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Agronegócios

Fibria recebe Prêmio de Empresa Criadora de Tendências Sustentáveis da Ong Rainforest Alliance

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A Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, foi escolhida, este ano, como empresa criadora de tendências para o desenvolvimento sustentável (Sustainable Standard-Setter Award) pela Rainforest Alliance, organização não-governamental (ONG) que trabalha para conservar a biodiversidade, garantir meios de subsistência sustentáveis, transformando as práticas de uso da terra, e é uma das fundadoras do Forest Stewardship Council® (FSC®), um dos mais relevantes selos de certificação de produtos florestais do mundo.

A premiação foi entregue na noite de quarta-feira (13/5), durante jantar de gala, no Museu de História Natural de Nova York (American Museum of Natural History). Presente na cerimônia, o presidente da Fibria, Marcelo Castelli, dividiu essa conquista com todas as equipes da empresa. “A Fibria entende que o bom desenvolvimento do negócio depende tanto dos aspectos econômicos e financeiros como socioambientais. Por isso, buscamos inovar no uso eficiente dos recursos naturais, pesquisa e desenvolvimento e engajamento social, contando com a certificação FSC® em todas as nossas operações. A preocupação socioambiental está no nosso DNA e esse prêmio da Rainforest Alliance é o reconhecimento da assertividade das nossas ações”, afirma Castelli.

Sobre a Fibria

Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria é uma empresa que procura atender, de forma sustentável, à crescente demanda global por produtos oriundos da floresta. Com capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, a companhia conta com unidades industriais localizadas em Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Três Lagoas (MS), além de Eunápolis (BA), onde mantém a Veracel em joint-venture com a Stora Enso.

Com ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e na Bolsa de Nova York (NYSE), a Fibria registrou receita líquida de R$ 1,997 bilhão no primeiro trimestre de 2015 e de R$ 7,4 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses. Entre janeiro e março, as vendas de celulose da companhia somaram 1,2 milhão de toneladas. O período também foi marcado pela menor dívida líquida da história da Fibria, de US$ 2,803 bilhões no fim de março.

Protagonista de uma estratégia firme de gestão financeira, a empresa conta com o reconhecimento de grau de investimento por duas agência de classificação de risco: Standard & Poor’s, que elevou no início de maio deste ano o rating da Fibria de ‘BB+’ para ‘BBB-‘, com perspectiva estável; e Fitch, que manteve os ratings da Fibria, em revisão feita em janeiro, em BBB-, também com perspectiva estável.

Sustentabilidade

O comprometimento com o uso eficiente dos recursos naturais e o engajamento social está intrinsicamente ligado à estratégia da Fibria, que nasceu com a missão de desenvolver o negócio florestal renovável como fonte sustentável de vida e produzir riqueza econômica de forma responsável, compartilhada e inclusiva. Por entender que o desenvolvimento de suas atividades depende tanto dos aspectos econômicos e financeiros como dos socioambientais, a Fibria atua em sintonia com a sociedade em cada fase de sua cadeia produtiva, mitigando os impactos de sua atuação e promovendo a inclusão social das comunidades vizinhas. Para apoiar e orientar suas ações nesta frente, a companhia conta com um Comitê de Sustentabilidade, coordenado pelo presidente do Conselho de Administração da Fibria e composto por cinco membros externos independentes, além de três diretores da companhia. O Comitê tem explorado tendências na área de sustentabilidade que podem ter impactos na estratégia da companhia, atuando em duas frentes: mudanças climáticas e valoração dos serviços ecossistêmicos.

O alinhamento entre maximização de valor, respeito a questões socioambientais e foco no crescimento com disciplina rendeu à Fibria diversos reconhecimentos pela imprensa brasileira. A companhia foi eleita a empresa mais sustentável do ano pelo Guia Exame de Sustentabilidade 2014, além de ter sido apontada como a melhor empresa do setor de celulose e papel no anuário Época Negócios 360° (neste caso, pelo segundo ano consecutivo) e pelo prêmio As Melhores da Dinheiro. Em 2013, foi eleita a campeã do setor de celulose e papel e a “empresa de Valor” pelo Valor 1000, anuário do jornal Valor Econômico.

No mercado internacional, a Fibria foi, em 2013, a única empresa brasileira selecionada pela RobecoSAM, avaliadora do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), para compor uma publicação que reúne dez companhias que estão à frente de suas indústrias em questões ambientais, sociais e de governança. Voltada a investidores que consideram aspectos de sustentabilidade em suas decisões de alocação, a revista “The 10 Game Changers – Changing the industry through sustainability” reúne empresas de países como Suíça, Holanda, Estados Unidos, Filipinas e Austrália. O destaque da Fibria deveu-se ao seu amplo comprometimento com o uso eficiente dos recursos naturais, P&D e engajamento social.

A Fibria integra, pelo segundo ano consecutivo, a carteira 2014-2015 do índice DJSI World e de Mercados Emergentes (DJSI Emerging Markets), a principal referência do mercado de capitais em índice mundial de sustentabilidade entre as empresas de capital aberto. Além disso, na bolsa brasileira, os papéis da companhia fazem parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), que mede o retorno total de uma carteira teórica composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial. A Fibria tem todas as suas unidades certificadas pelo Forest Stewardship Council® (FSC®) e pelo Cerflor/ Programme for the Endorsement of Forest Certification (PEFC) – cada um desses sistemas possui seus próprios princípios e critérios.

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Agronegócios

Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócios

Junho deve ter temperaturas elevadas e risco de seca no Centro-Sul

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O produtor rural brasileiro terá que gerenciar o risco climático na ponta do lápis em junho. O prognóstico oficial do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), publicado nesta sexta-feira (29.05, confirma que o calor acima da média histórica vai ditar o ritmo das lavouras no País.

A análise técnica dos dados oficiais revela que o mês não será de extremos uniformes, mas sim de um país dividido: enquanto o coração produtor da safrinha enfrenta o avanço do déficit hídrico, as extremidades norte e sul acendem o alerta para o manejo sanitário e atrasos logísticos devido ao excesso de chuvas.

Para além da tradicional divisão geográfica, a inteligência climática para junho se resume em três grandes ecossistemas de risco operacional para o agronegócio:

1. Zona Vermelha: Onde o calor acelera o déficit hídrico (Milho e Pastagens)

O principal sinal de alerta do Inmet atinge diretamente o potencial produtivo da safrinha de inverno que foi plantada tardiamente.

  • Centro-Oeste e Sudeste: A combinação de escassez de precipitações com temperaturas elevadas vai acelerar a evapotranspiração, esgotando a umidade do solo. Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Sudeste enfrentam risco real de perda de rendimento nas áreas onde o milho cruza o florescimento e o enchimento de grãos ao longo de junho.

  • Norte do Paraná: Embora o Sul tenha um padrão diferente, o norte paranaense se alinha a esse cenário crítico. As lavouras de segunda safra estabelecidas fora da janela ideal sofrerão o impacto direto do solo seco combinado com o calor.

  • Matopiba e Roraima: Na fronteira do Matopiba, o calor intenso pressiona o milho tardio. Já no extremo norte do País, em Roraima, a falta de chuva associada a altas temperaturas ameaça o arranque inicial das áreas recém-semeadas de soja e milho.

  • Pecuária: Em todas essas regiões, o pecuarista deve antecipar o manejo de suplementação, pois a perda de vigor e da qualidade nutricional das pastagens será acentuada em junho.

2. Gargalo Operacional: Onde o excesso de água trava as máquinas

O oposto do estresse hídrico também trará prejuízos, deslocando o problema do volume produzido para a qualidade e a logística de colheita.

  • Metade Sul do Rio Grande do Sul: Junho será marcado por volumes de chuva acima da média climatológica. Se por um lado isso garante excelente recarga de lençol freático para o início do trigo e da aveia, por outro cria um ambiente de lama e saturação do solo que vai travar as máquinas de arroz irrigado e dificultar os trabalhos de inverno.

  • Faixa Norte (Pará, Amapá e Sul do Amazonas): A umidade excessiva prevista para junho nesses estados vai colidir com a janela de colheita do milho segunda safra local. O produtor dessas áreas enfrentará dois problemas imediatos: atraso na entrada das colheitadeiras e aumento expressivo na pressão de doenças fúngicas foliares, o que exige atenção redobrada com o manejo químico.

3. Janela de Oportunidade: Onde o clima joga a favor do produtor

Nem todo o mapa está sob ameaça; junho trará condições ideais de desenvolvimento para duas frentes agrícolas específicas no Norte e Nordeste.

  • Sealba e Maranhão: O Nordeste receberá chuvas dentro ou acima da média. Isso consolida a umidade necessária para a maturação segura do milho safrinha maranhense e dá o arranque ideal para o plantio do feijão e do milho terceira safra na região do Sealba (Sergipe, Alagoas e Bahia), que historicamente depende dessas precipitações de inverno.

  • Sudeste do Pará e Tocantins: Ao contrário do restante da região Norte, essas duas áreas experimentarão um padrão de tempo mais firme e seco, considerado perfeito pelo Inmet para o avanço rápido das operações de campo e colheita sem sobressaltos.

Fonte: Pensar Agro

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