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Mato Grosso do Sul

Com apoio do Governo do Estado, Undokai une cultura e tradição em Campo Grande

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A comunidade japonesa de Campo Grande celebra hoje (7) o 36º Undokai, com apoio do Governo do Estado. A gincana esportiva familiar faz parte da tradição e da cultura nipônica e reúne a comunidade nikkey e simpatizantes de todas as idades. Mato Grosso do Sul, de acordo com o último levantamento do Consulado Geral do Japão – considerando o censo do IBGE 2010 -, possui aproximadamente 30 mil descendentes de japoneses, e com isso é a terceira maior colônia do Brasil.

O governador Eduardo Riedel, com a primeira-dama Mônica Riedel, participou da abertura do evento e da tradicional “corrida das autoridades”. “Estou orgulhoso em poder participar dessa iniciativa e dos projetos da colônia (nipo-brasileira), que tem uma enorme contribuição para a história e processo de formação do Mato Grosso do Sul. E a integração talvez tenha sido a palavra chave para o nosso sucesso, para o resultado que a gente conquistou enquanto território e a unidade de cultura e de pessoas. Essa integração é o caminho para avançarmos no desenvolvimento do nosso Estado”, disse Riedel.

Com previsão de reunir 3 mil pessoas na prática de esportes e lazer, o evento também contou com a presença dos secretários Pedro Caravina (Segov), Marcelo Miranda Setescc) e Patrícia Cozzolino (Sead). Junto com o governador e a primeira-dama, os secretários participaram de alguns dos tradicionais jogos do Undokai, entre eles a “Corrida das autoridades”.

“A comunidade nipo é uma grande referência para nossa sociedade. E hoje todos se misturam na celebração da cultura oriental”, disse o deputado federal Beto Pereira, que também participou da festa.

O presidente da AECNB (Associação Esportiva e Cultural Nipo Brasileira), que organiza o evento, Nilson Aguena, destacou a importância da parceria com o Estado, fundamental para a valorização da cultura. “A comunidade e os voluntários contribuem para realização do Undokai. E graças às autoridades e ajuda do Governo foi possível fazer esse evento grandioso”.

O Undokai é realizado uma vez por ano, e tem o apoio do Governo do Estado, por intermédio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul).

A gincana surgiu no Japão por volta de 1880. “Undô” significa esporte e movimento, e “kai” reunião, em japonês. Porém, a melhor tradução para Undokai é gincana esportiva familiar.

Comunidade Nipônica

Campo Grande é uma das cidades brasileiras que mais recebeu imigrantes japoneses desde a chegada do navio Kasato-Maru, em 1908. A Associação Nipo Brasileira estima que mais de cinco mil famílias de descendência japonesa vivem atualmente na Capital, sendo que a maioria segue as tradições de seus antepassados, mesmo que de forma adaptada. As festas como o Undokai e o Bon Odori são exemplos dessa preservação da identidade cultural.

O evento tem entrada gratuita, durante todo o domingo serão realizadas em torno de 20 brincadeiras esportivas e comercializadas comidas típicas do Japão e da culinária sul-mato-grossense. A festividade une várias gerações de japoneses e descendentes. Nesta edição a disputa inclui corridas, pesca peixe e garrafas, caça ao tesouro, cabo de guerra e bola ao cesto.

Natalia Yahn e Ludyney Moura, Comunicação Governo de MS

Fotos: Bruno Rezende

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas

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Único hospital público do Centro-Oeste com MALDI-TOF, o hospital identifica bactérias e fungos em menos de 24 horas — revolucionando o tratamento de infecções graves

Com investimento contínuo no parque tecnológico, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo na qualidade do atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). O Laboratório de Análises Clínicas da unidade passou a contar com o MALDI-TOF — técnica avançada de espectrometria de massa que identifica microrganismos como bactérias e fungos com alta velocidade e precisão. O HRMS é o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia.

Se antes a identificação de bactérias e fungos levava até cinco dias, agora o diagnóstico microbiano pode ser liberado em menos de 24 horas. Na prática, isso significa que o paciente inicia o tratamento adequado mais rápido e, com isso, pode até receber alta mais cedo.

Segundo a bióloga Eliane Borges de Almeida, gerente e responsável técnica do laboratório, a grande inovação está na velocidade. “Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência”, explica.

Ela destaca ainda o impacto no uso de medicamentos: com a identificação imediata do agente causador da infecção, a equipe médica pode prescrever o antibiótico exato logo no início do tratamento. Isso evita o uso de medicamentos de amplo espectro desnecessários, combatendo a resistência bacteriana.

Os benefícios vão além do paciente individual. A diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini, ressalta o impacto no sistema como um todo. “Quando o paciente recebe o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, sua recuperação é mais rápida e segura. Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica.

Na prática, a redução no tempo de internação permite que mais pacientes sejam atendidos pela unidade, otimizando a fila do SUS.

Patrícia Belarmino, Comunicação HRMS
Fotos: Patrícia Belarmino

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Motor novo, horizonte aberto: como a Agraer mudou a vida de uma família na Serra do Amolar

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Na borda mais isolada do Pantanal sul-mato-grossense, a Serra do Amolar se ergue como um recorte de resistência. Ali, o acesso não se mede em quilômetros, mas em horas de navegação. Não há estrada e quem chega, chega pelas águas – ou pelo céu. Para a maioria, a rodovia é o rio.

Entre as pessoas que vivem ali está a família de Edilaine Nogales de Arruda, pescadora profissional e moradora da região. Até então, a burocracia era uma barreira concreta: a distância da cidade tornava quase impossível a emissão de documentos essenciais para acessar políticas públicas.

“Como nós somos ribeirinhos, temos o privilégio de sermos pescadores profissionais. Sou filiada a uma colônia, e por meio dela me orientaram sobre o CAF (Cadastro da Agricultura Familiar). Para termos a possibilidade de investimento, melhorar os equipamentos de pesca, motor e ter os benefícios’’, afirma.

O problema é que dificilmente a família se deslocava até Corumbá, município mais próximo. Foi então que ano passado a Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) entrou na jogada por meio da 10ª Expedição Pantanal, organizada pela PMA (Polícia Militar Ambiental). Na ocasião, o extensionista Isaque Pécora de Andrade passou vários dias embarcado e voltou com 45 novos CAFs na bagagem.

Na vida de Edilaine, o serviço abriu a possibilidade do financiamento via Pronaf B de um motor para o barco da família. “Antes da melhoria, o pescado muitas vezes não passava da porta de casa. A venda dependia de quem chegasse. Agora conseguimos transportar o nosso produto. Só nos trouxe melhoria.”

Além disso, o equipamento também encurtou o tempo. E, no Pantanal, isso é expandir o mundo. Corumbá, que antes consumia um dia inteiro de deslocamento, passou a caber em menos horas. O que era exceção virou possibilidade.

‘’Melhorou muito a nossa logística. Agora em caso de uma emergência, consigo chegar mais rápido com minha família até a cidade’’, diz Edilaine.

Não se trata apenas de velocidade. Trata-se de autonomia. De poder escolher quando ir, para onde ir, a quem vender. De transformar o rio — antes obstáculo — em caminho de escoamento e renda.

A presença da Agraer na expedição não levou soluções prontas; levou acesso a direitos. Em territórios como o da Serra do Amolar, políticas públicas não chegam por inércia. Precisam ir — com planejamento, parceria e disposição para atravessar distâncias reais.

E no fim, a história de Edilaine não é sobre um motor. É sobre o que ele move: dignidade, renda e a possibilidade de ficar — por escolha, não por falta de opção. No coração do Pantanal, onde tudo parece longe, um documento aproximou o futuro.

A Agraer está presente em todos os municípios de Mato Grosso do Sul e segue ao lado de quem faz o campo acontecer. A instituição mantém o compromisso de fortalecer práticas sustentáveis, unindo conhecimento, tecnologia e tradição para que cada propriedade avance com equilíbrio e rentabilidade.

Produtores que desejam iniciar e aprimorar alguma atividade, ou agregar valor à produção, podem procurar um de nossos escritórios e conversar com nossos extensionistas.

Ricardo Campos Jr. e Brennon Quintino, Comunicação Agraer
Foto de capa: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo
Internas: Agraer

Fonte: Governo MS

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