Selvíria
Furtos de peixes chega a prejuízo de 1,5 milhões de reais em empresa de Selviria
A Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia de Selvíria, com apoio da Primeira, Segunda e Terceira Delegacias de Polícia de Três Lagoas, do SIG de Três Lagoas e da Polícia Militar Ambiental, cumpriu dois mandados de buscas e apreensões no Bairro Jupiá na cidade de Três Lagoas-MS, visando o combate a furtos ocorridos na empresa Tilabras que fica localizada na cidade de Selvíria.
Na madrugada do dia 04 de outubro toneladas de peixes foram furtados, sendo que para tanto, o grupo se utiliza de um mergulhador profissional que corta as redes dos tanques da empresa Tilabras para que os peixes sigam o curso do rio e os demais integrantes possam efetuar a pesca com redes.
O prejuízo estimado com este furto ultrapassa 1.5 milhões de reais.
O setor de inteligência da Delegacia de Selvíria recebeu informações de que tais peixes estariam num determinado ponto de venda de peixes no bairro Jupiá em Três Lagoas.
Assim, a Autoridade Policial representou pelos mandados de buscas que foram deferidos pelo Poder Judiciário e cumpridos na data de ontem.
No local foram encontrados vários peixes da espécie tilápia (400 amostras totalizando 350 quilos) que pela análise técnica, verificou-se ser da empresa Tilabras.
Além disso, foram encontrados outros peixes de pesca proibida, como o dourado, tendo a Polícia Militar Ambiental, autuado o dono da venda de pescados.
Os suspeitos foram ouvidos e liberados, sendo seus celulares apreendidos para perícia e aprofundamento das investigações.
A operação denominada Peixe Fácil visa o combate ao furto de Tilápias da empresa Tilabras que em pouco mais de um ano já teve um prejuízo de mais de 5 milhões de reais com esta prática criminosa.

Selvíria
Polícia Civil de Mato Grosso do Sul conclui que morte em Selvíria foi suicídio, e não feminicídio
A Delegacia de Polícia de Selvíria (MS) informou, por meio de nota oficial, que o caso inicialmente investigado como possível feminicídio foi reclassificado como suicídio após a conclusão das diligências.
De acordo com a investigação, os depoimentos colhidos e o laudo necroscópico indicam que a vítima teria empurrado a faca contra o próprio peito. Segundo a autoridade policial, a lâmina não estava totalmente cravada — característica considerada compatível com casos de autoferimento —, diferentemente do que normalmente ocorre em homicídios ou feminicídios. A angulação do golpe também reforça a hipótese de lesão autoprovocada.
O depoimento do filho da vítima, responsável pelo socorro, corroborou a conclusão dos investigadores. Ele relatou que a mãe enfrentava um tratamento contra câncer e teria manifestado anteriormente a intenção de tirar a própria vida. Conforme apurado, não havia registros de violência envolvendo o casal, e o interrogatório do então suspeito seguiu a mesma linha dos demais elementos coletados.
Diante das evidências, a autoridade policial determinou a exclusão da classificação inicial de feminicídio. Todos os laudos — necroscópico e de local de crime — foram anexados aos autos para os registros finais.
Com isso, a Polícia Civil declarou encerrada a apuração do caso, permanecendo à disposição para eventuais esclarecimentos.
Selvíria
Jovem assentada se matricula na universidade após ação da Defensoria
Maria Eduarda Soares Pereira Leal, assentada de Selvíria, é uma jovem de 18 anos cheia de sonhos… E o caminho para começar a concretizá-los está em outro Estado, mas a apenas 15 quilômetros: em Ilha Solteira/SP. Na cidade paulista, ela cursa o 1º bimestre do bacharelado em Engenharia Agronômica, algo conquistado com uma forcinha dada pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul.
Leal, após ter sido aprovada no vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estava impedida de se matricular por causa de uma burocracia. Isso porque só iria concluir o 3º ano do ensino médio em dezembro de 2025 e a escola estadual onde estudava se negava a fornecer antecipadamente o certificado de conclusão da educação básica.
Assistida por Stephany Oliveira Giardini Fonseca, defensora substituta em Três Lagoas, a caloura conseguiu obter na Justiça de 1º Grau a tutela de urgência. Como resultado, a escola foi obrigada judicialmente a emitir o certificado e a jovem pôde, então, matricular-se na universidade. Fonseca, feliz com o resultado do processo, pontua que Leal “será a 1ª a conseguir essa grande conquista [formar-se num curso superior], capaz de mudar a realidade de um núcleo familiar para sempre”.
“Sempre foi um sonho meu entrar em uma universidade pública… Eu tinha 48 horas para fazer minha matrícula e o trabalho da defensora foi muito bem-feito! Nunca vou ser capaz de agradecer à altura”, emociona-se a futura engenheira.
Sobre nós
Há 43 anos, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul acolhe, orienta, faz educação em direitos e promove assistência jurídica integral e de graça a quem mais precisa. Estamos onde a população necessita: na comunidade, na aldeia, na rua, no Fórum… Nossa atuação é pela saúde, por moradia, proteção às mulheres, crianças e adolescentes, pessoas idosas, povos indígenas, população em situação de rua, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIAPN+ e demais cidadãos e cidadãs em vulnerabilidade socioeconômica
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