Tecnologia
A revolução silenciosa da Inteligência Artificial no mercado de trabalho
A Inteligência Artificial vem moldando cada vez mais o futuro das profissões, muitas vezes sem que sequer percebamos, ao passo que ela cria ondas de mudança no mercado de trabalho, configurando uma verdadeira revolução silenciosa, comparável à Revolução Industrial.
De fato, a automação de tarefas manuais e analíticas traz novas oportunidades, desafios e debates que nos faz refletir como a IA irá afetar a longo prazo os empregos. Afinal, a questão principal não é se os cargos desaparecerão, mas sim como iremos nos adaptar e nos reinventar para atender às novas demandas como sociedade.
Particularmente acredito que a Inteligência Artificial não causará mais desemprego, nem substituirá as pessoas. Ela transformará o mercado de trabalho, exigindo novas formas de preparação e pensamento crítico. Isto trará mais posições e funções, claramente incluindo aquelas que exigem contato diário com a IA, por exemplo.
Logo, a capacidade criativa, o raciocínio por trás das ideias, o feeling e a habilidade de compreender as dores das pessoas será relevante para o atual contexto e, sobretudo, para o desenvolvimento das soluções.
O ChatGPT, por exemplo, embora capaz de responder a perguntas sobre os mais variados assuntos, solucionar problemas lógicos e fornecer soluções adequadas aos inputs que recebe por meio de mensagens com contexto, não consegue alcançar a acuracidade humana, especialmente quando se trata de criar itens novos.
Neste sentido, o futuro não é sobre perda, mas sim no que diz respeito à transformação e à adaptação do mercado de trabalho, uma vez que a IA já faz parte desta realidade. Hoje, o foco do debate social deve ser como nós, enquanto sociedade, vamos nos preparar para garantir que a transição seja inclusiva, sustentável e equitativa no ambiente profissional, a fim de evitarmos que desigualdades sejam potencializadas.
As organizações devem implementar estratégias e uma política robusta de governança de dados, que busque equilibrar, de forma responsável, a adoção e o incentivo ao uso da tecnologia com as melhores práticas de segurança.
Segundo uma pesquisa da Bain & Company sobre a adoção da IA, 85% dos executivos consideram a implementação da tecnologia prioritária em seu negócio nos próximos dois a quatro anos. O levantamento indicou ainda que quando os colaboradores têm acesso a algoritmos de Large Language Models (LLMs), em média, 15% das tarefas podem ser concluídas de forma muito mais rápida e com o mesmo nível de qualidade
Impulsionada pela capacidade de reduzir custos e aumentar a produtividade e a competitividade das empresas, a IA atingiu um ponto de inflexão entre os empreendedores, em que eles precisam compreender claramente que a tecnologia deve atuar como uma aliada, complementando nossas habilidades, sem substituir nossa capacidade de pensar e criar, afinal, sem a criatividade humana, a própria IA não existiria.
Portanto, embora a IA seja uma ferramenta poderosa, não devemos depender dela para todas as tarefas. A criatividade e o discernimento humanos permanecem insubstituíveis. Vivenciamos a vanguarda de uma era digital em que inovação e segurança caminham lado a lado, logo precisamos refletir sobre como usar a Inteligência Artificial de forma equilibrada, maximizando sempre seu potencial sem comprometer a integridade e a seguridade.

*Simone Viotto é head de Gente e Gestão do Grupo Safira. Administradora com MBA Executivo em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas e Liderança na USF, ela possui mais de 15 anos de experiência na área de gestão de pessoas.
Tecnologia
Mercado solar brasileiro avança com tecnologia que reduz dependência das concessionárias
Com capacidade instalada de 17.7MWp, Solarprime é uma das empresas que aposta em tecnologias de armazenamento e gestão energética
O Brasil segue entre os mercados mais promissores para energia solar e armazenamento em 2026. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar, é um dos países mais ensolarados, com a oportunidade de se tornar uma nação líder no setor. De acordo com a ANEEL, as fontes renováveis já representam 84,63% da matriz elétrica nacional, um dos maiores percentuais do mundo, (considerando as fontes eólica, solar e hídrica), e crescem os investimentos em tecnologias capazes de ampliar a eficiência energética, como sistemas de armazenamento e soluções inteligentes de gestão de energia. Diante desse cenário, empresas como a Solarprime, uma das maiores redes de franquias de energia solar do país, têm avançado no desenvolvimento de soluções voltadas ao armazenamento. Em parceria com fabricantes chineses, a empresa vem implementando sistemas baseados em baterias que reduzem a dependência das concessionárias de energia. Com capacidade instalada de 17.7MWp e atuação consolidada em diferentes regiões do país, a rede posiciona o armazenamento energético como um dos pilares estratégicos da sua oferta para os próximos anos.
Entre as tecnologias adotadas está o Battery Energy Storage System (BESS), voltado principalmente para clientes comerciais e industriais de alto consumo (C&I). Segundo Raphael Brito, Diretor Executivo da empresa, a tecnologia surge como uma alternativa estratégica para reduzir custos com energia, especialmente em regiões onde a variação tarifária pode ser significativa. “Esse sistema permite armazenar energia em horários de tarifa mais barata, fora do horário de pico, para utilização nos momentos em que o custo da eletricidade é mais elevado, podendo chegar a ser mais de seis vezes maior em alguns estados”, explica.
Nos últimos anos, essa opção energética deixou de ser apenas uma alternativa sustentável para se tornar uma estratégia de eficiência operacional e redução de custos. Se antes o foco estava principalmente na instalação de painéis fotovoltaicos para geração própria, o mercado agora evolui para soluções mais completas. São sistemas de monitoramento inteligente que fazem a integração entre diferentes fontes de energia, com tecnologias de armazenamento que permitem a utilização da eletricidade de forma estratégica, equilibrando consumo e tarifas.
O executivo afirma que esse mercado ainda se encontra em fase inicial no Brasil, mas que é apontado como o próximo grande ciclo de crescimento do setor. “Tivemos no mercado o primeiro momento marcado pela popularização da energia distribuída. Agora entramos em uma etapa impulsionada por tecnologias mais eficientes. Esse movimento amplia o uso da energia solar e de armazenamento não apenas como alternativa sustentável, mas como ferramenta estratégica de eficiência e competitividade para empresas que adotam essa alternativa”, afirma Brito.
Sobre a Solarprime
Fundada em 2014, é uma das maiores redes de franquias de energia solar do Brasil. Além da geração solar tradicional, oferece sistemas híbridos e soluções de armazenamento por baterias, voltadas aos segmentos comercial e industrial, que permitem acumular energia fora do horário de pico e ampliar a eficiência energética. Com uma estratégia focada em expansão sustentável, a rede estima R$100 milhões em faturamento em 2026.
Tecnologia
Você sabia que o sol que bate no seu telhado pode virar desconto na conta de luz?
Se o sol nasce todos os dias, por que não permitir que ele trabalhe a favor do seu bolso? Enquanto uma residência brasileira consome, em média, entre 10 e 15 kWh por dia, volume suficiente para manter geladeira, chuveiro, iluminação e eletrônicos em funcionamento, um sistema fotovoltaico residencial é capaz de gerar praticamente a mesma quantidade de energia diariamente. Na prática, isso significa que aquilo que antes representava despesa mensal pode ser compensado pela própria produção de energia, possibilitando uma redução de até 90% na conta de luz.
Com o aumento das tarifas energéticas, a energia solar deixou de ser tendência e se tornou estratégia financeira. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a geração solar cresceu 22,1% em janeiro na comparação anual, reforçando o avanço da fonte no país. Diante desse cenário, essa opção vem ganhando cada vez mais espaço nos lares e até mesmo nos negócios do país.
De acordo com Raphael Brito, Diretor Executivo da Solarprime, uma das maiores redes de franquias de energia solar do Brasil, a tecnologia permite que consumidores transformem um custo fixo em investimento de longo prazo. “Essa opção não é apenas uma escolha sustentável, ela representa previsibilidade financeira, autonomia energética e redução de despesas, tanto para famílias quanto para empresas”, afirma o executivo.
Abaixo, o profissional lista pontos positivos da adoção de sistemas fotovoltaicos:
Redução na conta de energia e proteção contra aumentos tarifários: Ao gerar a própria energia, o consumidor passa a depender menos da concessionária e reduz o valor pago mensalmente. Quando o sistema produz mais do que o consumo imediato, o excedente vira crédito energético, que pode ser utilizado para compensar contas futuras. Na prática, isso significa economia. Além disso, ter um sistema próprio diminui o impacto das bandeiras tarifárias e dos reajustes anuais, que costumam pesar no orçamento. O resultado é mais previsibilidade financeira, controle sobre os gastos e menos surpresas no fim do mês.
Valorização do imóvel: No mercado imobiliário, imóveis com sistema de geração solar instalado ganham diferencial competitivo, maior atratividade para venda ou locação e potencial de valorização, tornando-se mais modernos, econômicos e alinhados às novas demandas de sustentabilidade.
Eficiência para empresas: No setor comercial e industrial, a economia pode ser ainda mais estratégica. Sistemas híbridos e baterias permitem armazenar energia e utilizá-la nos horários de pico, quando a tarifa é mais alta, reduzindo custos operacionais e aumentando a competitividade do negócio. A energia deixa de ser apenas uma despesa e passa a ser parte da estratégia de eficiência da empresa.
Sobre a Solarprime
Fundada em 2014, é uma das maiores redes de franquias de energia solar do Brasil. Além da geração solar tradicional, oferece sistemas híbridos e soluções de armazenamento por baterias, voltadas aos segmentos comercial e industrial, que permitem acumular energia fora do horário de pico e ampliar a eficiência energética. Com uma estratégia focada em expansão sustentável, a rede estima R$100 milhões em faturamento em 2026
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