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Assentamento 20 de Março

No MS| Apoiados pela Suzano, agricultores familiares atingem produção de 4,3 mil toneladas de alimentos

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Com apoio do PDRT (Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial), produtores de Três Lagoas e região tiveram uma movimentação de mais de R$ 9,705 milhões em vendas

Com apoio da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, por meio do PDRT (Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial), agricultores familiares atingiram a produção de 4,373 mil toneladas de alimentos em Três Lagoas e região ao ano. As vendas resultaram em uma movimentação de R$ 9.705.761,80, conforme último levantamento feito nas comunidades participantes do programa.

De acordo com Evânia Lopes, consultora de Desenvolvimento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul, parte desses alimentos abastece a merenda escolar de escolas públicas, por meio de programas como PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e PAA (Programa de Aquisição de Alimentos). O restante é comercializado em feiras e comércio local.

“O desenvolvimento da agricultura familiar na região nesses oito anos de programa nos surpreendeu. Os avanços foram muitos. Com o nosso suporte técnico e de consultoria, esses produtores melhoraram a genética de seus animais, a qualidade das pastagens do gado leiteiro, passaram de uma produção interna de hortaliças para atender ao mercado consumidor local e programas de compras públicas com produtos agroecológicos, mais saudáveis para o consumo e sem a agressão ao meio ambiente. Os resultados são estes que estamos vendo”, destaca Evânia.

No Estado, o PDRT, que visa o desenvolvimento sustentável e a geração de trabalho e renda no campo, teve início em 2012, com uma associação participante e 69 famílias beneficiadas. A produção foi estimada em uma tonelada no primeiro ano. Hoje, são 15 comunidades apoiadas nos municípios de Três Lagoas, Brasilândia, Selvíria e Santa Rita do Pardo e um total de 1.065 famílias beneficiadas pelo programa no Estado.

Entre elas, está a de Luciney Alves Ferreira, produtora rural da Associação dos Agricultores Familiares do Assentamento 20 de Março. De acordo com ela, foi por meio do PDRT que os produtores rurais tiveram acesso à consultoria técnica voltada para a agricultura e pecuária leiteira Com isso, não só a produção de alimentos agroecológicos disparou, como também a produção de leite e de seus derivados. “Brinco que minhas vacas leiteiras são muito chiques, têm até ultrassom”, disse. As mudanças feitas no campo refletiram na qualidade das famílias. “Hoje, temos famílias em que 100% da renda vem exclusivamente da terra. Eu tenho filhos na faculdade, o que seria impossível sem a renda da agricultura”, completou.

Na comunidade, as famílias produzem praticamente todos os tipos de hortaliças e estão fortalecendo a produção de leguminosas e frutas por meio do sistema agroecológico, o mesmo aplicado na comunidade do Pontal do Faia.  O assentamento é um dos mais antigos de Três Lagoas, com 20 anos de existência. “Antes tínhamos uma produção muito pequena, alguns mexiam em suas hortas e só. Foi quando o PDRT começou que a produção arrancou. A partir daí, começaram os projetos de produção de agroecológicos, pecuária leiteira, entre outros. O PDRT foi e ainda está sendo maravilhoso para gente”, ressalta Adriana Maria Cruz Bispo, presidente da Associação dos Agricultores (as) Familiares do Assentamento Pontal do Faia.

A mudança na qualidade de vida dos produtores também é destacada por ela. “Temos patrulha mecanizada, a genética dos animais da pecuária foi melhorada. Não tem nem comparação. Com isso, tem produtor crescendo, conseguindo comprar um carro e estamos conseguindo manter nossos jovens aqui. Agora, eles não precisam partir em busca de oportunidades”, explica Adriana.

Segurança alimentar

A ONU (Organização das Nações Unidas) estima que 80% dos alimentos saudáveis (sem processamento), sejam produzidos pela agricultura familiar. Além de ser alimento “de verdade”, Luciney destaca o sistema agroecológico no cultivo, que se diferencia do orgânico somente pelo uso de esterco. “Todas as pragas são combatidas com o que produzimos aqui, como pimenta e leite”, completa.

Adriana reforça outro benefício dos agroecológicos: a maior durabilidade dos alimentos. “É só fazer o teste: compre dois pés de alface, um agroecológico e outro não, e deixe na geladeira para ver qual durará mais tempo”. Ela completa: “Tem gente que não dá o devido valor, mas o que está na maioria das mesas, vem da nossa terra”.

 Sobre a Suzano              

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Assentamento 20 de Março

Assentamento 20 de Março completa 15 anos de criação

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Completados neste mês de março, os 15 anos da criação do Assentamento 20 de março no Distrito de Arapuá, no Município de Três Lagoas/MS.

E neste domingo (24) de março, os produtores e diretoria do Assentamento fizeram um almoço dançante na Sede da Associação Rodovia 262 – Km 44, com a participação de pessoas da região de Arapuá e de Três Lagoas. Um momento de muita descontração e felicidade, por uma data histórica.

A primeira presidente da Associação do Assentamento 20 de março, Neli Cordeiro de Macedo Magalhães, nos conta um pouco da história, da dificuldade de muitos anos embaixo de barracos de lonas em torno da rodovia, pelo tão esperado pedação de chão. Veja no vídeo Abaixo.

Em 2024, o Assentamento possui uma nova diretoria e tem como Presidente da Associação do Agricultores Familiares do 20 de março, o produtor Júlio César Saito, que gera emprego no Distrito com uma das maiores hortas da região. Júlio fala um pouco sobre como será essa nova administração e agradece a participação das pessoas no almoço dançante em comemoração ao aniversário do Assentamento, e já anuncia que em junho, terá uma grande festa junina na sede do assentamento 20 de março. Assista no vídeo abaixo.

Veja as fotos da comemoração dos 15 anos do 20 de março.

HISTÓRIA DO ASSENTAMENTO 20 DE MARÇO

Em janeiro de 2009, um decreto presidencial do Luiz Inácio Lula da Silva, destinando a área para a reforma agrária foi publicado, constando a desapropriação  da fazenda Arapuá, com 1,4 mil hectares e localizada no Distrito de Arapuá, em Três Lagoas, indicando que o imóvel poderia abrigar 90 famílias.

E assim em meados de 2003, se inicia grupos de  famílias que inicialmente compunham o acampamento, apenas de 45 famílias estavam hábeis a serem agraciadas com o tão sonhado pedaço de terra para viver e se reproduzir socialmente, de uma forma digna. Já sobre os assentados que atualmente encontram-se instalados no Assentamento 20 de Março, muitos participaram ativamente do acampamento no Córrego do Moeda (em Três Lagoas/MS) em meados de 2008, o INCRA confirmou e comprovou que as terras da então Fazenda Arapuá estavam improdutivas, e consequentemente ocorreu a desapropriação. E foi somente em 20 de março de 2009 que 69 famílias foram alocadas.

Nos lotes do recém-criado Assentamento 20 de Março, onde estes puderam iniciar suas articulações e se organizar socialmente. Ambos os assentamentos estiveram envolvidos em um extenso e penoso processo de lutas que se arrastou por anos até que a terra prometida estivesse em suas mãos. E mesmo após esta conquista as lutas não cessam, com uma falta maior de apoio dos órgãos municipais, estaduais e tão menos do federal, a exemplo do INCRA.

Uma grande conquista foi a rede elétrica, que hoje atinge 100% dos lotes, reivindicações que vieram a anos de muito dialogo, antes um sonho, agora uma realidade, com uma melhor reprodução agrícola, impondo uma identidade camponesa.

O relato da produtora Cleonice Cassiano, que nos conta um pouco da história –  “Em maio de 2003, um grupo foi convocado pra fazer barracos no córrego da moeda, devido aos riscos que cada familiar corria nas margens da BR 158, sentido Brasilândia. Então foram deslocados até o córrego do pinto, ficando por mais um tempo. Em 2009, mais um descolamento aconteceu, dessa vez os pretendentes a um lote, foram transferidos para ficarem em barracos ao lado da BR 262, em frente à Fazenda Arapuá, e permaneceram por um ano e seis meses, totalizando seis anos desde o primeiro acampamento. No dia 19 de Setembro, foi sorteado os lotes para seus respectivos donos. E no dia 20 de Março de 2009, os acampados, tornam-se assentados” nos explicou Cleonice.

No dia 28 de Novembro de 2013 é inaugurado o viveiro de mudas do cerrado Assentamento 20 de Março - Inauguração Viveiro (104)

O Programa ReDes inaugurou, dia 28 de novembro de 2013, o Viveiro Jairo Cesário Magalhães, no Assentamento 20 Março, localizado no distrito de Arapuá, em Três Lagoas (MS).

Há dois anos, a consultoria técnica dos projetos do Redes, em parceria com a comunidade, realizou um estudo para analisar qual o tipo de atividade poderia ser desenvolvida no assentamento, respeitando a vocação local. “Os moradores participaram de todas as etapas, desde a idealização, a criação do plano de negócios, as capacitações técnicas até a implantação. Estamos ansiosos para a inauguração”, diz a presidente da Associação dos Agricultores Familiares do Assentamento 20 de Março, Neli Cordeiro Magalhães.

O viveiro, que recebeu um investimento superior a R$ 320 mil, será mantido pela associação dos moradores e irá beneficiar 69 famílias. O objetivo é produzir mudas nativas e frutíferas do bioma do cerrado, para geração de trabalho e renda para as famílias envolvidas. As mudas serão comercializadas para produtores, empresas privadas, instituições públicas e comunidades da região para restauração ambiental.

A estratégia de investimento social da Fibria (Suzano), líder mundial na produção de celulose de eucalipto, é baseada em um processo estruturado de relacionamento e engajamento com as comunidades vizinhas às suas operações, com o objetivo de promover desenvolvimento e geração de renda. Para fortalecer a economia local, os hortifrútis produzidos pelos agricultores familiares que participam do Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT) são adquiridos pelo restaurante industrial do Projeto Horizonte 2 – construção de uma segunda linha de produção de celulose na unidade da Fibria (Suzano) em Três Lagoas (MS) -, para a preparação das refeições dos trabalhadores.

O assentamento faz parte do Programa de Desenvolvimento Rural Territorial – PDRT, iniciativa da Fibria (Suzano) que promove o desenvolvimento local por meio do fortalecimento das associações comunitárias, focando no apoio às cadeias produtivas por meio da capacitação das comunidades. Entre as atividades do programa estão o cultivo do urucum, mandioca, abóbora, hortaliças, legumes e a melhoria do manejo da pecuária leiteira.

Em 03 de Outubro de 2014, é criada a Cooperativa dos Agricultores Familiares do Assentamento 20 de Marco – COOPERVINTE,  Sua atividade principal é produção de mudas e outras formas de propagação vegetal, certificadas.

No dia 6 de Outubro de 2016, 0 Assentamento Vinte de Março recebe entreposto de hortifruti

capa-Entre-posto-20-de-março-3A Associação dos Agricultores Familiares do Assentamento Vinte de Março, no distrito de Arapuá, em Três Lagoas, inaugurou na manhã desta quinta-feira (6) de Outubro de 2016,  o primeiro entreposto de hortifrúti do assentamento. A nova estrutura foi instalada com apoio da Fibria (Suzano), por meio do Programa Rede Sustentável e da Fundação Cargill. Estiveram presentes na entrega, Comunidade do Assentamento, Rede Sustentável, Fundação Cargill, Fibria, Agraer e Simbiose Consultoria.

O ENTREPOSTO DE HORTIFRUTI

A comunidade passa a contar com um espaço de 108m² para fazer o recebimento, triagem e expedição dos produtos hortifrúti produzidos pelos agricultores, diminuindo o desperdício e aumentando a produtividade. “O galpão vai ajudar a acessar novos mercados e a trabalhar na higienização e na separação dos produtos.  No total, foram gastos R$ 100 mil.

20 de Março, fornece cerca de 2 mil quilos de alimentos as refeições servidas na obra de expansão da Fibria (Suzano)

A comunidade do Assentamento 20 de Março, fornece cerca de 2 mil quilos de alimentos mensais para o restaurante do Projeto Horizonte 2, entre abóbora, cebolinha, coentro, salsa, couve manteiga, alface, almeirão, pimenta malagueta, berinjela, rúcula e chicória. Todos os alimentos são frutos do cultivo agroecológico, ou seja, sem a adição de agrotóxicos. Uma iniciativa da Fibria (Suzano) para oferecer mais qualidade de vida e nutrição aos trabalhadores da obra.

A produção mensal da comunidade 20 de Março é de 15,5 toneladas de hortaliças. A comercialização é realizada na Feira Livre e para restaurantes de Três Lagoas e, ainda, aos programas de fornecimento de alimentos para escolas públicas, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Durante três anos, Luciney Alves Ferreira esteve à frente da Associação como presidente, Vilmar Arantes como vice e a tesoureira Maria Auxiliadora. Agora Lucinei afirma não querer mais fazer parte da chapa. “Durante três anos fizemos de tudo um pouco.entre-posto-20-de-marco-15

Crescemos bastante em vários aspectos, tanto como experiência, produção, venda entre outros. Hoje temos vendas de agro-ecológicos, com feiras livres em três dias, feirinha da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e entrega na fábrica de celulose Fibria (Suzano) (projetos H1, H2). Conseguimos abrir muitas portas”, contou.

O assentamento 20 de Março tem produção média de 2.000kg de hortifrútis, destinados ao PAA (Programa de Aquisição de Alimentos), PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e indústrias da região.

São 69 famílias assentadas e alguns lotes que abrigam outras famílias. Cada assentado tem 3,5 hectares de terra, além da área social. Produzem vários tipos de hortifrutigranjeiros como alface, berinjela, jiló, mamão, abacaxi, banana e outros, além da produção de leite e árvores nativas, mel, queijo e entrega de cestas de café da manhã.

No viveiro são cultivamos mais de 80 espécies de mudas nativas e frutíferas.”Compramos mudas de fora e já estamos inserindo uma estufa, para conseguir uma produção maior. Queremos expandir a mesma, para poder atender o assentamento com nossas próprias mudas”, explicou e continuou. “O viveiro tem plantas nativas do serrado, com entrega de muitas mudas. Faremos prestação de contas, tanto no viveiro, quanto da Associação. Temos grupos atuando também nas hortas e quando assumimos à Associação, tínhamos os mesmos problemas de hoje. Poucas pessoas se interessam em fazer o trabalho voluntário. A diretoria anterior teve problemas de saúde e não tinha quem desse continuidade aos trabalhos, que acontecem pela associação e não poderíamos deixar morrer. Está na hora de outra pessoa dar continuidade. Sem a Associação, estes projetos não estariam mais a gente”, apontou.

O que é um assentamento

Basicamente, o assentamento rural é um conjunto de unidades agrícolas independentes entre si, instaladas pelo Incra onde originalmente existia um imóvel rural que pertencia a um único proprietário.

Cada uma dessas unidades, chamadas de parcelas, lotes ou glebas é entregue pelo Incra a uma família sem condições econômicas para adquirir e manter um imóvel rural por outras vias.

A quantidade de glebas num assentamento depende da capacidade da terra de comportar e sustentar as famílias assentadas.

O tamanho e a localização de cada lote é determinado pela geografia do terreno e pelas condições produtivas que o local oferece.

Como é um assentamento

A quantidade de glebas num assentamento depende da capacidade da terra de comportar e sustentar as famílias assentadas.

O tamanho e a localização de cada lote é determinado pela geografia do terreno e pelas condições produtivas que o local oferece.

Com algumas exceções, os assentados moram em casas construídas dentro do lote onde desenvolvem suas atividades rurais.

Além das unidades produtivas e de moradia, o assentamento conta com áreas comunitárias e espaços para construção de igrejas, centros comunitários, sede de associações e ainda locais de preservação ambiental cercados e protegidos.

Cada lote em um assentamento é uma unidade da agricultura familiar em seu respectivo município e demanda benefícios de todas as esferas de governo, como escolas (municipal e estadual), estradas (municipal), créditos (federal e estadual), assistência técnica (estadual e federal), saúde (municipal) e outros.

Algumas dessas ações para o desenvolvimento e consolidação do assentamento são executadas por iniciativa e com recursos do Incra através de parcerias com os governos locais e outras instituições públicas.

Como funciona um assentamento

Os trabalhadores rurais que recebem o lote comprometem-se a morar na parcela e a explorá-la para seu sustento, utilizando exclusivamente a mão de obra familiar.

Eles contam com créditos, assistência técnica, infraestrutura e outros benefícios de apoio ao desenvolvimento das famílias assentadas.

Até que possuam a escritura do lote, os assentados e a terra recebida estarão vinculados ao Incra. Portanto, sem portar a escritura do lote em seu nome, os beneficiados não poderão vender, alugar, doar, arrendar ou emprestar sua terra a terceiros.

Os assentados pagam pela terra que receberam do Incra e pelos créditos contratados.

Além da distribuição de terras, os assentamentos da reforma agrária dão condições de moradia e de produção familiar e garantem a segurança alimentar de brasileiros das zonas rurais que até então se encontravam sob risco alimentar e social.

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Assentamento 20 de Março

Programa “Amigos do Campo” auxilia criador de pequeno rebanho no diagnóstico de vacas prenhas

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A equipe técnica do Departamento de Agronegócio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agronegócio (SEMEA) prestou atendimento veterinário a um produtor rural do Assentamento 20 de Março, na última terça-feira (20).

O veterinário Marlon Donadoni e o técnico agropecuário Eduardo Sypreste estiveram no sítio de propriedade dos produtores Luciano Alves Campos e Evandro Santana Campos (pai e filho) para realizar o diagnóstico gestacional manual de 09 vacas.

O serviço tem como objetivo identificar as condições e tempo de gestação das fêmeas, do feto e possíveis riscos à saúde de mãe e filho. Conforme Marlon, este atendimento está dentro do leque de serviços do programa “Amigos do Campo”.

Satisfeito com o auxílio, o produtor Luciano disse que esta é a primeira vez que recebe atendimento veterinário por parte do poder público e disse ser de extrema importância para a produção e criação de bovinos este apoio.

O pequeno produtor rural de Três Lagoas pode solicitar o auxílio técnico veterinário pelo telefone (67) 3929-1248 ou diretamente na SEMEA, localizada na Rua Munir Thomé, 949 – Centro.

Fonte: Prefeitura de Três Lagoas

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