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Festas Juninas e Julinas: sabores tradicionais seguem entre os favoritos dos brasileiros nesta época do ano

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O mês de julho segue com uma das festas mais populares do Brasil, a Festa Junina, e, consequentemente, a Festa Julina, e, para esse período, os sabores típicos como milho, mandioca e amendoim seguem dominando as quermesses país afora. Presentes em diversas receitas, esses itens ajudam a manter viva uma das tradições do povo brasileiro. Mesmo com a influência dos jogos e do futebol, que neste ano marcam o país neste período, o costume permanece aquecido. 

Na Casa de Bolos, maior rede de franquias de bolos do Brasil e pioneira do segmento, os destaques da temporada são os bolos de Milho com Requeijão, Piscina de Milho com Curau, Mandioca, Amendoim e Fubá Cremoso, além do sabor mais vendido, o Bolo de Maçã com Castanha. São receitas caseiras que resgatam lembranças da infância e reforçam a conexão dos brasileiros com uma das festas mais tradicionais do país. Esses sabores atravessam gerações, transformando encontros familiares e comemorações em experiências repletas de afeto e significado. 

Conheça alguns dos sabores que podem ser encontrados nas unidades da rede para os festejos: 

Milho com Requeijão
Inspirado em um dos sabores mais tradicionais das festas juninas, o bolo combina a suavidade do milho com a cremosidade do requeijão, criando um contraste equilibrado entre o doce e o salgado. O resultado é uma receita que remete ao sabor marcante da pamonha caseira. R$ 40,00.

Piscina de Milho com Curau
Dois clássicos das quermesses reunidos em uma única receita. O bolo de milho recebe uma generosa cobertura de curau cremoso, finalizada com um delicado toque de canela, trazendo ainda mais personalidade a um dos sabores mais tradicionais da temporada. R$ 37,00.

Mandioca
Preparado com mandioca e um leve toque de queijo na massa, o bolo se destaca pela textura macia e pelo sabor característico de uma receita feita para compartilhar. Uma combinação que traduz o aconchego e a tradição da culinária brasileira. R$ 32,00.

Amendoim 

Com massa leve e sabor marcante, o bolo de amendoim ganha ainda mais destaque com a cobertura doce e crocante, enriquecida com pedaços do ingrediente. Uma opção que remete aos doces típicos das festas juninas e ao clima das tradicionais quermesses. R$ 38,00.

Fubá Cremoso

Um dos sabores mais emblemáticos da época, o bolo de fubá cremoso combina a delicadeza da massa com um recheio naturalmente cremoso, proporcionando textura e sabor em cada fatia. Uma receita que carrega toda a simplicidade e o afeto dos clássicos caseiros. R$ 28,00.

Maçã com Castanha

Um dos bolos mais amados da Casa de Bolos. Feito direto da fruta e com uma textura particular, é uma combinação de sensações entre o crocante da castanha-do-Pará e a maciez de um bolo que leva pedacinhos de maçã. R$ 32,00.

Além dos sabores inspirados nas festas juninas, a Casa de Bolos oferece um portfólio com mais de 100 opções produzidas artesanalmente, utilizando ingredientes selecionados e frutas de verdade. Mais informações e endereços das lojas podem ser consultados no site da rede. 

Sobre a Casa de Bolos 

Criada com muito carinho pelas mãos talentosas da Vó Sônia, em parceria com seus filhos, a Casa de Bolos é a maior franquia de bolos do Brasil. Contando com mais de 600 unidades pelo país e uma loja inaugurada na Europa, em Lisboa (PT), a rede mantém uma rigorosa qualidade dos bolos oferecidos. Natural de Ribeirão Preto, mãe e filhos começaram o negócio num pequeno salão no centro da cidade e, com o sucesso da loja, optaram pelo modelo de franquias. Hoje, a Casa de Bolos tem no cardápio mais de 100 sabores, feitos a partir de uma produção 100% artesanal e com fruta de verdade. São versões clássicas, recheadas, diet, funcional, mini, baby, Bolo Caseiro no Pote, sobremesas geladas e Bites. Oferece também tortas, cucas, banoffee e outros sabores que agradam a todos os paladares. Mais informações no site.

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Eldorado Brasil reúne mais de 400 mulheres em evento e reforça protagonismo feminino no campo

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Três Lagoas, 30 de março de 2026 – A Eldorado Brasil Celulose, referência global em sustentabilidade e eficiência no setor, reuniu mais de 400 mulheres nesta quarta-feira (24), em Três Lagoas, para celebrar a diversidade e a presença feminina no campo. Na quarta edição, o encontro Mulheres em Campo, promove palestras, talk show e, principalmente, a promoção de troca de experiências entre profissionais que desafiam limites e rompem barreiras diariamente nas operações da companhia e no setor florestal de Mato Grosso do Sul.

De desafiar padrões, Milena da Silva Melo, 27 anos, entende bem. Mecânica na Eldorado Brasil Celulose, ela deixou por muito tempo o diploma na gaveta de casa até participar de uma seleção na empresa. “Desde criança eu sempre fui diferente das outras meninas. Enquanto elas brincavam de barbie e boneca, eu já era o tipo de criança que gostava de montar e desmontar brinquedos para ver como era. Adulta, eu fiz o curso técnico de Mecânica Industrial e como eu trabalhava, era casada, tinha minha casa, acabei deixando de lado”, relembra.

Durante uma seleção da Eldorado Brasil Celulose, um dos recrutadores pediu para analisar o currículo de Milena e deu a sugestão para que ela tentasse a vaga de mecânica da Florestal.

“Foi uma oportunidade que surgiu na hora certa, e eu a abracei da melhor forma possível. Quando cheguei ao campo, tive receio de ser deixada de lado por ser mulher em uma área predominantemente masculina, mas fui muito bem recebida pelos colegas, tanto da mecânica quanto pelas lideranças da manutenção. Posso não ter a mesma força física que um homem, mas tenho a minha força e a minha inteligência, que uso a meu favor no dia a dia no campo”, pontua.

Milena integra o quadro de colaboradores da Eldorado desde 2025 e faz parte de um movimento crescente de ampliação da presença feminina nas operações da companhia. No comparativo entre 2023 e 2024, a Eldorado registrou um aumento de 14% no número de mulheres em seu quadro de colaboradores. Na área administrativa, elas já são maioria.

Marilu Ramos, coordenadora de Treinamento Operacional e da equipe Nossa Gente Florestal, destaca a importância da iniciativa. “Estamos na quarta edição das Mulheres em Campo. É um evento pensado com muito carinho, ele é desenhado para ser um dia de celebração, de festa, de valorizar a presença feminina e o trabalho que cada uma delas desempenha”, ressalta.

Engenheira florestal, Marilu também reforça as transformações no setor. “Historicamente, essa é uma área predominantemente masculina, mas, nos últimos anos, o número de mulheres nesse setor tem aumentado, a presença feminina tem crescido — e eu sou um exemplo disso. A diversidade é fundamental para o mercado de trabalho, seja de gênero ou de qualquer outra natureza. Podemos contribuir com nosso jeito, com nosso preciosismo e qualidades”, pontua.

Sobre a Eldorado Brasil Celulose

A Eldorado Brasil Celulose, empresa do Grupo J&F, é reconhecida globalmente por sua excelência operacional e seu compromisso com a sustentabilidade, resultado do trabalho de uma equipe qualificada de mais de 6 mil colaboradores. Inovadora no manejo florestal e na fabricação de celulose, produz 1,8 milhão de toneladas de celulose de alta qualidade por ano, atendendo aos mais exigentes padrões e certificações do mercado internacional. Seu complexo industrial em Três Lagoas (MS) também tem capacidade para gerar energia renovável para abastecer uma cidade de 2,1 milhões de habitantes. Em Santos (SP), opera o EBLog, um dos mais modernos terminais portuários da América Latina, exportando o produto para mais de 40 países. A Companhia mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, inovação, competitividade e valorização das pessoas.

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Pós-Carnaval sem perrengue: o que fazer (e o que não fazer) para melhorar da ressaca

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Foto de Pixabay

Depois de dias de folia, pouca água e sono bagunçado, é comum a manhã seguinte pesar. Dor de cabeça, enjoo, boca seca, tontura e cansaço intenso são sinais frequentes no pós-Carnaval, e não é exagero: a ressaca tem explicação fisiológica.

“A ressaca alcoólica é definida, sob o aspecto farmacológico e fisiológico, como um conjunto de sinais e sintomas resultantes dos efeitos tóxicos do etanol e de seus metabólitos”, explica Denise Basílio, coordenadora do curso de Farmácia da Estácio. Segundo ela, mesmo quando a concentração de álcool no sangue cai, o organismo segue com alterações metabólicas e inflamatórias.

O principal fator é o acetaldeído, substância formada no fígado durante o metabolismo do álcool. “O etanol é metabolizado principalmente no fígado pela ação da enzima álcool desidrogenase, resultando na formação de acetaldeído, um metabólito altamente reativo e tóxico”, afirma Denise. “Esse composto está amplamente associado a manifestações como náuseas, cefaleia, rubor e mal-estar geral.”

Além disso, o álcool ativa processos inflamatórios. “O consumo provoca a ativação de vias inflamatórias sistêmicas, levando ao aumento de citocinas pró-inflamatórias”, aponta. Isso ajuda a explicar a fadiga, dores no corpo e a sensibilidade maior a luz e som.

Por que a ressaca dá tantos sintomas? – A desidratação é um dos mecanismos principais, já que o álcool aumenta a perda de líquidos e eletrólitos. “Isso aumenta a diurese e provoca a perda de água e eletrólitos”, destaca Denise. Com isso, aparecem sintomas como dor de cabeça, tontura, boca seca e fraqueza.

Já o enjoo e a dor no estômago costumam ser consequência da irritação gástrica. “Estão mais relacionados à irritação da mucosa gástrica e ao aumento da secreção ácida provocados pelo álcool”, explica.

“A sensibilidade à luz e ao som, além da cefaleia pulsátil, também tem relação com alterações no cérebro. ‘Estão associadas à vasodilatação cerebral e à inflamação neurovascular’, acrescenta Denise.

E há ainda um agravante importante: o sono. O álcool diminui a qualidade do sono REM,  fase considerada essencial para a recuperação do cérebro, ligada à consolidação da memória e ao descanso mental. “Quando esse ciclo é prejudicado, a pessoa pode acordar mais cansada, irritada e com dificuldade de concentração, mesmo tendo dormido por várias horas”, pontua.

O que melhora – Quando a ressaca já chegou, não existe milagre. “A recuperação da ressaca baseia-se, essencialmente, em medidas de suporte”, orienta Denise.

A principal delas é beber água. “A hidratação adequada, de preferência com água e associada a soluções eletrolíticas, é essencial”, diz. Alimentação leve também contribui, especialmente com carboidratos, e o repouso ajuda o corpo a se recuperar do estresse metabólico.

O que piora – Na tentativa de melhorar rápido, muita gente se automedica e isso pode trazer risco. “O alívio dos sintomas deve ser feito com cautela, evitando a automedicação inadequada”, reforça Denise.

Ela alerta para o paracetamol: “Seu uso após a ingestão de álcool aumenta o risco de hepatotoxicidade, que é quando o órgão sofre dano por estar sobrecarregado ao metabolizar substâncias, como álcool e alguns medicamentos”. Anti-inflamatórios também exigem cuidado, pois podem agravar a irritação gástrica e aumentar riscos renais. Já medicamentos depressores do sistema nervoso central, como benzodiazepínicos, podem ser perigosos quando associados ao álcool.

“A abordagem mais segura consiste em garantir hidratação, alimentação adequada, um ambiente tranquilo e descanso”, afirma Denise. “O uso de medicamentos deve ser reservado apenas para quando for estritamente necessário e sob orientação.”

Além disso, ela alerta que alguns sinais indicam necessidade de avaliação médica. “Vômitos persistentes, confusão mental, dor abdominal intensa, sonolência excessiva, convulsões ou icterícia não são sinais de uma ressaca comum.”

Como prevenir – Para evitar a ressaca, Denise reforça que medidas simples funcionam melhor. “Evitar o consumo em jejum, alternar bebida alcoólica com água, alimentar-se adequadamente e respeitar os limites individuais são medidas embasadas em evidências”, orienta.

Ela também chama atenção para práticas comuns que podem aumentar riscos. “O uso preventivo de medicamentos e a combinação de álcool com bebidas energéticas carecem de fundamentação científica e podem piorar os danos à saúde”, conclui.

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