TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

Mato Grosso do Sul

Governo de MS lança inventário totalmente digital e com previsão de catalogar 1,1 milhão de itens

Publicado em

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SAD (Secretaria de Estado de Administração), lançou na terça-feira (10) o Inventário de Bens Moveis 2024. O evento de lançamento marcou o início da contabilização e controle dos bens móveis do Poder Executivo Estadual, que acontecerá entre os meses de setembro a dezembro de 2024.

Durante o evento que reuniu secretários de Estado, diretores-presidentes, gestores e servidores da área do patrimônio no auditório Germano Barros de Souza, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, o vice-governador do Estado, José Carlos Barbosa, destacou a importância da gestão patrimonial para a eficiência na Administração Pública.

“Ter o controle do que o Estado efetivamente possui tanto em bens móveis ou imóveis é essencial para melhorar a aplicação do recurso público. E quero destacar o grande trabalho que foi feito pela SAD e todas as secretarias no inventário de 2023 e agora será novamente realizado em 2024. Foi um trabalho inovador, que está alinhado às estratégias do Governo, com entregas muito importantes como a catalogação e redistribuição, dentro do prazo, dos bens móveis, impactando na sustentabilidade. O inventário é fundamental para a otimização dos recursos e controle adequado dos bens, o que ficou comprovado na aprovação das contas do Governo do Estado”, afirma o vice-governador.

Desde 2023, a SAD investe na modernização da Administração Pública, realizando o inventário de bens móveis de maneira totalmente digital. A Superintendência de Patrimônio, Gestão Documental e Frotas da Secretaria de Administração remodelou o sistema de gestão de bens móveis, com o desenvolvimento de um aplicativo de inventário, que melhorou o registro e controle do patrimônio através da leitura de QR Code e código de barras.

“Nosso foco é garantir uma gestão eficiente e transparente do patrimônio público, que subsidie o Governo do Estado na tomada de decisão sobre como melhor dispor esse patrimônio, na entrega dos serviços e políticas públicas para a sociedade. A gestão transparente do bem público oferece dados claros sobre os recursos disponíveis e quando se conhece plenamente o que se possui, é possível fazer o uso adequado desses recursos”, explica o secretário de Estado de Administração Frederico Felini.

O titular da pasta ainda destaca o caráter transversal da ação. “Primeiramente, eu agradeço aos gestores e servidores de todos os órgãos e entidades do Poder Executivo pelo envolvimento e conscientização sobre a importância da gestão patrimonial, porque o inventário de bens móveis é um trabalho construído a várias mãos e de maneira contínua. Esses resultados só são possíveis de serem alcançados, graças aos responsáveis que cuidam do patrimônio do Estado em todas as unidades”.

Economia e melhor gestão

Com resultados significativos em 2023, quando 1,1 milhão de bens foram inventariados e 100 mil itens redistribuídos entre os órgãos, entidades e terceiros, totalizando R$ 485,5 milhões em recursos otimizados, o Governo do Estado espera repetir o sucesso no inventário de 2024 e melhorar o controle do patrimônio, uma vez que além da modernização das práticas de inventário, a SAD ainda atualizou a normatização da gestão patrimonial.

Em setembro de 2023, com a publicação do decreto n. 16.268, que dispõe sobre a obrigatoriedade de realização de inventário dos bens móveis, intangíveis e semoventes, o Governo do Estado disciplinou os procedimentos do inventário.

“No ano passado, tivemos um momento disruptivo, quando reformulamos as práticas de inventário, e essas mudanças trazem consigo uma série de desafios. Mas, já naquela primeira experiência nós alcançamos resultados muito bons e pretendemos agora identificar as possíveis divergências do inventário, nos certificando de que todos os bens estão no sistema de gestão”, aponta a superintendente de Patrimônio, Gestão Documental e Frotas da Secretaria de Administração, Cárita Marilhants.

A gestora de patrimônio público ainda reforça a gestão estratégica que envolve o controle de bens.

“Focamos na entrega de um inventário que atenda os quatro eixos estratégicos do governo, ao proporcionar sustentabilidade, com o uso inteligente do bem público, uma vez que um bem redistribuído significa prolongar a vida útil desse equipamento, menos gastos com novas aquisições e menos geração de resíduos. Também é inovador, pois hoje o inventário é totalmente digital, além de promover a prosperidade e inclusão em MS, porque apoia a tomada de decisão da alta gestão em prol da sociedade”, avalia Marilhants.

Aperfeiçoamento

O inventario 2024 terá uma fase de capacitação dos servidores que realizam o levantamento de bens móveis nas secretarias e unidades. O treinamento acontecerá nos dias 18 e 19 de setembro e será voltado para a atualização dos procedimentos e das novas funcionalidades do Sistema de Bens Móveis e Intangíveis (Sismobi).

Além dos bens móveis, também serão inventariados os semoventes (animais como cachorros, bovinos e cavalos) e os intangíveis, como os softwares usados em toda a estrutura do Poder Executivo Estadual.

“Quando a gestão patrimonial é bem feita, a Administração Pública avança, com sustentabilidade, comprovada na aprovação de contas do governador e dos gestores, e a sociedade usufrui dos bons resultados desse processo. A cooperação e envolvimento de todos, gestores e servidores, é fundamental para o sucesso da gestão patrimonial, por um Mato Grosso do Sul próspero, verde, inclusivo e digital”, conclui Felini.

Todas as secretarias, fundações e autarquias devem fazer o inventário de bens móveis, que começa em 23 de setembro e deve ser concluído até 20 de dezembro de 2024.

Laiana Horing Nantes, Comunicação SAD
Fotos: Giovana Montoso

Fonte: Governo MS

Comentários Facebook

Mato Grosso do Sul

No Dia do Cinema Brasileiro, audiovisual de Mato Grosso do Sul celebra expansão e projeta novos desafios

Published

on

By

No Dia do Cinema Brasileiro, celebrado nesta sexta-feira (19), o audiovisual de Mato Grosso do Sul tem motivos para comemorar. Impulsionado por políticas públicas de incentivo e pelo amadurecimento de sua cadeia produtiva, o setor vive um dos momentos mais promissores de sua história recente, com crescimento da produção local, ampliação da circulação de obras e fortalecimento da formação profissional.

Nos últimos cinco anos, o Estado recebeu um volume expressivo de investimentos destinados ao audiovisual. Somente por meio da Lei Paulo Gustavo (LPG), foram destinados mais de R$ 20 milhões para projetos do setor em Mato Grosso do Sul. A esse montante somam-se recursos estaduais do Fundo de Investimentos Culturais (FIC) e, mais recentemente, da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), que passou a garantir uma fonte contínua de financiamento para a cultura brasileira.

Em 2026, a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) lançou três editais específicos para o audiovisual, totalizando R$ 1 milhão em investimentos por meio da PNAB. As chamadas públicas contemplam diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a produção de obras até sua circulação e exibição.

Um dos editais prevê R$ 100 mil para o licenciamento de 30 obras audiovisuais finalizadas a partir de 2023. Os trabalhos selecionados serão exibidos em ações como o Rota Cine, mostras promovidas pelo Museu da Imagem e do Som (MIS) e na programação da TV Educativa. Outra iniciativa destina R$ 500 mil à produção de cinco curtas-metragens de animação inéditos, com até R$ 100 mil por projeto. Já o terceiro edital disponibiliza R$ 400 mil para apoiar a participação de produções sul-mato-grossenses em festivais e mostras nacionais e internacionais.

Os editais seguem em andamento e devem ser concluídos até agosto.

Para o cineasta Roberto Leite, que atua há mais de duas décadas no setor, o momento atual representa um marco histórico para o audiovisual sul-mato-grossense.

“Posso dizer que vivemos um dos períodos mais importantes da história do setor no estado. Nos últimos anos, especialmente com a chegada da Lei Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc, houve um fortalecimento significativo da produção audiovisual. Esses recursos permitiram que produtores, diretores, roteiristas, técnicos e artistas tivessem condições de desenvolver projetos com mais qualidade e alcançar novos espaços de exibição e reconhecimento”, afirma.

Segundo ele, entretanto, o cenário atual é resultado de uma construção iniciada muito antes da chegada das políticas federais.

“Diversos profissionais já vinham construindo o audiovisual sul-mato-grossense por meio dos editais estaduais, como o FIC, além de iniciativas da iniciativa privada. Foi esse trabalho contínuo que preparou o terreno para o momento que vivemos atualmente”, destaca.

Leite ressalta ainda que o desafio passa pela continuidade dos investimentos e pela garantia da execução dos recursos dentro dos prazos previstos.

“O audiovisual movimenta profissionais, empresas e serviços. Quando há atrasos nos pagamentos ou insegurança sobre a execução dos recursos, toda a cadeia produtiva é impactada”, observa.

O crescimento da produção também pode ser percebido nos festivais locais. Para o cineasta e produtor cultural Dannon Lacerda, os números recentes demonstram uma mudança significativa no cenário estadual.

“O Festival Curta Campo Grande recebeu, em sua última edição, 32 inscrições de curtas-metragens produzidos em 2024 e 2025, número muito superior ao registrado antes da pandemia, quando dificilmente ultrapassávamos cinco produções por ano”, explica.

Para ele, o próximo passo consiste em transformar esse aumento quantitativo em desenvolvimento sustentável e qualificado.

“É fundamental investir na formação continuada dos profissionais do setor. Além de seu papel na cultura, na educação e no entretenimento, o audiovisual exerce um impacto econômico significativo, movimentando turismo, comércio, tecnologia, serviços e economia criativa”, avalia.

Além dos investimentos, os profissionais do audiovisual do Estado destacam a criação da Film Commission de Mato Grosso do Sul como iniciativa estratégica capaz de ampliar a visibilidade do estado, atrair produções externas e gerar novas oportunidades para profissionais locais. “É uma ferramenta que tende a fortalecer ainda mais o setor nos próximos anos, avalia Roberto Leite.

A formação profissional também foi apontada por agentes do setor como um dos fatores responsáveis pelo amadurecimento da produção local. A criação do curso de Audiovisual da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) ampliou o acesso à qualificação técnica e contribuiu para a renovação de realizadores e profissionais da área.

Para o cineasta Thiago Rotta, o audiovisual já ultrapassa o campo exclusivamente cultural e deve ser compreendido como um setor estratégico para o desenvolvimento do Estado.

“O audiovisual movimenta cadeias produtivas, fortalece o turismo, projeta a identidade dos territórios e conecta o Mato Grosso do Sul a mercados e públicos muito além de suas fronteiras. Hoje ele está presente na cultura, na educação, na indústria, no agronegócio, na comunicação institucional e na construção de marcas”, afirma.

Segundo Thiago, o fortalecimento do setor também depende da profissionalização das empresas, da articulação coletiva e da construção de uma visão de longo prazo.

“Mato Grosso do Sul possui uma riqueza cultural extraordinária e, aos poucos, essa diversidade começa a aparecer também nas telas. O grande desafio dos próximos anos será transformar essa potência criativa em desenvolvimento contínuo”, acrescenta.

A expansão da produção local também é percebida por Andréa Freire, gestora cultural e coordenadora do Bonito CineSur – Festival de Cinema Sul-Americano. Ela observa o crescimento do número de obras realizadas no Estado e a diversidade de linguagens e temáticas abordadas pelos realizadores.

“As produções estão cada vez mais interessantes, ecléticas e com diversas linguagens, novos realizadores e temas que falam de nós e nos espelham no mundo”, destaca.

Ao mesmo tempo, Andréa aponta a necessidade de fortalecer toda a cadeia produtiva do audiovisual.

“O financiamento público tem contribuído para impulsionar a produção, mas ainda é insuficiente para a demanda atual. Tanto quanto produzir filmes, é fundamental distribuí-los para que cheguem ao público”, observa.

Entre os próximos passos para o setor, os entrevistados apontam a consolidação de políticas permanentes de investimento, o fortalecimento da recém-criada Film Commission de Mato Grosso do Sul, a ampliação dos mecanismos de distribuição e circulação das obras e a continuidade dos editais públicos.

“O audiovisual é uma das áreas mais dinâmicas da economia criativa contemporânea. Quando investimos no setor, estamos investindo em cultura, mas também em inovação, qualificação profissional, empreendedorismo e desenvolvimento regional. Mato Grosso do Sul vive um momento muito especial, com o fortalecimento dos realizadores locais, a ampliação dos mecanismos de fomento e iniciativas estratégicas como a Film Commission, que ampliam nossa capacidade de atrair investimentos e gerar oportunidades.

De acordo com o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, é importante celebrar resultados já alcançados. Mas, também, manter o foco no futuro do cinema que estamos construindo.

“O Dia do Cinema Brasileiro revela um momento de transformação para o audiovisual sul-mato-grossense. Um cenário construído por décadas de trabalho de realizadores, produtores e instituições culturais, que agora encontra nas políticas públicas uma oportunidade de ampliar sua presença dentro e fora do Estado, projetando novas histórias, novos olhares e novas possibilidades para o cinema produzido em Mato Grosso do Sul. Queremos que cada vez mais histórias sul-mato-grossenses sejam produzidas, exibidas e reconhecidas dentro e fora do país, consolidando o audiovisual como um setor estratégico para o desenvolvimento cultural e econômico do Estado”.

Comunicação Setesc

Fonte: Governo MS

Comentários Facebook
Continue Reading

Mato Grosso do Sul

Naviraí ganha novas obras de infraestrutura e saneamento para atender anseios da população

Published

on

By

Melhorar a qualidade de vida das pessoas. Com esta missão o governador Eduardo Riedel lançou novas obras de infraestrutura urbana e saneamento em Naviraí e também entregou novos investimentos na área da saúde. A agenda no município ocorreu nesta sexta-feira (19), em solenidade com a participação dos moradores e autoridades locais.

“Estamos aqui para trazer investimentos importantes para Naviraí, em uma série de agendas na cidades. Também ouvimos com cuidado o que era prioridade, das próprias lideranças. Não tenham dúvida da minha parceria com o município, pois meu foco é trabalhar pelas pessoas”, afirmou o governador.

Entre as obras está a autorização para a abertura de licitação na pavimentação da Avenida João Rigonato, via de acesso ao novo cemitério municipal, que fica localizado nos fundos da Vila Nova (início da MS-145, na saída para o Assentamento Juncal). Investimento por meio do programa MS Ativo.

Mais uma obra que será licitada é a restauração asfáltica das avenidas principais da cidade, que recebem maior fluxo e trânsito pesado, especialmente as vias que interligam a saída para Ivinhema e a BR-163. São investimentos de R$ 12,2 milhões.

“A revitalização das avenidas é um pedido da população, porque elas ajudam a ligar a cidade com as rodovias. Também temos no saneamento que vai ampliar a cobertura na cidade. Ano que vem seremos o primeiro estado a universalizar o serviço no Brasil”, completou o governador.

Saneamento

Uma das prioridades da gestão estadual, o saneamento também faz parte do pacote de investimentos de Naviraí. Aumentar a cobertura da cidade para levar qualidade de vida as pessoas.

Foram anunciados mais R$ 10,6 milhões, sendo R$ 10,3 milhões destinados a ampliar e melhorar a capacidade do sistema de abastecimento de água do município, com a construção de dois reservatórios e recuperação de outros já existentes, assim como a autorização para licitação da obra de construção de dois reservatórios de 600m³.

Também foi anunciada a da obra de recuperação de reservatórios, um elevados e dois apoiados, assim como recursos para ampliar o Sistema de Esgotamento Sanitário da cidade, com a autorização para licitação da obra de execução de 1.383 metros de rede coletora de esgoto e 68 ligações domiciliares de esgoto no Loteamento Interlagos II.

Saúde e projeto de cidadania

Para contribuir com a saúde de Naviraí, foi entregue um arco cirúrgico para atender o Hospital Municipal. O equipamento de imagem permite maior precisão, segurança e rapidez em procedimentos cirúrgicos. “Estas obras e investimentos do Estado vão mudar à qualidade de vida da população, o que mostra sua gestão municipalista, governador, de parceria com Naviraí. Obras que fazem a diferença na vida das pessoas. União e diálogo”, destacou o prefeito Rodrigo Sacuno.

O governador aproveitou a agenda pública em Navirai para visitar o projeto que promove inclusão e amplia o apoio as pessoas com deficiência. O Governo de MS lançou em abril de 2025 o projeto “Laços de Cidadania: Equoterapia e Inclusão”, o qual estabeleceu a implantação de três polos estratégicos — Campo Grande, Naviraí e Paranaíba — para beneficiar o público com deficiência e idosos com mobilidade reduzida.

Naviraí é o primeiro polo a entrar em funcionamento. A iniciativa é conduzida pela SEC (Secretaria Estadual de Cidadania), em convênio com a Acrissul e prefeituras, e visa ampliar o acesso a serviços terapêuticos especializados. O modelo de terapia com cavalos é indicado para auxiliar no desenvolvimento físico, emocional e social de pessoas com paralisia cerebral, Transtorno do Espectro Autista (TEA), síndrome de Down, TDAH, além de dificuldades de equilíbrio, postura ou coordenação motora.

“Os resultados são fantásticos, pois ajudam muitas famílias com a equoterapia, que otimiza o tratamento destas pessoas. São benefícios comprovados que esta terapias produzem”, afirmou a subsecretária de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência, Malu Fernandes.

Unidade industrial

O governador também esteve na unidade industrial da Copasul, que tem investimento de mais de R$ 1 bilhão, construindo uma nova planta de soja no município, com previsão de operação em 2027. As obras tiveram início em abril de 2025. A indústria de processamento de soja está sendo construída ao lado da fecularia da Copasul.

Ocupando área de 115 hectares e com capacidade para processar 3 mil toneladas de soja por dia, totalizando 1 milhão de toneladas por ano, a produção dali será destinada à fabricação de biodiesel, ração animal e refino de óleo, além de exportações. Em operação, o empreendimento vai gerar 150 empregos diretos e pelo menos 1.900 indiretos.

“Este crescimento que estamos vendo aqui tem que estar presente e gerar oportunidades para as pessoas nas cidades. Estive aqui no lançamento da pedra fundamental como secretário [estadual]. Importante empreendimento que teve ajuda e apoio do Estado para gerar empregos e renda a nossa gente”, avalia Riedel.

Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende/Secom-MS

Fonte: Governo MS

Comentários Facebook
Continue Reading

TRÊS LAGOAS

ÁGUA CLARA

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

SUZANO

ELDORADO

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana