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Lúcio Mauro, ator e comediante, morre no Rio aos 92 anos
O ator e comediante Lúcio Mauro morreu no fim da noite deste sábado (11), aos 92 anos, no Rio de Janeiro, informou seu filho, o também ator Lúcio Mauro Filho. Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio, havia cerca de dois meses, com problemas respiratórios.
Lúcio Mauro Filho homenageou o pai ao postar um texto em uma rede social. Ele escreveu que o pai teve uma vida linda, foi pioneiro, teve carreira vitoriosa e o influenciou. Leia o texto na íntegra.
Não há ainda informações sobre velório e sepultamento do ator.

Lúcio Mauro como Aldemar Vigário em ‘Escolinha do Professor Raimundo’. Mauro participou do programa de 1990 a 1994 — Foto: Acervo TV Globo
Lúcio Mauro como Aldemar Vigário em ‘Escolinha do Professor Raimundo’. Mauro participou do programa de 1990 a 1994 — Foto: Acervo TV Globo
Em março, Lúcio Mauro completou 92 anos, e seu filho, Lúcio Mauro Filho, compartilhou uma foto para festejar a data. Na imagem, Lúcio Mauro aparece com filhos, a nora, Cíntia Oliveira, e os netos, Liz, Bento e Luiza.
“Só foi possível graças a sua força, e também ao amor incondicional que sentimos por ti. Hoje comemoras os seus 92 anos. Comemoramos a sua existência e a nossa sorte de carregar seu sangue. Feliz Aniversário, meu pai! Juntos sempre!”, postou em uma rede social na ocasião.
Lúcio de Barros Barbalho, mais conhecido como Lúcio Mauro, nasceu em Belém do Pará, no dia 14 de março de 1927. Estreou na Globo em 1966.
O ator integrou o elenco de alguns dos principais programas de humor da emissora, como “Chico City” (1973), “Os Trapalhões” (1989) e “Escolinha do Professor Raimundo” (1990).
Lúcio Mauro participou da criação, dirigiu e atuou em outras dezenas de programas de humor na televisão, com destaque para “Balança Mas Não Cai (1968), com releituras de quadros de sucesso da Rádio Nacional nos anos 1950.
Estreia na Globo
Em 1966, Lúcio Mauro estreou na Globo, no humorístico “TV0–TV1”, ao lado de Jô Soares, Agildo Ribeiro, Paulo Silvino e outros, sob direção de Augusto César Vannucci.
Dois anos depois, criou e dirigiu na Globo o humorístico “Balança Mas Não Cai” (1968), escrito por Max Nunes e Haroldo Barbosa, e transmitido, ao vivo, até 1971.
O programa tinha o quadro Ofélia e Fernandinho, estrelado por Lúcio e Sônia Mamede (1936-1990).
Já no programa de variedades “Alô Brasil, Aquele Abraço” (1969), o comediante protagonizou um dos momentos mais inusitados de sua vida: um dos apresentadores das atrações regionais, como representante da Região Norte, ficou em último lugar em uma das competições e recebeu como castigo lavar a cabeça da estátua do Cristo Redentor.
Outros papéis
Trabalhou no musical “Viva a Revista!” (1969) e foi ator e diretor do programa de humor “Uau, a Companhia” (1972). Quando “Balança Mas Não Cai” foi para a TV Tupi, nos anos 1970, ele acompanhou os colegas do programa e deixou a Globo por um tempo.
Voltou para integrar o elenco de “Chico City” no fim da década. Ficou marcado como o diretor do ator canastrão Alberto Roberto, interpretado por Chico Anysio. Em seguida, voltou a dirigir e atuar na nova versão de “Balança Mas Não Cai” (1982) na Globo, sendo também diretor de “A Festa é Nossa”, semanal que tinha como cenário fixo a cobertura de Ofélia e Fernandinho.
Ainda na década de 1980, Lúcio Mauro participou de “Chico Anysio Show” (1982) e “Os Trapalhões” (1989), revivendo com Nádia Maria a dupla Fernandinho e Ofélia. Em 1983, interpretou o médium Chico Xavier no “Caso Verdade Chico Xavier, um Infinito Amor”. Em 1988, fez uma participação na minissérie “O Pagador de Promessas”, de Dias Gomes, como Dr. Quindim.
Na década de 1990, viveu Aldemar Vigário, da “Escolinha do Professor Raimundo”, sempre bajulando o professor interpretado por Chico Anysio. Trabalhou em um episódio de “Você Decide” (1992), foi do elenco de “Malhação” (1995), atuando como Dr. Palhares, pai do Mocotó (André Marques), e atuou na novela infantil “Caça-Talentos” (1996), com Angélica.
Em seguida, integrou o elenco de “Chico Total” (1996). Em 1998, encarnou o bicheiro mafioso Neca do Abaeté na minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, escrita por Dias Gomes com base no romance de Jorge Amado. Viveu o advogado Nonato na segunda versão da novela “Pecado Capital”, de Glória Perez com base no original de Janete Clair; atuou em um episódio de “Sai de Baixo”; e participou em “Meu Bem Querer”, de Ricardo Linhares.
A partir de 1999, Lúcio Mauro retomou personagens em “Zorra Total”. Refez o quadro Fernandinho e Ofélia, desta vez com Claudia Rodrigues. Também integrava o elenco do programa seu filho, o ator Lúcio Mauro Filho. Em março de 2001, o humorista voltou à nova temporada da “Escolinha do Professor Raimundo”, vivendo o popular Aldemar Vigário.
Nesta década, participou de “Os Normais”, “A Grande Família”, “A Diarista”, “Sob Nova Direção”, “Programa Novo”, “Faça a Sua História” e “Zorra Total”. Neste último, em 2012, viveu o personagem Ataliba, um vovô surfista, amigo de Gumercindo (José Santa Cruz), um senhor skatista. Os dois tentavam conquistar moças no vagão do Metrô Zorra Total. A dupla reviveu a parceria da estreia de Lúcio Mauro em humor na TV, em 1960.
Em 2007, participou de “Paraíso Tropical”, de Gilberto Braga, como Veloso. Em 2008, esteve na série “Casos e Acasos” e na novela “A Favorita”, de João Emanuel de Carneiro, no papel de Sabiá. No remake de “Gabriela” (2012), viveu Eustáquio. No penúltimo episódio de “A Grande Família” (2014), Lúcio Mauro interpretou Rui, um amigo de Agostinho Carrara (Pedro Cardoso).
Sua filmografia tem “Terra sem Deus” (1963), de José Carlos Burle; “007 ½ no carnaval” (1966), de Victor Lima; “Redentor” (2004), de Claudio Torres; “Cleópatra” (2008), de Júlio Bressane; e “Muita Calma Nessa Hora” (2010), de Felipe Joffily.
Em 2008, o humorista estreou a peça “Lúcio 80-30”, dividindo o palco com Lúcio Mauro Filho, autor e diretor do espetáculo, e com outros dois filhos, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho.
Por G1
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Simone Zuccolotto e Gabriel Leone comandam a transmissão ao vivo do Prêmio Grande Otelo no Canal Brasil
Nesta quarta-feira (30/07), a partir das 20h50, o Canal Brasil transmite ao vivo para todo o país a 24ª edição do Prêmio Grande Otelo. Neste ano, Simone Zuccolotto comanda a apresentação da cerimônia ao lado de Gabriel Leone, que levará ao público análises e destaques da premiação. Essa é a primeira vez que o ator se junta ao time do Canal Brasil para comentar o evento. A transmissão começa com os repórteres Maria Clara Senra e Kiko Mollica contando tudo o que acontece antes da cerimônia, direto do tapete vermelho.
O Canal Brasil marca presença expressiva na 24ª edição do Prêmio Grande Otelo com um total de 63 indicações distribuídas entre dez coproduções, 11 licenciamentos e uma série, selecionados como finalistas. Entre os destaques, o longa-metragem “Malu”, de Pedro Freire, recebeu 12 indicações, incluindo Melhor Longa-Metragem Ficção, Melhor Atriz (Yara de Novaes) e duas indicações na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (Carol Duarte e Juliana Carneiro da Cunha). “Oeste Outra Vez”, de Érico Rassi, tem nove indicações, entre elas Melhor Direção, Melhor Ator (Ângelo Antônio) e Melhor Roteiro Original, além de duas indicações para Melhor Ator Coadjuvante (Antonio Pitanga e Babu Santana).
A cerimônia de premiação acontece na Cidade das Artes Bibi Ferreira, no Rio de Janeiro.
Confira a lista completa abaixo:
COPRODUÇÕES FINALISTAS:
MALU (PEDRO FREIRE) – 12 INDICAÇÕES
Melhor longa-metragem Ficção – TATIANA LEITE por Bubbles Project; SABRINA GARCIA, LEO RIBEIRO e ROBERTO BERLINER por TvZero
Melhor primeira direção de longa-metragem – PEDRO FREIRE
Melhor atriz de longa-metragem – YARA DE NOVAES como Malu
Melhor atriz coadjuvante de longa-metragem – CAROL DUARTE como Joana
Melhor atriz coadjuvante de longa-metragem – JULIANA CARNEIRO DA CUNHA como Dona Lili
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – ÁTILA BEE como Tibira
Melhor direção de fotografia – MAURO PINHEIRO JR., ABC
Melhor roteiro original – PEDRO FREIRE
Melhor direção de arte – ELSA ROMERO
Melhor maquiagem – MARCOS FREIRE
Melhor montagem – MARILIA MORAES, EDT
Melhor som – MARCEL COSTA e DANIEL TURINI
OESTE OUTRA VEZ (ÉRICO RASSI) – 9 indicações
Melhor direção – ÉRICO RASSI
Melhor ator de longa-metragem – ÂNGELO ANTÔNIO como Totó
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – ANTONIO PITANGA como Ermitão
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – BABU SANTANA como Durval
Melhor direção de fotografia – ANDRÉ CARVALHEIRA, ABC
Melhor roteiro original – ÉRICO RASSI
Melhor direção de arte – CAROL TANAJURA
Melhor maquiagem – ANA PIERONI
Melhor trilha sonora – GUILHERME GARBATO
BABY (MARCELO CAETANO) – 8 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – IVAN MELO por Cup Filmes; MARCELO CAETANO por Desbun Filmes e BETO TIBIRIÇÁ por Plateau Produções
Melhor direção – MARCELO CAETANO
Melhor ator de longa-metragem – JOÃO PEDRO MARIANO como Wellington/Baby
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – RICARDO TEODORO como Ronaldo
Melhor direção de fotografia – JOANA LUZ e PEDRO SOTERO
Melhor roteiro original – MARCELO CAETANO e GABRIEL DOMINGUES
Melhor figurino – GABRIELA CAMPOS
Melhor montagem – FABIAN REMY
MOTEL DESTINO (KARIM AÏNOUZ) – 8 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – JANAÍNA BERNARDES e KARIM AÏNOUZ por Cinema Inflamável; ANDRÉ NOVIS, CAIO GULLANE e FABIANO GULLANE por Gullane
Melhor direção – KARIM AÏNOUZ
Melhor ator de longa-metragem – FABIO ASSUNÇÃO como Elias
Melhor direção de fotografia – HÉLÈNE LOUVART, AFC
Melhor direção de arte – MARCOS PEDROSO
Melhor figurino – KIKA LOPES e ANANDA FRAZÃO
Melhor som – MOABE FILHO, PEDRO MOREIRA, WALDIR XAVIER e ADRIAN BAUMEISTER
Melhor trilha sonora – AMINE BOUHAFA
KASA BRANCA (LUCIANO VIDIGAL) – 3 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – BÁRBARA DEFANTI por Sobretudo Produção Audiovisual; GISELE CAMARA por Tacacá Filmes; ROBERTO BERLINER, SABRINA GARCIA e LEO RIBEIRO por TvZero; LUCIANO VIDIGAL por Dualto Produções e CAVI BORGES por Cavideo
Melhor longa-metragem Comédia – BÁRBARA DEFANTI por Sobretudo Produção Audiovisual; GISELE CAMARA por Tacacá Filmes; ROBERTO BERLINER, SABRINA GARCIA e LEO RIBEIRO por TvZero; LUCIANO VIDIGAL por Dualto Produções e CAVI BORGES por Cavideo
Melhor roteiro original – LUCIANO VIDIGAL
O DIA QUE TE CONHECI (ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA) – 3 indicações
Melhor longa-metragem Comédia – THIAGO MACÊDO CORREIA, ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA, MAURILIO MARTINS e GABRIEL MARTINS por Filmes de Plástico Produções Audiovisuais
Melhor atriz de longa-metragem – GRACE PASSÔ
Melhor roteiro original – ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA
OTHELO, O GRANDE (LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS) – 2 indicações
Melhor longa-metragem Documentário – AILTON FRANCO JR. por Franco Filmes e LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS por Baraúna Produções
Melhor primeira direção de longa-metragem – LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS
RETRATO DE UM CERTO ORIENTE (MARCELO GOMES) – 2 indicações
Melhor roteiro adaptado – MARCELO GOMES, MARIA CAMARGO e GUSTAVO CAMPOS
Melhor efeito visual – AILTON PIUÍ e JOÃO PAULO GERALDO
O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO (BIA LESSA)
Melhor roteiro adaptado – BIA LESSA
CIDADE; CAMPO (JULIANA ROJAS)
Melhor montagem – CRISTINA AMARAL
LICENCIAMENTOS FINALISTAS:
LONGAS-METRAGENS
PASÁRGADA (DIRA PAES) – 2 indicações
Melhor primeira direção de longa-metragem – DIRA PAES
Melhor atriz de longa-metragem – DIRA PAES
A BATALHA DA RUA MARIA ANTÔNIA (VERA EGITO) – 2 indicações
Melhor figurino – ALINE CANELLA
Melhor trilha sonora – ANTONIO PINTO
O CLUBE DAS MULHERES DE NEGÓCIOS (ANNA MUYLAERT)
Melhor trilha sonora – ANDRÉ ABUJAMRA e MATEUS ALVES
SÉRIE:
CHABADABADÁ (TUCA SIQUEIRA E JÚLIA MORAES)
Melhor ator série de ficção para TV aberta. TV paga ou streaming – MATHEUS NACHTERGAELE
CURTAS-METRAGENS:
EU SOU UM PASTOR ALEMÃO (ANGELO DEFANTI)
Melhor curta-metragem animação
HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ (DIEGO LACERDA)
Melhor curta-metragem animação
KABUKI (TIAGO MINAMISAWA)
Melhor curta-metragem animação
HELENA DE GUARATIBA (KAREN BLACK)
Melhor curta-metragem ficção
ZAGÊRO (VICTOR DI MARCO E MÁRCIO PICOLI)
Melhor curta-metragem ficção
VOCÊ (ELISA BESSA)
Melhor curta-metragem documentário
EU FUI ASSISTENTE DO EDUARDO COUTINHO (ALLAN RIBEIRO)
Melhor curta-metragem documentário
VOLLÚPYA (Éri Sarmet e Jocimar Dias Jr. )
Melhor curta-metragem documentário
Transmissão ao vivo da cerimônia de premiação do Prêmio Grande Otelo:
Quarta-feira, 30 de julho, às 20h50. Na TV pelas operadoras e também no Globoplay Plano Premium.
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Cantor Max Henrique ‘invade’ estúdio da TV MS Record com Monza e lança hit
Em uma ação inédita e ousada, o cantor sul-mato-grossense Max Henrique surpreendeu os telespectadores do Balanço Geral MS, da TV MS Record, ao entrar ao vivo no estúdio dirigindo um Monza. O momento inusitado aconteceu nesta quarta-feira (16) e marcou o lançamento oficial de sua nova música, “Monza Carburado”, que já vem se destacando entre os amantes de carros antigos.
O carro utilizado foi o mesmo que aparece no videoclipe da canção, gravado durante um encontro do grupo Baixos de Rua, na Orla Morena, em Campo Grande. Em apenas três dias, o clipe ultrapassou a marca de 100 mil visualizações no YouTube, refletindo o sucesso da faixa entre o público.
“Conversei com a produção do programa e sugeri a ideia maluca de entrar com o Monza ao vivo no estúdio. E eles toparam!”, conta Max Henrique.
“Teve toda uma manobra para fazer isso acontecer, mas no fim deu certo. A audiência foi excelente.”
O cantor fez história ao ser o primeiro artista a entrar ao vivo com um carro no estúdio de TV para lançar uma música, cantando diretamente de dentro do veículo. A produção do programa, liderada pelo apresentador Rodrigão, topou o desafio, e a cena rapidamente virou assunto nas redes sociais.
A ação criativa rendeu elogios e engajamento não apenas dos fãs de Max, mas também da comunidade apaixonada por carros antigos, especialmente os donos de Monza, que abraçaram o hit como trilha sonora de suas paixões sobre quatro rodas.
https://www.youtube.com/watch?v=s5V_k7YLH78
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