Inocência
Inocência receberá investimento de US$ 4,6 bi da Arauco
A corrida da Prefeitura de Inocência (MS), município de apenas 8 mil habitantes, para atender o fluxo crescente de trabalhadores atraídos pela mega fábrica de celulose da Arauco, prevista para entrar em operação em 2027, impõe um desafio demográfico, logístico e político. O prefeito descreve o avanço como uma “bênção”, embora exija ação imediata.
Em poucos meses, a população dobrou para cerca de 16 mil pessoas, somando moradores e trabalhadores envolvidos no plantio e nas atividades prévias ao empreendimento. Entre janeiro e fevereiro do próximo ano, devem chegar outros 6 mil trabalhadores para o início da construção da fábrica. No pico da produção, por volta de 2027, o número de habitantes pode alcançar entre 27 mil e 28 mil pessoas, um salto populacional de 3,5 vezes em tempo recorde.
Sem infraestrutura básica para absorver investimentos bilionários, Inocência tornou-se o epicentro dos gargalos do Vale da Celulose, diante de pressões simultâneas nos serviços de saúde, educação, segurança e mobilidade, enquanto tenta ampliar sua rede pública e buscar apoio estadual e federal.

Autoridades na audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional do Senado
O tema dominou a audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional do Senado, realizada nesta terça-feira (25), em Brasília, com participação de prefeitos, representantes do setor produtivo e dos governos estadual e federal.
“No pico da produção da fábrica, quando novos trabalhadores forem contratados, acredito que ficaremos com cerca de 28 mil habitantes”, afirmou o prefeito Antônio Ângelo Garcia dos Santos, o Toninho.
Ao conduzir o debate, o senador Nelsinho Trad (PSD) ressaltou que os 6 mil trabalhadores previstos para chegar no início de 2026 representam 80% da antiga população de Inocência. Ele questionou como administrar uma cidade de 8 mil moradores que, de repente, multiplica sua população e afirmou que uma cidade nessas condições precisa de políticas públicas diferenciadas.
O senador agradeceu a sugestão do ex-senador Waldemir Moka (MDB), secretário de Relações Institucionais de Mato Grosso do Sul em Brasília, que propôs a realização da audiência para chamar a atenção do governo federal.

Prefeito durante audiência pública que discutir a expansão da celulose nesta terça-feira
Em entrevista ao Campo Grande News, o prefeito Toninho confirmou ter sido internado por estresse diante das pressões para organizar a cidade. Ele relatou ter tido arritmia devido ao volume de responsabilidades e afirmou estar se cuidando mais.
A previsão inicial de inauguração da fábrica era 2028, mas a Arauco antecipou para 2027, elevando o investimento de US$ 3,5 bilhões para US$ 4,6 bilhões, o equivalente a mais de R$ 25 bilhões. A unidade terá capacidade de 3,5 milhões de toneladas de celulose ao ano, o maior projeto do mundo implantado de uma só vez.
“Temos recebido essa fábrica como uma bênção de Deus. Existem desafios, claro, mas estamos nos preparando desde 2022”, declarou o prefeito.
Apesar desse preparo, ele afirmou que a ficha caiu apenas quando o anúncio oficial foi feito e que tudo veio de uma vez, incluindo demandas por saúde, educação, infraestrutura e segurança.
Valorização imobiliária e déficit habitacional
O primeiro impacto foi a disparada no preço dos aluguéis. Imóveis antes locados por cerca de R$ 1 mil hoje chegam a R$ 20 mil, dependendo da localização. A pressão imobiliária atinge todos os 12 municípios do Vale da Celulose, que concentram unidades da Suzano, Eldorado e Bracell e, daqui a dois anos, a Arauco.
Toninho destaca a moradia como um dos principais gargalos. Ele cita contrapartidas da Arauco previstas no PBA (Plano/Projeto Básico Ambiental), incluindo construção de alojamentos para 12 mil trabalhadores e investimentos em saúde, segurança e educação, como novos quartéis da PM e Bombeiros.

Crianças atravessam rua em frente a escola estadual em Inocêncoa (Foto: Paulo Francis/arquivo)
Capacitação e expansão das escolas
Outros acordos envolvem formação profissional. Com a Fiems e o Sesi, a prefeitura doou uma área de 34 mil metros quadrados para construir duas escolas a partir de 2025, com investimento de R$ 45 a R$ 50 milhões. Uma será para educação básica e outra para formação técnica. A meta é inaugurá-las até o fim de 2027, junto com a fábrica.
O município também amplia sua própria rede. Uma creche para 300 crianças está sendo construída, outra foi reformada para atender mais 70 a 80 crianças, e uma terceira está em execução para 220 vagas. O prefeito avalia que há necessidade de uma nova escola maior, com pelo menos 13 salas de aula.
Necessidade de apoio federal para infraestrutura
O representante do MIDR (Ministério da Integração), Edgar Azevedo Caetano, defendeu planejamento conjunto e um comitê intermunicipal para discutir infraestrutura e outros pontos. O objetivo seria organizar demandas, classificar responsabilidades entre os entes federativos e elaborar uma carteira de projetos. Ele avaliou como válida a iniciativa, já que o Vale da Celulose é reconhecido legalmente pelo Estado.
Caetano mencionou risco de insegurança alimentar por possível migração de trabalhadores da agricultura para a indústria, mas encerrou a audiência descartando a preocupação após explicações sobre programas estaduais de bioeconomia.
Para Toninho, o principal gargalo na infraestrutura da região de Inocência está nas estradas vicinais. Ele relatou que as estradas são de terra, primárias, e que isso prejudica o transporte de madeira, o fluxo de ônibus escolares na zona rural e a pecuária. Com a megafábrica, haverá circulação intensa de bitrens, tritrens e hexatrens. Sem melhorias, o tráfego pode parar na época de chuvas.

Máquinas em canteiro de obras em fevereiro de 2025 (Foto: Paulo Francis/arquivo)
Municípios pressionados
O prefeito de Ribas do Rio Pardo, Roberson Luiz Moureira, relatou problemas semelhantes e demonstrou expectativa no governo federal. No município, que abriga fábrica da Suzano, o déficit habitacional é crítico, com mais de 420 famílias vivendo em barracos por não terem conseguido vagas no mercado de trabalho durante o boom inicial.
Essas famílias não se enquadram no Minha Casa, Minha Vida. Ribas e Inocência precisam de pelo menos 500 casas populares cada, imediatamente, e outras mil via programas dos governos federal e estadual.
Moureira lembrou que, em 2020, Ribas tinha 6.300 ligações de água para 22 mil habitantes. Hoje, são 10 mil ligações e mais de 30 mil moradores. As escolas tinham 3.400 alunos e agora somam 5.200, com algumas turmas instaladas em contêineres.
“É essencial pensar na fase de operação: casas, saúde e, principalmente, creches”, declarou.
Respostas da indústria
Entidades do setor tentaram amenizar críticas sobre o impacto do eucalipto nas bacias hidrográficas e em questões sociais. O diretor de Relações Institucionais da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), José Carlos de Fonseca Júnior, declarou que as empresas investem em produtividade e certificações internacionais. O secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável de MS, Rogério Beretta, afirmou que o setor opera com sustentabilidade e que o Estado mantém a meta de carbono neutro até 2033.
O diretor-executivo da Reflore, Benedito Mário Lázaro, defendeu melhorias na infraestrutura e ações conjuntas com Congresso, Estado e União.
Próximos passos
O senador Nelsinho Trad defendeu medidas federais específicas para o Vale da Celulose e lembrou que Inocência dobrou de população em poucos dias no início das atividades da Arauco. Ele afirmou que, com falta de creches e moradias, cidades se transformam em cidades de contêineres e que a submoradia gera favelas, como ocorreu em Ribas. Também destacou a necessidade de pavimentação e melhorias das rodovias.
O senador se comprometeu a reunir as demandas municipais e encaminhá-las ao MIDR, incluindo a criação do comitê intermunicipal.
Por Campo Grande News
Celulose em Destaque
Aos 67 anos, Inocência vive novo ciclo de desenvolvimento com presença da Arauco
Abril de 2026 – Ao completar 67 anos de emancipação política neste 4 de abril, o município de Inocência (MS) vive um novo ciclo de desenvolvimento. Especialmente a partir de 2025, os setores de comércio e serviços começaram a ganhar fôlego, surgiram novas oportunidades de fonte e renda. A cidade cresceu, enquanto a infraestrutura urbana vem sendo ampliada e modernizada, por exemplo, com iniciativas como o Plano Estratégico Socioambiental (PES) do Projeto Sucuriú, da Arauco. E os reflexos desta transformação já são percebidos no dia a dia pela população.

Leandro Rodrigues – LL Hotel
O crescimento deixou de ser expectativa para se tornar realidade nas ruas, nos negócios e na vida das pessoas, como o empresário Leandro Rodrigues dos Santos, do setor de hotelaria. Nascido em Inocência, Leandro, proprietário do LL Hotel, é de uma geração que precisou deixar a cidade ainda jovem por falta de perspectivas. “Eu, minha irmã e meu irmão tivemos que ir embora para buscar crescimento profissional, estudar, trabalhar. Isso acontecia muito aqui”, conta. Nesse período, trabalhando como técnico de segurança do trabalho, ele passou por São Paulo e Minas Gerais, sonhando com a possibilidade de retornar à cidade-natal.
Esse retorno começou a se desenhar quando a região passou a viver um novo movimento econômico, ainda ligado à atividade florestal. Mesmo antes da confirmação da decisão de instalação da fábrica da Arauco, a demanda por serviços já dava sinais de mudança. Leandro soube ler os sinais e acreditou neles. “A gente começou a construir um hotel pensando nessa movimentação. No meio da obra, veio a confirmação da fábrica. Foi melhor do que a gente imaginava”, relembra. O hotel, previsto inicialmente para ter 14 apartamentos, precisou ser ampliado para acompanhar o ritmo da cidade. Hoje, são 28 quartos com alta ocupação constante. “Se tivéssemos 40 ou 50, estariam cheios”, afirma O crescimento do negócio ajuda na geração de renda. Atualmente, sete moradores de Inocência trabalham no hotel. Para Leandro, a principal mudança não está nos números, mas na forma como a cidade passou a reorganizar suas próprias histórias. “Antes, as famílias eram separadas. As pessoas iam embora. Agora, está acontecendo o contrário: as pessoas estão voltando. As famílias estão se reunindo de novo”, comemora, observando que há um movimento crescente de novos empreendimentos, com moradores que antes tinham poucas perspectivas, mas que, agora, também enxergam oportunidades reais de crescimento.
Essa transformação é visível no cotidiano do comércio local. João Pedro Luiz Azambuja, do CH Food Park, acompanha o aumento no fluxo de pessoas e a mudança no ritmo da cidade, que impulsionou seu negócio. Natural de Inocência, João Pedro concretizou um sonho que começou de forma simples, dentro de casa, com lanches artesanais por delivery e ganhou um espaço próprio, bem no centro da cidade. Para ele, a chegada da Arauco impulsionoudiretamente o negócio. “Nossa realidade financeira melhorou bastante. Isso nos deu a possibilidade de ampliar o espaço e proporcionar mais qualidade de vida para nossa família”, afirma. O que começou com três pessoas, hoje, já reúne mais de 10 colaboradores. “Foi um passo de fé, cheio de esperança. Nada disso seria possível sem o apoio fundamental da minha esposa, Thalita, da minha sogra, Erika, e do meu cunhado, Eduardo. Somos uma empresa familiar que não abre mão da qualidade”, conta.
A força feminina no empreendedorismo local também é um marco desse novo ciclo. Lina Luíza Campos, produtora rural e empresária no setor de combustíveis, relata que o centro de Inocência pulsa em um novo ritmo para atender à demanda: estabelecimentos que antes fechavam cedo, agora, estendem o horário até as 20h e abrem aos domingos e feriados. “É nítido o movimento de profissionalização. Muitos buscam qualificações e já integram tecnologias como a inteligência artificial em seus processos, enquanto outros ainda amadurecem suas estratégias para encontrar diferenciais neste novo momento”, pontua Lina, que também é presidente da Associação Comercial e acompanha de perto a abertura de quase duas novas empresas por semana na cidade.
Para Lina, o maior legado é a valorização humana e a transformação social que a parceria entre indústria e comunidade proporciona. “Aumentamos nosso efetivo e a renda dos nossos colaboradores para acompanhar o mercado. Fazer parte desta história e ver a evolução da cidade onde escolhi criar meus filhos nos traz muito orgulho; Inocência nunca mais será a mesma”, informa a empresária, que também atua em conselhos municipais de desenvolvimento e educação.
Plano Estratégico Socioambiental
Nesse movimento de mudança, o Projeto Sucuriú se entrelaça com a história da cidade, passando a fazer parte do seu dia a dia. “Inocência está de parabéns pelos seus 67 anos e por esse momento de desenvolvimento. A Arauco tem o compromisso de contribuir para esse crescimento de forma planejada, respeitando a história do município e gerando oportunidades para a população”, diz Theófilo Militão, diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da empresa.
Segundo ele, o investimento de US$ 4,6 bilhões no Projeto Sucuriú, a primeira fábrica de celulose da Companhia no Brasil, demonstra a confiança da Arauco no município e na região. “Mas este empreendimento não vem sozinho; ele traz consigo iniciativas estruturantes que contribuem para evolução de Inocência, como é o caso do Plano Estratégico Socioambiental (PES), que reúne empresa, poder público e comunidade em um modelo de governança compartilhada”, ressalta o executivo, acrescentando que R$ 85 milhões estão sendo aplicados em áreas como saúde, educação, infraestrutura e geração de renda, com ações pensadas para acompanhar a expansão do município.
Os efeitos no cotidiano são visíveis. A cidade ampliou vagas na educação infantil, melhorou o transporte escolar, reforçou a estrutura de saúde e avançou na organização do sistema público. Também houve investimentos em infraestrutura, com obras de pavimentação e drenagem, implantação de rede de fibra óptica e contribuição para o processo de homologação de uma pista de pouso, fortalecendo a mobilidade e a logística.
Esse avanço também se reflete em áreas essenciais para a população. Na educação, Inocência se destaca pelo desempenho no Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos), com índice de aprovação de 63%, bem acima da média nacional, que foi de 12,5%. O resultado está ligado à oferta de curso preparatório gratuito, realizado em parceria com a Prefeitura, e acompanha a elevação da escolaridade num cenário em que a qualificação passa a ser decisiva para o acesso às novas oportunidades.
A certificação escolar tem funcionado como porta de entrada para outras iniciativas, como o programa Abrace este Projeto, desenvolvido em parceria com o Senai, que oferece 560 vagas em cursos técnicos gratuitos voltados à indústria de celulose, com bolsa-auxílio para os participantes.
Na saúde, os investimentos também alcançam a rede regional. Em Três Lagoas, referência para atendimentos de média e alta complexidade, a Arauco destinou R$ 2,3 milhões para fortalecer hospitais e ampliar a oferta de exames e consultas especializadas, beneficiando pacientes de toda a região, incluindo Inocência.
Sobre o Projeto Sucuriú
O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.
Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.
Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.
Sobre a Arauco Brasil
No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.
As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).
Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.
Inocência
Em Inocência| Trio é detido com drogas escondidas em carro durante abordagem na MS 112
Três homens foram presos por tráfico de drogas após uma abordagem realizada por policiais do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) na rodovia MS 112, em Inocência, na última sexta-feira, 13.
A equipe realizava fiscalização de rotina quando interceptou um Chevrolet Onix azul, utilizado como transporte por aplicativo. No veículo estavam uma motorista e três passageiros, que seguiam viagem com destino ao município.
Durante a inspeção no porta-malas e nas bagagens, os policiais encontraram uma sacola com porções de entorpecentes. Um dos ocupantes assumiu ser o responsável pela mala onde parte do material estava guardado.
Na sequência, os militares intensificaram a revista no interior do carro e localizaram mais drogas escondidas entre roupas e também no assoalho do veículo.
No total, foram apreendidos dois tabletes de maconha, somando cerca de 400 gramas, além de 46 porções fracionadas da mesma substância, que totalizaram aproximadamente 250 gramas. Também foram recolhidos 166 papelotes de cocaína, com peso estimado em 150 gramas.
Os três suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas, onde permanecem à disposição da Justiça. Segundo a polícia, o prejuízo estimado ao tráfico com a apreensão é de aproximadamente R$ 13 mil.
Com informações de Rádio Caçula
-
Suzano6 dias atrásSuzano abre inscrições para programas de estágio com 52 vagas em Mato Grosso do Sul
-
Educação6 dias atrásUniCesumar abre inscrições para o Vestibular de Inverno 2026 de Medicina
-
PRF7 dias atrásPRF apreende 8,3 toneladas de maconha em Naviraí (MS)
-
Três Lagoas7 dias atrásVigilância Epidemiológica de TL informa que foi confirmado um caso de doença meningocócica

