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Palacete histórico no centro de São Luís será restaurado

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Um palacete, localizado na região central de São Luís, será transformado em polo cultural e turístico da capital do do Maranhão, promovendo a geração de empregos e fortalecendo a cadeia produtiva da economia local. A restauração do prédio terá apoio financeiro não reembolsável do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 9,5 milhões, com recursos da Lei de Incentivo à Cultura, correspondente a 64,7% do investimento total.

A iniciativa faz parte do Programa Resgatando a História. O parceiro para a execução do projeto será o Instituto Pedra. Segundo informou o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa, o restante dos recursos virá do município, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e de empresas parceiras do programa.

Além das obras de recuperação estrutural, estão previstas ações de educação patrimonial e de integração das comunidades do entorno, visando contribuir para o aumento do potencial de geração de renda e de identidade cultural. Após a conclusão da intervenção, o imóvel também sediará a Secretaria Municipal de Turismo. No local, funcionou a sede do jornal O Imparcial, que começou a circular em 1926.

A restauração permitirá que o palacete, localizado na Rua Afonso Pena, antiga Rua Formosa, seja transformado em um polo para a população e turistas, atendendo mais de 8,4 mil visitantes anualmente. No local, serão disponibilizadas informações e organizadas visitas guiadas, exposição permanente sobre a edificação e sua história, bem como sobre pontos turísticos da Ilha de São Luís, com auditório, mirante e espaço performático.

Estão previstas também medidas de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, como a instalação de rampas de acesso, elevador e banheiros adaptados, além de conteúdo expográfico em Braille, desenvolvimento de áudio guia e legendagem dos conteúdos audiovisuais.

Destaques

O processo de restauração destacará as características históricas, culturais e arquitetônicas utilizadas na reconstrução de Lisboa, após o terremoto de 1755, na região que hoje é chamada de Baixa Pombalina. O imóvel é um dos poucos exemplares de arquitetura tradicional portuguesa em São Luís que ainda preserva quase, na sua totalidade, esse sistema construtivo, com gaiolas de madeira preenchidas com pedra/argamassa de barro.

A edificação integra o conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico da cidade de São Luís, no perímetro protegido pelas leis de proteção ao patrimônio cultural nos níveis estadual (Departamento de Patrimônio Histórico Artístico e Paisagístico da Superintendência de Patrimônio Cultural – DPHAP/SPC), federal (Iphan) e mundial (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco).

O projeto prevê estimular a geração de emprego e renda local por meio do fortalecimento de circuitos turísticos e da cadeia produtiva da economia da cultura local. Durante a implementação do projeto, 73 novos empregos serão criados e, após sua conclusão, devem ser geradas 62 vagas diretas e indiretas ligadas à manutenção e ao funcionamento do palacete.

O projeto estabelece ainda ações de educação patrimonial, desenvolvimento de roteiros turísticos e capacitação de guias de turismo, estimulando, por outro lado, o uso do auditório do palacete para o setor turístico e cultural, com engajamento da população local. A ideia é que seu uso fortaleça o interesse e o propósito de preservação, uso sustentável e apoio financeiro para a preservação do patrimônio histórico, informou o BNDES.

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“As Organizações da Sociedade Civil de Assistência Social e a efetivação dos direitos socioassistenciais” é tema de congresso on-line

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Nos próximos dias 30 e 31 de agosto, às 19h30, a Legião da Boa Vontade (LBV) promoverá a edição on-line de seu 27º Congresso Internacional de Assistência Social, que abordará o tema “As Organizações da Sociedade Civil de Assistência Social e a efetivação dos direitos socioassistenciais”, voltado a profissionais das áreas da Assistência Social e dos Direitos Humanos, a representantes da sociedade civil e de movimentos sociais, à comunidade acadêmica e interessados.

O evento tem como objetivo contribuir para a ampliação do conhecimento sobre a Política Nacional de Assistência Social, a gestão e a execução de serviços e programas voltados ao público em situação de vulnerabilidade ou risco social no Brasil e a proteção social no mundo, apresentando o diferencial da LBV e de sua atuação socioassistencial, realizada sob os pilares do Ecumenismo, isto é, o respeito irrestrito a todas as criaturas.

A palestra inaugural na terça-feira, dia 30, será ministrada pela secretária nacional de Assistência Social do Ministério da Cidadania, Maria Yvelônia dos Santos Araújo Barbosa, graduada em Serviço Social e mestre em Ciências Sociais, que falará sobre “As Organizações da Sociedade Civil de Assistência Social e a efetivação dos direitos socioassistenciais”.

Posteriormente, palestrarão os seguintes especialistas: Rossana Costa França, graduada em Serviço Social, pós-graduada em Gestão de Projetos e Programas Sociais e atualmente assessora-técnica social da LBV, que falará sobre o tema “Contribuições das entidades privadas no fortalecimento da rede socioassistencial”; e Célio Vanderlei Morais, psicólogo (CRP 12/765), mestre em Sociologia Política, educador do Instituto Paulo Freire e em projetos nacionais da Paulus, integrante da equipe da Práticas Assessoria e membro curador do Portal Social Soluções, que discorrerá sobre a temática: “Integração entre as ofertas diretas e indiretas do SUAS”.

No dia 31 de agosto (quarta-feira), o dr. Renato Francisco dos Santos Paula, graduado em Serviço Social, doutor em Serviço Social, professor do curso de Serviço Social da Universidade Federal de Goiás (UFG) e autor de livros e artigos na área da política social, trará sua contribuição acerca do tema “Intersetorialidade na Assistência Social, um instrumento de efetivação da Proteção Social”.

O primeiro painel tem como tema: “Articulação em rede pela garantia de direitos socioassistenciais” e será conduzido pelos painelistas Kléber Maricato, graduado em Ciências Contábeis, licenciado pelo CRC/PR, pós-graduando em Gestão do Sistema Único de Assistência Social e atualmente gestor administrativo da Legião da Boa Vontade em Londrina/PR; e Idália Pereira, graduada em Serviço Social, pós-graduada em Trabalho Social com Famílias e supervisora regional na Legião da Boa Vontade.

O segundo painel, cujo tema focalizará as “Organizações sociais e os processos de trabalho em rede”, será ministrado por representantes da LBV de Portugal e da LBV da Bolívia.

O evento é gratuito e, para quem desejar receber o certificado de participação, haverá apenas uma taxa simbólica. As inscrições devem ser feitas no link: https://www.lbv.org/congressosocial.

Serviço:

Evento: 27º Congresso Internacional de Assistência Social, da LBV — edição on-line

Tema: “As Organizações da Sociedade Civil de Assistência Social e a efetivação dos direitos socioassistenciais”.

Para quem: Profissionais atuantes nas áreas da Assistência Social e dos Direitos Humanos, representantes da sociedade civil e de movimentos sociais, comunidade acadêmica e interessados.

Data e horário: 30 e 31 de agosto, às 19h30.

Inscrições: https://www.lbv.org/congressosocial.

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Pesquisadores de Dakila identificam estruturas semelhantes a Torres em meio a Floresta Amazônica

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Imagens aéreas realizadas nas Linhas de Apiacás, no Mato Grosso, registraram duas estruturas semelhantes a torres em meio a floresta. A primeira com cerca de 71 metros de altura e 14 metros de largura e a segunda de aproximadamente 49 metros de altura e 7 metros de largura. O anúncio dessa descoberta foi realizado por Dakila Pesquisas, durante Live que trouxe a análise técnica de Ratanabá e desmistificou o mistério sobre a criação das quadras na região.

Além da tecnologia LiDAR utilizada para mapear as quadras de Ratanabá, os pesquisadores sobrevoaram a área e fizeram registros fotográficos. “Ao comparar o resultado do laser com as fotos que realizamos, é possível visualizar duas estruturas bem grandes. Elas estão cobertas pela vegetação rasteira, não sendo possível ver a estrutura, mas ultrapassam os tamanhos das árvores comuns ao redor. Chamamos de Torres e estão em um dos cruzamentos das linhas”, explicou Fernanda Lima, pesquisadora de Dakila que participou da jornada ao longo dos últimos meses em busca da cidade perdida.

“Essas estruturas se destacam do padrão original da vegetação ao redor, que têm árvores com troncos muito finos e vegetação rasteira. Próximo delas, tem um buraco de 18 metros de diâmetro, que pode ser a entrada de uma das galerias que compõem o Caminho do Peabiru”, complementou Urandir Fernandes de Oliveira, presidente de Dakila Pesquisas.

O Caminho do Peabiru consiste em trajetos que cortam o continente sul-americano e se interconectam criando uma estrada com ramificações subterrâneas e de superfície que passam por Ratanabá. As pesquisas indicam que estas galerias foram também construídas pela civilização Muril.

Outro indício de construção foi verificado em uma das imagens do LiDAR. “Parece uma varanda de uma grande construção. Ela tem 22 metros de largura por 8 metros de altura. Trata-se de uma estrutura côncava que daria para entrar dentro”, contou a pesquisadora Fernanda Lima.

Provas de antigas civilizações na região

Fotos de moedas, pedras com luz própria e um crânio alongado, foram mostrados durante a Live. Todos achados fortuitos por pesquisadores parceiros na região próxima a Ratanabá. Estas evidências colaboram ainda mais com a existência de uma civilização que viveu em épocas remotas no local. Os pesquisadores mostraram outras fotos de artefatos registrados ao longo dos mais de 30 anos de descobertas.

Com desenhos que estão ligados às Amazonas, o “olho que tudo vê”, além de outros símbolos, as moedas chamaram a atenção dos internautas. “Como pode uma civilização aparentemente primitiva usar metal? Por que fariam esses desenhos? Qual mensagem queriam deixar?”, indagou Urandir, com o intuito de fazer as pessoas refletirem sobre o assunto.

Outro ponto que chamou atenção foram os crânios alongados. Segundo os pesquisadores, uma das cabeças teriam aproximadamente 80 cm e o corpo cerca de 4,5 metros de tamanho. Também divulgaram imagens de um baú, uma espada metálica e diversas inscrições sobre pedras que fotografaram ao longo das expedições. “Se contra fatos não há argumento, imagina contra artefatos”, brincou com as palavras o presidente de Dakila. “São mais de 30 anos em campo, indo a lugares onde ninguém foi, para trazer à tona informações sobre aquela que um dia foi a Capital do Mundo”, pontuou Urandir.

“Nossas pesquisas não começaram agora, são três décadas visitando diversas regiões e juntando pistas. São várias peças de um quebra-cabeça que estamos montando durante todos esses anos. Cada local que fomos a campo nos apontava para outro destino. Dentro desse trabalho há várias pessoas envolvidas e por isso conseguimos trazer resultados muito interessantes”, disse Fernanda Lima.

Assista a Live completa disponível no canal do YouTube de Dakila Pesquisas e confira as imagens do mapeamento feito com o Light Detection And Ranging: Live • Ratanabá – Lenda ou Realidade? | Análises do LiDAR – YouTube.

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