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Tamanduá Albino (raro) é encontrado em Fazenda da região de Arapuá

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Um animal com uma característica rara foi encontrado, na segunda-feira (02) de agosto, numa Fazenda próximo do Distrito de Arapuá no Município de Três Lagoas-MS.

O ArapuáNews recebeu de um seguidor, imagens de um registro de um Tamanduá Albino (branco), encontrado numa fazenda a cerca de 8 Km do Distrito.

O tamanduá-mirim, em geral, tem listras escuras, e é chamado de tamanduá de colete. Mas o que foi encontrado, raríssimo, é totalmente albino, nenhuma pigmentação.

O encarregado da Fazenda encontrou o animal entre a vegetação em direção a reserva do local. O animal não se adapta à vida em cativeiro porque tem uma alimentação muito específica: come insetos e formigas. “A maioria das capitais brasileiras foram construídas em plena Mata Atlântica e por aí nós sabemos o quanto a Mata Atlântica foi se desfragmentando. Então, vira e mexe tamanduás são encontrados nas rodovias, principalmente na BR 262, e acabam sendo atropelados pelos veículos.

E natural seus descolamentos e acaba sendo encontrado em quintais de residências, sítios e fazendas de nossa região.

Pesquisadores brasileiros são os únicos a estudar o menor e mais raro tamanduá do mundo

Por Suzano Camargo/Conexão Planeta

De pelagem muito densa e curta com coloração amarelo-dourada, o tamanduaí (Cyclopes didactylus) é a menor e mais rara espécie de tamanduá do mundo. Medindo cerca de 30 cm, sendo metade disso só de cauda, pesa não mais que 400 gramas.

Descrito pela primeira vez em 1758, o tamanduaí, tamanduá-anão ou tamanduá-seda, nomes pelos quais também é conhecido, habita florestas tropicais da América Central e do Sul.

No Brasil, acreditava-se, até há poucos anos, que a espécie só ocorresse na Floresta Amazônica e na Mata Atlântica. Mas foi encontrada uma subpopulação isolada, no Delta do Parnaíba, a mais de 1 mil km de distância. “Descobrimos esta população de tamanduaí, entre os Estados do Piauí e Maranhão, em 2009”, conta Flávia Miranda, coordenadora do Instituto de Pesquisa e Conservação de Tamanduás do Brasil, em entrevista ao Conexão Planeta. A organização sem fins lucrativos trabalha em prol da preservação não somente dos tamanduás, mas também tatus e preguiças.

Acredita-se que os tamanduaís nordestinos possam ter sido separados das populações amazônicas na Era do Pleistoceno, quando as Florestas Atlântica e Amazônica retraíram, sendo substituídas pela Caatinga. Por esta razão, a espécie do Delta do Parnaíba pode ter traços genéticos e evolutivos diferentes da qual foi originada.

Por esta razão, depois da descoberta no litoral nordestino, especialistas do Grupo de Tamanduás, Tatus e Preguiças da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) decidiram separar a subpopulação recém-descoberta daquela que vive na Amazônia. “Somente nosso grupo trabalha com esta espécie no mundo”, afirma Flávia. “O tamanduaí é um animal bastante raro e desconhecido”.

O que os pesquisadores do Instituto Tamanduá sabem é que o tamanduaí tem hábitos noturnos. Descansa durante o dia e faz suas atividades à noite. É um animal arborícola, que vive nas árvores e raramente desce ao chão. Com exceção do período de reprodução da espécie, vive sozinho. Alimenta-se basicamente de formigas e em menor número, de besouros.

Atualmente existem quatro espécies de tamanduás conhecidas no mundo, sendo que três delas ocorrem no Brasil. Entretanto, ainda não se tem ideia do número de tamanduaís que vivem no litoral nordestino.

A menor e mais rara espécie de tamanduá do mundo

O tamanduaí no Delta do Parnaíba

Localizado em uma transição entre Cerrado, Caatinga, restingas e mangues associados a sistemas estuarinos, o Delta do Parnaíba é considerado importantíssimo do ponto de vista biológico, com muitas espécies ainda desconhecidas para a Ciência, muitas delas endêmicas e restritas a pequenas áreas.

É por esta razão, que o Instituto Tamanduá iniciou o projeto “Tamanduaí, em Busca do Desconhecido”. A ideia é tranformar o animal em uma espécie guarda-chuva para a preservação dos ambientes costeiros e manguezais do litoral nordestino. “Guarda-chuva é como uma espécie símbolo. Preservando-a, assim como seu habitat, estaremos preservando todas as espécies que estão ao seu redor”, explica Flávia Miranda.

Flávia Miranda, à direita, examinando um tamanduaí

O trabalho realizado pela pesquisadora e toda equipe da ONG tem entre seus principais objetivos gerar maior conhecimento sobre taxonomia, sistemática, ecologia e distribuição do tamanduaí; identificar áreas prioritárias e criar Unidades de Conservação para a espécie e promover ações de educação ambiental para a sensibilização da sociedade.

“A grande carência de conhecimento sobre a espécie, e em particular sobre esta subpopulação nordestina, nunca antes estudada, aliada à crescente degradação do ambiente onde ela ocorre, faz com que tornem-se urgentes estudos que levantem informações sobre sua biologia e ecologia para que isso sirva de subsídio para implementação de futuras estratégias de conservação da espécie”, destaca.

30 cm, sendo metade disso só de cauda, e não mais que 400 gramas

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Arapuá

8ª Cavalgada dos Amigos movimenta o Distrito de Arapuá neste fim de semana com tradição, música e solidariedade

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O Distrito de Arapuá, em Três Lagoas (MS), será palco neste sábado (4) e domingo (5) de julho da tradicional 8ª Cavalgada dos Amigos, evento que reúne cavaleiros, amazonas, comitivas e famílias de toda a região em um fim de semana de confraternização, cultura sertaneja e solidariedade.

A programação tem início na noite de sábado (4), a partir das 22h, no Centro Comunitário de Arapuá, com um grande bailão animado por Osmarzinho Rei da Rumba e Nill Dias, prometendo abrir a festa em clima de muita animação.

No domingo (5), a concentração das comitivas acontece às 9h, no Sítio Nossa Senhora Aparecida, de propriedade e organizado do evento Cledinaldo Paula Pereira  “Naldinho”. De lá, os participantes seguirão em cavalgada pela rodovia MS-459, passando pela Rua Afonso Trannin, em frente à Escola Estadual Afonso Francisco Xavier Trannin, seguindo pela estrada vicinal até a ponte da “Japonesa”. O percurso retorna ao distrito pela estrada que liga o Rio Verde ao centro de Arapuá, passando pelas ruas Adonias A. Santos e Alarico Pimentel, com uma parada em frente à Igreja Nossa Senhora Aparecida, na Rua Afonso Trannin, antes da chegada ao Centro Comunitário.

Após o percurso, os participantes serão recepcionados com um delicioso churrasco e um grande bailão ao som da dupla Anderson & Claudinho. Durante o evento haverá venda de bebidas, e a entrada será mediante a doação de um pacote de fraldas geriátricas, reforçando o caráter solidário da cavalgada.

Regras garantem bem-estar animal e segurança dos participantes

A organização divulgou as normas que irão reger a 8ª edição da Cavalgada dos Amigos, seguindo orientações da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O objetivo é assegurar o bem-estar dos animais, a segurança dos participantes e a boa organização do evento, que já integra o calendário cultural da região.

Entre as principais determinações está a proibição do uso de fogos de artifício, conforme estabelece a Lei Estadual nº 5.657/2021, que restringe a utilização desse tipo de artefato em Mato Grosso do Sul. Também ficou definido que, após a chegada ao recinto, os animais deverão ser desencilhados em até uma hora, garantindo o descanso adequado.

As regras ainda determinam o limite de duas pessoas por carroça e apenas um adulto por animal, sendo permitida a presença de uma criança na mesma montaria. O uso de esporas está totalmente proibido, independentemente do modelo, assim como qualquer prática de maus-tratos aos animais, sujeita às penalidades previstas em lei.

Outra orientação importante é que os participantes não levem recipientes de vidro, sejam para bebidas alcoólicas ou não alcoólicas, contribuindo para evitar acidentes e preservar a segurança de todos.

A expectativa da organização é reunir centenas de participantes durante os dois dias de programação, mantendo viva uma das mais tradicionais manifestações culturais e rurais do Distrito de Arapuá.

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Arapuá

Arapuá está de luto, morre João Tragino da Silva, aos 63 anos

Morador de uma tradicional família do Distrito de Arapuá, João Tragino da Silva faleceu neste sábado (27). Sepultamento será realizado na manhã deste domingo (28).

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O Distrito de Arapuá amanhece em luto com a notícia do falecimento de João Tragino da Silva, aos 63 anos, ocorrido neste sábado, 27 de junho.

Morador de uma tradicional família da comunidade, João era muito conhecido e respeitado no distrito, onde construiu sua história ao lado de familiares e amigos.

Ele deixa a esposa, Sueli dos Santos Silva, e os cinco filhos: Rogério, Rodrigo, Rosângela, Romário e Roberto, além de netos, demais familiares e inúmeros amigos que lamentam sua partida.

O velório acontece no Velório Municipal do Distrito de Arapuá, reunindo familiares, amigos e moradores que prestam as últimas homenagens.

O sepultamento está previsto para as 9h deste domingo, 28 de junho.

Neste momento de dor, a equipe do ArapuaNews manifesta suas mais sinceras condolências à esposa, filhos, familiares e amigos, desejando que encontrem conforto e força para enfrentar esta irreparável perda. Que Deus conceda conforto, força e serenidade aos corações de sua esposa, filhos, familiares e de todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Que as lembranças de sua vida, de seu caráter e do carinho dedicado à família permaneçam como fonte de consolo neste momento de dor.

Rogamos para que sua alma descanse em paz e que a fé fortaleça todos os familiares diante dessa irreparável perda.

Nossos sentimentos e solidariedade à família enlutada.

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