TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

Destaques

Em Fotos, 2º encontro da Família Ferreira em Três Lagoas

Publicado em

Aconteceu no dia 11 e 12 de fevereiro de 2018, o segundo encontro da família Ferreira, na Gretel nas margens do Rio Sucuriu em Três Lagoas.

Dois dias de muita descontração e recordação, onde contou com uma média de 105 pessoas, vamos conhecer um pouco dessa história escrita por Rosângela Cardozo com participação da Tia Ione e lida pela bisneta Denise.

MINHAS MEMÓRIAS (FAMÍLIA FERREIRA)

10822d51-2228-4619-8cc7-e36eb5df9a17Ele, nascido em Dois Córrego, SP, filho de Vicente Ferreira de Souza e Amélia Pereira Rocha.

Ele, José Ferreira de Souza conhecido carinhosamente como Zé do Pito.

Ela nascida em Montes Claros, MG, filha de Santino de Souza Ribeiro e Josephina Maria de Jesus.

 Ela Julieta Maria de Jesus carinhosamente conhecida como Júlia.

José quando jovem trabalhava como lavrador e carroceiro.

Julieta trabalhava em casa e ajudava o Sr. Santino na lavoura de algodão.

Segundo  relatos  da tia Ione  no  fim do ano de 1925 o Sr. José foi à casa dos pais de Julieta para comprar ovos.

A Julieta espiou através do buraco da parede para ver quem estava conversando com senhor Santino seu pai, ao vê-lo exclamou: “ Nossa, que homem feio parece um sapo!”

Eles ainda não se conheciam. Com o passar dos meses se conheceram na lavoura, Segundo  a tia Ione  o José  pagava para que os outros trabalhadores fizessem o roçado mais depressa  para  aliviar o trabalho para Julieta  então pouco tempo depois  foi pedida em casamento.

Assim, no dia 22 de maio de 1926 se casaram no cartório, dando início a Família Ferreira.

Desta união nasceram 14 filhos: Ladislau, Alcides, Dário, Alice, Alzira, João, Moacir, Maria José, Geraldo, Milton, Ione e Carlos Augusto, Sebastião e Otacílio faleceram ainda crianças.

A vida do casal era simples, os dois trabalhando na lavoura de algodão. Os filhos mais velhos acompanhavam José e Julieta ajudando-os na lida.

 Meus avós. Vô Zé  e vó  Júlia levavam uma vida   embora muito sofrida viviam com simplicidade sempre labutando para manter os filhos com dignidade.

 Ainda nos primeiros anos de vida conjugal, o vô ficou muito doente com um problema muito sério em suas vistas e teve que ir à São Paulo para tratar do problema. Para essa viagem, precisou de  uma boa quantia em dinheiro e para consegui teve que penhorar a carroça, deixando a vó com os quatro filhos para sustentar…

Contava emocionada que, ia para a lavoura com a lua e voltava com a lua. E quando chegava em casa à noite que ela ia preparar a alimentação, fazer bolo, lavar roupas e cuidar da casa.

O vô zé ficou mais de um ano em são Paulo fazendo o tratamento, sem dar notícias. A vó Júlia achava que ele havia falecido e sido enterrado como indigente.

Passado esse tempo, com o retorno do vô a vida da família, à medida do possível, voltou ao normal. Sempre com simplicidade e, embora, com pouco conhecimento eles ensinavam, aos filhos, principais valores: amor mútuo, honestidade e o princípio de tudo: a educação.

Com passar do tempo, o vô começou a trabalhar como carroceiro na Cooperativa e, posteriormente, começou a trabalhar na Rede Ferroviária Noroeste do Brasil (NOB).

Em dias de folga, o Vô Zé se dedicava ao artesanato com o uso de: latinhas de leite, massa de tomate, ervilha, latas de óleo. Sendo que, confeccionava canecas, canecão, tachinho, lamparinas.

A vó Júlia se dedicava aos afazeres domésticos.

Com o passar dos anos os filhos foram se casando e  formando  suas  famílias e com a chegada dos netos, a vó Júlia preparava bolos, cachorro-magro, João deitado, Mané pelado, e o famoso pão caseiro.

No dia que fazia pão era festa no quintal da vó Júlia, os netos queriam ajudar passar a massa no cilindro; a vó acendia o fogo, no forno no quintal, as meninas iam, com ela, cortar guanxuma para fazer a vassoura de ramos para varrer o forno e tirar  o braseiro, a massa cilindrada, o pão crescido. Era hora de cortar a folha de bananeira para pôr o pão e assar no forno

 Cada neto tinha que entregar um pão para a vó pôr no forno. Nós formávamos até fila. E o mais esperto que entregasse primeiro, se tivesse sorte voltava à mesa para pegar mais pão.

Depois de pronto, cada neto que havia ajudado tinha o direito de ganhar uma patinha (pedaço da massa enrolado igual biscoito).

Quando o vô se aposentou, continuou com o ofício de artesão das latinhas. Interessante, nessa época, ele já reciclava e nós nem sabíamos.

Quem não se lembra de quando chegavam as pessoas usando relógio e o vô perguntava as horas a todos e, em seguida, se levantava da cadeira ia até a cozinha conferia a hora e se tivesse alguém com o horário diferente ele dizia: “O seu relógio está errado, acerta com o meu! O meu eu acertei com programa a hora do Brasil”!?

Quem de nós, netos, que teimava e subia no muro e escutava aquele grito sonoro “Desce do muro menino!?”. São tantas lembranças que, vinham à memória enquanto eu escrevia o texto com ajuda da tia Ione.

As refeições do vô eram sempre servidas na mesma hora e quem de nós, netos, não ficava ali, por perto, para ganhar um pedaço de bife ou um pedaço de banana?

Tivemos alguns parente que fizeram parte  de nos infância.

Quem não se lembra da paciência do Tourinho?  E de quando ele apareceu com uma peruca? E das viagens de caminhonete?

E do tio Zé Preá, um grande artista pintor, com suas brincadeiras e seus passinhos quando tocava uma música?

Há e as visitas da tia Zezé todos nós ficávamos contando e esperando, ansiosos, para ela chegar de São Paulo, porque trazia presentes para nós.

Também não podia me esquecer do primo Pércides, a roda de piadas engraçadas, as brincadeiras. Como ele era engraçado e cheio de caras, caretas – um comediante nato.

Eu trago em minha memória a tia Neném que morava em São Paulo. Nossa!  Eu  falava toda  metida para mina colegas  filhas  da vizinha   Dona Rosalina: – Eu tenho uma  tia que mora  em São Paulo.  E quando a tia chegou de viagem eu falava  para minhas colegas  meus primos chegaram agora vou brincar com ele.

E  ainda  para mostra que eu era chique dizia: — Sabe o que minha tia  trouxe da fabrica dela?

Um negocio gostoso que chama Yacult. Feliz da vida com a embalagem nas mãos.

Quem dos netos ficava sem ganhar um tachinho pequenino para se alimentar e uma canequinha de lata para beber água?

E quando a gente chegava na casa da vó e ela ficava oferecendo as coisas: “toma café; que beber leite? Quer comer bolo? Toma água; quer sorvete de abacate?” Enquanto a gente não aceitava alguma coisa ela não parava de oferecer. E quando ela não tinha nada diferente para ela dizia:

 “A vó não tem nada de bom pra você e perguntava, quer arroz com feijão a vó frita um ovo”.

Quem de nós não saboreou a deliciosa sopa, a dobradinha , o bucho à milanesa?

E dos almoços de domingo debaixo do pé de manga? Os dias de festa quando reunia um monte de primos? Era só brincadeira…

Quem não se recorda das brincadeiras nas ruas, bandeirinha, pega- pega, esconde- esconde,  balança caixão, Maçã  pêra o uva, entre outras?

Qual bisneto que não experimentou o famoso licor de jabuticaba? E quem deles não ficou de pileque por causa do licor da bisa.

O tempo passou, hoje, não temos mais a vô Zé e nem a vó Júlia, alguns não tem mais os pais e dos 14 filhos, contamos, apenas, com tio Dindo (Moacir); tio Neno (Geraldo); tia Neném (Maria José); tia Ione e tio Carlos. Hoje nossa família conta com 33 netos 81 bisnetos 44 tataranetos.

Por esse motivo, no dia 13 de novembro de 2017, um dia chuvoso, eu estávamos  falando com  a tia Ione  sobre o encontro dos Cardosos e ela disse que gostaria   de fazer  o encontro da nossa família  Ferreira. Então Eu Rosângela falei  o primo Serginho  da vontade  a tia em fazer a nosso encontro  e assim conversamos  eu a Cleide e a minha irmã Suely tivemos a ideia  nos reunirmos e conversarmos com as tia Ione e a tia Neném q e elas abraçaram a causa e organizamos o nosso primeiro encontro dos Ferreiras e Ferreirinhas.

 O primeiro passo foi montar o grupo de  whatsApp  na segunda feira  14 de novembro 2016 surgiu  o grupo  Ferreiras e Ferreirinha.  Eu adicionei  todos  os contatos  que  eu tinha neste grupo  e pedi  para   quem tivesse mais contatos fosse adicionando. Em pouquíssimo tempo já estávamos em contato com todos  os  primos,

Assim veio a parte mais gostosa: as lembranças. Começamos a postar fotos antigas, lembrar das brincadeiras que aconteciam no quintal da vó Júlia.

Então decidimos marcar o dia do nosso encontro, surgiram muitas datas, mas a que ficou acertada foi no carnaval de 2017.

Para organizar a festa tivemos que montar uma comissão com as seguintes pessoas: Rosângela, Fátima, Cleide, Daiane, Rosilene, Cristiane, Luciane,  Denise, Suely,  Idelfonso,  Tia Neném, Tia Ione, Sérgio, Adriane, Kelly.

Tudo foi preparado o grande dia chegou, e a emoção tomou conta do lugar, primos  que não se viam a mais  de 30 anos, primos vieram de outros  Estados tudo aconteceu num clima  de  alegria abraços, choros e fotos foram momentos maravilhosos.

No final da festa os tios decidiram lá mesmo que deveríamos deixar marcado o próximo encontro na mesma época, no mesmo lugar e   aqui estamos.

Carnaval de 2018 segundo encontro das famílias Ferreiras e Ferreirinhas.

Agradecidos  a  Deus  por nos  fazer  família.

Citação Bíblica!

Ali, na presença do Senhor, do seu Deus, vocês e suas famílias comerão e se alegrarão com tudo o que tiverem feito, pois o Senhor, o seu Deus, os terá abençoado. (Deuteronômio 12:7)”

Comentários Facebook

Arapuá

Ex-Vereadora Sueli Trannin Bernardo, trouxe desenvolvimento ao Arapuá

Published

on

No dia 18 de Dezembro de 1950 na cidade de Cachoeiras de Macacu – RJ nascia Sueli Trannin, filha do saudoso Altair Cabral Trannin e Terezinha de Jesus Ramos Trannin.

Em 1960 a família Trannin chega a Três Lagoas e ao Distrito de Arapuá, enquanto seu pai Altair Trannin vinha despontando na política do Município como Vereador e Prefeito  (Quando, em 1978, o então prefeito de Três Lagoas, Ramez Tebet, renunciou ao cargo para disputar a uma cadeira na Assembleia Constituinte do recém-criado Estado de Mato Grosso do Sul, Altair Cabral Trannin foi indicado pelo governo militar para exercer o cargo de chefe do Poder Executivo municipal por nove meses, entre agosto de 1978 e julho de 1979).

Sueli Trannin vinha exercendo o cargo de Professora voluntária na Prefeitura Municipal de Três Lagoas entre os anos de fevereiro de 1966 – dezembro de 1968 de 2 anos 11 meses, onde dava aula para o pré-primário de forma voluntária.

Em Fevereiro de 1973 há exatos 47 anos e 11 meses, recebeu o cargo de Delegada de Oficio Público no Cartório de Paz de Arapuá.

Casou-se com o ferroviário Antonio de Jesus Bernardo (in Memorian), e passou a ter no nome de Sueli Trannin Bernardo, onde teve 3 filhos, Marcio, Paulo e Marcia, que lhe deram 8 netos e recentemente um bisneto, que completa um aninho no dia 20 de dezembro.

Em 16 de Agosto de 1985, perdemos o vereador Altair Cabral Trannin, após vários dias internado no Hospital Auxiliadora, onde vinha tratando de um câncer na vesícula. Um dia de muita tristeza para os três-lagoenses e principalmente aos moradores do Distrito de Arapuá.

A família precisava de alguém para dar seguimento na política na sucessão de Altair, se pensou em vários nomes, até no esposo de Sueli o Toninho, mas chegaram um consenso que teria que ser Sueli Trannin.

De cartorária a um mundo desconhecido a política, com o nome forte de seu pai, Sueli no ano de 1988,  foi eleita a vereadora no PDS com 524 votos, na gestão do Prefeito Miguel Jorge Tabox (PTB). Com ajuda de seu esposo fez um trabalho dinâmico, dando uma nova cara o seu Distrito “Arapuá”.

Reeleita novamente a vereadora do PDS no ano de 1992, com 578 votos, juntamente com o então eleito Prefeito José Pedro Batiston do PST. Uma gestão muito difícil para a Vereadora já que o prefeito Batiston, teve uma administração desastrosa.

Câmara Municipal de Três Lagoas, entrou para história com a quantidade maior de mulheres.

Em 1996, agora pelo PFL, foi reeleita com 628 votos, do saudoso Prefeito Issam Fares do PMDB. Ajudou Fares na votação de vários projetos, entre eles a instalação de fábricas em Três Lagoas, onde tivemos a primeira fábrica da cidade a Mabel.

Veja Mais

Mulheres Trannin uma história de luta por Arapuá

A pedido do então Senador da Republica Ramez Tebet, Sueli vai para o PMDB, onde tentou várias eleições se eleger a vereadora novamente, mesmo com 1.146 votos  em 2008, não conseguiu uma das dez cadeiras na Câmara Municipal de Três Lagoas, atualmente esta filiada ao PSDB. e não disputou mais uma vaga a Câmara Municipal de Três Lagoas.

No dia 8 de Agosto de 2015 a Câmara Municipal de Três Lagoas de Três Lagoas em comemoração ao centenário, fez uma sessão solene para entrega da “Comenda Centenário Legislativo” a ex-vereadores e ex-servidores que atuaram nestes cem anos de trabalho em prol da cidadania. Entre as pessoas esteve a ex-vereadora Sueli Trannin Bernardo, onde foi vereadora por 3 mandatos e ocupou a cadeira de Secretária da casa de leis de Três Lagoas.

Está casada a 24 anos com o professor Claudinei Canistro.

Veja alguns trabalhos da ex-vereadora concluídos em Arapuá e Três Lagoas

4,5 Km de Asfalto da Rodovia Estadual 459, a qual leva o nome de seu pai, o saudoso “Altair Cabral Trannin”,  que liga a BR 262 ao Arapuá em frente a praça, da gestão do Governador Pedro Pedrossian e Deputado Cicero.

— Hospital e Posto de Saúde, equipado com ambulância zero KM, na gestão do saudoso Prefeito Miguel Tabox.

— Praça Municipal

—  Campo de futebol com alambrado e gramado

— Equipe mecanizada com uma patrola, uma carregadeira e dois caminhões, para ficarem fixos no Distrito.

— Implantação Agência da CESP, para atender as reclamações e pagamentos de contas de luz, com um técnico e uma auxiliar administrativa, no Arapuá.

— Pagamento de combustível de Kombi escolar, para a vinda de professores todos os dias ao Distrito

— Lutou junto à Comunidade para a implantação do Centro Comunitário, com piscina, e Padaria comunitária, em Arapuá.

 — Solicitação ao Deputado Akira, que as firmas:- Techint, Mendes Júnior, tantas outras viessem instalar-se no Distrito, gerando e continuando a gerar inúmeros empregos aos moradores de Arapuá.

— Realização de Campeonatos de Futebol e diversas modalidades esportivas, e apoio a atletas do Distrito.

— Na área social: Doações de óculos, remédios, ajuda a transportes de doentes para outras localidades.

— Asfaltamento das ruas: Afonso Trannin, Eduardo Galvão e Adonias Alves dos Santos.

— Várias homenagens a cidadãos do Distrito, entre a que se destaca o saudoso Sr. Heliodoro Teodoro de Souza, um dos fundadores do Distrito.

— Ampliação dos ônibus escolares para transporte de alunos da zona rural;

—  Iluminação pública nas ruas do distrito de Arapuá,

 — Solicitação das casas dos Policiais,

 — Realização de diversos campeonatos e torneios de futebol, vôlei, truco;

— Solicitação da construção de mais um poço artesiano pela Prefeitura e Funasa,

 — Solicitação para implantação da telefonia fixa e torre para Celular;

 — Solicitação de uma viatura para o Destacamento de Policia,

— Solicitação de construção do Centro Comunitário e campo de futebol na Vila Piloto.

— Solicitação de construção de asfalto nas ruas da Vila Piloto.

— Solicitação de construção de uma Escola no bairro Santa Rita;

— Pedido de duzentas linhas de telefônicas em Arapuá;

— Colocação de iluminação sobre a ponte do Distrito de Garcias;

— Solicitação da reforma da escola municipal de Garcias.

Mensagem do ArapuáMS

Hoje é um dia especial em nosso calendário finalmente chegou o seu dia é um momento de ser feliz de se alegrar e desejar coisas boas, afinal não são todos os dias que temos um motivo bom pra ser comemorado.

Esperamos que esteja feliz com esta data, tirando proveito de cada momento, cada sorriso que lhe seja direcionado, cada emoção que passar no dia de hoje, curta bastante, alegre-se e divirta-se. Que seu aniversário seja um marco de realizações em sua vida e família, o momento é especial para muitos que com certeza admiram e torcem muito por você.

Você está no auge da maturidade da experiência e tem que se orgulhar muito por isso. Obrigado por fazer parte do nosso Distrito de Arapuá, pediremos a Deus que conserve bons dias em seu viver. Feliz Aniversário que você esteja Feliz com esta data.

Comentários Facebook
Continue Reading

Destaques

Dia do Índio: Veja as medidas de proteção aos indígenas

Published

on

Todo dia 19 de abril é comemorado no Brasil e em vários outros países do continente americano o Dia do Índio ou o Dia dos Povos Indígenas. A data tem como propósito a preservação da memória e a reflexão crítica nas universidades, escolas e demais instituições semelhantes sobre a cultura indígena.

Nesse ano, em meio à pandemia do novo coronavírus, os indígenas precisam estar protegidos ainda. Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz) atestam que os índios são mais vulneráveis a epidemias em função de condições sociais, econômicas e de saúde mais difíceis do que as dos não índios, o que amplifica o potencial de disseminação de agentes causadores de doenças.

Por conta da atual situação, em março, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena, apresentou aos povos indígenas, aos gestores e colaboradores medidas que podem ajudar a prevenir o contágio com o novo coronavírus.

As iniciativas estão previstas no “Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo novo Coronavírus (COVID-19) em Povos Indígenas”. Além disso, a Fundação Nacional do Índio (Funai) também se manifestou medidas temporárias de prevenção ao novo coronavírus.

Vejas as medidas:

  • Os casos suspeitos de covid-19 tem prioridade no atendimento à população de modo a diminuir o tempo de contato com os indígenas presentes no local de atendimento;
  • O registro do atendimento deve ser feito no prontuário do paciente e também deverá ser inserido no Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI) no menor tempo possível;
  • Agentes Indígenas de Saúde e Agentes Indígenas de Saneamento devem receber as informações para que possam ajudar na conscientização da comunidade sobre as medidas de prevenção e controle da doença, na identificação precoce de sinais e sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave;
  • O Acampamento Terra Livre, o maior encontro indígena do país, que ocorreria entre os dias 27 e 30 de abril, em Brasília-Distrito Federal, foi adiado por conta do coronavírus;
  • Estão suspensas a concessão de novas autorizações de entrada em terras indígenas , com exceção daquelas necessárias à continuidade de serviços essenciais às comunidades, como ações de segurança, atendimento à saúde, entrega de gêneros alimentícios, de medicamentos e combustível;
  • O contato com agentes bem como a entrada de civis em terras indígenas são restritos;
  • A entrada de agentes públicos de atendimento à saúde e segurança não será dificultada pela fundação.

Fonte:OImparcial

Comentários Facebook
Continue Reading

TRÊS LAGOAS

ÁGUA CLARA

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

SUZANO

ELDORADO

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana