: Midiamax
Selvíria
Polícia Civil de Mato Grosso do Sul conclui que morte em Selvíria foi suicídio, e não feminicídio
A Delegacia de Polícia de Selvíria (MS) informou, por meio de nota oficial, que o caso inicialmente investigado como possível feminicídio foi reclassificado como suicídio após a conclusão das diligências.
De acordo com a investigação, os depoimentos colhidos e o laudo necroscópico indicam que a vítima teria empurrado a faca contra o próprio peito. Segundo a autoridade policial, a lâmina não estava totalmente cravada — característica considerada compatível com casos de autoferimento —, diferentemente do que normalmente ocorre em homicídios ou feminicídios. A angulação do golpe também reforça a hipótese de lesão autoprovocada.
O depoimento do filho da vítima, responsável pelo socorro, corroborou a conclusão dos investigadores. Ele relatou que a mãe enfrentava um tratamento contra câncer e teria manifestado anteriormente a intenção de tirar a própria vida. Conforme apurado, não havia registros de violência envolvendo o casal, e o interrogatório do então suspeito seguiu a mesma linha dos demais elementos coletados.
Diante das evidências, a autoridade policial determinou a exclusão da classificação inicial de feminicídio. Todos os laudos — necroscópico e de local de crime — foram anexados aos autos para os registros finais.
Com isso, a Polícia Civil declarou encerrada a apuração do caso, permanecendo à disposição para eventuais esclarecimentos.
Selvíria
Jovem assentada se matricula na universidade após ação da Defensoria
Maria Eduarda Soares Pereira Leal, assentada de Selvíria, é uma jovem de 18 anos cheia de sonhos… E o caminho para começar a concretizá-los está em outro Estado, mas a apenas 15 quilômetros: em Ilha Solteira/SP. Na cidade paulista, ela cursa o 1º bimestre do bacharelado em Engenharia Agronômica, algo conquistado com uma forcinha dada pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul.
Leal, após ter sido aprovada no vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estava impedida de se matricular por causa de uma burocracia. Isso porque só iria concluir o 3º ano do ensino médio em dezembro de 2025 e a escola estadual onde estudava se negava a fornecer antecipadamente o certificado de conclusão da educação básica.
Assistida por Stephany Oliveira Giardini Fonseca, defensora substituta em Três Lagoas, a caloura conseguiu obter na Justiça de 1º Grau a tutela de urgência. Como resultado, a escola foi obrigada judicialmente a emitir o certificado e a jovem pôde, então, matricular-se na universidade. Fonseca, feliz com o resultado do processo, pontua que Leal “será a 1ª a conseguir essa grande conquista [formar-se num curso superior], capaz de mudar a realidade de um núcleo familiar para sempre”.
“Sempre foi um sonho meu entrar em uma universidade pública… Eu tinha 48 horas para fazer minha matrícula e o trabalho da defensora foi muito bem-feito! Nunca vou ser capaz de agradecer à altura”, emociona-se a futura engenheira.
Sobre nós
Há 43 anos, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul acolhe, orienta, faz educação em direitos e promove assistência jurídica integral e de graça a quem mais precisa. Estamos onde a população necessita: na comunidade, na aldeia, na rua, no Fórum… Nossa atuação é pela saúde, por moradia, proteção às mulheres, crianças e adolescentes, pessoas idosas, povos indígenas, população em situação de rua, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIAPN+ e demais cidadãos e cidadãs em vulnerabilidade socioeconômica
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