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Doris Day, atriz dos anos 50 e 60, morre aos 97 anos
Doris Day, atriz e cantora americana, morreu aos 97 anos. Segundo a fundação que leva o nome da artista, ela morreu na manhã desta segunda-feira (13) em sua casa em Carmel Valley, no estado americano da Califórnia. Ela estava cercada por amigos e família.
Doris Mary Ann Kappelhoff nasceu em 1922 na cidade americana de Cincinnati. Ela atuou em filmes famosos nos anos 50 e 60, como “Ama-me ou esquece-me” (1955), “Volta, meu amor” (1961) e “Confidências à Meia-noite” (1959), pelo qual foi indicada ao Oscar.
Em 1989, ela ganhou o prêmio especial do Globo de Ouro, chamado Cecil B. DeMille, pela sua carreira. Também venceu três vezes o Globo de Ouro, na categoria atriz favorita do cinema mundial.
Com sorriso, simpatia e cabelos loiros, a atriz foi estrela de sucessos de bilheteria. Também gravou músicas como “Whatever Will Be, Will Be (Que Será, Será)”, trilha de “O Homem que Sabia Demais” (1956). Ela também atuou no filme dirigido por Alfred Hitchcock.
Doris Day era considera pelos críticos de cinema da época como uma versão alternativa (e um pouco mais inocente) de Marilyn Monroe. Uma piada atribuída ao humorista Groucho Marx dizia que ele “conhecia a atriz antes de ela ser virgem”.
Em 1976, lançou uma biografia chamada “Doris Day: Sua própria história”. No livro, contou com detalhes os problemas de dinheiro que teve, após três fins de casamento.
Por G1
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Camila Morgado será homenageada hoje no 33º Festival de Cinema de Vitória
A atriz Camila Morgado será homenageada nesta segunda-feira (20/07) na 33ª edição do Festival de Cinema de Vitória, que acontece até o dia 25 de julho no Espírito Santo. Camila receberá o Troféu Vitória, entregue pela atriz Vera Holtz, e o Caderno da Homenageada, publicação biográfica assinada pelos jornalistas Leonardo Vais e Paulo Gois Bastos. Com três décadas de uma trajetória que transita entre o teatro, o cinema e o streaming, a atriz define sua relação com o ofício: “Quando percebi que podia usar a manipulação, o artifício, o trabalho virou um grande playground. Eu vi que podia brincar, me colocar em vários lugares e adaptar essa manipulação para qualquer linguagem, seja no experimental, na tragédia, na comédia, no teatro ou em uma série. É aí que a magia acontece”.
A estreia de Camila Morgado em longas-metragens ocorreu em “Olga” (2004), drama biográfico dirigido por Jayme Monjardim e baseado no livro de Fernando Morais. O papel foi um dos principais marcos na carreira da atriz, que reflete sobre o impacto da obra: “Já se passaram mais de 20 anos e as pessoas ainda me param na rua para falar desse trabalho. Acredito que essa história continua muito viva porque dialoga com o que passamos hoje, com esses fantasmas de democracias ruindo. ‘Olga’ fala justamente sobre o espaço democrático, sobre a construção da sociedade, sobre nossos direitos e deveres, e sobre o peso de uma ditadura e de sua repressão”. O sucesso também trouxe desafios. “Logo depois que eu fiz ‘Olga’, só me chamavam para viver revolucionárias ou papéis dramáticos”, recorda.
Camila Morgado no filme “Olga” (2004), na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” (2003), na peça “Palácio do Fim” (2012) e na série “Bom dia, Verônica” (2020)
Camila também se destacou na comédia, com diferentes papéis no cinema e na TV. Uma de suas personagens mais marcantes foi Noêmia em “Avenida Brasil” (2012). “O meu núcleo era divertidíssimo, repleto de atores maravilhosos e fez um sucesso estrondoso. Foi ali que senti que o público começou a me enxergar de outro jeito. As pessoas se surpreendiam e comentavam se era a mesma atriz que tinha feito a Olga. Foi uma virada de chave importante na minha carreira para quebrar estereótipos e mostrar que eu podia fazer coisas completamente diferentes”, lembra.
A trajetória da atriz nos cinemas soma mais de 10 produções, incluindo os blockbusters “Até que a Sorte nos Separe” 2 e 3, de Roberto Santucci, o documentário “Vinicius” (2005), de Miguel Faria Jr., o thriller “O Animal Cordial” (2018), de Gabriela Amaral Almeida, o drama experimental “Vergel” (2017), rodado na Argentina por Kris Niklison, além das comédias “Bem Casados” (2015), de Aluizio Abranches, “Divórcio” (2017), de Pedro Amorim, e o premiado “Domingo” (2018), de Clara Linhart e Fellipe Barbosa.
Para este ano, Camila se prepara para filmar em Caiena, na Guiana Francesa, o longa-metragem “O Passeio de Dendiara”, escrito e dirigido pela mineira Elza Cataldo, adaptação do livro homônimo de Ana Beltrame. Na história, baseada em fatos reais, Camila interpreta Isabel Valoni, cônsul-geral do Brasil na Guiana Francesa. Na história, que retrata o submundo do garimpo e da exploração sexual infantil, a diplomata se depara com o caso de uma menina de 11 anos, que está grávida e foi encontrada no Oiapoque, na fronteira entre Brasil e Guiana Francesa.
Camila também aguarda o lançamento de dois outros longas este ano: o thriller “Nova Éden”, de Aly Muritiba, que se passa na década de 1920 numa vila de imigrantes no sul do país, e “Sedução”, dirigido por Zelito Vianna e Marcos Palmeira, em que interpreta a atriz Sara Teixeira, companheira de Paulo, personagem de Marcos Palmeira.
Nas plataformas de streaming, a atriz teve destaque como Janete na primeira temporada de “Bom Dia, Verônica” (2020), original Netflix que lhe rendeu o Prêmio APCA de Melhor Atriz. “Tentei trabalhar na Janete a implosão de tudo que não se pode dizer. Tentei não fazê-la vítima, apesar de nós sabermos que ela era, porque senão já iríamos ter pena. Eu queria fazê-la uma mulher íntegra, com toda sua complexidade. Foquei na solidão, na carência e no silêncio”, explica. Outro papel marcante em séries foi a advogada criminalista Heloísa em “Sentença” (Prime Video).
Na TV, sua estreia foi como a heroína Manuela na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” (2003). Seus trabalhos mais marcantes em novelas incluem “América” (2004), “A Lei do Amor” (2016) e dois remakes recentes de Benedito Ruy Barbosa adaptados por Bruno Luperi: “Pantanal” (2022), como Irma, e “Renascer” (2024), como Iolanda (Dona Patroa). Sobre a experiência na região centro-oeste em “Pantanal”, Camila relembra a experiência: “Essa viagem me lembrou o quanto a minha profissão é generosa. Ela nos presenteia com experiências que não teríamos tão facilmente na vida real. De repente, eu me vi numa fazenda, ouvindo o Almir Sater tocar viola como se fosse um show para poucos. Sentir a força daquela região; eu não tinha noção de como era exuberante”. A novela seguinte, “Renascer”, teve um significado ainda mais profundo em sua vida pessoal, coincidindo com a perda de sua mãe. “Fui salva por esse trabalho, por esta personagem tão delicada e lúdica. Iolanda me trouxe alegria de viver num momento em que eu não tinha nenhuma. Às vezes, é o personagem que te acolhe e salva a vida da gente”.
A atriz também construiu uma base sólida no teatro. Camila estreou nos palcos no final da década de 1990 com o espetáculo “Graal” (1997), dirigido por Gerald Thomas, que marcou sua formatura na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), e integrou a Cia de Ópera Seca. Anos depois, foi dirigida por Marília Pêra na comédia “Doce Deleite” (2008) e atuou ao lado de Vera Holtz em “Palácio do Fim” (2012), sob a direção de José Wilker. Após um hiato de mais de 10 anos, retornou aos palcos em “A Falecida” (2023), texto de Nelson Rodrigues dirigido por Sérgio Modena, realizando um sonho antigo. Ao olhar para as últimas três décadas e para o caminho percorrido até aqui, ela reflete: “Tenho tido a sorte de construir uma carreira bem diversa. Já fiz de tudo: todos os gêneros, passei pelo público infantil e pelo adulto, fiz produções super populares e outras mais experimentais. Olho para onde cheguei hoje… sinto muita gratidão, porque vejo que estou conseguindo desenhar uma trajetória muito linda, da qual me orgulho demais”, finaliza.
Pelo segundo ano consecutivo, Camila assina a curadoria de longas-metragens de ficção e documentários do 54º Festival de Cinema de Gramado, junto com a atriz Ana Flavia Cavalcanti e o jornalista Marcos Santuario e também a curadoria da 30ª edição do Inffinito Brazilian Film Festival, que acontece em setembro em Miami.
O 33° Festival de Cinema de Vitória conta com patrocínio da Vale, através da Lei Rouanet, Ministério da Cultura, Governo Federal. Conta com o apoio da TV Gazeta, da Carla Buaiz Joias, do Canal Brasil, do Fórum dos Festivais, da TVE Espírito Santo e do Canal Like. Conta também com o apoio cultural da Vol Service e a parceria do Sesc Espírito Santo. A realização é da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte – IBCA.
ASSESSORIA DE IMPRENSA NACIONAL:
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Simone Zuccolotto e Gabriel Leone comandam a transmissão ao vivo do Prêmio Grande Otelo no Canal Brasil
Nesta quarta-feira (30/07), a partir das 20h50, o Canal Brasil transmite ao vivo para todo o país a 24ª edição do Prêmio Grande Otelo. Neste ano, Simone Zuccolotto comanda a apresentação da cerimônia ao lado de Gabriel Leone, que levará ao público análises e destaques da premiação. Essa é a primeira vez que o ator se junta ao time do Canal Brasil para comentar o evento. A transmissão começa com os repórteres Maria Clara Senra e Kiko Mollica contando tudo o que acontece antes da cerimônia, direto do tapete vermelho.
O Canal Brasil marca presença expressiva na 24ª edição do Prêmio Grande Otelo com um total de 63 indicações distribuídas entre dez coproduções, 11 licenciamentos e uma série, selecionados como finalistas. Entre os destaques, o longa-metragem “Malu”, de Pedro Freire, recebeu 12 indicações, incluindo Melhor Longa-Metragem Ficção, Melhor Atriz (Yara de Novaes) e duas indicações na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (Carol Duarte e Juliana Carneiro da Cunha). “Oeste Outra Vez”, de Érico Rassi, tem nove indicações, entre elas Melhor Direção, Melhor Ator (Ângelo Antônio) e Melhor Roteiro Original, além de duas indicações para Melhor Ator Coadjuvante (Antonio Pitanga e Babu Santana).
A cerimônia de premiação acontece na Cidade das Artes Bibi Ferreira, no Rio de Janeiro.
Confira a lista completa abaixo:
COPRODUÇÕES FINALISTAS:
MALU (PEDRO FREIRE) – 12 INDICAÇÕES
Melhor longa-metragem Ficção – TATIANA LEITE por Bubbles Project; SABRINA GARCIA, LEO RIBEIRO e ROBERTO BERLINER por TvZero
Melhor primeira direção de longa-metragem – PEDRO FREIRE
Melhor atriz de longa-metragem – YARA DE NOVAES como Malu
Melhor atriz coadjuvante de longa-metragem – CAROL DUARTE como Joana
Melhor atriz coadjuvante de longa-metragem – JULIANA CARNEIRO DA CUNHA como Dona Lili
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – ÁTILA BEE como Tibira
Melhor direção de fotografia – MAURO PINHEIRO JR., ABC
Melhor roteiro original – PEDRO FREIRE
Melhor direção de arte – ELSA ROMERO
Melhor maquiagem – MARCOS FREIRE
Melhor montagem – MARILIA MORAES, EDT
Melhor som – MARCEL COSTA e DANIEL TURINI
OESTE OUTRA VEZ (ÉRICO RASSI) – 9 indicações
Melhor direção – ÉRICO RASSI
Melhor ator de longa-metragem – ÂNGELO ANTÔNIO como Totó
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – ANTONIO PITANGA como Ermitão
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – BABU SANTANA como Durval
Melhor direção de fotografia – ANDRÉ CARVALHEIRA, ABC
Melhor roteiro original – ÉRICO RASSI
Melhor direção de arte – CAROL TANAJURA
Melhor maquiagem – ANA PIERONI
Melhor trilha sonora – GUILHERME GARBATO
BABY (MARCELO CAETANO) – 8 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – IVAN MELO por Cup Filmes; MARCELO CAETANO por Desbun Filmes e BETO TIBIRIÇÁ por Plateau Produções
Melhor direção – MARCELO CAETANO
Melhor ator de longa-metragem – JOÃO PEDRO MARIANO como Wellington/Baby
Melhor ator coadjuvante de longa-metragem – RICARDO TEODORO como Ronaldo
Melhor direção de fotografia – JOANA LUZ e PEDRO SOTERO
Melhor roteiro original – MARCELO CAETANO e GABRIEL DOMINGUES
Melhor figurino – GABRIELA CAMPOS
Melhor montagem – FABIAN REMY
MOTEL DESTINO (KARIM AÏNOUZ) – 8 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – JANAÍNA BERNARDES e KARIM AÏNOUZ por Cinema Inflamável; ANDRÉ NOVIS, CAIO GULLANE e FABIANO GULLANE por Gullane
Melhor direção – KARIM AÏNOUZ
Melhor ator de longa-metragem – FABIO ASSUNÇÃO como Elias
Melhor direção de fotografia – HÉLÈNE LOUVART, AFC
Melhor direção de arte – MARCOS PEDROSO
Melhor figurino – KIKA LOPES e ANANDA FRAZÃO
Melhor som – MOABE FILHO, PEDRO MOREIRA, WALDIR XAVIER e ADRIAN BAUMEISTER
Melhor trilha sonora – AMINE BOUHAFA
KASA BRANCA (LUCIANO VIDIGAL) – 3 indicações
Melhor longa-metragem Ficção – BÁRBARA DEFANTI por Sobretudo Produção Audiovisual; GISELE CAMARA por Tacacá Filmes; ROBERTO BERLINER, SABRINA GARCIA e LEO RIBEIRO por TvZero; LUCIANO VIDIGAL por Dualto Produções e CAVI BORGES por Cavideo
Melhor longa-metragem Comédia – BÁRBARA DEFANTI por Sobretudo Produção Audiovisual; GISELE CAMARA por Tacacá Filmes; ROBERTO BERLINER, SABRINA GARCIA e LEO RIBEIRO por TvZero; LUCIANO VIDIGAL por Dualto Produções e CAVI BORGES por Cavideo
Melhor roteiro original – LUCIANO VIDIGAL
O DIA QUE TE CONHECI (ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA) – 3 indicações
Melhor longa-metragem Comédia – THIAGO MACÊDO CORREIA, ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA, MAURILIO MARTINS e GABRIEL MARTINS por Filmes de Plástico Produções Audiovisuais
Melhor atriz de longa-metragem – GRACE PASSÔ
Melhor roteiro original – ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA
OTHELO, O GRANDE (LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS) – 2 indicações
Melhor longa-metragem Documentário – AILTON FRANCO JR. por Franco Filmes e LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS por Baraúna Produções
Melhor primeira direção de longa-metragem – LUCAS H. ROSSI DOS SANTOS
RETRATO DE UM CERTO ORIENTE (MARCELO GOMES) – 2 indicações
Melhor roteiro adaptado – MARCELO GOMES, MARIA CAMARGO e GUSTAVO CAMPOS
Melhor efeito visual – AILTON PIUÍ e JOÃO PAULO GERALDO
O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO (BIA LESSA)
Melhor roteiro adaptado – BIA LESSA
CIDADE; CAMPO (JULIANA ROJAS)
Melhor montagem – CRISTINA AMARAL
LICENCIAMENTOS FINALISTAS:
LONGAS-METRAGENS
PASÁRGADA (DIRA PAES) – 2 indicações
Melhor primeira direção de longa-metragem – DIRA PAES
Melhor atriz de longa-metragem – DIRA PAES
A BATALHA DA RUA MARIA ANTÔNIA (VERA EGITO) – 2 indicações
Melhor figurino – ALINE CANELLA
Melhor trilha sonora – ANTONIO PINTO
O CLUBE DAS MULHERES DE NEGÓCIOS (ANNA MUYLAERT)
Melhor trilha sonora – ANDRÉ ABUJAMRA e MATEUS ALVES
SÉRIE:
CHABADABADÁ (TUCA SIQUEIRA E JÚLIA MORAES)
Melhor ator série de ficção para TV aberta. TV paga ou streaming – MATHEUS NACHTERGAELE
CURTAS-METRAGENS:
EU SOU UM PASTOR ALEMÃO (ANGELO DEFANTI)
Melhor curta-metragem animação
HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ (DIEGO LACERDA)
Melhor curta-metragem animação
KABUKI (TIAGO MINAMISAWA)
Melhor curta-metragem animação
HELENA DE GUARATIBA (KAREN BLACK)
Melhor curta-metragem ficção
ZAGÊRO (VICTOR DI MARCO E MÁRCIO PICOLI)
Melhor curta-metragem ficção
VOCÊ (ELISA BESSA)
Melhor curta-metragem documentário
EU FUI ASSISTENTE DO EDUARDO COUTINHO (ALLAN RIBEIRO)
Melhor curta-metragem documentário
VOLLÚPYA (Éri Sarmet e Jocimar Dias Jr. )
Melhor curta-metragem documentário
Transmissão ao vivo da cerimônia de premiação do Prêmio Grande Otelo:
Quarta-feira, 30 de julho, às 20h50. Na TV pelas operadoras e também no Globoplay Plano Premium.
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