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Mato Grosso do Sul

Governo de MS atua para garantir segurança alimentar e atendimento social à população

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Com efetiva ação na área da assistência social, o Governo do Estado atua para garantir segurança alimentar e atendimento à população hipossuficiente em Mato Grosso do Sul.

Uma das frentes de trabalho, por meio da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), garante a distribuição mensal de aproximadamente 20 mil cestas alimentares para a população indígena. Cada cesta tem em torno de 25 kg com total de 21 itens, entre eles arroz, feijão e carne, e são entregues em 86 aldeias de 55 municípios.

Esta é uma das políticas públicas desenvolvidas, aliada a outros programas de inclusão e geração de emprego e renda, que contribui para que o Estado tenha a 3ª menor taxa de pobreza extrema do Brasil. O cálculo, feito pelo IJSN (Instituto Jones dos Santos Neves), foi divulgado em maio deste ano, obtido a partir da PNAD/IBGE (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), sobre rendimento de todas as fontes do ano de 2022.

“Segurança alimentar é fundamental para uma família. Quando colocamos em prática programas como o Mais Social e mantemos os recursos de repasses aos municípios, como uma política consistente, estamos garantindo mais condições, tanto de forma direta como indireta, para que nossas famílias sul-mato-grossense continuem com o acesso ao alimento diário”, disse Patrícia Cozzolino, secretária de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos.

Mato Grosso do Sul está entre os estados brasileiros com menores índices de pobreza. No caso da extrema pobreza, é a 3ª menor taxa (2,8%) – menos da metade da média nacional (6,4%). Apenas Distrito Federal (2%) e Santa Catarina (1,9%) obtiveram resultado melhor.

Considerando a taxa de pobreza, Mato Grosso do Sul (23%) também fica bem abaixo da média nacional (33%), com o 6° menor índice do Brasil. Para o cálculo das taxas, foram consideradas as linhas de pobreza e extrema pobreza estabelecidas pelo Banco Mundial, ou seja, US$ 6,85 per capita/dia e US$ 2,15 per capita/dia, respectivamente.

Casada e mãe de um bebê de 1 ano na aldeia Panambi, Eliene Severino, 37 anos, contou em uma das entregas, que a cesta enviada pelo Governo do Estado faz a diferença no dia a dia da família. “É muito importante para nós aqui da aldeia. Ajuda muito”, disse a dona de casa que planeja – em um futuro próximo – voltar a estudar e fazer faculdade de Psicologia.

Ainda para 2023, mais de 20 mil unidades de cobertores serão adquiridos e distribuídos pelo Governo do Estado especificamente para a população indígena aldeada e que recebe a cesta de alimentos do programa de segurança alimentar.

Ao assumir o comando da gestão estadual, o governador Eduardo Riedel colocou como um dos grandes desafios o combate à pobreza por meio da inclusão. “É nosso dever assistir os mais vulneráveis, sem, no entanto, compactuar com a eternização da pobreza extrema. Nosso grande desafio sempre será incluir à vida produtiva, a cidadania plena, os que estão à margem da nossa sociedade organizada”.

Além dos programas sociais, a desoneração de tributos pelo Governo de Mato Grosso do Sul também chegou à população mais carente. Lançado em maio pelo governador Eduardo Riedel, o pacote de redução e isenção de tributos incluiu vinagre, farinha de mandioca, erva-mate do tereré, sabonete, farinha de milho e fubá na lista dos itens da cesta básica com redução da carga tributária de ICMS, se igualando a arroz e feijão. A redução foi de 58%.

Repasses

Para levar atendimento a quem mais precisa, o Governo de Mato Grosso do Sul vai repassar, por meio de transferência direta, R$ 24 milhões aos FMAs (Fundos Municipais de Assistência Social) em 2023 – um aumento de mais de 9% em relação ao ano passado.

Os repasses já acontecem a cada mês, e nos municípios de MS os recursos garantem o funcionamento de serviços que atendem diretamente a população, como instituições de longa permanência para idosos, e projetos voltados ao atendimento de crianças e adolescentes.

Para a presidente do Coegemas-MS (Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social do Estado), Rosane Mocceline, o reajuste acima da inflação na transferência de recursos em 2023 é uma grande demonstração de compromisso do Governo do Estado.

“Esses recursos são fundamentais para os nossos municípios, pois são poucos estados da federação que tem essa prática de repasse via fundo. Isso demonstra um compromisso com a área da assistência social e valorização da política. Ainda podemos falar da flexibilidade dos recursos quando no município, que com o amparo dos Conselhos Municipais de Assistência Social (CMAS) são debatidos e destinados com o melhor uso local”, destacou a presidente, que também é secretária municipal de assistência social no município de São Gabriel do Oeste.

Os recursos do cofinanciamento do Feas (Fundo Estadual de Assistência Social) poderão também ser investidos em despesas de custeio e investimento.

Em Mato Grosso do Sul, a rede socioassistencial possui 132 Cras (Centros de Referência de Assistência Social), 75 Creas (Centros de Referência Especializado de Assistência Social), cinco Centros POP (Centros de Atendimento à População em Situação de Rua), 162 unidades de Acolhimento, 202 Centros de Convivência, 69 Centros Dia e similares, 20 Famílias Acolhedoras e 17 Postos de Cadastramento CadÚnico.

O Governo do Estado também tem ações para expandir e fortalecer o atendimento e os benefícios sociais para a população hipossuficiente, por meio de constante monitoramento e cadastramento no programa “Mais Social”, que garante auxílio financeiro às famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar e nutricional. Atualmente são beneficiadas 92 mil famílias com valor mensal de R$ 300.

Leomar Rosa, SEAD e Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS

Fotos: SEAD

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Fim da espera: Governo de MS lança 1ª licitação de obra que levará água às aldeias de Dourados

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Projeto destinará R$ 50 milhões para resolver problema histórico na maior aldeia urbana do país, contemplando projeção de crescimento até 2033

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), lançou nesta segunda-feira (18) dois avisos de licitação que marcam o início de uma solução definitiva para a questão da segurança hídrica na reserva indígena de Dourados.

Os editais preveem a perfuração de poços nas aldeias Jaguapiru e Bororó e são o início da implantação do projeto, cujo contrato foi assinado em janeiro de 2026, que contempla investimentos de R$ 50 milhões para levar água tratada diretamente para dentro das casas das duas comunidades, beneficiando quase 30 mil pessoas.

O vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, destaca a expectativa diante do início efetivo da implantação deste projeto. “Levar água de qualidade às aldeias é reduzir desigualdades, promover cidadania e reafirmar que desenvolvimento só faz sentido quando alcança quem mais precisa”, afirmou.

Segundo Barbosinha, o investimento em saneamento básico é uma das formas mais eficazes de promover saúde, dignidade e desenvolvimento social, especialmente em territórios que, por décadas, aguardaram por políticas públicas estruturantes.

“Esse é um esforço que envolve diálogo constante com o governo federal, não só na área de saneamento, mas também em habitação, pavimentação e infraestrutura. Temos casas sendo construídas nas aldeias e uma atuação institucional próxima e produtiva. O nosso objetivo é garantir que a água potável chegue a todas as residências indígenas, com segurança, dignidade e respeito às comunidades”, completou.

Contrato para implantação dos sistemas de abastecimento de água nas aldeias indígenas Jaguapiru e Bororó foi assinado em janeiro

Os dois avisos de licitação foram publicados no Diário Oficial do Estado (DOE), com abertura marcadas para o dia 3 de junho. O investimento será de R$ 4,49 milhões em cada um, com recursos do Ministério dos Povos Indígenas, por meio de repasses da Caixa Econômica Federal. A execução da obra ficará sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog).

Cada contrato está dividido em duas frentes: uma para a perfuração dos poços e outra para a implantação da rede de distribuição de água. As próximas etapas do projeto já estão em análise na Caixa e devem ser anunciadas em breve.

O projeto foi elaborado integralmente pela Sanesul. As obras não se limitam à captação: incluem também reservatórios, adutoras e toda a estrutura necessária para que o abastecimento seja contínuo e confiável, algo que a população indígena nunca teve. É a garantia à população indígena de que a água chegue com qualidade e regularidade a cada família.

Saúde e segurança hídrica

Mais do que uma obra de engenharia, o projeto elaborado pela Sanesul representa um avanço estrutural em saúde pública, dignidade e qualidade de vida para centenas de famílias. As intervenções foram planejadas para atender o crescimento demográfico das aldeias até 2033 e garantir regularidade, segurança e eficiência no fornecimento de água tratada.

Projeto elaborado pela Sanesul prevê regularidade, segurança e eficiência no fornecimento de água tratada na reserva indígena

Para o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, a obra representa um marco na execução de políticas públicas para os povos originários.

“Estamos falando de um projeto completo, que vai da perfuração dos poços à distribuição nas casas. É uma estrutura que garante água de qualidade, com pressão e continuidade. Mas, mais do que isso, é dignidade voltando para quem nunca teve acesso a um direito tão básico. Ver essa obra saindo do papel é saber que estamos mudando a vida de milhares de famílias”, destacou o secretário.

O secretário de Estado de Cidadania, José Francisco Sarmento Nogueira, destaca que este é mais um passo concreto para enfrentar uma demanda histórica das comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul.

“Estamos falando de um investimento essencial para garantir acesso à água potável, promovendo saúde, dignidade e qualidade de vida para milhares de famílias indígenas. Essa é uma ação de compromisso social, de respeito aos direitos fundamentais e de fortalecimento do olhar atento do Governo do Estado para as necessidades das comunidades indígenas”, afirmou.

Desde o ano passado, o Governo do Estado vem atuando de forma emergencial para atender às famílias que sofrem com a falta de água. Além de manter o abastecimento dos reservatórios com caminhões-pipa, por meio da Sanesul, as moradias que estão com o fornecimento interrompido recebem água conforme a necessidade, garantindo que nenhuma casa fique desabastecida.

O trabalho local é realizado pela Defesa Civil, que vai em cada casa com o apoio dos agentes indígenas de saneamento. Também foram perfurados dois poços, um em cada aldeia, com a instalação dos respectivos reservatórios.

Enquanto o projeto é executado, famílias que precisam recebem água em casa para evitar desabastecimento

O diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, reforça que este é um importante passo para a solução do desafio enfrentado pelas comunidades. “Por determinação do governador Eduardo Riedel, a Sanesul está colaborando diretamente com o processo. Além de participar ativamente das discussões, fizemos todo o estudo técnico e os projetos das obras. Serão investimentos importantes para a comunidade indígena e toda a região”, avaliou.

A expectativa agora é que, com o avanço das obras ainda neste semestre, a água potável torne-se parte do dia-a-dia para as famílias que vivem na reserva indígena.

“Para Dourados e para Mato Grosso do Sul, esse início de licitação representa reparação, inclusão e a construção de um futuro mais justo para as comunidades indígenas da Jaguapiru e Bororó, com respeito à sua história, cultura e direitos”, finaliza o vice-governador.

Ana Paula Amaral, Comunicação Vice-governadoria
Fotos de capa: Saul Schramm/Secom-MS
Galeria 1: Bruno Chaves/Secom/Arquivo
Galerias 2 e 3: Saul Schramm/Secom/Arquivo

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Aluno formado pelo Voucher Desenvolvedor recebe reconhecimento da Nasa após identificar falha crítica

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A formação técnica aliada à prática, inovação e resolução de problemas colocou um aluno do Senac MS no radar da Nasa. Aos 18 anos, o estudante Carlos Eduardo da Paixão Borges recebeu reconhecimento oficial da agência espacial norte-americana após identificar e reportar uma vulnerabilidade crítica em um sistema digital da instituição, feito que reforça o papel da educação profissional na formação de talentos preparados para os desafios reais do mercado de tecnologia.

Ex-aluno do curso Técnico em Desenvolvimento de Sistemas do Senac Hub Academy, por meio do programa Voucher Desenvolvedor, Carlos Eduardo recebeu uma “Letter of Appreciation” da Nasa após detectar uma falha de segurança considerada crítica, capaz de permitir execução remota de código e acesso total ao servidor.

A vulnerabilidade foi validada pela agência espacial, corrigida a partir das recomendações apresentadas pelo estudante e classificada como prioridade máxima dentro da política de segurança da instituição.

O Programa Voucher Desenvolvedor é fruto de uma parceria do Senac com o Governo do Estado, por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e da SED/MS (Secretaria de Estado de Educação).

A formação tem carga horária de 1.200 horas voltada à preparação de profissionais para uma das áreas com maior demanda do mercado. Atualmente, o programa contempla vagas em Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Corumbá e Três Lagoas.

Para o secretário Artur Falcette, da Semadesc, o resultado alcançado por Carlos Eduardo demonstra como a política estadual de inovação tem buscado conectar formação profissional, mercado e soluções reais para a sociedade.

“O Voucher Desenvolvedor foi pensado justamente para atender uma demanda crescente por profissionais de tecnologia, em um cenário em que a computação, a inteligência de dados e a transformação digital criam novas oportunidades e um enorme potencial de absorção de mão de obra qualificada. O reconhecimento recebido pelo Carlos Eduardo mostra que Mato Grosso do Sul está formando talentos preparados para atuar em nível global”, afirmou.

O secretário destacou ainda que o programa vai além da qualificação técnica e estimula os alunos a desenvolverem soluções aplicadas aos desafios do cotidiano.

“Os desafios de inovação trabalhados dentro do programa já ajudaram a desenvolver soluções para problemas reais, como jogos educativos de combate à dengue, melhorias no atendimento do Samu, otimização de escalas de colaboradores em supermercados e melhor aproveitamento de salas cirúrgicas. Essa é uma diretriz clara da nossa política de inovação: conectar conhecimento, tecnologia e soluções práticas para a sociedade e para o mercado”, completou.

Mais do que uma conquista individual, o reconhecimento internacional evidencia como ambientes educacionais conectados às demandas do setor tecnológico conseguem desenvolver competências práticas, pensamento analítico e capacidade de solucionar problemas complexos desde cedo.

O secretário-executivo de Qualificação Profissional e Trabalho da Semadesc, Esaú Aguiar, ressaltou que “a conquista do Carlos Eduardo, além de ser um grande feito individual, é prova concreta de que a qualificação profissional de qualidade, quando alinhada às demandas reais do mercado, produz talentos com capacidade de competir e se destacar em qualquer lugar do mundo. Temos defendido que a política estadual de formação técnica não pode se limitar a entregar certificados. Ela precisa gerar empregabilidade, renda e oportunidades reais de inserção profissional. O Voucher Desenvolvedor foi desenhado com esse propósito: formar profissionais prontos para ocupar as vagas de alta demanda que o setor de tecnologia oferece, num momento em que Mato Grosso do Sul avança em sua diversificação econômica e atrai novos investimentos”.

O resultado obtido por Carlos Eduardo reforça o potencial transformador da formação tecnológica quando associada à inovação aplicada, avalia o secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, Ricardo Senna.

“O Voucher Desenvolvedor tem mostrado que é possível despertar talentos e criar oportunidades concretas para jovens sul-mato-grossenses dentro da nova economia digital. O caso do Carlos Eduardo simboliza exatamente isso: um estudante que encontrou, por meio da formação recebida e do estímulo à inovação, condições para desenvolver competências altamente avançadas e alcançar reconhecimento internacional”.

Formação com certificação internacional

O Senac Hub Academy, onde Carlos Eduardo se formou, integra o grupo de instituições reconhecidas como Microsoft Showcase School, certificação internacional voltada a escolas que utilizam metodologias inovadoras, ferramentas digitais e práticas alinhadas ao ecossistema global de tecnologia. Durante quase dois anos de formação técnica, o estudante teve contato com desenvolvimento web, mobile e desktop, lógica de programação, projetos integradores, trabalho em equipe e experiências voltadas à construção de soluções reais para o mercado.

“O Senac Hub Academy foi o verdadeiro divisor de águas na minha trajetória profissional e pessoal, funcionando como o ponto de partida para tudo o que conquistei até agora. Antes de ingressar no programa Voucher Desenvolvedor, a tecnologia era uma paixão, mas eu ainda não possuía a visão estratégica para transformá-la em carreira. Foi ali que aprendi a ir além da escrita de código e a desenvolver uma mentalidade voltada para a resolução de problemas reais”, afirmou Carlos Eduardo.

Segundo o coordenador da Faculdade de Análise e Desenvolvimento de Sistemas e professor dos cursos técnicos do Senac, Ederson Roberto da Costa, a formação técnica permite que os alunos tenham contato com situações reais do mercado desde cedo, desenvolvendo não apenas habilidades técnicas, mas também competências comportamentais importantes para a área de tecnologia.

“Durante o curso técnico eles aprendem lógica, desenvolvimento web, mobile, desktop, trabalho em equipe e solução de conflitos por meio dos projetos integradores. O Carlos participou do programa de análise de vulnerabilidades da Nasa por iniciativa própria, identificou a falha e recebeu essa carta de agradecimento, que possui um valor muito importante para o currículo e para o mercado de tecnologia”, destacou o professor.

Carlos Eduardo conta que conciliou estágio, duas graduações simultâneas (Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Defesa Cibernética) e madrugadas de estudo até encontrar a vulnerabilidade em um dos repositórios públicos disponibilizados pela Nasa para pesquisadores independentes.

A política de divulgação de vulnerabilidades da agência espacial prevê reconhecimento oficial apenas para falhas validadas e classificadas entre os níveis mais críticos de segurança.

Para o estudante, a experiência também serve de incentivo para outros jovens que desejam ingressar na área de tecnologia. “O estudo não deve ser visto como um fardo, mas como a única ferramenta capaz de encurtar a distância entre Campo Grande e o topo do mundo. O conhecimento é o diferencial que ninguém pode tirar de você e cada hora de dedicação é um investimento na versão de você mesmo capaz de realizar o que hoje parece impossível”, ressaltou Carlos Eduardo.

Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc
*com Senac/MS

Fonte: Governo MS

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