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Política

Em Ponta Porã, Hashioka reforça parceria com lideranças e compromisso com o desenvolvimento do município

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Em mais uma agenda de visitas aos municípios sul-mato-grossenses, o deputado estadual Roberto Hashioka (Republicanos) esteve em Ponta Porã, na tarde desta quarta-feira, 29, para cumprir uma série de reuniões voltadas ao fortalecimento da parceria com as lideranças locais e ao alinhamento de ações em favor do desenvolvimento do município e da melhoria da qualidade de vida da população.

A primeira agenda foi na Câmara Municipal, onde o parlamentar foi recebido pelo vereador Marcelino Nunes (PP). Em seguida, Hashioka reuniu-se com o prefeito Eduardo Campos (PSDB), na Prefeitura de Ponta Porã. Nos dois encontros, foram debatidas demandas prioritárias do município e formas de ampliar a atuação conjunta entre o mandato parlamentar e o poder público local, buscando investimentos e soluções para atender às necessidades da população.

Com perfil municipalista, Hashioka tem percorrido os quatro cantos de Mato Grosso do Sul para estreitar o diálogo com prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e representantes de diversos segmentos. As visitas permitem ao deputado acompanhar de perto a realidade de cada município, ouvir reivindicações e construir, em parceria com as administrações locais, iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional.

Em Ponta Porã, esse compromisso também se traduz em investimentos destinados à saúde pública. Durante o atual mandato, o deputado assegurou R$ 300 mil em emendas parlamentares para o município, recursos destinados ao custeio de ações e serviços de saúde na atenção especializada. Desse total, R$ 100 mil foram liberados em 2024 e outros R$ 200 mil em 2026, fortalecendo o atendimento prestado à população ponta-poranense.

Para Hashioka, a aproximação permanente com os municípios é essencial para que o mandato permaneça conectado às necessidades da população. “Nosso compromisso é ouvir as lideranças locais, compreender as demandas de cada região e trabalhar em parceria para buscar soluções que promovam mais qualidade de vida e desenvolvimento para os sul-mato-grossenses”, destacou o parlamentar.

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Caráter, honra e dedicação’ reconhece Jair Bolsonaro sobre Marcos Pollon

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“Pelo seu caráter, honra e dedicação enquanto deputado federal”, escreveu Bolsonaro em carta escrita de próprio punho elogiando a atuação parlamentar de Pollon, que foi o único deputado a receber uma carta do presidente Bolsonaro.

Pollon destaca que a carta de Bolsonaro é um reconhecimento de honestidade, honra e atestado de que realizou um bom mandato. “Você ver que o presidente Bolsonaro acompanha de perto o seu trabalho, sabe de sua dedicação. É um atestado de que você fez um bom mandato. Fez um bom trabalho. Sua honestidade e honra é reconhecida”, destacou. A carta, amplamente divulgada, foi emoldurada e está em exibição no gabinete de Pollon.

Marcos Pollon teve seu mandato marcado pelo espírito combativo e pela produção legislativa, ganhando projeção nacional por seu trabalho na Câmara dos Deputados.

Pollon figurou entre os deputados mais produtivos do Congresso Nacional. O parlamentar apresentou 1.830 proposições legislativas ao longo do mandato.

 O deputado destinou emendas parlamentares individuais para todos os 79 municípios de Mato Grosso do Sul, ultrapassando R$ 115 milhões em recursos federais.

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Política

Gleycielli Guató propõe Fundo Nacional de Proteção do Pantanal com recursos permanentes para prevenção e recuperação ambiental

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A criação de um Fundo Nacional de Proteção do Pantanal é uma das propostas apresentadas pela candidata a deputada federal Gleycielli Nonato Guató (PSOL) para ampliar as políticas de preservação do bioma. A iniciativa prevê recursos permanentes para prevenção e combate a incêndios, formação e contratação de brigadistas, aquisição de equipamentos, monitoramento, pesquisa científica, recuperação de áreas atingidas e apoio às comunidades pantaneiras.

A proposta parte da necessidade de ampliar as ações antes, durante e depois dos períodos de incêndios. Para Gleycielli, a proteção do Pantanal precisa deixar de depender apenas de respostas emergenciais. “O Pantanal não pode continuar sendo lembrado pelo Brasil apenas quando está em chamas. Precisamos sair da lógica de agir somente depois da tragédia. O Pantanal precisa de recursos permanentes para prevenção, formação e contratação de brigadistas, equipamentos, monitoramento, pesquisa científica, recuperação das áreas atingidas e apoio às comunidades que vivem no território”.

A proposta também prevê a participação permanente das comunidades locais na proteção do território. Segundo Gleycielli, povos indígenas, ribeirinhos, pescadores, pequenos produtores e outros trabalhadores que vivem no Pantanal possuem conhecimentos fundamentais para as estratégias de prevenção e combate aos incêndios.

“Quem vive no Pantanal conhece o território de uma maneira que nenhum mapa consegue explicar completamente. Conhece os caminhos, as águas, a vegetação, os períodos de seca e os sinais da natureza. E os povos indígenas carregam conhecimentos ancestrais que precisam ser respeitados e incorporados às políticas públicas”.

Nesse modelo, as brigadas comunitárias seriam estruturadas com formação, equipamentos, remuneração, segurança e comunicação, em articulação com órgãos públicos e instituições de pesquisa. “Comunidade não é mão de obra barata para combater incêndio. É conhecimento, é trabalho e é protagonismo territorial”.

Proteção do Pantanal a partir do interior

A proposta também estabelece que a estrutura de prevenção e resposta deve chegar aos municípios e comunidades que estão diretamente no território. Entre as regiões citadas estão Coxim, Corumbá, Aquidauana, Miranda, Bonito e Porto Murtinho, considerando as características de cada localidade.

Gleycielli defende que a proteção do bioma esteja relacionada também à preservação da água, da biodiversidade, do trabalho, da cultura, do turismo e das atividades econômicas que dependem do Pantanal. “Proteger o Pantanal é proteger a vida. É proteger a água, a biodiversidade, o trabalho de quem vive do território, a cultura dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, o turismo, a pesca, a agricultura e tantas outras atividades que dependem desse bioma”.

Conforme a candidata, a preservação precisa ser tratada como uma política permanente, com planejamento, recursos e participação das populações que vivem no território. “Eu venho de um povo indígena do Pantanal. Para nós, o Pantanal não é simplesmente um lugar no mapa. É território, memória, ancestralidade e vida”.

A proposta busca, portanto, estruturar uma política que atue não apenas diante dos incêndios, mas também na prevenção, na recuperação ambiental e na valorização dos conhecimentos de quem vive no bioma.

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