Celulose em Destaque
Segunda turma da Escola Formare do Instituto International Paper se formam em Três Lagoas
O Instituto International Paper, responsável por todas as iniciativas de responsabilidade social da International Paper, realizou ontem no espaço Vieira Festas, a formatura da segunda turma da Escola Formare de Três Lagoas. O projeto, desenvolvido em parceria com a Fundação Iochpe, oferece qualificação e especialização para jovens em vulnerabilidade social da cidade de Três Lagoas e região.
Os alunos que finalizaram o curso receberam o certificado de iniciação profissional, reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação), referente à formação de “Operador de Produção da Indústria de Papel” e estão preparados para ingressar no mercado de trabalho.
O projeto, primeiro e único na região do Mato Grosso do Sul, reforça a preocupação da International Paper em mobilizar, engajar e desenvolver a comunidade. “Nosso objetivo é capacitar esses jovens para ingressarem no mercado de trabalho, que a cada dia está mais competitivo. Faz parte de nossa identidade zelar pela diversidade e inclusão social, atuando com dignidade e respeito pelas pessoas”, comenta Gláucia Faria, gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da International Paper.
O curso é voltado para alunos do terceiro ano do ensino médio, tem duração de 10 meses e é ministrado voluntariamente por profissionais da IP em sala de aula montada dentro da fábrica. Apresenta disciplinas como: Medição e Desempenho Mecânico, Inglês, Meio Ambiente e Processo Industrial de Papel e Celulose, Comunicação e Relacionamento e Ética, além de contribuir para a integração à sociedade como cidadãos e profissionais.
O projeto também oferece o programa “Mire-se no exemplo” em que executivos da IP atuam como tutores de um aluno e o acompanham durante todo o projeto por meio de encontros regulares para compartilhar a sua experiência profissional e pessoal.
Ana Lívia Ribeiro, 17 anos, é uma das formandas e destaca o que o projeto trouxe para sua vida profissional: “o Formare foi muito importante para que eu pudesse escolher minha carreira e aprender melhor a lidar com as outras pessoas”. A aluna também conta que o projeto fortaleceu sua vontade de atuar na área da indústria. “Me surpreendi com o curso. Imaginei que seria apenas mais um aprendizado e foi muito mais que isso”, afirma Ana.
Sobre o IIP
Criado em dezembro de 2007, o Instituto International Paper (IIP) concentra todas as ações de responsabilidade social corporativa da companhia. O IIP tem como missão fomentar o desenvolvimento educacional e socioambiental com foco em crianças e adolescentes e seu objetivo é mobilizar e engajar a comunidade e seus parceiros, desenvolver programas de responsabilidade social.
Os projetos do Instituto envolvem diretamente, 39 mil pessoas por ano e alcançam, de forma indireta, mais de 160 mil. Desde 2003, os investimentos socioambientais da International Paper somam mais de R$ 30 milhões, divididos em projetos ocorridos em 26 cidades. Em 2015 o IIP investiu mais de R$ 2.5 milhões em projetos nas comunidades onde atua.
Sobre a International Paper
A International Paper (NYSE: IP) é líder global em embalagens e papel com operações na América do Norte, Europa, América Latina, Rússia, Ásia e Norte da África. Seus negócios incluem embalagens industriais e de consumo juntamente com papéis não revestidos e celulose. Com sede em Memphis, Tennessee, a empresa emprega aproximadamente 55 mil pessoas e está estrategicamente localizada em mais de 24 países atendendo a seus clientes no mundo todo. As vendas líquidas da International Paper em 2015 foram de US$ 22 bilhões.
No Brasil atua nos negócios: papéis para imprimir e escrever, papel para embalagens e embalagens de papelão ondulado, empregando aproximadamente 5 mil profissionais.
O sistema integrado de produção de papel para imprimir e escrever da International Paper no Brasil é composto por três fábricas: duas no Estado de São Paulo e uma no Mato Grosso do Sul. Seus produtos, as linhas de papéis para imprimir e escrever Chamex e Chamequinho e a linha gráfica de papéis Chambril, são 100% produzidos a partir de cultivos de eucalipto certificados.
O negócio de embalagens é formado por três fábricas de papel para embalagens, localizadas no Estado de São Paulo, e quatro unidades produtoras de chapas e embalagens de papelão ondulado: duas no Estado de São Paulo, uma em Goiás e uma no Amazonas.
Celulose em Destaque
Megafábrica da Arauco avança e coloca região de Três Lagoas em novo patamar industrial
Mato Grosso do Sul está prestes a ganhar mais um empreendimento de proporções gigantescas. O Projeto Sucuriú, da Arauco, avança em Inocência-MS e chama atenção não apenas pelo investimento bilionário e pelo tamanho da futura fábrica, mas também pela estrutura logística planejada para sustentar a operação.
Com investimento estimado em aproximadamente R$ 25 bilhões, o empreendimento é considerado o maior investimento da história da companhia e reforça a transformação econômica do leste de Mato Grosso do Sul, região que já tem Três Lagoas como um dos principais polos mundiais da indústria de celulose.
A futura unidade terá capacidade projetada para produzir cerca de 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano.
Potência industrial terá estrutura ferroviária própria
Um dos pontos que demonstram a dimensão do empreendimento é a logística. O projeto prevê infraestrutura ferroviária própria para conectar a fábrica à Malha Norte, criando uma ligação estratégica para o escoamento da gigantesca produção.
A partir dessa conexão, a celulose poderá seguir pela malha ferroviária em direção ao Porto de Santos (SP), uma das principais portas brasileiras para o mercado internacional.
Em um empreendimento capaz de produzir milhões de toneladas anualmente, depender exclusivamente de caminhões representaria uma operação rodoviária gigantesca. A ferrovia amplia a capacidade logística, melhora a eficiência do transporte em grandes volumes e fortalece a competitividade da unidade.
Uma fábrica do tamanho da nova realidade de MS
Os números ajudam a dimensionar a potência do Projeto Sucuriú: são aproximadamente R$ 25 bilhões em investimentos e capacidade anual de 3,5 milhões de toneladas de celulose, além de toda uma cadeia envolvendo florestas plantadas, fornecedores, transporte, serviços, tecnologia e mão de obra.
A previsão é de que a operação industrial seja iniciada no fim de 2027
O empreendimento também evidencia como o eixo formado por Três Lagoas, Inocência e municípios vizinhos vem ganhando importância no mapa industrial brasileiro, principalmente no setor de árvores cultivadas, celulose e logística.
Com a chegada de investimentos dessa magnitude, os impactos ultrapassam os limites de Inocência. Três Lagoas, por sua localização e estrutura regional, também tende a sentir reflexos na prestação de serviços, comércio, qualificação profissional, transporte e cadeia de fornecedores.
O Projeto Sucuriú não representa apenas a construção de mais uma fábrica. Uma indústria de R$ 25 bilhões, capaz de produzir milhões de toneladas e contar com conexão ferroviária dedicada ao escoamento de sua produção, mostra a escala da transformação econômica em curso nesta região de Mato Grosso do Sul.
Fonte: Marco Campos / TL Notícias
Celulose em Destaque
Caminhos da Celulose inicia recuperação de 870 km de rodovias em seis frentes de serviço
Intervenções são realizadas nas BR-262 e 267 e nas MS-040, MS-338 e MS-395, com serviços de recuperação do pavimento
A Caminhos da Celulose iniciou as obras de recuperação do pavimento em 870 quilômetros de rodovias sob sua responsabilidade em Mato Grosso do Sul. Ao todo, seis frentes de serviço atuam simultaneamente em trechos das BR-262, BR-267 e das rodovias MS-040, MS-338 e MS-395.
Os serviços incluem fresagem e recomposição do pavimento, aplicação de micropavimento e tapa-buracos. Para a execução dos trabalhos, os quilômetros da concessão foram divididos entre seis empresas contratadas, responsáveis pela recuperação dos respectivos trechos de atuação.
A execução é acompanhada por empresas especializadas em supervisão e gerenciamento, com ensaios tecnológicos e laboratórios especializados em pavimentação. As soluções adotadas serão definidas conforme as características de cada trecho, com acompanhamento técnico e controle de qualidade durante todas as etapas.
“A recuperação do pavimento é uma das etapas fundamentais para elevar a qualidade da infraestrutura rodoviária. Cada intervenção é planejada a partir das características do trecho e acompanhada tecnicamente para garantir que os serviços atendam aos padrões estabelecidos pela concessão”, afirma o presidente da concessionária Caminhos da Celulose, Luiz Fernando De Donno.
Obras avançam em cinco rodovias da concessão
As intervenções começaram no dia 31 de julho e são realizadas em pontos específicos das cinco rodovias que integram a concessão. A estratégia permite que diferentes frentes trabalhem simultaneamente, ampliando a capacidade de execução dos serviços e dando continuidade ao cronograma de recuperação da malha.
A recuperação do pavimento contribuirá para reduzir irregularidades na pista, melhorar a qualidade de rolamento e proporcionar mais conforto, segurança e previsibilidade aos usuários, além de contribuir para a durabilidade da estrutura rodoviária.
Atenção redobrada nos trechos em obras
Durante a execução dos serviços, os motoristas poderão encontrar operações de Siga e Pare, desvios ou interdições temporárias, conforme a necessidade de cada frente de trabalho. O gerenciamento do tráfego será realizado com sinalização e dispositivos operacionais adequados para garantir a segurança de usuários e trabalhadores.
A concessionária orienta os motoristas a respeitarem a sinalização, os limites de velocidade e as orientações das equipes que atuam nas rodovias. Também é recomendado manter distância segura do veículo à frente, evitar ultrapassagens em locais sinalizados e planejar a viagem com antecedência.
13 bases vão ampliar estrutura de atendimento aos usuários
Paralelamente às obras de recuperação do pavimento, a Caminhos da Celulose avança na implantação de 13 Serviços de Atendimento ao Usuário (SAU) ao longo da concessão. As unidades serão distribuídas pela BR-262, BR-267, MS-040 e MS-338 e funcionarão 24 horas por dia, sete dias por semana, como pontos de apoio aos motoristas e bases das equipes operacionais.
As unidades contarão com sanitários masculino e feminino, fraldário, área de descanso, água potável, estacionamento, totens de atendimento e dois pontos de recarga para veículos elétricos. As estruturas também abrigarão ambulâncias, guinchos leves e pesados, caminhões-pipa, caminhões boiadeiros, viaturas de inspeção de tráfego e demais equipamentos utilizados no atendimento às ocorrências.
Integradas ao Centro de Controle Operacional (CCO), as bases contribuirão para reduzir o tempo de resposta em acidentes, panes mecânicas, animais na pista, obstruções e outras ocorrências, ampliando a capacidade de atendimento ao longo dos 870 quilômetros concedidos.
“As estruturas de atendimento ao usuário fazem parte de uma transformação mais ampla da concessão. A recuperação das rodovias, aliada à implantação das bases operacionais, permitirá oferecer mais segurança, conforto e agilidade no atendimento aos usuários”, ressalta De Donno.
As obras avançam em diferentes frentes, incluindo serviços de terraplenagem, compactação de solo e preparação das áreas que receberão as estruturas. Entre os locais em execução estão as unidades da MS-040, em Santa Rita do Pardo, e da MS-338.
A previsão é concluir a construção das 13 unidades até o fim de 2027. Já a operação dos serviços aos usuários terá início em outubro deste ano, com a disponibilização de atendimento pré-hospitalar, inspeção de tráfego, remoção de veículos, atendimento mecânico e demais serviços previstos no contrato de concessão.
Sobre a Caminhos da Celulose
A Caminhos da Celulose é a concessionária responsável pela administração da Rota da Celulose, que abrange aproximadamente 870 quilômetros de rodovias nas regiões central e leste de Mato Grosso do Sul, incluindo trechos das MS-040, MS-338, MS-395 e das federais BR-262 e BR-267. A companhia atua com foco em segurança viária, eficiência operacional e modernização da infraestrutura, promovendo melhorias contínuas para usuários e para a logística regional.
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