Assembléia Legislativa MS
Com bens bloqueados pela Justiça, Simone Tebet vê distanciar presidência do Senado
O bloqueio de bens da senadora Simone Tebet (PMDB) por possíveis irregularidades na obra de reforma do balneário de Três Lagoas, na época em que era prefeita da cidade, pode colocar “por água abaixo” os planos de suceder Renan Calheiros (PMDB) na presidência do Senado Federal. Simone é um dos principais nomes como possíveis candidatos para ocupar a vaga.
Em sua coluna no Portal Diário do Poder desta terça-feira (20), o jornalista Cláudio Humberto, bastante conhecido em todo o Brasil, comentou o fato. Intitulada “Pretensões em Xeque”, a nota diz: “Dificulta as pretensões de Simone Tebet (PMDB-MS) de concorrer à Presidência do Senado o bloqueio de seus bens por causa de irregularidades em obra em Três Lagoas, quando era prefeita”.
O jornalista se refere à decisão do juiz federal Leonel Ferreira em fevereiro deste ano de bloquear bens da senadora a pedido do MPF (Ministério Público Federal). Segundo o órgão, houve desvio de recursos públicos na gestão de Simone Tebet como prefeita de Três Lagoas para financiar sua campanha eleitoral.
DECISÃO
Para tomar a decisão, o juiz levou em conta os indícios da prática de improbidade administrativa no processo licitatório, execução e revitalização do balneário de Três Lagoas com repasse de recursos federais. Na época até mesmo a CGU (Controladoria Geral da União) citou restrições feitas na licitação e apontou exigência “ilegal de capital mínimo e garantia de proposta”, assim como um indevido aditamento do valor da execução das obras.
VAGA
Jornalistas que acompanham o cenário no Senado Federal destacam que o nome de Simone Tebet agrada os demais senadores quando o assunto é assumir a vaga de Renan Calheiros. Lembrando que seu nome já havia sido cotado para assumir a liderança do Governo no Senado quando o presidente Michel Temer (PMDB) assumiu a presidência, após o afastamento de Dilma Rousseff (PT).
Seu nome também já havia sido cotado posteriormente para assumir o Ministério do Planejamento, substituindo Romero Jucá. A demissão dele aconteceu depois da divulgação de uma conversa com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, em que ele sugere um pacto para deter a Operação Lava Jato.
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