Rural
Patrulha Rural encontra moto furtada próximo ao Balneário Público Municipal
Uma equipe da Patrulha Rural de Três Lagoas recuperou no final da noite desta terça feira (29), uma motocicleta com queixa de furto. A localização da moto Yamaha YBR foi feita durante um patrulhamento de rotina em uma estrada vicinal, próximo ao balneário público municipal do município.
Após ser feita a checagem no veículo, a polícia descobriu que a moto foi furtada às 11h desta terça feira na cidade de São Gabriel do Oeste-MS.
O veículo foi apreendida e levada para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC), que irá investigar a autoria do furto. Ninguém foi preso.
Agronegócios
Consumo aquecido no mês de dezembro, melhora preço do leite e variação registra 3,7%
C
onsiderando a oferta e demanda de lácteos no período da safra para a bovinocultura de leite em Mato Grosso do Sul, a tendência é que o preço do leite registre queda. Não foi o que aconteceu em dezembro de 2020, quando o preço chegou a R$ 1,81, variação de 3,7% comparado ao mesmo período de 2019. O motivo desta valorização é tema do #MercadoAgropecuário desta segunda-feira (25).
Os dados são da Cepea/Esalq, e foram analisados pelo Departamento Técnico do Sistema Famasul.
Para o zootecnista Juliano Barros, o que motivou esse comportamento foi a melhora do consumo de lácteos. “Impactado negativamente no primeiro semestre, com as medidas de combate à pandemia, esse consumo teve recuperação no segundo semestre, com o pagamento do auxílio emergencial; aquecimento confirmado quando se observa o resultado da balança comercial”, explica o analista técnico.
Apesar da valorização no campo, por outro lado, o produtor sentiu o expressivo aumento do preço de alguns insumos. “Em 2020, para aquisição de um saco da mistura de milho e farelo de soja, foram necessários o equivalente a 42,8 litros de leite, variação de 21% a mais que em 2019”, esclarece.
No balanço do ano para o estado, a média de preço do litro do leite foi de R$1,54, aumento de 29,3%. O bom desempenho da demanda também é confirmado quando se observa o resultado da balança comercial brasileira de lácteos.
Quer saber mais? A análise geral dos dados divulgados pela Cepea/Esalq, você confere na nova edição do BOLETIM BOVINOCULTURA DE LEITE, que será divulgada ainda nesta segunda-feira.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ellen Albuquerque
Rural
Vírus que matou milhões de animais na China avança pelo mundo
Não bastasse a covid-19, outro vírus bastante agressivo, que ataca os suínos, teve uma explosão de casos na China e já atinge outros países da Ásia e da Europa. O vírus, da família Asfarviridae, infecta apenas porcos e javalis. Ele não é parente do coronavírus e não atinge os humanos.
Os suínos não têm salvação e morrem em uma semana. A doença, altamente contagiosa, chegou à China há dois anos, depois de passar pela Europa, onde não chegou a fazer muitos estragos na ocasião. “Na China, a peste provocou um surto sem precedentes, em boa parte porque a produção de porcos é feita em pequenas propriedades, mais difíceis de serem fiscalizadas”, diz Wagner Yanaguizawa, analista do Rabobank do Brasil, banco de origem holandesa especializado no setor de alimentos e agronegócio.
A doença já causou a morte de 440 milhões de porcos na China, a metade do rebanho do país. No mundo todo, atingiu 25% do total de suínos. Segundo a Organização Mundial de Saúde Animal, a doença já se espalhou por 50 países, afetando 75% da produção global de porcos. Ainda não há tratamento ou vacina para o vírus.
A peste suína africana, que tem esse nome por ter sido identificada pela primeira vez na África há quase cem anos, é transmitida por carrapatos. A doença provoca febre alta e uma hemorragia mortal nos porcos. O vírus, bastante agressivo, pode ficar ativo por tempo indeterminado em alimentos contaminados, roupas, sapatos, veículos usados no transporte dos animais e até debaixo da terra, em carcaças de porcos acometidos pela doença.
A doença está se espalhando pelo mundo. Ela já chegou à Índia, onde matou mais de 14.000 porcos. O vírus também ataca a Europa. Desde o início do ano, nove países europeus confirmaram casos da doença, entre eles a Bulgária, Romênia e Bélgica. Segundo a European Food Safety Authority (EFSA), autoridade de segurança alimentar europeia, a disseminação tem sido rápida.
Novos focos da doença foram detectados na Polônia e na Grécia nas últimas semanas. Preocupado, o governo alemão mandou erguer uma cerca eletrificada na fronteira com a Polônia. “A Alemanha e a Espanha estão entre os maiores exportadores de carne suína, por isso precisam tomar um cuidado redobrado para não serem contaminados”, diz Yanaguizawa.
Apesar de estar em declínio na China, a doença ainda não está controlada. Em abril, o governo chinês reportou novos casos na província de Gansu. Para o Brasil, a boa notícia é que o vírus não chegou aqui – e as exportações de carne para a China, com o estoque de suínos em baixa, estão aumentado.
Segundo o Rabobank, nos primeiros quatro meses do ano o embarque de carne de porco para a China aumentou 29% em volume e 54% em faturamento. “O Brasil tomou medidas de precaução para evitar com que a doença chegue aqui e está sabendo aproveitar a oportunidade de negócios com a China”, afirma Yanaguizawa. Para os criadores de porcos na China e outros países, resta a esperança de ter uma vacina para o vírus. “Estudos vêm sendo feitos há dois anos e em algum momento terão sucesso”, diz Yanaguizawa.
Fonte: Carla Aranha / Exame
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