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Veja com que frequência lavar pijamas e roupas de cama
A organização e higiene de locais da casa em que se passa bastante tempo é fundamental para a saúde e o bem-estar. Normalmente, os cômodos que recebem muita atenção são cozinha e banheiro, mas você sabia que itens dos quartos, como pijamas e roupas de cama, também precisam de troca periódica? Esses itens acumulam suor, células mortas da pele, poeira e ácaros com o uso contínuo e isso pode desencadear alergias, irritações na pele e causar sério impacto na qualidade do sono. Angelo Max Donaton, CEO e fundador da Lavô, maior rede de lavanderias self-service do país, listou algumas dicas sobre como e quando é hora de lavar as peças.
Quando trocar os pijamas?
Pijamas ficam em contato direto com a pele durante o sono, absorvendo suor, células mortas e resíduos de produtos aplicados na pele. Por isso, é necessário trocar com regularidade. “No caso dos pijamas, para quem usa o mesmo todas as noites o ideal é lavar a cada três dias. Em casos de pessoas que transpiram muito ou possuem suor excessivo, dois dias é o máximo de tempo de uso. Já em climas mais frios, pode ser usado por até cinco dias antes de precisar ser lavado”, ressalta.
E as roupas de cama?
Assim como os pijamas, lençóis e fronhas também acumulam células mortas e suor. Neste caso, em que fica exposto no quarto, é também um acumulador de ácaros ao longo dos dias. “A recomendação é fazer a troca dos lençóis semanalmente, mas vai depender da transpiração e do clima. As fronhas podem ser lavadas com mais frequência, principalmente as de quem usa produtos de cuidados faciais, já que ficam em contato direto com o rosto. Os cobertores e edredons não precisam dessa frequência e a lavagem a cada três meses é suficiente, a não ser que haja sujeira exposta devido a algum acidente. Mesmo assim, é importante não esquecer de sacudí-los e arejá-los regularmente”, explica o especialista.
Lavanderias self-service podem te ajudar
A manutenção das roupas de cama limpas pode custar um pouco de tempo. Por isso, uma solução é recorrer às lavanderias self-service. “Além da economia de tempo, podendo lavar e secar as roupas no mesmo ciclo, o custo do serviço em lavanderias self-service, ou seja, em que o usuário faz todo o processo de colocar as roupas nas máquinas para lavar e secar, é baixo. Na Lavô, por exemplo, um ciclo de lavagem com produtos de qualidade e o benefício do autoatendimento custa em média R$16,00, já incluso no serviço o uso de produtos profissionais, que são neutros e aplicados na medida certa para uma lavagem ideal e desgastam menos o tecido, fazendo com que as peças durem mais”, afirma.
Mantenha as peças limpas por mais tempo
Para manter a lavagem, algumas dicas funcionam. “A melhor dica é a de não dormir suado e sujo. Isso vai prolongar a limpeza e o bem estar de dormir em um lugar limpo e confortável. O uso de capas protetoras para colchões e travesseiros também é válido e ajuda a proteger do acúmulo de ácaros e poeiras. Outro ponto importante é manter os ambientes sempre ventilados e arejados, com janelas abertas para que o ar circule e ajude a manter as roupas de cama mais frescas”, completa Angelo.
Sobre a Lavô
A Lavô é a maior franquia de lavanderias self-service do Brasil. Inaugurada em 2018, entrou para o franchising em 2020 e já conta com mais de 500 unidades pelo Brasil. Com a missão de democratizar e simplificar o serviço, a franquia dispensa funcionários e pode ser gerenciada à distância, através do sistema online.
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Libertar-se de namoros tóxicos
O Dia dos Namorados costuma ser celebrado com flores, presentes, jantares românticos e declarações de amor. É uma data bonita e importante, mas também pode servir como um momento de reflexão sobre a qualidade dos relacionamentos que estamos construindo.
Independentemente dos casos extremos de violência física, psicológica ou patrimonial — que são crimes e devem ser combatidos com rigor pelas leis e pela sociedade — existem muitos relacionamentos que já apresentam, desde o início, sinais claros de que podem se transformar em fontes permanentes de sofrimento.
São os chamados relacionamentos tóxicos, marcados por comportamentos incompatíveis com o amor saudável, como ciúmes excessivos, controle, manipulação emocional, arrogância, agressividade, desrespeito, mentiras frequentes, egoísmo, infidelidade, vícios, grosseria e falta de compromisso com valores morais e familiares.
Muitas vezes, homens e mulheres ignoram esses sinais por paixão, carência afetiva ou pela esperança de que o parceiro irá mudar. Porém, a experiência demonstra que mudanças verdadeiras dependem da vontade sincera da própria pessoa. Quem fecha os olhos para defeitos graves no início do relacionamento frequentemente acaba enfrentando problemas muito maiores no futuro.
O namoro existe justamente para isso: conhecer profundamente o outro. Não foi criado apenas para momentos de diversão, mas para avaliar compatibilidade de valores, objetivos, princípios e projetos de vida.
Antes de assumir um compromisso mais sério, é importante observar como a pessoa trata os pais, os amigos, os colegas de trabalho e até desconhecidos. Como reage diante das frustrações? Como administra o dinheiro? Qual é sua relação com bebidas alcoólicas, drogas, jogos ou outros vícios? É alguém honesto? Cumpre a palavra? Respeita os sentimentos alheios?
As respostas para essas perguntas costumam revelar muito mais sobre o futuro do relacionamento do que as promessas feitas em momentos de romantismo.
Infelizmente, muitos casais percebem tarde demais que estavam seguindo caminhos incompatíveis. Quando surgem filhos, financiamentos, patrimônio compartilhado e outros compromissos familiares, a separação torna-se mais dolorosa e complexa, afetando não apenas o casal, mas toda a família.
Por isso, terminar um relacionamento que demonstra sinais evidentes de incompatibilidade ou de comportamento abusivo não deve ser encarado como fracasso. Em muitos casos, é um ato de coragem, maturidade e amor-próprio.
O amor verdadeiro não aprisiona, não humilha, não controla e não ameaça. O amor verdadeiro inspira crescimento, confiança, respeito, admiração e paz.
Mais importante do que encontrar alguém bonito, rico ou popular é encontrar alguém de caráter. Uma pessoa que compartilhe valores semelhantes, que respeite seus sonhos, que tenha princípios sólidos e que esteja disposta a construir uma vida baseada na confiança, na lealdade e no companheirismo.
Neste Dia dos Namorados, talvez a pergunta mais importante não seja “quanto amo essa pessoa?”, mas sim: “essa pessoa me ajuda a ser melhor, mais feliz e mais próximo dos meus valores e objetivos de vida?”
Se a resposta for positiva, vale a pena investir no relacionamento. Se os sinais apontarem para sofrimento, violência, desrespeito ou incompatibilidades profundas, talvez seja o momento de refletir e tomar decisões difíceis, mas necessárias. Afinal, uma escolha amorosa acertada pode trazer décadas de felicidade. Uma escolha equivocada, ignorando sinais evidentes, pode gerar anos de dor e arrependimento.
A Palavra de Deus também nos orienta sobre a importância das boas escolhas. O apóstolo Paulo ensina: “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos” (2 Coríntios 6:14), alertando sobre a necessidade de união entre pessoas que compartilhem princípios e valores semelhantes. Já em Gálatas 5, aprendemos que os frutos do Espírito são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança. Quando esses frutos estão ausentes e são substituídos por violência, egoísmo, mentira e desrespeito, é sinal de que algo não está bem.
Que cada pessoa tenha sabedoria para escolher não apenas alguém para amar, mas alguém com quem possa construir uma vida feliz, equilibrada e abençoada por Deus.
Wilson Aquino – Jornalista, professor e escritor
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Dia dos Namorados: exames pré-nupciais ajudam casais a planejar o futuro com mais saúde e segurança
Com a chegada do Dia dos Namorados, muitos casais aproveitam o momento para celebrar a relação e fazer planos para o futuro. Para aqueles que estão pensando em casamento e na construção de uma família, o cuidado com a saúde é uma etapa importante dessa preparação. A realização de exames pré-nupciais funciona como um guia preventivo, ajudando a avaliar as condições gerais de saúde, verificar a compatibilidade sanguínea para evitar uma gravidez de risco, auxiliar no planejamento familiar e identificar precocemente Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).
Segundo a ginecologista do Sabin Diagnósticos e Saúde, Luciana de Paiva Nery Soares, a iniciativa é, acima de tudo, um ato de cuidado mútuo. “Essas avaliações ajudam a identificar possíveis alterações de saúde, permitindo até mesmo uma gestação mais segura e tranquila no futuro, caso seja o desejo do casal”, explica a especialista. Ela reforça ainda que os exames para detectar ISTs deveriam ser um passo inicial em qualquer relacionamento sexual.
Para apoiar os casais nessa jornada de prevenção e cuidado, a especialista destaca alguns exames importantes para fornecer um panorama detalhado da saúde de ambos. Entre os principais estão o hemograma completo, que auxilia na identificação de anemia, infecções e outras alterações sanguíneas e a tipagem sanguínea e fator Rh, fundamental para avaliar a compatibilidade sanguínea do casal e prevenir casos de eritroblastose fetal (Doença Hemolítica do Recém-Nascido) em futuras gestações.
As sorologias para ISTs, que incluem testes para HIV, sífilis e hepatites B e C, e exames de urina (EAS) e fezes, que ajudam na avaliação do sistema urinário e na detecção de parasitas ou infecções intestinais, também estão entre os mais importantes. A médica também menciona exames complementares, como eletrocardiograma, para avaliação cardíaca, e exames de imagem, como ultrassonografias pélvica e transvaginal, voltadas à análise dos órgãos internos e do sistema reprodutor.
“Além desses exames básicos, o médico pode solicitar outros testes tanto para homens quanto para mulheres, de acordo com o histórico clínico e familiar de cada paciente. Em alguns casos, também podem ser indicados exames de fertilidade, especialmente para mulheres com mais de 35 anos, já que tende a diminuir com a idade, ou para aquelas que já apresentam condições que podem impactar a fertilidade, como a endometriose”, finaliza Luciana.
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