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Mulher / Fashion

É assim que amar um infiel quebra você

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 Leia  esse artigo e aprenda a ver o que fazer nessa situação

 

Amar um infiel é esse tipo de amor que nos drena. Esse tipo de amor que nos deixa quebrados, vazios e exaustos. 

 

Você nunca entra em um relacionamento esperando que alguém seja infiel, nunca confia em alguém se souber que ele será interpretado.

 

Nos casos de relacionamentos mais antigos, não é incomum a mulher descobrir que o seu marido se tornou sugar daddy de uma ou mais meninas mais novas. Um verdadeiro golpe na autoestima delas. 

 

E mesmo com todos os sinais gritando em seu rosto que ele não é quem você pensou que era, você ainda espera que talvez esteja tudo na sua cabeça. 

 

Que talvez se você se esforçar mais e amá-lo mais forte, ele mudará. 

E é isso que nos destrói. Nosso amor, nosso fogo louco que nos queima de volta, nosso coração bobo que ainda acredita, mesmo quando é quebrado uma e outra vez. 

 

É isso que amar um infiel nos faz. Ele faz você sentir que não é suficiente. 

 

Você sente que qualquer outra mulher lá fora é mais bonita do que você. 

 

Todas as outras mulheres têm a atenção dele, enquanto você luta apenas por um segundo. Você começa a duvidar de si mesmo, se perguntando se talvez seja você. 

 

Se talvez seja algo que você fez ou do jeito que é. Você começa a se perguntar como mudar a si mesmo para fazê-lo te amar, enquanto ele não faz nada para impedi-lo. Enquanto ele não faz nada para mostrar seu amor. 

 

Ele faz você lutar por seu amor. Você sente que, se parar de tentar que ele vá embora, continue lutando e lutando até ficar sem força. 

 

Você continua dando partes de si mesmo apenas para fazê-lo feliz, até se perder completamente. Mas o problema é que ele se ama mais do que qualquer outra pessoa. 

 

Ele sempre se colocará em primeiro lugar, sempre colocará seus desejos antes de suas necessidades. 

Seus jogos farão com que você nunca mais confie em alguém. A traição dele ao seu amor, à história que você compartilha, é apenas porque ele precisa de mais. 

 

Só porque ele é incapaz de amar e se estabelecer, ele vai quebrar você. E as ações dele deixarão cicatrizes em seu coração gentil, o coração que você esconderá do mundo. 

 

Eles serão a causa de todos os muros que você construir, porque você tem medo de se machucar novamente. 

 

Você vai se calar, porque está cansado de ser negligenciado, cansado de dar e receber nada além de dor em troca.

 

Ele fará com que você sinta que é o menos amável. Você acreditará que era você, que poderia fazer as coisas de maneira diferente. 

 

Talvez você pudesse usar seu cabelo como aquela garota no bar e comprar um vestido como aquela garota no restaurante. 

 

Perder-se em comparação com outras mulheres, tentando se encaixar no modelo de perfeição que ele tem. Mas querida, você já é perfeita. 

Não é você quem é amável, é ele quem é incapaz de amar. 

 

Ele continuará machucando você repetidamente, desde que você o ame. Toda vez que você desviar o olhar, isso o quebrará. 

 

Toda vez que você acorda sozinho na cama, isso destrói suas esperanças em milhares de pequenos pedaços 

E cada uma dessas peças perfurará você, machucando você e fazendo você sangrar. 

 

Enquanto você ficar com ele, ele vai te quebrar. E mesmo que ele se desculpe, ele nunca mudará. Mesmo que ele se ofereça para compensar você, ele nunca o fará. 

 

Por que existe uma maneira de compensar quebrar alguém? Existe uma maneira de compensar a destruição de alguém? 

 

Por plantar uma semente de medo neles, por fazê-los construir muros apenas para mantê-los seguros? 

 

Ele nunca vai te amar da maneira que você merece. 

Ele nunca vai se importar com você do jeito que você gosta dele. E ele nunca irá tratá-lo da maneira que você deve ser tratado. 

 

Ele é capaz de apenas lhe causar dor repetidas vezes, até você decidir que é o suficiente. Até você se colocar em primeiro lugar e ir embora para sempre.

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Mulher / Fashion

Ano bissexto: como fica o registro de quem nasce neste sábado, dia 29 de fevereiro

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Celebrado de 4 em 4 anos, a data ainda gera dúvidas em muitas pessoas, principalmente dos pais de bebês que podem nascer neste dia

O ano de 2020 já começou com todo mundo sabendo que ele seria mais longo, com 366 dias. Isso porque o ano é bissexto, com fevereiro indo até o dia 29. Muita gente ainda fica em dúvida de como lidar com a data, ainda mais em relação a nascimento de bebês. Afinal, como fica o registro de quem nascer neste sábado, 29 de fevereiro?

Mesmo apenas sendo celebrado de 4 em 4 anos, a lei é clara: as pessoas nascidas nesta data devem ter o dia exato na certidão de nascimento, conforme a Lei nº 12.662/2012,onde deverá constar dia, mês, ano, hora e Município de nascimento da criança.

O registro do bebê que nascer nesta data deve ser feito a partir da DNV (Declaração de Nascido Vivo), emitida por um profissional de saúde responsável pela gestação, do parto ou do recém-nascido, inscrito no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde).

De acordo com o tabelião titular do 2º Ofício de Notas e Registro Civil, Ricardo Donini, não há nenhuma norma específica para quem nasça no dia 29 de fevereiro. “A função do cartório é registrar, não tendo autonomia de fazer qualquer tipo de alteração na DNV, que já vem preenchida da maternidade ou hospital”, resumiu o tabelião.

Conforme uma das maiores maternidades do estado, Maternidade Cândido Mariano, não haverá nenhuma medida específica para os bebês que nascerem neste sábado, 29 de fevereiro. “O nascimento no ano bissexto não interfere no registro civil”, disse maternidade.

Os pais que tiverem qualquer dúvida devem contatar o cartório, mas a Maternidade Cândido Mariano esclarece que, caso a DNV seja alterada, será considerado falsidade ideológica, conforme a lei citada.

Por tanto, os pais devem estar atentos aos documentos do bebê. Os responsáveis devem deixar de lado as superstições e deixar o registro no dia 29. A família deverá apenas decidir como será feita a celebração de aniversários nos anos que não são bissextos.

Entenda mais sobre o ano bissexto

O fenômeno, que ocorre de quatro em quatro anos, será o quingentésimo quarto (504ª) da Era Comum. O ajuste foi criado pelos romanos na época do imperador Júlio César para adequar o calendário ao tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol.

A translação (volta ao redor do Sol) não é feita em exatos 365 dias, mas sim em 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46 segundos. Essa fração de tempo é arredondada para seis horas e é compensada no ano bissexto, já que seis horas, em quatro anos, são 24 horas, ou seja, mais um dia.

Convencionou-se o acréscimo de um dia ao mês de fevereiro, sendo o 29º dia, auge do inverno no Hemisfério Norte e do verão no Hemisfério Sul.

Informações do site Midiamax

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Mulher / Fashion

Por um carnaval mais seguro, Coletivo de Brechós MS se une em campanha contra o assédio e violência contra a mulher

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Com o carnaval chegando, e os desfiles e blocos de rua, além dos bailes em clubes, a discussão sobre assédio e abuso contra as mulheres se torna mais intenso. O que antes era visto como normal – como a famosa passada de mão, beijo sem consentimento – hoje não é mais aceitável. Na mídia, nas redes sociais as histórias se repetem todos os anos, mostrando o quanto mulheres são vulneráveis diante da intolerância e do machismo, algo muito presente no Brasil.

Com o intuito de empoderar mulheres a não aceitarem tais atitudes, o Coletivo de Brechós, composto de mulheres que atuam no segmento de brechó e trabalham com geração de renda, além de outros conceitos como sustentabilidade e a quebra de preconceito contra os usados, que fazem uma grande diferença no planeta, resolveram se unir e lançar uma campanha contra o assédio e violência contra a mulher no Carnaval.

Foi feito um ensaio fotográfico com integrantes do grupo, e peças dos brechós participantes, trazendo à tona a discussão e deixando claro que todo e qualquer abuso deve ser denunciado. A ideia é a conscientização das meninas, que muitas vezes não sabem que tais comportamentos podem ser enquadrados como assédio e violência, e agora é crime. Com cartazes como: “Se te digo não, é não!”, ou “Meu nome não PSIU”, as fotos deixam claro que o assédio neste carnaval não será permitido. O intuito é o encorajamento para que mais e mais mulheres se unam contra a violência.

Priscilla de Oliveira, 25 anos, uma das organizadoras do ensaio e integrante do Coletivo de Brechós, disse que se sente revoltada pois em pleno ano de 2020 ainda é comum este tipo de violência. “As meninas só querem se divertir em paz e ainda tem que passar por essa situação. Campanhas como essas são importantes para reafirmar algumas questões, tais como o pouco uso de roupa não dá direito a nada e muito menos é um convite”, afirma ela.

Foi pensando em conscientizar as mulheres, para que elas saibam o que é um assédio quando ele acontecer, que Priscilla juntou as meninas e organizou o ensaio. “Existem casos de pessoas que são assediadas e acabam nem percebendo. Então acho importante falar sobre o assunto principalmente no período do Carnaval, que é uma data tão propícia a acontecer casos de assédio’, explica ela.

Para Nathalia Oliveira, 27 anos, publicitária e integrante do Coletivo, é importante que seja bastante discutido sobre assédio (dentro e fora do carnaval). “Muitos que fazem piadinhas achando isso normal, acabam nos constrangendo, e infelizmente não são apenas piadinhas ou um assovio, vai além e não podemos deixar isso acontecer.”

Para Nathalia, o carnaval está aí para que todos possam curtir, brincar, dançar. As fantasias não são convites para tais abordagens grosseiras.

“Nós, mulheres temos direito de curtir, de ir e vir em segurança. Nós temos direitos de sermos quem quisermos. E foi por essa necessidade de “pedir” por nosso espaço de segurança que eu decidi participar dessa campanha”, finaliza ela.

Patrícia Araújo da Silva, 41 anos, integrante do Coletivo de Brechós também participou do ensaio e afirma que a roupa não define a moral da mulher. “Cada um se veste ou se fantasia do que quiser, é carnaval, mas isso não dá o direito nem a liberdade para sermos abusadas. Temos que nos unir e denunciar mesmo!”

Para Márcia Arguelho, administradora de empresas e que também faz parte do Coletivo de Brechós, essa campanha é para deixar claro que o assédio é qualquer comportamento indesejado praticado com reiteração e que afeta a dignidade da pessoa ou cria um ambiente hostil. Ela manda um recado para todas as foliãs que muitas vezes nem estão cientes de que tais comportamentos são uma violência: “Meninas nosso corpo não é uma propriedade masculina, respeito acima de tudo”, enfatiza ela.

Giovana Fernandes Ribeiro, 24 anos, integrante do Coletivo e participante da campanha, diz que é preciso mostrar que a culpa não é da roupa, do lugar ou da eventualidade em que se encontra que faça você “merecer” passar por algo que não deveria nem ser cogitado no outro te fazer passar. Para ela, o mais importante é mostrar que o assédio não é legal e sim violência, e reeducar certos pensamentos e atitudes. “Que as mulheres nunca se calem diante de uma situação de assédio, que o corpo são delas e também é delas o direito de ter respeito sobre ele”, afirma.

Kemilly Eduarda Maia Pereira, modelo e integrante do Coletivo de Brechós, diz que campanhas como essa fazem com que meninas que são assediadas tenham coragem de expor o caso. “Elas vão estar conscientes de que é uma violência, e tendo uma referência de que existem outras mulheres que já passaram por isso, terão mais coragem em denunciar”.

Ela afirma que esta campanha também deixa claro para os homens que as mulheres não vão mais aceitar tais atitudes, elas não são objetos, e eles vão aprender a respeitá-las, com ou sem roupas.

Números da Violência

A cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no Brasil, mas apenas 7.5% denunciam o agressor. Pelas ruas do país, 98% das mulheres afirmam já terem sido cantadas, de acordo com dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública. No período do Carnaval este número cresce em torno de 20%.

Em 2019 foi o primeiro ano em que a importunação sexual foi classificada como crime, de acordo com a Lei 13718/2018, e ainda não temos um estudo claro de impacto sobre o que mudou, mas diante deste cenário as iniciativas de combate a estes abusos se intensificam. A conscientização dos foliões é um dos objetivos da maioria das campanhas.

Entre os dias 1º e 05 do mês de março, dias de carnaval do ano passado, o Disque 100 recebeu 1.317 denúncias, que resultaram em 2.562 violações registradas. Os tipos de violações com índices mais altos foram negligência (933), violência psicológica (663) e violência física (477).

Sobre o Coletivo de Brechós do Mato Grosso do Sul

O Coletivo de Brechós é um grupo de mulheres que atuam no segmento de brechós desde 2014. Com conceitos como a sustentabilidade, reuso de peças e a quebra de preconceito contra roupas usadas, que ajudam muito o planeta, elas se unem, fazem eventos, buscam parcerias e trabalham basicamente no empoderamento destas mulheres. Nestes mais de 5 anos de existência já fizeram mais de 180 eventos no Mato Grosso do Sul.

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