Mato Grosso do Sul
Governo de MS terá integrante no Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia
A Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul), órgão do Governo do Estado responsável por gerenciar os investimentos em inovação e pesquisas científicas, conquistou uma vaga no CCT (Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia).
Márcio de Araújo Pereira, presidente da Fundação, vai representar Mato Grosso do Sul em nome das fundações estaduais de pesquisa de todo o país, juntamente com o presidente do Confap (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa), Odir Antônio Dellagostin.
O CCT é uma entidade criada pelo Governo Federal com o objetivo de organizar a política de ciência e tecnologia do país, além de formular planos, metas e prioridades nacionais referentes à ciência e tecnologia, dentre outras atribuições.
“Ao participar do conselho nós assumimos o compromisso de construir uma sociedade melhor, por meio da ciência e da inovação. Vamos buscar meios para ajudar o Brasil a avançar nessas áreas, em especial em Mato Grosso do Sul, juntamente com o governador Eduardo Riedel. Embora muitos não percebam, pois o trabalho das fundações é silencioso e promove, em especial, as instituições que realizam as pesquisas, nós temos consciência de que o ensino, a ciência, a tecnologia e a inovação só acontecem com fomento e parcerias. Por isso, a presença das fundações nas instâncias de decisão nacional é imprescindível”, explica Márcio Pereira.
O CCT é composto por 34 membros, incluindo o presidente da República, 16 ministros de Estado, 8 membros escolhidos entre produtores e usuários de ciência e tecnologia e 9 representantes de entidades dos setores de ensino, pesquisa, ciência e tecnologia.
Possui ainda diversas comissões temáticas setoriais, das quais participam os conselheiros, juntamente com especialistas, empresários e dirigentes públicos especialmente convidados.
Fundect
É a fundação pública estadual responsável por fomentar o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação em Mato Grosso do Sul.Em 2022, a instituição se consolidou como referência nacional, devido ao grande volume de investimentos realizados, mesmo durante um momento em que a ciência, nacionalmente, sofreu desvalorização.
Desde 2015, a Fundação lançou editais inovadores como o MS Carbono Neutro e editais que atendem aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Atualmente, a Fundação lidera rankings de ofertas de bolsas de mestrado e doutorado no Estado, dentre as fundações estaduais de amparo à pesquisa.
Os investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação em Mato Grosso do Sul, nos últimos 8 anos (2015-2022), somam aproximadamente R$ 180 milhões. O montante representa 66% de todo o valor investido na história da Fundect desde que foi criada, em 1998.
Paulo Ricardo Gomes, Comunicação Fundect
*Larissa Adamis, estagiária de Jornalismo
Foto: Leandro Benites
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Programa Rouanet Centro-Oeste é lançado com R$ 29 milhões para fortalecer a cultura regional
O Ministério da Cultura lançou nesta segunda-feira (15), em Cuiabá (MT), o Programa Rouanet Centro-Oeste, iniciativa inédita que vai destinar R$ 29 milhões para projetos culturais de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. O programa conta com recursos de empresas públicas e estatais como Petrobras, TBG – Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil, Transpetro, Fundação Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, em parceria com o Governo Federal.
Representando Mato Grosso do Sul no lançamento, o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes Pinto, participou da agenda ao lado de representantes do Ministério da Cultura, do Escritório Estadual do MinC em Mato Grosso do Sul, SESI – MS, gestores públicos e agentes culturais da região. A iniciativa busca ampliar o acesso aos mecanismos de incentivo da Lei Rouanet e democratizar os investimentos culturais em uma região historicamente menos contemplada pelos recursos federais.
Para Edu Mendes, o programa representa um marco para o fortalecimento da economia criativa e da produção cultural sul-mato-grossense, “recebemos o Programa Rouanet Centro-Oeste com muita expectativa. Trata-se de uma ação estratégica para ampliar o acesso dos nossos artistas, produtores, instituições e coletivos culturais aos mecanismos de financiamento. Mato Grosso do Sul possui uma diversidade cultural extraordinária e esse investimento cria novas oportunidades para que nossos projetos ganhem visibilidade, gerem emprego, renda e fortaleçam a identidade cultural do nosso Estado”, afirmou.
O Rouanet Centro-Oeste também prevê critérios voltados à descentralização dos recursos, ao incentivo de novos proponentes e à valorização da diversidade cultural regional, contemplando manifestações populares, culturas tradicionais e iniciativas desenvolvidas em diferentes territórios do Centro-Oeste brasileiro.
De acordo com o Ministério da Cultura, todas as informações sobre o programa, incluindo regras, critérios de participação e procedimentos para inscrição, serão publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira, 16 de junho. A expectativa é que o novo mecanismo amplie significativamente a participação de projetos da região nos investimentos da Lei Rouanet e contribua para o desenvolvimento cultural e econômico dos estados contemplados.
Comunicação Setesc
Fotos: Caroline Garcia
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
MS credencia comercializadores e avança na consolidação do novo mercado de gás natural
Mato Grosso do Sul dá mais um passo no fortalecimento de um ambiente energético moderno e competitivo com a homologação dos primeiros comercializadores de gás natural credenciados pela Agência Estadual de Regulação (Agems) para atuar no Estado.
De acordo com a Agência, a medida amplia a transparência e a segurança regulatória de um mercado que já movimenta a maior parte do gás consumido pela indústria sul-mato-grossense.
Ao todo, nove empresas foram credenciadas após atenderem aos requisitos estabelecidos pela regulamentação da Agems. A iniciativa integra o processo de modernização do setor impulsionado pela Nova Lei do Gás e pelas normas estaduais que vêm criando condições para ampliar a concorrência, atrair investimentos e oferecer mais alternativas de contratação aos consumidores.
“Estamos consolidando um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, com regras claras, segurança jurídica e oportunidades para novos investimentos. A atuação regulatória busca justamente criar as condições necessárias para fortalecer a competitividade das empresas e contribuir para o desenvolvimento econômico sustentável de Mato Grosso do Sul”, afirma o diretor-presidente da Agems, Carlos Alberto de Assis.
Mercado, competitividade e desenvolvimento
O diretor de Gás, Energia e Mineração, Matias Gonsales Soares, explica que a iniciativa está alinhada às diretrizes da Lei do Gás e ao processo de abertura do mercado promovido nos últimos anos, pelas normas nacionais e as normas editadas localmente pela Agems.
“Hoje a indústria não está limitada à compra da molécula de gás por meio da distribuidora. Ela pode negociar diretamente com comercializadores autorizados, que compram o gás dos produtores e o disponibilizam aos consumidores”, conta. “Então o objetivo da Agems é abrir para mais comercializadores poderem entrar no mercado e incentivar que o preço do gás possa também diminuir. E, de fato, diminuiu para as nossas indústrias, porque elas agora têm liberdade de escolher o fornecedor”, completa.
Segundo o diretor, mais de 85% do gás natural consumido atualmente na indústria no Estado já são adquiridos por meio de comercializadores livres, demonstrando o avanço desse modelo e os benefícios para o setor produtivo.
Regulação preparada para o futuro
O credenciamento segue a norma mais recente da AGEMS, a Portaria nº 335, publicada em maio, e é resultado de uma série de aprimoramentos regulatórios conduzidos pela AGEMS nos últimos anos. Entre eles estão o modelo de contrato para uso do sistema de distribuição; a atualização das condições gerais para distribuição de gás natural e a regulamentação que permite incorporar o uso do biometano. A relação dos credenciados fica publicada no site da Agems.
Produzido a partir do aproveitamento energético de resíduos orgânicos, o biometano é considerado uma das principais alternativas renováveis para a expansão sustentável da matriz energética brasileira. Embora o credenciamento atual contemple empresas voltadas à comercialização de gás natural, a regulamentação estadual já prevê as condições necessárias para a futura participação de agentes desse segmento.
Comunicação Agems
Fonte: Governo MS
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