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Agronegócios

Consumo aquecido no mês de dezembro, melhora preço do leite e variação registra 3,7%

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onsiderando a oferta e demanda de lácteos no período da safra para a bovinocultura de leite em Mato Grosso do Sul, a tendência é que o preço do leite registre queda. Não foi o que aconteceu em dezembro de 2020, quando o preço chegou a R$ 1,81, variação de 3,7% comparado ao mesmo período de 2019. O motivo desta valorização é tema do #MercadoAgropecuário desta segunda-feira (25).

Os dados são da Cepea/Esalq, e foram analisados pelo Departamento Técnico do Sistema Famasul.

Para o zootecnista Juliano Barros, o que motivou esse comportamento foi a melhora do consumo de lácteos. “Impactado negativamente no primeiro semestre, com as medidas de combate à pandemia, esse consumo teve recuperação no segundo semestre, com o pagamento do auxílio emergencial; aquecimento confirmado quando se observa o resultado da balança comercial”, explica o analista técnico.

Apesar da valorização no campo, por outro lado, o produtor sentiu o expressivo aumento do preço de alguns insumos. “Em 2020, para aquisição de um saco da mistura de milho e farelo de soja, foram necessários o equivalente a 42,8 litros de leite, variação de 21% a mais que em 2019”, esclarece.

No balanço do ano para o estado, a média de preço do litro do leite foi de R$1,54, aumento de 29,3%. O bom desempenho da demanda também é confirmado quando se observa o resultado da balança comercial brasileira de lácteos.

Quer saber mais? A análise geral dos dados divulgados pela Cepea/Esalq, você confere na nova edição do BOLETIM BOVINOCULTURA DE LEITE, que será divulgada ainda nesta segunda-feira.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ellen Albuquerque

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Agronegócios

Preço pago pelo quilo do mel em MS tem alta de 36% em relação a 2020

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Foto: Divulgação/CNA

C

om aumento de consumo e a valorização do dólar nos últimos 12 meses, os apicultores de Mato Grosso do Sul passaram a receber 36% a mais pelo quilo do mel em janeiro, em relação ao mesmo período do ano passado – animando produtores atendidos pela Assistência Técnica e Gerencial do Senar/MS. Esse é o tema da matéria de #MercadoAgropecuário desta semana.

“Com a pandemia do coronavírus, muitas pessoas passaram a consumir alimentos mais saudáveis. Com essa demanda maior, em conjunto com a alta do dólar, houve uma valorização no quilo do mel pago ao produtor”, explica a supervisora de campo da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Apicultura do Senar/MS, Gabriela Puhl.

De acordo com levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), em janeiro de 2021 o quilo do mel estava sendo comercializado pelos produtores rurais do estado por R$ 10,53. Em janeiro de 2020 o valor do quilo estava em R$ 7,71.

“Acompanhando a valorização do produto, o mel comercializado pelos produtores assistidos pelo Senar teve um aumento de 38% na venda em atacado, maior que a média do estado”, detalha.

“Os produtores atendidos pela ATeG ficaram muito satisfeitos com esse cenário, visto que conseguiram comercializar o produto com valor superior comparado ao praticado em 2019, por exemplo. Isso motiva uma expansão da atividade com novos investimentos na propriedade e na produção de mel As perspectivas para 2021 são positivas. Até este mês de março, os produtores estão em colheita na maior parte do estado e têm demonstrado empolgação com os resultados no campo e na comercialização”, avalia Gabriela.

Em Mato Grosso do Sul a colheita de mel ocorre entre os meses de setembro e março.

Atualmente, a ATeG em Apicultura do Senar/MS atende 191 propriedades de 27 municípios. Somente esses apicultores atendidos pela instituição produziram 33,6 mil quilos de mel no ano de 2020.

Mato Grosso do Sul é o 10º estado no ranking nacional de produção de mel. Conforme o IBGE, em 2019 foram produzidos 973,6 mil quilos no estado, o que representa uma alta de 36% comparado a produção de 2018. Os números da safra do estado e do Brasil em 2020 ainda não foram divulgados.

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Agronegócios

Caminhos da Reportagem apresenta hoje os benefícios da equoterapia

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A equoterapia é uma prática terapêutica que tem mostrado, ao longo de décadas, o quanto a interação entre homem e animal pode oferecer benefícios para a saúde. No programa Caminhos da Reportagem deste domingo (28), a TV Brasil mostra que a equoterapia vai muito além de um passeio a cavalo.

Para a psicóloga Ana Carolina Sánchez, a prática pode melhorar a saúde de pessoas com comprometimentos físico e mental: “Hoje a equoterapia já abrange várias áreas: crianças com problema de aprendizagem, adultos com dependência química”.

Ana Júlia Fernandes, de 15 anos, nasceu com paralisia cerebral e começou a praticar equoterapia antes dos dois anos de idade. “Ela começou muito cedo e, de lá pra cá, nunca parou, porque foi uma evolução muito grande. Então, a gente viu que podia parar tudo, menos a equoterapia”, conta Rosa Maria Fernandes, mãe da adolescente. ”Eu gosto de tudo. Gosto de galopar, gosto de um trote básico, que é uma voltinha…”, diz Ana Júlia.

Para o neuropediatra Carlos Nogueira, “o fato de a mãe colocar a roupinha da equoterapia na criança já está havendo um treinamento espaço-temporal. Ela já passa a reconhecer para onde está indo e o tempo que isso vai acontecer”.

Equoterapia pode oferecer benefícios para a saúde física e mental
Equoterapia pode oferecer benefícios para a saúde física e mental – Divulgação/TV Brasil

Histórico

Segundo a fisioterapeuta Alessandra Pietro, a equoterapia surgiu no final da década de 1940, na Escandinávia, após surtos de poliomielite. Porém, a atividade só chegou ao Brasil entre 1970 e 1980 e somente em 2019 a prática foi regulamentada, por meio da Lei 13.830.

Dados da Associação Nacional de Equoterapia (Ande), responsável pela metodologia da prática terapêutica no país, indicam que atualmente mais de 30 mil pessoas se beneficiam do movimento ritmado dos cavalos. “A equoterapia está inserida em todas as regiões do país, em todas temos um centro de equoterapia filiado à Ande Brasil”, diz o presidente da associação, Jorge Dornelles Passamani.

Esta edição do programa Caminhos da Reportagem vai mostrar o treinamento e os cuidados com os animais utilizados nas sessões de equoterapia. Além disso, a equipe do programa ouviu pessoas que contam com a ajuda de cavalos para superar o medo e a timidez. O programa vai mostrar também a história de dois atletas paralímpicos brasileiros: Flamarion Pereira e Vera Lúcia Mazzili.

Vera Lucia Mazzili é atleta paralímpica brasileira.
A atleta paralímpica Vera Lúcia Mazzili treinando em seu cavalo Divulgação/TV Brasil

Serviço:

O programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, vai ao ar no domingo, às 20h.

Clique aqui para saber como sintonizar a TV Brasil.

Ficha técnica:

Reportagem: Carlos Molinari e Morillo Carvalho
Produção: Carlos Molinari, Morillo Carvalho, Naitê Almeida e Tiago Bittencourt
Imagens: André Rodrigo Pacheco, Osvaldo Alves, Rafael Oliver e Rogerio Verçoza
Apoio às imagens: Manoel Lenaldo
Auxílio técnico: Alexandre Souza, Dailton Matos, Thiago Pinto
Edição de texto: Suzana Guimarães
Edição de imagens e finalização: Rivaldo Martins
Arte: Lucas de Souza Pinto

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