Esportes
PSG leva o bi da Champions ao derrotar o Arsenal nos pênaltis
Após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, o Paris Saint-Germain se tornou a segunda equipe a revalidar o título na era Champions League ao vencer o Arsenal nos pênaltis por 4 a 3 após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, neste sábado na Puskas Arena, em Budapeste.
O brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal, que definiu o bicampeonato dos franceses. O clube parisiense repetiu o feito do Real Madrid de 2017, que foi o primeiro a conquistar dois títulos consecutivos da Champions – no ano seguinte, o Real somou mais um troféu.
O PSG chegou ao bicampeonato embalado por uma campanha dominante no mata-mata. Os franceses marcaram 45 gols na competição na temporada, com 19 deles saindo nas últimas três fases, nas quais eliminaram os gigantes Chelsea, Liverpool e Bayern de Munique e superaram o Arsenal.
Liderado por Luis Enrique, que chegou ao terceiro título da competição, o PSG está invicto há 12 jogos de mata-mata e passou na final pelo único time invicto na Champions. O time do técnico Mikel Arteta havia sofrido até a final apenas seis gols e ficou 9 dos 14 jogos sem ser vazado. Se mantivesse a escrita, conquistaria o título inédito, já que saiu na frente em Budapeste.
Arteta iniciou a decisão com o alemão Kai Havertz no lugar do sueco Viktor Gyökeres no ataque, e a aposta funcionou logo no início do jogo. Autor do gol do título do Chelsea na vitória por 1 a 0 na final da Champions de 2021 contra o Manchester City, Havertz abriu o placar aos 6 minutos do primeiro tempo.
Em uma jogada próxima à linha do meio campo, o brasileiro Marquinhos tentou afastar uma bola que explodiu em Trossard e sobrou para o atacante alemão. Ele disparou pela esquerda, invadiu a área e disparou um chute forte e preciso, quase sem ângulo. A bola passou por cima do goleiro Safonov.
Em vantagem no placar, o Arsenal soube preencher os espaços e dificultou muito as criações ofensivas do Paris Saint-Germain, que tinha muito mais posse de bola (cerca de 80%) e até conseguia finalizar, mas sem qualidade para superar o goleiro Raya no primeiro tempo.
Os times voltaram sem alterações para a segunda etapa. Neutralizado no primeiro tempo, o PSG precisa de mais velocidade para desestabilizar o efetivo esquema defensivo rival ou mais brilho de suas estrelas. Apagado na decisão até então, o georgiano Kvaratskhelia sofreu pênalti aos 17 minutos. Após uma tabela com Dembélé, ele foi derrubado com uma falta por trás de Mosquera. Dembélé cobrou forte e rasteiro no canto direito de Raya, que pulou para o lado errado, e empatou.
Logo após o gol, Arteta mexeu no Arsenal e colocou Jurrien Timber e Gyökeres nos lugares de Mosquera, pendurado com cartão amarelo no começo do segundo tempo, e Odegaard. Havertz foi recuado para o meio-campo. O time francês cresceu no jogo.
Aos 32, Kvaratskhelia apareceu novamente com perigo para a defesa do Arsenal. Ele partiu em velocidade pela esquerda e conseguiu a finalização, que desviou em Lewis-Skelly e bateu na trave. O georgiano, visivelmente cansado, foi substituído aos 38 por Barcola. Poucos momentos antes, Gabriel Martinelli e Madueke entraram no lugar de Trossard e Saka no Arsenal.
O time francês desperdiçou uma ótima chance de definir o duelo nos 90 minutos, quando Vitinha finalizou, de fora da área, por cima do gol de Raya, aos 43. Já nos acréscimos, Dembélé mancava demonstrando desconforto na perna direita e feoi substituído por Gonçalo Ramos. No último lance do tempo regulamentar, Barcola puxou o contra-ataque pela esquerda e finalizou para fora.
Na prorrogação, o Arsenal colocou Eze e Zubimendi nos lugares de Havertz e Lewis-Skelly e conseguiu seus primeiros escanteios na partida. O PSG, com continua com mais volume de jogo, mas o Arsenal conseguia algum perigo. No final do primeiro tempo da prorrogação, Madueke passou por Nuno Mendes e pareceu ser derrubado dentro da área. Apesar das reclamações do Arsenal, o pênalti não foi marcado.
O segundo tempo da prorrogação deixou nítido os jogadores esgotados fisicamente. Os dois times chegaram a finalizar, mas os atletas pareciam mais receosos em cometer algum erro do que de buscar o gol para definir o título.
Na disputa de pênaltis, Gonçalo Ramos, Doue, Hakimi e Beraldo marcaram para o PSG, com
Nuno Mendes desperdiçando. Gyökeres, Declan Rice, Gabriel Martinelli e fizeram para o Arsenal.
Èze e Gabriel Magalhães erraram suas cobranças.
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FICHA TÉCNICA
PARIS SAINT-GERMAIN 1 (4) X (3) 1 ARSENAL
PARIS SAINT-GERMAIN – Safonov; Hakimi, Marquinhos (Zabarnyi), Pacho e Nuno Mendes; Fabian Ruiz (Zaire-Emery), Vitinha (Beraldo) e João Neves; Doue, Dembélé (Gonçalo Ramos) e Kvaratskhelia (Barcola). Técnico: Luis Enrique.
ARSENAL – Raya; Mosquera (Timber), Saliba, Gabriel e Hincapie; Odegaard (Gyökeres), Rice e Lewis-Skelly (Zubimendi); Saka (Mandueke), Havertz (Eze) e Trossard (Gabriel Martinelli). Técnico: Mikel Arteta.
GOLS – Havertz, aos 6 do primeiro tempo, e Dembélé, aos 20 do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS – Mosquera, Saka e Declarn Rice (Arsenal); João Neves e Nuno Mendes (PSG).
ÁRBITRO – Daniel Siebert (ALE).
LOCAL: Puskas Arena, em Budapeste (Hungria).
Por MSN
Esportes
Brasil vence a Índia por 4 a 0, mas atuação segue abaixo do esperado
A Seleção Brasileira venceu a Índia por 4 a 0 neste sábado (03.10), no Salt Lake Stadium, em Calcutá, no terceiro e último amistoso da Data Fifa. Apesar do placar elástico, a atuação do time de Carlo Ancelotti ficou longe de convencer: a vitória veio com o time apagado em boa parte da partida, mas com eficiência suficiente para fechar a série de amistosos sem derrotas.
Os gols foram marcados por Estevão, Pedro e Samuel Lino, que anotou duas vezes — os três, aliás, ligados ao Flamengo, com Pedro e Samuel Lino como dupla ofensiva do clube carioca.
Com o resultado, o Brasil terminou a janela internacional de forma invicta: empate em 1 a 1 e vitória por 4 a 2 contra a Austrália, além do triunfo deste sábado sobre os indianos.
O jogo
O Brasil partiu para o ataque logo nos primeiros segundos. Vini Jr. arrancou pela esquerda e, na sequência, arriscou o primeiro chute da partida, forçando Sandhu a fazer boa defesa. Aos 27 minutos, Estevão abriu o placar: o camisa 11 recebeu de Matheuzinho pela direita, driblou o marcador e invadiu a área para finalizar no canto, sem chances para o goleiro indiano.
Aos 41, Pedro ampliou. Estevão, mais uma vez pela direita, observou a movimentação do companheiro e acionou o atacante do Flamengo, que ficou frente a frente com Sandhu e não perdoou: 2 a 0.
Na etapa complementar, após duas chances criadas pela Índia no início, o Brasil marcou o terceiro. Douglas Luiz roubou a bola no campo de ataque e lançou Pedro, que, com um passe de letra, deixou Samuel Lino livre dentro da área para balançar as redes.
A Índia quase descontou logo em seguida. Após falha de Jair, o camisa 10 indiano invadiu a área e finalizou, mas Mauro Júnior apareceu para cortar em cima da linha. A bola ainda ficou viva na área, mas Morisco afastou o perigo.
Na reta final, o Brasil diminuiu o ritmo e criou pouco. Endrick e Bidon chegaram a ter chances dentro da área, mas ambos estavam impedidos nas jogadas. Nos acréscimos, Samuel Lino marcou o segundo dele e fechou o placar em 4 a 0.
| Índia 0 x 4 Brasil | |
|---|---|
| Competição | Amistoso internacional |
| Local | Salt Lake Stadium, em Calcutá |
| Data | 03 de outubro de 2026 |
| Horário | 11h (de Brasília) |
| JOGADOR | MOMENTO | EQUIPE |
|---|---|---|
| Estevão | 27′ do 1ºT | Brasil |
| Pedro | 41′ do 1ºT | Brasil |
| Lino | 12′ do 2ºT | Brasil |
| Lino | 49′ do 2ºT | Brasil |
Fonte: Esportes
Esportes
Santos vence o São Paulo no Morumbis e emenda quinta vitória seguida
O Santos transformou o Morumbis em palco de mais uma noite memorável. Com dois gols de Gabriel Barbosa e uma jogada genial de Philippe Coutinho, o Peixe virou o jogo e venceu o São Paulo por 2 a 1, na noite desta sexta-feira (02.09), em partida atrasada da 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Foi a quinta vitória consecutiva santista no torneio nacional — e o Tricolor deixou o campo sob vaias de parte da torcida.
O jogo
Nos minutos iniciais, o São Paulo criou as melhores chances: Ryan Francisco ganhou dividida e cruzou, Diógenes espalmou, e Artur cobrou escanteios perigosos que o goleiro santista voltou a neutralizar. O Santos respondeu aos três minutos, quando Cebolinha finalizou de fora da área, Coronel deu rebote e Gabigol, na sobra, tirou do goleiro — mas mandou para fora.
Aos 21 minutos, quase o gol santista: Cebolinha tocou para Barreal, que cruzou na medida para Rodinei finalizar de primeira. A bola passou raspando a trave. A virada de chave veio aos 31 minutos, quando Veríssimo derrubou Ryan Francisco dentro da área. O árbitro Matheus Delgado Candançan, após revisão do VAR, marcou o pênalti, e Luciano cobrou com categoria para abrir o placar.
A resposta do Peixe foi imediata. Ainda no primeiro tempo, Cebolinha alçou bola na área, a zaga tricolor não cortou, e Gabigol apareceu livre para cabecear e estufar as redes de Coronel: 1 a 1.
A virada veio aos sete minutos da etapa final, em jogada que já nasce candidata a golaço da rodada. Coutinho recebeu de costas, dominou de primeira e eliminou Arboleda com um toque para Cebolinha em profundidade. O camisa 11 enfiou para Gabigol, que cortou Tolói e bateu no canto: 2 a 1 Santos.
O São Paulo tentou o empate até o fim. Artur fez bela jogada individual aos 43 minutos e finalizou colocado, mas esbarrou em grande defesa de Diógenes. Nos minutos finais, Rony e Danielzinho também testaram o goleiro santista, que segurou o resultado com mais duas intervenções importantes.
Na tabela, o cenário é de dois momentos opostos. O Santos chegou aos 41 pontos, encostou no G5 e está a cinco pontos do Bahia, quinto colocado. O São Paulo, que podia subir na classificação, permaneceu na 11ª posição, com 36 pontos — sete à frente do Grêmio, primeiro time dentro da zona de rebaixamento.
Próximos compromissos
O São Paulo volta a campo na quarta-feira (7), quando visita o Cruzeiro às 21h30, no Mineirão, pela 29ª rodada. Já o Santos recebe o Flamengo na quinta-feira (8), às 19h30, na Vila Belmiro.
FICHA TÉCNICA
| São Paulo 1 x 2 Santos | |
|---|---|
| Competição | Campeonato Brasileiro (jogo atrasado da 21ª rodada) |
| Local | Morumbis, em São Paulo (SP) |
| Data | 02 de outubro de 2026 (sexta-feira) |
| Horário | 20h (de Brasília) |
| Público | 43.398 torcedores |
| Renda | R$ 2.034.540,00 |
| JOGADOR | TEMPO | EQUIPE |
|---|---|---|
| Luciano | 33′ do 1ºT | São Paulo |
| Gabigol | 35′ do 1ºT | Santos |
| Gabigol | 07′ do 2ºT | Santos |
| CARTÃO | JOGADOR | EQUIPE |
|---|---|---|
| Amarelo | Luciano | São Paulo |
| Amarelo | Veríssimo | Santos |
| Amarelo | Oliva | Santos |
| Amarelo | Everton Cebolinha | Santos |
| Vermelho | Nenhum | — |
| FUNÇÃO | NOME |
|---|---|
| Árbitro | Matheus Delgado Candançan (SP) |
| Assistentes | Alex Ang Ribeiro (SP) e Fernanda Kruger (MT) |
| VAR | Caio Max Augusto Vieira (GO) |
Fonte: Esportes
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