TRÊS LAGOAS
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Política

Quase 84 mil eleitores vão as urnas em Três Lagoas e Apurações da Eleições 2020 será transmitida ao vivo no ArapuáNews e Rádio Pantanal

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Neste domingo (15) de novembro, acontece as Eleições 2020 em 5.570 municípios do Brasil, um ano diferente já que estamos vivendo a pandemia do novo coronavírus, e diversas medidas serão tomadas, como uso de mascaras, distanciamento e limpeza das mãos.

No Brasil serão 19.346 candidatos a prefeito com 5.568 vagas um percentual de 3,47, já para vereadores são 518.327 candidatos com 58.208 cadeiras um percentual de 8,9.

As apurações aconteceram nas fanpagens do ArapuáNews e da Pantanal FM, nos sites https://www.pantanalfm.com.br/ e https://arapuanews.com.br/  e na sintonia 98,7, após as 16h deste domingo (15) de novembro.

No Mato Grosso do Sul são 1.932.293 de eleitores aptos a votarem, e são 290 candidatos a prefeito com 79 vagas que são as quantidades de município no Estado, um percentual de 3,67, e para vereador são 847 cadeiras para 8.071 candidato um percentual de 9,57.

Com 3.059 Figueirãoense a cidade tem 2.467 eleitores, com quatro (04) candidatos a Prefeito (Ildo Furtado, Mariana Barbosa, Nabhan, Professor Juvenal) e trinta e quatro (34) candidatos a vereador para ocupar nove (9) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 3,78 por vaga.

Com 906.092 campo-grandense a cidade possui 612.487 eleitores aptos com 15 candidatos a prefeito (Cris Duarte, Dagoberto, Delegada Sidnéia Tobias, Esacheu Nascimento, Guto Scarpanti, João Henrique, Marcelo Bluma, Marcelo Miglioli, Marcio Fernandes, Marquinhos Trad (reeleição),   Paulo Matos,   Pedro Kemp,  Promotor Harfouche, Thiago De Carvalho Assad e Vinicius Siqueira) e para vereador são 29 cadeiras para 783 candidato um percentual de 27 para cada cadeira.

Na segunda cidade do Estado com a população de 225.494 habitantes, Dourados 164.395 eleitores estão aptos, 7 candidatos a prefeito (Alan Guedes, Barbosinha, Jeferson Bezerra, João Carlos- Joca, Mauro Thronicke Rodrigues, Racib Harb e Wilson Matos), 19 vagas na Câmara Municipal, com 356 candidatos a vereador, um percentual de 18,7%.

Corumbá tem a população de 112.058 habitantes com 70.238 eleitores aptos, tem 6 candidatos a prefeito (Anisio Guato, Dr Gabriel, Elano, Joseane Garcia, Marcelo Iunes, Paulo Duarte), com 15 vagas na Câmara, 258 candidatos a vereador, com um percentual de 17%.

Ponta Porã possui 93.937 habitantes e  tem 66.918 eleitores, com 3 candidatos à prefeito (Helio Peluffo Filho, Professora Vitória e Ronaldo Franco), e para uma das 17 vagas para vereador, serão 167 candidatos com o percentual de 9,8%.

Conheça os candidatos e as cidades do Bolsão Sul-Matogrossense

Três Lagoas

Com a população de 123.281 habitantes, e destes 83.973 eleitores estão aptos para votar neste 15 de novembro em sete candidatos a prefeito (Angelo Guerreiro (reeleição), Divino Lajes, Fabrício Venturoli, Kaelly, Renee Venancio, Sebastião Neto e Tenente Coronel Ênio), já para ocupar uma das dezessete (17) cadeiras da Câmara Municipal serão 287 candidatos a vereador um percentual de 17,4%, desses candidatos, o PROS tem (27), PSDB (27), PODEMOS (26), REPUBLICANOS (25), DEM (24), PDT (24), AVANTE (22), MDB (22), PL (21), SOLIDARIEDADE (20), PSB (20), PATRIOTA (19), PSL (17), PT (16) e PSOL (01).

66% são do sexo masculino (206) e 33,8% do sexo feminino (105), 48% são casados e 33,4% solteiros, 18% estão na faixa de idade de entre 50 a 54 anos, 35% tem nível superior e 3,2% ensino médio incompleto.

CONHEÇA O PERFIL DOS CANDIDATOS A PREFEITO POR TRÊS LAGOAS

Ângelo Guerreiro de 51 anos candidato do PSDB a reeleição, é o atual prefeito de Três Lagoas. Foi vereador por dois mandatos, deputado estadual e agora prefeito. Neste ano tenta a reeleição, ao lado do seu vice Paulo Salomão (DEM).

Fabrício  Venturoli  de 49 anos, Auditor Fiscal da Receita Estadual e disputa a Prefeitura de Três Lagoas pelo Republicanos, disputou a primeira eleição em 2014 como candidato a deputado federal. Em 2016 foi candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Jorge Martinho, e neste ano decidiu disputar a prefeitura. Ele tem como vice a engenheira Vilma Lara (PSB).

Renée Venâncio de 51 anos, Policial Federal aposentado e o atual vereador de Três Lagoas e concorre ao cargo de prefeito pelo PL. Renée foi o vereador mais votado em sua primeira eleição em 2016. O vice de Renée é o advogado Aguinaldo Garcia, também do PL.

Sebastião Neto de 50 anos, Jornalista e Redator, concorre pela primeira vez a prefeitura pelo Solidariedade. Já disputou eleições como candidato a vereador, ficando como suplente. O vice dele é Jhônatas Gabriel Ataíde de Souza do partido Solidariedade.

Ênio de Souza de 49 anos, tenente-coronel e ex-comandante da Polícia Militar de Três Lagoas, a primeira vez   que concorre ao cargo da prefeitura de Três Lagoas pelo PSL, ao lado de sua vice, Mariana Amaral, engenheira florestal.

O empresário Divino de Freitas, de 54 anos, concorre a prefeitura pelo Avante, tendo o vice o professor Donizete Maciel, do mesmo partido.

Kaelly Saraiva, de 40 anos, enfermeira, concorre pela primeira vez a prefeitura pelo PSOL, ao lado do advogado Vanderlei José da Silva (PT).

Quem for eleito, terá o grande desafio de administrar a terceira importante cidade do Estado de Mato Grosso do Sul com 123 mil habitantes, que completou dia 15 de junho 105 anos, situada às margens do rio Paraná, na divisa com o Estado de São Paulo, Três Lagoas é um dos municípios mais importantes da economia do Estado, e o primeira no ranking de exportações de Mato Grosso do Sul.

Com o título de “Capital da Celulose” por possuir as duas fábricas de celulose, com 70 indústrias de médio e pequeno porte, com um comércio forte, um dos principais setores para a geração de empregos no município.

Para 2021, o prefeito eleito, terá que administrar um orçamento de R$ 706 milhões, e uma prefeitura com cerca de 4,5 mil servidores.

Para administrar Três Lagoas é preciso ter o apoio da Câmara Municipal composta por 17 parlamentares, os quais tem a função de fiscalizar, aprovar projetos, criar leis, indicar e apresentar requerimentos.

Inocência

Com a população de 7.588 habitantes, e destes 6.321 eleitores aptos para em três candidatos a prefeito (Paulo Henrique Medeiros, Toninho da Cofapi e Zé Arnaldo), nove (09) vagas na Câmara Municipal disputado por quarenta e cinco (45) candidatos a vereador com percentual de 5/1.

O município está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Leste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Paranaíba). Com distâncias de 337 km da capital estadual (Campo Grande) e 737 km da capital federal (Brasília).

Possui 7.588 moradores, com PIB per capita de 34,4 milhões em 2018, o salário médio mensal era de 2.0 salários mínimos.

A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 17.1%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 57 de 79 e 32 de 79, respectivamente. Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 2163 de 5570 e 1788 de 5570, respectivamente.

Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 34.5% da população nessas condições, o que o colocava na posição 46 de 79 dentre as cidades do estado e na posição 3675 de 5570 dentre as cidades do Brasil.

Está sob influência da Bacia do Rio da Prata (Sub-Bacia do Rio Paraná).

Predominando e bem distribuídas quase que equitativamente no município de Inocência, encontram-se a pastagem plantada e a Cerrado Arbóreo Denso (Cerradão). A lavoura é pouco expressiva, concentrando-se na porção nordeste do município.

Aparecida do Taboado

Com 26.060 habitantes a cidade tem 6.321 eleitores, com seis (06) candidatos a Prefeito (Djalma Furquim, Dr. Zé Lima, José Natan, Rodrigo Chapéu, Sirlei Melo e Vieira) e cento e onze (111) candidatos a vereador para ocupar nove (09) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 11,2 por vaga.

Aparecida do Taboado é uma cidade de Estado do Mato Grosso do Sul. Os habitantes se chamam aparecidenses.
O município se estende por 2 750,2 km² e conta com 26.060 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 9,4 habitantes por km² no território do município.

Aparecida do Taboado é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul. Está localizada na região da formação do Rio Paraná pelos rios Grande e Paranaíba, na segunda maior bacia hidrográfica do mundo, a bacia do Rio Paraná.

A cidade é conhecida como “A terra dos 60 Dias Apaixonado” em virtude da música “60 Dias Apaixonado”, de autoria de Constantino Mendes e Darci Rossi e gravada pela dupla sertaneja Chitãozinho & Xororó. Num passado recente, antes da divisão, tinha o título de “Princesinha de Mato Grosso” (atualizado atualmente para “Princesinha de Mato Grosso do Sul”). Aparecida do Taboado também é conhecida por conta da famosa “Festa do Peão de Boiadeiro”, festividade nacionalmente famosa que ocorre desde 1969, e que, além de revelar grandes ícones do rodeio também teve na figura do locutor “Zé do Prato” suas edições mais memoráveis. Outro destaque é o “Santuário Diocesano Nossa Senhora Aparecida”, que possui grande significado para os fiéis da cidade e região.

É um dos maiores pólos industriais do Estado – o que levou à construção do CISS-Centro Integrado Sesi-Senai na cidade – e possui o único terminal intermodal hidro-ferroviário do estado.

Vizinho dos municípios de Rubinéia, Santa Albertina e Ilha Solteira. Aparecida do Taboado se situa a 23 km ao Norte-Oeste de Santa Fé do Sul a maior cidade nos arredores.
Situado a 396 metros de altitude, de Aparecida do Taboado tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 20° 5′ 20” Sul, Longitude: 51° 6′ 11” Oeste.

Água Clara

Com 15.766 habitantes a cidade tem 11.913 eleitores, com três (03) candidatos a Prefeito (Gerolina, Silas José e Tupete) e cento e sete (107) candidatos a vereador para ocupar nove (11) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 9,7 por vaga.

Água Clara é uma cidade de Estado do Mato Grosso do Sul. Os habitantes se chamam água-clarenses, fica a 167 km da Capital Campo Grande e 794 Km de São Paulo.

O município se estende por 11 031,1 km² e contava com 15 522 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 1,4 habitantes por km² no território do município.

Em 2017 a receita anual chegou a 75 milhões, ficando em 27º lugar no Estado do MS. Situado a 309 metros de altitude, de Água Clara tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 21° 53′ 10” Sul, Longitude: 54° 9′ 21” Oeste.

O município de Água Clara está localizado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, a meio caminho entre a capital de MS e Três Lagoas. 204 km da capital estadual (Campo Grande) e 868 km da capital federal (Brasília).

 O município conta com quatro distritos além da sede: Pouso Alto, São Domingos, Alto Sucuriú e Bela Alvorada. Municípios vizinhos:Norte: Chapadão do Sul, Costa Rica; Sul: Brasilândia; Leste: Camapuã, Ribas do Rio Pardo e Oeste: Três Lagoas, Inocência.

O território municipal está inserido na Bacia do Rio Paraná, origem da Bacia do Rio da Prata. Rios do município: Rio, São Domingos, Sucuriú e Rio Verde.

Sua economia é baseada fundamentalmente no plantio e extração de madeiras, no plantio de soja e na pecuária.

Na região dos distritos de Pouso Alto e Bela Alvorada, as terras são de ótima qualidade para agricultura, produzindo anualmente 60.750 toneladas de soja, além do cultivo de milho, feijão entre outros.

Com a instalação da Multinacional Cobb-Vantress e a Granja Alvorada, foram investidos em Água Clara R$42 milhões em equipamentos e instalações da maior produtora de aves avós do mundo, além de garantir 250 empregos diretos para a população Água-Clarense.

Conta com cerca de 30 indústrias de madeireiras. A matéria-prima é utilizada na fabricação de móveis, mangueiros, utensílios domésticos e até casas. Água Clara foi um dos municípios de MS que se destacaram no Reflorestamento. Destaque também na economia é a Indústria Greenplac do grupo Asperbrás, fundada em 2014 com investimentos iniciais de R$732.000.000,00 e previsão de inauguração em junho de 2018, com capacidade para fabricar 250 mil m² de MDF por ano em sua primeira fase, gerando 350 empregos diretos e 500 indiretos.

O comércio de Água Clara é incipiente. Isso se deve ao tamanho diminuto da cidade.

Água Clara é atendida por duas rodovias:

  • BR-262: liga a cidade tanto ao estado de São Paulo quanto á Campo Grande e ao Pantanal (Aquidauana e Corumbá), além do território boliviano e paraguaio.
  • MS-377: faz a ligação de Água Clara com o estado de Minas Gerais, passando pela cidade de Paranaíba.

Recente conquista para alavancar ainda mais a economia da cidade é a construção da Hidrelétrica São Domingos, na confluência dos Rios Verde e São Domingos, entre os municípios de Água Clara e Ribas do Rio Pardo. As obras começaram a pouco e deve gerar, em média, 1.500 postos de emprego, durante os 27 meses de atividades. Serão investidos R$ 400 milhões na construção da usina, além de gerar aproximadamente 9 milhões anuais em ICMS e levar mais investimentos para Água Clara.

Mato Grosso do Sul vai tornar-se autossuficiente em energia com o funcionamento da Usina Hidrelétrica São Domingos, que terá uma potência instalada de 48 MW e energia assegurada de 36,9 MW médios. Com esta potência será capaz de gerar anualmente 323,25 GWh, e segundo cálculos da empresa, a energia assegurada de 36,9 MW, é capaz de alimentar uma cidade de até 210 mil domicílios ou, atender em média, 700 mil pessoas.

Chapadão do Sul  

Com 25.865 habitantes a cidade tem 11.913 eleitores, com três (02) candidatos a Prefeito (João Carlos Krug (a reeleição) e Titonho) e quarenta e um (41) candidatos a vereador para ocupar nove (09) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 4,5 por vaga.

Os habitantes se chamam chapadenses.
O município se estende por 3 851 km² e contava com 25 218 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 6,5 habitantes por km² no território do município.
Vizinho dos municípios de Paraíso das Águas e Chapadão do Céu
Chapadão do Sul é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul, Região Centro-Oeste do país.

Sua população estimada em 2020 foi de 25.865 habitantes e uma área e 3.249,542 km². A principal atividade econômica é a agricultura.

O município está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Nordeste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Cassilândia). Há 330 km da capital estadual (Campo Grande) e 804 km da capital federal (Brasília).

Como destaque, na entrada da cidade, há uma grande escultura de um tatu, símbolo dos desbravadores que aqui chegaram há muitos anos e sem preguiça, transformaram a região, que antes nada produzia, em um polo de tecnologia agrícola mundial.

Está sob influência da Bacia do Rio da Prata. Pertencente a Bacia do Rio Paraná. Rios do município: Sucuriú, Indaiá, Aporé e Paraíso.

Faz divisa com Cassilândia, Costa Rica, Chapadão do Céu, Paraíso das Águas e Água Clara.

Em 1969, quando chegaram à região os primeiros habitantes vindos do Rio Grande do Sul, percebeu-se que nesses campos planos de terras vermelhas poder-se-ia implantar agricultura mecanizada, o que acabou acontecendo nos anos seguintes. Tornou-se povoado em meados de 1973, recebendo o nome Chapadão dos Gaúchos. Em 1977 passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.

Foi emancipado em 23 de outubro de 1987, passando a se chamar Chapadão do Sul.

Graças ao cultivo inicialmente do arroz, da soja e do milho, surgiu Chapadão do Sul.

Hoje, consolidado o projeto de agricultura altamente tecnificada, produz o município outros produtos como soja, algodão, girassol, nabo forrageiro, mamona, milho, sorgo, milheto e cana-de-açúcar. São 140 mil hectares de lavouras mecanizáveis

Chapadão do Sul também conta com um rebanho de 250 mil cabeças de bovinos, em que predomina o gado Nelore, fornecedor de matrizes também para o cruzamento industrial, praticado nas fazendas de atividade mista de agricultura e pecuária

Resíduos da limpeza de cereais, como a soja, o milho, grãos de produtos menos nobres como o milheto e o caroço do algodão favorecem o confinamento em larga escala na região. Despontaram raças bovinas como o gado Blonde D’Aquitaine, o Angus, o Simental, o Brangus e o Brasford.

7º produtor de banana; 9º produtor de café; 2º produtor de feijão; maior produtor de girassol; 2º produtor de milho; 2º produtor de sorgo; 5º produtor de soja; 5º produtor de ovos de galinha.

A cidade dispõe de toda infraestrutura moderna, como escolas públicas, escolas particulares e faculdade de excelente qualidade, cinco instituições bancárias, hospital municipal, empresas para assistência do setor agronômico, rádios, jornais, provedores de internet, empresas multinacionais ligadas ao campo, comércio amplo e diversificado e prestadores de serviços nas mais diversas áreas.

O município conta com uma agência de correios, dois postos de venda de produtos e uma caixa de coleta.

Terminais Instalados: 1.408, além de telefonia celular, nas tecnologias até 3G, última geração, banda larga ADSL e via rádio

No Ensino (UFMS) e Faculdade de Chapadão do Sul – FACHASUL (Unopar)

Acesso Hidroviário Mercosul – Hidrovia do Rio Tietê-Paraná, alcançada pela Rumo Logística, no município de Aparecida do Taboado, a 230 km.

Localizado no encontro da Rodovia Federal BR 060 (que liga Campo Grande, MS a Brasília, DF) com a Rodovia Estadual MS 306 (liga Cuiabá, MT a São Paulo, SP).

Paraíso das Águas

Com 5.654 habitantes a cidade tem 4.084 eleitores, com três (02) candidatos a Prefeito (Anizio Andrade e Junior Cassiano) e quarenta (40) candidatos a vereador para ocupar nove (09) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 4,4 por vaga.

Paraíso das Águas é um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul. Até 2012 era distrito de Costa Rica, fica no nordeste do estado, entre Camapuã e Chapadão do Sul.

Paraíso das Águas possui uma população estimada de 5.654 habitantes, e seu território abrangerá parte dos municípios de Água Clara, Costa Rica e Chapadão do Sul.

O município de Paraíso das Águas foi emancipado pelo governo estadual em 2003 após a realização de plebiscito em Água Clara, Costa Rica e Chapadão do Sul. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS), o ato foi aprovado por 96,34% dos eleitores. Entretanto, o decreto de emancipação foi questionado judicialmente pela prefeitura de Água Clara, que alegava prejuízo na economia por conta da perda de território. O impasse durou até dezembro de 2009, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou válido o decreto estadual que dava autonomia a Paraíso.

Paraíso das Águas é o mais novo município de Mato Grosso do Sul. O anúncio foi feito na manhã do dia 3 de dezembro de 2009 pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski. Com a criação do novo município, Mato Grosso do Sul passaria a abranger 79 municípios.

A informação foi transmitida pelo prefeito de Chapadão do Sul, Jocelito Krug (PMDB), que esteve pela manhã na Assembleia Legislativa reunido com o deputado estadual Ary Rigo (PSDB), um dos maiores batalhadores pela emancipação do distrito.

A decisão do ministro coloca ponto final na Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) movida pelo Ministério Público Federal (MPF) arguindo a criação do município. Tentativa semelhante teve o então prefeito de Água Clara, Ésio Vicente de Matos (DEM), que alegava prejuízo a economia do município. Na petição, eles argumentaram que a Emenda Constitucional 57, de dezembro do ano passado, convalidou as leis estaduais que criaram municípios até 31 de dezembro de 2006.

Porém, ainda está em discussão a emancipação, pois o atual prefeito de Chapadão do Sul, Luiz Felipe (PTdoB) entrou com uma ação na justiça para que sejam devolvidas as terras de Chapadão do Sul, cedidas pelos prefeitos anteriores, Jocelito Krug e Joao Carlos Krug, caso a ação seja procedente, poderá o hoje município de Paraiso das Aguas, voltar a ser distrito.

O decreto estadual que criou Paraíso das Águas foi publicado em 29 de setembro de 2003. Contudo o processo de criação foi suspenso na Justiça pelo município de Água Clara. O distrito ganhou autonomia e tornar-se-ia município em 29 de setembro de 2003, sendo desmembrado a partir dos municípios de Água Clara, Costa Rica e Chapadão do Sul, possuindo assim 3.251 km².

Porém, a lei que criava o novo município foi considerada inconstitucional após a prefeitura de Água Clara ter recorrido à Justiça.

As eleições chegaram a ser marcadas para março de 2010, mas foram suspensas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O órgão determinou que a escolha do prefeito e dos vereadores fosse realizada nas eleições municipais de 2012.

O presidente do TRE-MS, Josué de Oliveira, disse que a preocupação agora é com a formação do município, pois a partir da eleição do prefeito e dos vereadores, começam as atividades de fato. Câmara deve eleger seu presidente e a mesa diretora. Depois, é provável que os vereadores vão pensar na formação da lei orgânica municipal, que é a constituição do município. Por outro lado, o Executivo vai estruturar o seu trabalho, escolher os secretários e pensar também em um plano de cargos e carreiras para os funcionários que serão naturalmente escolhidos por concurso público.

Novo corredor para a logística da produção regional.

Em seu penúltimo dia de governo do Estado de Mato Grosso do Sul, (30/12/2014), André Puccinelli PMDB, inaugurou as rodovias MS-320, e MS-316 que liga o município a Três Lagoas-MS, Água Clara-MS e Inocência-MS.

Esta obra tem como objetivo impulsionar o crescimento econômico da região norte do Estado, dando mais suporte ao novo município. Com 150,9 quilômetros de extensão de rodovias e um investimento somado mais de R$ 213.685.034,950, A nova rodovia possibilita mais economia no transporte de produtos e fácil acesso da população as cidades vizinhas podendo chegar ao estado de São Paulo com mais rapidez.

O município de está situado no leste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Cassilândia). Localiza-se na latitude de 19º03’08” Sul e longitude de 52°58’06” Oeste. 280 km da capital estadual (Campo Grande)

Paraíso das Águas possui vastos campos mesclados, hora por chapadões outrora morraria, o território é cortado de norte a sul pelo rio sucuriú,

Paraíso das Águas possui vastos campos mesclados, hora por chapadões outrora morraria, o território é banhado pelos rios Paraíso, Sucuriú, São Domingos e Rio Verde.

Suas principais economias são a agricultura e a pecuária. Em seu território destacam-se IACO AGRÍCOLA, Usina de álcool e Bio-energia, COOPER, Cooperativa dos produtores de Paraíso das Águas. As águas abastecem quatro usinas hidrelétricas instaladas no Rio Sucuriú e Paraíso, atualmente está em manutenção o projeto para instalação de mais uma.

Selvíria

Com 6.542 habitantes a cidade tem 6.670 eleitores, com dois (02) candidatos a Prefeito (Dr. Fernando (reeleição) e Paulinho) e cento e sete (63) candidatos a vereador para ocupar nove (09) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 7 por vaga.

A cidade ficou conhecida como a Dádiva da Represa de Ilha Solteira, pois recebeu muitos operários para a construção da represa situada no rio Paraná.

Em fins dos anos cinquenta estavam prontos os estudos para o início da obra de construção de uma grande usina hidroelétrica que receberia o nome da Ilha Solteira no Rio Paraná. Em 1963 as obram tem início e logo haveria grande afluxo de trabalhadores de toda a região e estados vizinhos para a cidade-dormitório que se formou no lado paulista. A CESP, construtora da usina em pouco tempo tinha 30 mil pessoas em sua vila, e estimulava o loteamento do povoado que se formava do outro lado, no então Estado de Mato Grosso. Definido o local onde seria construída a barragem de “Ilha Solteira”, João Selvírio de Souza, com a colaboração de Norival Ventura da Silva e Aldo de Queiroz, resolveram implantar uma nova cidade. A locação do loteamento foi entregue a Sebastião Siqueira Júnior a qual, em dezembro de 1965 já haviam sido vendidos cerca de 600 lotes. Prova eloqüente do interesse despertado pela nova cidade.

Os motivos eram óbvios: diminuir o peso de tanta gente dentro de suas instalações e minimizar problemas de habitação, segurança. E assim surgiu o loteamento de Selviria, assim chamada em razão de estar localizada em terras do fazendeiro João Selvirio de Souza, um visionário que soube captar o momento histórico de criar uma vila e lucrar com venda das terras do cerrado. Em 1974, com o fim das obras da usina e consequente migração da mão-de-obra dos peões para outras hidroelétricas, como Rosana, Nova Avanhandava e Água Vermelha, a vila de Selvíria começou a definhar acompanhando a fuga de recursos. Era então uma vila-dormitório e crescera à sombra da CESP, mas agora o filão escasseava.

Foi elevada a Distrito de Três Lagoas pela lei 3.737, de 4 de maio de 1976 e o município criado pela lei 79, de 12 de maio de 1980, sendo instalado em 16 de junho de 1981. O município de está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Leste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Paranaíba). 410 km de Campo Grande(MS), capital estadual, 798 km de Brasília, capital federal, 690 km de São Paulo, metrópole nacional (São Paulo) e 76 km de Três Lagoas(MS).

Está sob influência da Bacia do Rio da Prata. Rios do município: Rio Paraná, Rio Pântano, Rio Sucuriú: afluente pela margem direita do rio Paraná. Faz divisa entre os municípios de Selvíria e Três Lagoas, com extensão de 450 km. Nasce no município de Costa Rica, na divisa com o Estado de Goiás e deságua pouco acima da cidade de Três Lagoas. Apresenta muitas cachoeiras, principalmente na parte superior.

Além da sede, constitui ainda o bairro Véstia, outrora chamada de Guadalupe do Alto Paraná, um distrito cuja fundação desta remonta ao início do século XX.

Fazem parte também do município, três assentamentos rurais: Alecrim, São Joaquim e Canoas.

Faz divisão com Ilha Solteira-SP, Aparecida do Taboado, Três Lagoas e Inocência.

Brasilândia

Com 11.853 habitantes a cidade tem 9.324 eleitores, com três (03) candidatos a Prefeito (Dr. Antônio (reeleição), Drª. Lea e Oliveira Junior) e sessenta e nove (69) candidatos a vereador para ocupar nove (09) vagas na Câmara Municipal, um percentual de 7,6 por vaga.

O município de Brasilândia está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no leste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Três Lagoas). Localiza-se na latitude de 21º15’21” Sul e longitude de 52°02’13” Oeste.

Distâncias:352 km da capital estadual (Campo Grande) e 958 km da capital federal (Brasília).

Os brasilandense conta com a receita anual de 56 milhões, conforme censo de 2017.

Faz divisas com: Três Lagoas, Água Clara, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo e Bataguassu

As terras que atualmente constituem o município pertenciam a Companhia Inglesa Brasil Land Cattle Co, que foram desapropriadas e incorporadas ao Patrimônio da União, nos anos de 1947 e 1948, pelo Presidente da República General Eurico Gaspar Dutra, sendo na época, o Governador de Estado Arnaldo Estevão Figueiredo.

Parte dessa gleba foi adquirida por Arthur Hoffg, Alberto Mad e Joaquim Cândido Da Silva sendo o fundador de Brasilândia, em 25 de abril de 1957.

A família FONSECA (Deocleciano Augusto da Fonseca e irmãos) considerada a família mais velha do município, são os primeiros a habitar a região, mesmo antes de virar município, inclusive com poucos recursos da época abriram estradas que até hoje são utilizadas e possuem asfalto, sendo lembrados até hoje com respeito e há na cidade ruas que possuem seus nomes como homenagem pelos desbravadores da cidade.

Foi elevada a distrito pela Lei nº 1.501, de 12 de julho de 1961 e o município pela Lei nº 1.970, de 14 de novembro de 1963. Em 1977 o município passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.

Paranaíba

Com 42.276 habitantes a cidade tem 11.913 eleitores, com cinco (05) candidatos a Prefeito (Binga Freitas, Fredson Freitas, Maycol Queiroz, Renato Arlivre, Sindoley Morais e Tita) e cento e setenta e dois (172) candidatos a vereador para ocupar nove (13) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 13,2 por vaga.

Fundada em 1838, Paranaíba (Paranaibanos) teve importante papel na Guerra do Paraguai, pois foi rota de apoio logístico para a fuga dos civis envolvidos nesse conflito. A cidade é equidistante e a meio caminho entre a capital de MS e Uberlândia (MG) (dois importantes centros regionais e de serviços do Cerrado Brasileiro), ficando a pouco mais de 400 km de distância de cada uma. É, portanto, um importante entreposto comercial para quem costuma transitar entre essas duas cidades.

Paranaíba é uma expressão da língua geral meridional que significa “rio ruim” (paraná = rio; aíba = ruim). Designa o rio de mesmo nome, que banha a cidade.

O território foi primitivamente povoado pelos índios Caiapós, tornando-se conhecido das primeiras bandeiras paulistas, que vinham para o sertão capturar escravos índios, no início do ano de 1700 e permanecendo sob a liderança do bandeirante Antonio Pires de Campos, o célebre “Pai Pirá”, entre os anos de 1739 e 1755.

Somente em 1830 vieram os primeiros colonizadores, oriundos de Minas Gerais. Tratava-se das famílias Garcia Leal, Rodrigues da Costa, Correia Neves, Barbosa e Lopes, tendo à frente José Garcia Leal, Januário Garcia Leal Sobrinho e Luís Correia Neves. José Garcia Leal é considerado, ao lado de seu irmão Januário, líder dos colonizadores – basicamente, seus familiares que, tocando à frente escravos e gado, estabeleceram-se três léguas aquém de Paranaíba, seduzidos pelas águas do ribeirão Ariranha e pela fertilidade do solo, que se prestava às várias culturas de subsistência. Luís Correia Neves, por sua vez, estabeleceu-se ao sul da vila, em águas do rio Quitéria.

Em 1836 erguia-se a primeira igreja, pela conjugação de esforços dos Garcia e do Padre Francisco Sales de Souza Fleury. Em 1838, foi criado o distrito administrativo subordinado à comarca de Mato Grosso, com sede em Cuiabá. No dia 01 de Julho de 1857, a freguesia foi anexada à recém criada Vila de Miranda, e em 4 de junho de 1857 foi elevada também à condição d Vila, quando a povoação denominada Sant’Ana do Paranaíba, em homenagem a Nossa Senhora Santana, padroeira do lugar, foi elevada à categoria de vila, criando-se o município, desmembrado de Miranda.

Na Guerra do Paraguai, Paranaíba teve uma participação muito importante, pois foi na época, a rota de apoio logístico e de fuga dos civis envolvidos no conflito, tendo como pontos máximos, a atuação de José Francisco Lopes em 1867, o Guia Lopes, na célebre retirada da Laguna, e a documentação de Alfredo de Taunay, o Visconde de Taunay, que atravessou a região neste ano registrando suas observações sobre os habitantes, seus hábitos e sobre sua natureza, e a partir disto escrever o romance Inocência, cujo drama se passa naquele universo, tornando a região conhecida em grande parte do mundo.

O município de Paranaíba está localizada no sul da região Centro-Oeste do Brasil, à Leste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Paranaíba

O município conta com os seguintes distritos além da sede: Tamandaré (Paranaíba), Velhacaria, São João do Aporé,  Alto Santana e Raimundo (Paranaíba)

Arredores: Norte: Lagoa Santa (GO); Nordeste: Itajá (GO); Leste: Carneirinho (MG); Sudeste: Aparecida do Taboado; Sul: Aparecida do Taboado; Sudoeste: Inocência; Oeste: Inocência e Noroeste: Cassilândia, Itajá (GO).

Paranaíba localiza-se estrategicamente numa região de integração das economias do Brasil (Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Goiás) situação que começa a ser explorada mais intensivamente com a construção do gasoduto e o fortalecimento das relações comerciais dentro do Mercosul. O potencial de consumo em 2008 era de 0,02231%.

Com asfaltamento na cidade acima de 95%, possui 5.000 km de estradas vicinais totalmente transitáveis para escoamento de produção. O município de Paranaíba situa-se no entroncamento de três macro-eixos de desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul: lado do eixo aquaviário não tem leste, formando pelo Rio Paraná,rota de ligação fluvial com o mercosul; do eixo Nordeste,que corta um para Costa Rica e segue a linha da Ferronorte,unindo-se e integrando-se aos demais Estados do Centro-Oeste e outras regiões e do eixo Leste-Oeste, basicamente determinado pela rota traçada pelo gasoduto no trecho Corumbá-Campo Grande-Três Lagoas.

A cidade possui dois acessos importantes: Rodovia BR-158, Aeroporto de Paranaíba.

Possui quatro instituições educacionais de nível superior: FIPAR (Faculdade Integradas de Paranaíba); UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul); UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), futura desmembração da UFB (Universidade Federal do Bolsão) e UNOPAR (Universidade Virtual Norte Do Paraná).

Paranaíba está localizada no país mais católico do mundo em números absolutos. A Igreja Católica teve seu estatuto jurídico reconhecido pelo governo federal em outubro de 2009, ainda que o Brasil seja atualmente um estado oficialmente laico.

A Igreja Católica reconhece como padroeiros da cidade Nossa Senhora Sant’Ana. O município pertence à Circunscrições eclesiásticas da Regional Oeste I (que atende Mato Grosso do Sul) e de acordo com a divisão resolvida pela Igreja Católica, o município de Paranaíba pertence à Província Eclesiática de Campo Grande, mais precisamente à Diocese de Três Lagoas e é sede de duas paróquias. Seu atual bispo, desde maio de 2009, é o bispo prelado brasileiro José Moreira Bastos Neto, que veio a falecer em 2014, sendo que atualmente a diocese três-lagoense está sem bispo. Paranaíba possui 63,28% da população, sendo a Católica Apostólica Romana com 63,25% e a Católica Ortodoxa com 0,03%.

Cassilândia

Com 22.022 cassilandenses a cidade tem 16.480 eleitores, com quatro (04) candidatos a Prefeito (Fivela, Ivete Galacini, Jair Boni e   Rodrigo) e oitenta e seis (86) candidatos a vereador para ocupar nove (11) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 7,8 por vaga.

Cassilândia é um município brasileiro no estado de Mato Grosso do Sul, região Centro-Oeste do país. Localizado na Mesorregião do Leste de Mato Grosso do Sul e na Microrregiões homônima. E também é conhecida como a “cidade sorriso”, à 434 km da capital estadual (Campo Grande) e 652 km da capital federal (Brasília).

Faz divisas com Cassilândia (sede) e Indaiá do Sul. E Arredores: Chapadão do Sul, Inocência e Paranaíba.

Por volta de 1930, nas terras que hoje compõem o Município de Cassilândia, já se encontravam instalados diversos fazendeiros, entre os quais Antônio Paulino, Izaias Teixeira Borges Laudemiro Ferreira de Freitas e Evangelista Cândido de Oliveira, arrojados pioneiros e que se referiam àquelas paragens como Sertão dos Garcias. Em 1931, procedente de Patrocínio, Minas Gerais, chegava Joaquim Balduíno de Souza se estabelecendo em terras devolutas, junto às propriedades já existentes.

Em 1943, Joaquim Balduíno, mais conhecido pela alcunha de Cassinha, considerando a distância e as dificuldades para atingir os centros comerciais, idealizou a formação de um povoado que servisse de apoio para os fazendeiros que dia a dia se deslocavam para a região; procedendo a doação de um terreno a São José, onde seriam construídas uma praça e a igreja. A seguir procedeu a demarcação do terreno da praça e abertura da primeira rua que recebeu o seu nome. A 15 de dezembro de 1944, procedente de Bonifácio, São Paulo, chegava o libanês Amim José, em companhia de sua família, construindo a primeira casa em terras ainda pertencentes à Fazenda Salto, de propriedade de Cassinha. No mesmo ano, surgiu um botequim e uma pensão, dando-se assim início a formação do povoado. Com a chegada de novos moradores, Cassinha, percebendo o futuro da povoação, resolveu doar parte de sua fazenda para permitir a expansão do Patrimônio, que teve a denominação de São José. Posteriormente, em homenagem a Cassinha, tomou a denominação de Cassilândia. Em março de 1946, foi instalada a primeira escola, tendo sido nomeada professora a Sra. Aidê Amin. Cassilândia se desenvolvia a largos passos, quando Cassinha, que a par de suas atividades agropecuárias, explorava um serviço de balsas para a travessia do Rio Aporé, foi barbaramente assassinado por desconhecidos. Coube então a Sebastião Leal, amigo e colaborador de Cassinha, dar continuidade à sua obra. Em 1948, foi criado o Distrito de Cassilândia sendo eleito Juiz de Paz o cidadão Eduardo Pereira da Silva. O Cartório do Registro Civil, instalado em 1949, teve como primeiro titular Hermelinda Barbosa Leal.

Em 3 de agosto de 1954 é elevado à categoria de município com a denominação de Cassilândia, por Lei Estadual nº 368, de 30 de junho de 1954, sendo desmembrado de Paranaíba.

Em 1971, o gaúcho Júlio Martins, agricultor tradicional, sobrevoando a região dos chapadões do município, e tendo notado a excelente qualidade e o alto teor de fertilidade das terras, aterrissou na atual rodovia MS 306, a fim de proceder um exame mais minucioso da região. A seguir, adquiriu diversas glebas e trouxe inúmeras famílias do Rio Grande do Sul, passando a explorar, dentro de padrões técnicos elevados, a sojicultura, na área. O Chapadão dos Gaúchos, como passou a ser conhecida a região, produz uma média de 100.000 toneladas de soja por ano e se constitui num dos grandes celeiros do Estado de Mato Grosso do Sul. Em 1977 é criado o estado de Mato Grosso do Sul, a qual Cassilândia faz parte atualmente. Uma curiosidade no município, é que até hoje vive um dos primeiros pioneiros da cidade, Seu Clemente Salomão de Lima, que com 78 anos ainda reside na cidade desde o início. Seu Clemente da palestras para estudantes onde é convidado.

A cidade exerce influência sobre as cidades de Aporé (Goiás), Itajá (Goiás), Lagoa Santa (Goiás) (centros locais).

Cassilândia conta com uma unidade da UEMS, que oferece os seguintes cursos: Agronomia (Bacharelado); Letras – Língua Portuguesa, Inglesa e Literatura (Licenciatura); Matemática (Licenciatura), onde também possui a pós-graduação em agronomia, na área de produção vegetal. Também possui uma unidade da FIC/FAVA[1] oferecendo os seguintes cursos: Administração de Empresas, Ciências contábeis, Educação Física, Pedagogia, Fisioterapia, Enfermagem, além de diversos cursos em nível de Latu Sensu e uma extensão da Universidade Anhanguera-Uniderp e UNOPAR (cursos à distância da Universidade Norte do Paraná).

O município também possui uma vasta quantidade de cachoeiras, sendo a mais conhecida Cachoeira do Socorro, situada cerca de 10 km de Cassilândia.

No ano de 2006, a diretoria do Sindicato Rural de Cassilândia – MS homenageou aqueles que marcaram a história da Festa do Peão (festa tradicional na região do bolsão sulmatogrossense e eleita a 5ª melhor festa do Peão do Brasil), desse modo foi construído uma estátua em homenagem a Cassius Clay Ferreira, o peão mais importante do município, representando todos os peões de rodeio, foi colocada na entrada da cidade em frente ao recinto onde é realizada a Festa do Peão de Cassilândia.

Ribas do Rio Pardo

Com 24.966 rio-pardenses a cidade tem 14.070 eleitores, com três (03) candidatos a Prefeito (Engenheiro Nilson Góis, Fabiana Galvão, João Alfredo, Marquinhos Teixeira, Tiago Friosi e Zé Cabelo) e cento e trinta e dois (132) candidatos a vereador para ocupar onze (11) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 12 por vaga.

Ribas do Rio Pardo é distante 102 quilômetros de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, e a sede do município localiza-se às margens da rodovia BR-262. Às margens dessa rodovia também se encontram grandes áreas destinadas para instalação de empresas e indústrias, onde encontram-se instaladas empresas de reflorestamento, serrarias,   mínero-siderúrgico, entre outras empresas.

Está sob influência da Bacia do Rio da Prata. Rios dos municípios: Rio Anhanduí, Anhanduizinho, Rio Pardo, Rio Verde.

Ribas do Rio Pardo possui um imenso território, sendo uma superfície de 17 308,718 km².

Subdivisões: Ribas do Rio Pardo (sede), Mimoso, Mutum e Ribeirão Claro.

Arredores: Água Clara, Brasilândia, Santa Rita do Pardo (L), Bandeirantes, Jaraguari, Campo Grande, Camapuã, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina e Bataguasu .

Nos últimos 20 anos o Município se desenvolveu com a chegada de novas indústrias e empresas, o que causou um crescimento populacional elevado, segundo o IBGE, em 1991 Ribas do Rio Pardo possuía uma população estimada em 13.423 cidadãos, em 1996 este número era de 13.081 cidadãos, ainda segundo o IBGE, chegando posteriormente a 16.721 no ano 2000 e no censo de 2010 este número atinge 20.967 cidadãos.

Por sua imensa extensão territorial, sua economia é basicamente sustentada pelo setor de agropecuária. Predomina a criação de gado, havendo também o extrativismo de resina, carvão, com uma indústria siderúrgica, e diversas serrarias, além de outras pequenas indústrias.

Devido à enorme extensão territorial do Município existe um grande número de propriedades rurais, estima-se 1.059 propriedades, que ocupam a área de 1.170.021 hectares, segundo o censo agropecuário do ano de 2006. Atualmente, predomina a pecuária no município, seguida pelo extrativismo de carvão vegetal. Há também a extração de resina e plantio de eucalipto.

Bataguassu

Com 23.325 bataguassuense a cidade tem 11.913 eleitores, com dois (02) candidatos a Prefeito (Akira Otsubo (atual vice-prefeito) e Dennis Thomazini) e cem (100) candidatos a vereador para ocupar nove (11) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 9,09 por vaga.

Bataguassu é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul situado na microrregião de Nova Andradina.

Situada na divisa entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, Bataguassu é um importante corredor rodoviário de acesso ao estado. Cidade onde a violeira Helena Meirelles viveu grande parte de sua vida.

Por ficar às margens do Rio Paraná, possui o apelido de Beira do Rio Paraná.

O município de Bataguassu está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no leste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Nova Andradina). Localiza-se na latitude de 21º42’51” Sul e longitude de 52°25’20” Oeste. À 330 km da capital estadual (Campo Grande) e 1061 km da capital federal (Brasília).

O município está inserido na Bacia Hidrográfica do Rio Paraná, especificamente na Sub-bacia do Rio Pardo, a qual drena para o Alto Rio Paraná.

A área urbana do município é composta por 13 bairros na cidade, o Distrito da Nova Porto XV de Novembro e o Bairro São Sebastião da Reta A-1.

Limites: Norte: Ribas do Rio Pardo e Santa Rita do Pardo; Sul: Anaurilândia; Leste: Estado de São Paulo e Oeste: Nova Andradina.

Apesar da relativa melhoria urbana, na época as condições do local eram precárias, não havia nenhuma infraestrutura, existia apenas 30 casas de madeira no local com aproximadamente 200 habitantes e muito a ser desbravado. A energia elétrica era racionada, gerada através de um motor estacionário que funcionava das 18 às 22 horas.

O nome faz referência às indústrias de calçado Bata, do checoslovaco Jan Antonin Bata, o rei dos calçados, o qual estabeleceu-se no Brasil em 1932 fugido do partido nazista. Antes de fundar Bataguassu, fundou a localidades de Batatuba (SP), em 1941, e dez anos depois (1963) fundaria Batayporã (MS).

Figueirão

Com 3.059 Figueirãoense a cidade tem 2.467 eleitores, com quatro (04) candidatos a Prefeito (Ildo Furtado, Mariana Barbosa, Nabhan, Professor Juvenal) e trinta e quatro (34) candidatos a vereador para ocupar nove (9) cadeiras na Câmara Municipal, um percentual de 3,78 por vaga.

Foi instalado em 1 de janeiro de 2005, desmembrado parcialmente das áreas dos municípios de Camapuã e Costa Rica.

O município de Figueirão está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Centro Norte de Mato Grosso do Sul (Microrregião do Alto Taquari). Localiza-se na latitude de 18º40’46” Sul e longitude de 53°38’18” Oeste. Distâncias:248 km da capital estadual (Campo Grande) e 819 km da capital federal (Brasília).

Está sob influência da Bacia do Rio da Prata. Principais rios:Rio Jauru e Rio Figueirão.

Cidades próximas: Alcinópolis, Camapuã, Costa Rica e Coxim, se destaca principalmente a agricultura e a pecuária.

A cultura figueirãoense sempre foi um marco muito grande. Sendo que, Figueirão é conhecido na região pela tradicional festa de Nossa Senhora da Abadia, realizada anualmente e que conta com um grande número de visitantes. A festa já passou do 50º aniversário, e a cada ano ela fica mais emocionante. As festas não param por aí, tem ainda a tradicional festa em devoção de Santa Luzia, o Reveillon, e o Rodeio em comemoração ao aniversário de Figueirão.

Em relação aos trabalhos manuais, Figueirão conta com um grande número de pessoas que fazem tradicionais tapetes, com retalhos de roupas, bordadeiras, crocheteiras, dentre outros tipos de trabalhos que são passados, na maioria dos casos, de “mãe para filha”.

Figueirão, conta ainda com a Comunidade dos Quilombolas, na comunidade de Santa Tereza. Um grande destaque de Figueirão, são os catireiros, dançadores de catira, uma dança muito comum na região, da qual batem os pés e as mãos quando dançam. A maioria das festas realizadas no município, são “regadas” com muita música sertaneja e chamamé.

A comida típica de Figueirão é o frango com bacuri, o arroz carreteiro e o churrasco. São poucas as festas que não oferecem esses pratos.

O Município é interligado por duas rodovias a MS-223, a MS-436, a rodovia MS-223 que liga figueirão a Costa Rica é pavimentada.

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Política

Em nova pesquisa, Reinaldo amplia vantagem e consolida liderança na corrida ao Senado

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A mais recente pesquisa do Instituto Real Time Big Data para o Senado Federal em Mato Grosso do Sul aponta um cenário de consolidação da liderança do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) na corrida eleitoral de 2026. Com 29% das intenções de voto, Reinaldo aparece isolado na primeira colocação e amplia a distância em relação aos principais adversários, reforçando sua presença no cenário político estadual.

O levantamento, realizado entre os dias 9 e 11 de maio, ouviu 1.600 eleitores em diversas regiões do Estado. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número MS-06412/2026 e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Na sondagem estimulada, Reinaldo Azambuja abre 11 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Capitão Contar (PL), que aparece com 18%. Em seguida vem o senador Nelsinho Trad (PSD), com 17%, em empate técnico dentro da margem de erro. A senadora Soraya Thronicke (PSB) soma 10%, enquanto o deputado federal Vander Loubet (PT) registra 9%. Beto do Movimento (PSOL) e Daniel Junior (Agir) aparecem com 2% cada.

Os votos brancos e nulos representam 7%, enquanto 6% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

Para analistas políticos, os números demonstram não apenas a manutenção da força política de Reinaldo Azambuja, mas também um movimento de consolidação de sua base eleitoral, construída ao longo de anos de atuação administrativa e política em Mato Grosso do Sul.

A vantagem expressiva sobre os demais concorrentes indica um cenário de maior estabilidade eleitoral para o ex-governador neste momento da pré-campanha. Outro fator observado é a capacidade de transferência de capital político para o Partido Liberal no Estado, legenda que passou a ser comandada por Reinaldo recentemente e que já aparece ocupando posições estratégicas no cenário eleitoral sul-mato-grossense.

Além da liderança isolada, a pesquisa também revela um cenário de forte presença do PL na disputa ao Senado. As duas primeiras colocações pertencem a nomes da legenda, consolidando o partido como uma das principais forças políticas de Mato Grosso do Sul para as eleições de 2026.

Durante os oito anos de governo, Reinaldo consolidou uma forte relação institucional com prefeitos, vereadores, lideranças regionais e segmentos econômicos, especialmente nas áreas de infraestrutura, agronegócio, desenvolvimento regional e equilíbrio fiscal. Essa rede política construída ao longo de sua gestão é apontada por observadores como um dos principais fatores para o desempenho apresentado nas pesquisas.

Outro dado que chama atenção é a fragmentação dos demais concorrentes, enquanto Reinaldo mantém um percentual elevado de intenções de voto, demonstrando maior consistência eleitoral neste início de pré-campanha.

A pesquisa do Real Time Big Data mostra ainda que a corrida ao Senado deverá ser uma das mais disputadas da história recente de Mato Grosso do Sul, envolvendo lideranças conhecidas do eleitorado e diferentes campos políticos. Ainda assim, neste primeiro grande levantamento de abrangência estadual, Reinaldo Azambuja aparece como o nome que melhor conseguiu consolidar espaço e ampliar vantagem sobre os adversários.

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Política

Jerson Domingos se filia ao União Brasil e reforça partido em Mato Grosso do Sul

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O ex-deputado estadual e conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Jerson Domingos, oficializou nesta terça-feira (17), em Brasília, sua filiação ao União Brasil, uma das maiores forças políticas do país. A decisão marca um novo capítulo em sua trajetória pública, construída ao longo de décadas de atuação em defesa dos municípios, das famílias e da construção de políticas públicas voltadas às crianças e às novas gerações.

Natural de Campo Grande, Jerson Domingos possui uma longa história na vida pública sul-mato-grossense. Foi deputado estadual por cinco mandatos consecutivos e presidiu a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul por quatro mandatos, período em que se consolidou como uma das principais lideranças do parlamento estadual, conduzindo debates importantes para o desenvolvimento do Estado e para o fortalecimento das instituições.

Em 2015, foi indicado para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, onde também exerceu a presidência entre 2022 e 2024. À frente da instituição, sua atuação ficou marcada pelo incentivo à transparência, ao fortalecimento da responsabilidade fiscal e à orientação dos gestores públicos para uma administração eficiente e comprometida com o interesse coletivo.

A escolha pelo União Brasil nasce da convergência entre a trajetória pública de Jerson Domingos e os princípios defendidos pelo partido em todo o país. Ao longo de sua vida pública, ele sempre pautou sua atuação pelo fortalecimento do municipalismo, pela defesa das famílias e pela construção de políticas públicas voltadas à primeira infância e ao futuro das novas gerações.

No cenário nacional, o União Brasil é presidido por Antônio Rueda e tem se consolidado como uma das principais forças políticas do país, defendendo uma política baseada no diálogo, na responsabilidade com a gestão pública e na construção de soluções para os desafios dos estados e municípios.

Em Mato Grosso do Sul, o partido é presidido pela ex-deputada federal Rose Modesto e integra a federação União Progressista, formada com o Progressistas e liderada no Estado pela senadora Tereza Cristina, fortalecendo uma base política ampla e comprometida com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.

Para Jerson Domingos, a filiação representa uma decisão alinhada com sua trajetória. “Depois de tantos anos dedicados à vida pública, essa é uma decisão que nasce da reflexão sobre valores e propósitos. Sempre acreditei no diálogo, no fortalecimento dos municípios e na construção de políticas públicas que olhem para as famílias e para as novas gerações. Encontrar esses princípios também presentes no União Brasil foi determinante para essa escolha”, afirmou.

O ex-parlamentar também destacou que o momento representa a oportunidade de iniciar uma nova etapa de contribuição para Mato Grosso do Sul.

“Minha trajetória sempre foi construída ouvindo as pessoas, dialogando com os municípios e buscando caminhos para melhorar a vida da população. A filiação ao União Brasil representa a vontade de continuar contribuindo com o desenvolvimento do nosso Estado, sempre com responsabilidade, equilíbrio e compromisso público”, completou.

Para a direção nacional do partido, a chegada de Jerson Domingos representa o fortalecimento da legenda com uma liderança reconhecida pela experiência administrativa e pela capacidade de diálogo na construção de políticas públicas.

“A chegada de Domingos tem que ser comemorada porque é um reforço muito qualificado, um currículo que só tem a somar em um estado com o potencial que tem Mato Grosso do Sul. Estamos falando de um homem que atuou durante 20 anos como deputado estadual. É muita coisa!”

A filiação ocorreu em Brasília e reuniu lideranças políticas nacionais e estaduais.

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TRÊS LAGOAS

ÁGUA CLARA

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

SUZANO

ELDORADO

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

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