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No dia do tomate, conheça as variedades, curiosidades e benefícios para a saúde

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O Brasil é o quinto maior produtor mundial do alimento 

Pele saudável, ossos mais fortes, cabelos brilhosos, sono de qualidade, melhoria da visão, regulação dos níveis de açúcar no sangue, controle da pressão arterial, fortalecimento do sistema imunológico e redução de dores crônicas. Esses são alguns dos benefícios à saúde proporcionados pelo consumo regular do tomate.

Um alimento nutritivo e versátil, presente diariamente na mesa dos brasileiros, seja em saladas, molhos, extratos, sucos, sopas, ensopados ou drinks. Pela sua contribuição alimentar e econômica ganhou uma data especial: 1º de Fevereiro (nesta quarta-feira) é celebrado o Dia do Tomate.

A nutricionista do Fort Atacadista, Letícia Tizziani, destaca que o fruto é rico em fibras o que aumenta a saciedade, auxilia na diminuição dos níveis de colesterol ruim, contribui para controlar o apetite e melhora o funcionamento do intestino. O tomate é rico em licopeno, um antioxidante que contribui na proteção da pele contra os danos causados pelo sol, protege as células do efeito de radicais livres e regula o metabolismo das gorduras.

Ainda entre suas principais propriedades estão Vitamina A que ajuda a manter a saúde visual e fortalece e dá brilho ao cabelo, Vitamina C, Vitamina K que ativa a osteocalcina, uma proteína necessária para o crescimento e mineralização dos ossos, além dos sais minerais como potássio que regula a pressão arterial, fósforo, magnésio, ferro e cálcio.

Origem 

O tomate é originário das Américas do Sul e Central e foi descoberto pelos astecas, em meados dos anos 700 a.C. Com o início das expedições, os navegadores o levaram para a Europa por volta do século XVI, onde sua versatilidade foi descoberta. Porém, no início era utilizado na decoração das mesas de banquetes. Os italianos foram os primeiros a usar o tomate como comida. Eles chamaram a fruta de “pomo d`oro” (pomo de ouro), que posteriormente deu origem ao nome da receita de molho.

Produção

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), publicado em janeiro de 2022 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que foram produzidos no País em 2021 mais de 3,6 milhões de toneladas de tomate, em uma área de 51,9 mil hectares, o que resultou em um valor de produção de R$ 6,4 milhões. Ainda conforme o IBGE a produção estimada de tomate para a safra de 2022, atualizada em dezembro do ano passado, foi de 3,8 milhões de toneladas.

Conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil é um grande consumidor de tomate e um eficiente produtor. No cenário de tomates para processamento o país é o 5º maior produtor mundial e no segmento de tomate de mesa se destaca pelo volume produzido e pelas tecnologias disponíveis.

Tipos de tomate

Há uma ampla variedade de tomates no mundo, com formatos diversos (redondos, oblongos, achatados e mini), alguns mais ácidos e outros mais adocicados, carnudos ou com mais polpa. Nas lojas do Fort Atacadista você encontra várias opções com qualidade e preços justos.

Cada tipo tem indicação para molho, salada ou outros usos. Entre os tipos mais conhecidos estão:

  • Caqui (longa-vida ou convencional): consumo in natura, salada, vinagrete e sanduíches;
  • Carmen ou salada (tomatão ou gaúcho): consumo in natura e saladas;
  • Cereja: consumo in natura, saladas, sanduíches e decoração de pratos;
  • Holandês: risotos, saladas e decoração;
  • Italiano ou saladette: consumo in natura, molhos caseiros, tomate seco e conservas;
  • Pera (amarelo, laranja e vermelho): saladas e sanduíches;
  • Santa Cruz (ou ainda Santa Clara/Débora): consumo in natura e molhos caseiros;
  • Sweet Grape: consumo in natura, saladas, sanduíches e canapés.

Em Mato Grosso do Sul são dez unidades do Fort Atacadista: Loja Cafezais, Cônsul Assaf, Coronel Antonino, Getúlio Vargas, Guanandi, Parati, Norte Sul Plaza, Tiradentes, Três Barras e União.

No site do Fort Atacadista estão todos os endereços, telefones e horários de funcionamento das lojas disponíveis em: www.fortatacadista.com.br/nossas-lojas/

Sobre a rede Fort Atacadista — Criada em 1999, com a abertura de sua primeira unidade na cidade de Joinville, em Santa Catarina, a rede Fort Atacadista é a bandeira de atacarejo do Grupo Pereira, um dos maiores varejistas de alimentos do Brasil. Com 52 unidades distribuídas nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal, o Fort Atacadista se destaca pelos preços competitivos, pela excelência em produtos perecíveis e pela arquitetura moderna de suas lojas, que oferece layout planejado para facilitar a jornada de compra do cliente, além das facilidades de pagamento e benefícios oferecidos pelo Vuon Card, cartão de crédito próprio do grupo.

Fundado em 1962, em Santa Catarina, o Grupo Pereira é detentor ainda de redes de varejo alimentar, atacado de distribuição, farmácias e dois postos de combustível, além do braço financeiro Vuon e de logística Perlog. Com mais de 16 mil colaboradores, está presente nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste. Saiba mais em www.fortatacadista.com.br e www.grpereira.com.br.

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Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

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Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

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A menina que não sente dor, fome e sono

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Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

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