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Economia

BDM Digital leva prosperidade financeira e muda a vida de muitas pessoas que a utilizam

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O Bônus Dourado Mercantil (BDM) está mudando a vida de muitos sul-mato-grossenses que estão utilizando a moeda digital, pois diferente de outras criptomoedas, o BDM serve tanto para investir quanto para aplicar, colocando o real poder de compra na mão de quem a utiliza.

Com diversos estabelecimentos comerciais já aceitando receber em BDM Digital, o giro da economia local faz com que a população prospere financeiramente. Leninha Conceição da Silva mora em Rochedo e logo após participar da ação sustentável realizada pela equipe do BDM Digital, onde foi possível trocar lixo reciclável ou artesanato pela moeda, foi direto ao supermercado fazer as compras da semana. Ao voltar para sua casa, passou em frente ao ponto de coleta transcendendo a felicidade e enaltecendo que realizou as compras com BDM Digital.

Eliane Costa é do assentamento Vista Alegre e conta que o BDM Digital mudou sua vida. “Eu não conhecia o BDM Digital antes, fiquei sabendo pelo pessoal do assentamento e estou muito feliz com essa nova aquisição financeira, pois o BDM transformou minha vida, me oferecendo uma nova oportunidade de fazer negócio”, conta.

Até quem ainda não é muito habitual com a tecnologia está aderindo ao BDM Digital, pois já viu com amigos, vizinhos ou conhecidos o verdadeiro poder da moeda, onde além de ver os investimentos crescerem é possível fazer compras e pagar contas.

“Eu já tinha o aplicativo, mas essa é a primeira vez que faço uso. Não sou tão habitual com a tecnologia, mas decidi inovar, afinal tudo hoje é digital e o BDM é pura inovação, além disso é valorização também. Meu dinheiro em BDM está rendendo muito mais do que se fosse deixar em outra conta, valeu super a pena investir”, afirma Vilmar Florêncio dos Santos.

A moradora de Corguinho, Sueli Silva, não conhecia o BDM Digital, mas ficou sabendo da moeda por meio de um amigo. “Eu não tinha nem o aplicativo instalado, mas procurei saber mais informações e os representantes do BDM me auxiliaram em todo o processo, desde aprender a usar o sistema como também a fazer pagamento e transferência, inclusive estou com 8 BDM na conta. Agora é gastar, ou melhor, poupar, pois do jeito que a moeda está cada dia mais valorizada acho melhor deixar um pouco na conta”, comenta.

BDM Digital para todos

Conforme explica André Barbosa, representante do Bônus Dourado Mercantil, o movimento da moeda digital fortalece a economia local, gera rendimento e preserva o meio ambiente, resultando em um desenvolvimento socioeconômico e sustentável de grande eficiência.

“O BDM Digital é para a dona de casa, padeiro, autônomo, pequeno, médio e grande empresário, é para o investidor, enfim para qualquer pessoa porque ele tem o real poder de compra. Com o BDM você consegue abastecer o seu veículo, pedir um gás de cozinha novo, fazer compras em supermercados, farmácia, adquirir calçado, roupas, até mesmo comprar ou alugar imóveis”, comenta.

“Onde o BDM está presente e acontece a sua movimentação todos ficam mais próspero financeiramente, porque começa a ter um giro financeiro mais rentável entre as pessoas. Além disso, sua rentabilidade é muito maior do que a poupança de outros bancos”, conclui o representante.

Instale o aplicativo gratuitamente que está disponível no site bdmercantil.com.br e comece a usar as moedas digitais em qualquer estabelecimento comercial da sua cidade que receba em BDM Digital.

Não sabe aonde usar? Acesse o site https://bdmap.cash, baixe o aplicativo em seu aparelho celular (disponível para Android e Iphone), selecione seu município e obtenha acesso a todos os parceiros do BDM Digital. Pelo sistema também é possível ver todas as cidades do Brasil e do mundo onde a moeda está presente.

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Economia

Produção de aço bruto do Brasil cresce 24% no primeiro semestre

Publicado

A produção brasileira de aço bruto cresceu 24% no primeiro semestre deste ano, em comparação a igual período do ano passado, atingindo 18,1 milhões de toneladas. As vendas internas (12,09 milhões de toneladas) subiram 43,9% e o consumo aparente (14,03 milhões de toneladas), 48,9%. Os dados foram divulgados hoje (22) pelo presidente executivo do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes.

O balanço revela, porém, que as exportações tiveram retração em quantidade (-13,7%), com total de 5,2 milhões de toneladas, e aumento de 28,3% em valor (US$ 3,8 bilhões) em relação ao mesmo período de 2020. Lopes disse que o consumo de aço e o desenvolvimento econômico “andam juntos e são indissociáveis” e que o produto é um indicador antecedente e deve influenciar no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

As importações evoluíram 140,6% no acumulado janeiro/junho em quantum, somando 2,5 milhões de toneladas, e 105,6% em valor, com US$ 2,3 bilhões no período analisado. Lopes destacou que, no primeiro semestre, em relação às médias anuais de 2018, 2019 e 2020, as vendas internas cresceram 28,9%, 28,7% e 24,4%, respectivamente, enquanto as exportações caíram, na mesma comparação, 61%, 54,4% e 33,7%. Segundo Lopes, isso comprova que não corresponde à realidade a argumentação de que o setor aumentou exponencialmente a exportação.

Para ele, a alíquota do Imposto de Importação não deve ser reduzida diante das ameaças ao Brasil no setor siderúrgico, “por conta do brutal excedente da capacidade instalada no mundo, que atingiu, no ano passado, 562 milhões de toneladas”. A seu ver, isso abre oportunidade para “práticas predatórias, escaladas protecionistas e preços aviltados”.

Lopes ressaltou que, em todo o mundo, os países vêm adotando salvaguardas para se proteger dessas práticas. Segundo ele, a América do Sul e o Brasil, em especial, aparecem sem nenhum mecanismo excepcional de defesa. O Brasil pode, com isso, transformar-se em um “depositário de desvios de comércio”, acrescentou.

Commodities

O presidente do IABr negou que o preço do aço impeça o crescimento do setor da construção, uma vez que os lançamentos imobiliários cresceram 167,5% nos cinco primeiros meses deste ano, com alta de 160,1% nos financiamentos e de 53,2% nas vendas.

Ele afirmou que o boom (explosão) dos preços das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado externo) não ocorreu somente no setor siderúrgico — o minério de ferro, por exemplo, subiu 172,7% de janeiro de 2020 a junho de 2021. A sucata do Brasil para o mercado doméstico e o ferro-gusa para exportação evoluíram 157,7% e 146,2%, respectivamente. Houve aumentos também para carvão mineral dos Estados Unidos (83,3%) resina (157,9%), coque com alto teor de enxofre (281,5% até maio), soja (85,5%) e algodão (80,5%).

Segundo Lopes, o preço das commodities está em fase de normalização. “Esse fenômeno está estabilizando. A perspectiva que se tem é de manutenção dos níveis de preços.”

Previsões

O Instituto Aço Brasil reviu as previsões para este ano. A projeção feita neste mês é de aumento de 14% na produção de aço bruto, que deve fechar o ano com 35,8 milhões de toneladas, superando as estimativas anteriores de 6,7% e 11,3%, feitas, respectivamente, em novembro de 2020 e em maio de 2021. Caso a previsão se confirme, será o maior patamar da história da indústria siderúrgica no Brasil. Para as vendas internas, o Comitê de Economia do IABr prevê expansão de 18,5% este ano, com 23,05 milhões de toneladas, contra 5,3% em novembro d2 2020 e de 12,9% em maio deste ano. Se confirmada, tal expansão será a maior desde 2013, diz a assessoria de imprensa do IABr.

As exportações devem continuar em queda, encerrando o ano com retração de 8,7%, somando 9,6 milhões de toneladas. As importações têm previsão de incremento de 119% no ano. O consumo aparente deverá aumentar 24,1% em 2021, atingindo 26,6 milhões de toneladas. Quanto ao consumo per capita, isto é, por habitante, a projeção é alcançar 123,6 quilos, contra 100,9 quilos em 2020, mostrando alta de 32% em comparação com o ano 2000. Apesar do aumento, o Brasil ainda está bem distante da China, cujo consumo per capita foi de 691,3 quilos, no ano passado.

Com 31 milhões de toneladas de aço produzidas em 2020, o Brasil aparece na nona posição no ranking mundial, liderado pela China, com cerca de 1,06 bilhão de toneladas.

O setor siderúrgico nacional prevê investir US$ 8 bilhões entre 2021 e 2025. Esse valor se somará aos US$ 28,2 bilhões investidos entre 2008 e 2020, informou Mello Lopes.

Por Agência Brasil

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Economia

Dólar sobe para R$ 5,21 após dois dias de queda

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Após dois dias seguidos de queda, o dólar fechou em alta, motivado principalmente pelo mercado externo. A bolsa de valores iniciou o dia em baixa, mas inverteu o movimento durante a tarde e teve pequenos ganhos.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (22) vendido a R$ 5,213, com alta de R$ 0,021 (+0,41%). A cotação começou o dia em queda, mas passou a subir ainda durante a manhã, após a abertura dos negócios nos Estados Unidos. Na máxima da sessão, por volta das 12h40, chegou a R$ 5,22.

A divisa acumula alta de 4,83% em julho. Em 2021, a valorização chega a 0,46%.

No mercado de ações, o dia também foi influenciado pelo cenário internacional. O índice Ibovespa fechou o dia aos 126.147 pontos, com leve alta de 0,17%. O indicador chegou a cair 0,41% por volta as 12h45, mas passou a recuperar-se durante a tarde, motivado principalmente pela alta no preço do petróleo.

O dólar subiu após a decisão do Banco Central Europeu de manter os estímulos monetários e não mexer nos juros da zona do euro. A decisão fez o euro perder força. Aqui no Brasil, a moeda subiu apenas 0,16%, fechando a R$ 6,136 na cotação comercial. No entanto, deu impulso ao dólar, que se valorizou perante o euro e a moedas de vários países emergentes.

Paralelamente, a divulgação de que os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos subiram na semana passada fez o mercado norte-americano temer os efeitos da variante delta do novo coronavírus. A cotação internacional do petróleo, no entanto, continuou a subir, dando impulso à bolsa em países produtores, como o Brasil.

* Com informações da Reuters

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