Arapuá
Arapuá, vespas ataca moradora do Assentamento 20 de Março
Nesta manhã de 23 Junho, a equipe de saúde de Arapuá foi acionada para atender uma moradora do lote 54 do Assentamento 20 de Março no Distrito de Arapuá, que foi atacada por Pepsis fabricius (marimbondo cavalo).
Conforme informações a moradora estava em uma casinha onde fica materiais de manutenção de seu sitio, quando foi pegar uma caixa de isopor e estava cheia de marimbondo, que acabou atacou-a nos braços, pernas e costa, com mais ou menos 10 picadas.
Sentindo fortes dores, a moradora foi atendida pela ambulância de Arapuá, que foi removida para o posto de saúde, sendo imediatamente atendida pelo Dr. Rodrigo Gatto, que disse que três picadas foram diretas com maior teor de veneno, e as demais foram com menos gravidades, mas, mesmo assim a dor é intensa, a técnica de enfermagem Idalina, aplicou a injeção corticoide, para aliviar a dor da paciente.
O que fazer se for picado por marimbondo?
Normalmente, a limpeza com uma solução anti-séptica, e a aplicação de gelo no local é suficiente para melhorar os sintomas. Não perfurar qualquer bolha que possa surgir no local da picada – limpe-a com água e sabão neutro para evitar infecções.
Corticosteróides tópicos (cremes, pomadas, loções ou géis que, passados sobre a pele, combatem os sinais da inflamação) e anti-histamínicos (antialérgicos) orais auxiliam no controle da inflamação e do prurido local. Entretanto, não devem ser utilizados sem a indicação de um médico, pois podem causar efeitos colaterais sérios.
Se a pessoa for alérgica ou se receber muitas picadas deve procurar atendimento médico rápido e, se possível, levar consigo o animal que causou a reação. Ao ser picado, tenha cuidado em não apertar o corpo do animal ao retirá-lo, pois pode ocorrer a injeção de mais veneno.
No caso de serem muitos marimbondos atacando ao mesmo tempo, busque um local fechado ou corra o mais rápido que puder. Para prevenir a picada, evite causar qualquer perturbação ao animal e utilize sapato fechado, meia alta e luvas para proteção das mãos nas visitas ao campo ou em lugares onde exista alta incidência desses insetos.
O Perigo da Picada dos Marimbondos
Os tipos de marimbondos mais temidos são o cavalo e a amangava. O marimbondo cavalo tem o corpo esbelto, e sua cor é marrom avermelhado.
Eles não são agressivos e só se defendem se forem incomodados. Se o ninho estiver em um lugar alto e não apresentar risco de batidas mecânicas ou algo semelhante, não será necessário retirá-lo. No entanto, existe o risco de ter outros ninhos por perto. Cada vespa desse ninho é capaz de fundar um outro, multiplicando assim o número de ninhos.
Quanto à mamangava, o motivo da infestação está na época do florescimento das espécies de plantas em que elas coletam seu alimento. Quando o tempo é bastante chuvoso, elas quase não conseguem coletar alimento e quando o sol aparece esses insetos aproveitam para suprir o que consumiram durante as chuvas.
A infestação também pode estar relacionada aos locais de nidificação (local de construção do ninho). Se a região tiver muita madeira oca ou outros locais que favoreçam a formação dos ninhos, as mamangavas certamente irão se alojar nesses lugares. Essas espécies são ótimas polinizadoras de plantas e estão desaparecendo devido à eliminação de seus sítios de nidificação pelo desmatamento. Se não forem agredidas não causam problemas maiores.
A composição do veneno do marimbondo é pouco conhecida, pois, não existem muitos estudos a respeito. Ao contrário das abelhas, esses artrópodes não deixam o ferrão no local da picada. Por serem maiores e fisicamente mais assustadores aparentam ser mais venenosos que as abelhas, o que não é verdade. Os efeitos do veneno são semelhantes aos das abelhas, porém menos intensos.
O veneno de vespa contém histamina e serotonina, que são agentes químicos envolvidos nas respostas alérgicas em geral. Esses animais normalmente não são agressivos, só atacam se forem incomodados. O risco dos acidentes depende do número de picadas e da hipersensibilidade do indivíduo acidentado.
O quadro habitual após a picada é dor intensa e eritema local (sinal típico da inflamação, na qual a pele fica com coloração avermelhada devido à vasodilatação capilar). Há também sintomas de edema (inchaço) de intensidade variável, referindo-se a um acúmulo anormal de líquido intersticial constituído principalmente de proteínas e sais. São sinais e sintomas comuns: mal-estar, ansiedade, sudorese (suor), prurido local (coceira), náuseas, tremores e vômitos.
Nos indivíduos hipersensibilizados podem ocorrer urticária (alergia na pele) e broncoespasmo (dificuldade na respiração devido à contração da musculatura dos brônquios nos pulmões).
Também foram constatados: hipotensão arterial (baixos valores da pressão arterial), inconsciência e choque, podendo evoluir para a morte, caso não ocorra medicação correta. Em animais, as reações tóxicas sistêmicas observadas são: vômitos, diarréia, sinais de choque e dificuldade respiratória em decorrência de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA).
Nos cães, além dos quadros de choque e SARA, casos de crise hemolítica também têm sido descritos. As picadas no pescoço ou na mucosa oral podem levar a edema de glote, resultando em morte por asfixia.
Arapuá
Em Arapuá | Ponte da Japonesa é substituída por linhas de tubos para garantir mais segurança à população
A Prefeitura de Três Lagoas, por meio do Departamento de Obras da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito (SEINTRA), em conjunto com o Departamento de Manutenção do Distrito de Arapuá e da zona rural, realizou a substituição da antiga ponte de madeira sobre o córrego Arapuá, conhecida como Ponte da Japonesa.
A estrutura é fundamental para o acesso ao Distrito de Arapuá/MS e também às comunidades Piaba, Limoeiro e região da Ponte do Rio Verde.
Os trabalhos foram executados sob a coordenação do encarregado Marco Antonio Dantas, atendendo a uma demanda considerada urgente pelos moradores da região. Segundo informações repassadas pelas equipes responsáveis, a antiga ponte de madeira apresentava constantes problemas e necessitava de frequentes manutenções, comprometendo a segurança de motoristas e produtores rurais que utilizam o trecho diariamente.
Durante as obras, a passagem permaneceu interditada por 13 dias para a retirada completa da antiga estrutura e implantação do novo sistema de drenagem e travessia.
No local, foram instaladas duas linhas de tubos de 1.000 milímetros, proporcionando mais segurança, durabilidade e melhores condições de tráfego, principalmente em períodos de chuva.
Após a conclusão dos serviços, a Ponte da Japonesa já foi liberada para o trânsito de veículos e, conforme a equipe responsável, o trecho se encontra em perfeitas condições de uso, com o fluxo normalizado para moradores, produtores rurais e demais usuários da estrada.
Arapuá
LUTO NO ESPORTE | Morre Valdemir Machado Leonel, o “Lona”, ex-jogador do Arapuá, aos 53 anos
Três Lagoas (MS) — Faleceu em Três Lagoas, aos 53 anos, Valdemir Machado Leonel, conhecido carinhosamente como “Lona”, ex-jogador do Arapuá. A notícia causou forte comoção entre familiares, amigos e a comunidade esportiva da região.
Valdemir foi encontrado sem vida no último sábado, 2 de maio, em sua residência localizada no Condomínio Novo Oeste. De acordo com informações, a causa da morte foi cirrose hepática.
A despedida foi marcada por grande comoção. O sepultamento ocorreu no Cemitério Santo Antônio, em Três Lagoas. Ele deixa seis filhos.
TRAJETÓRIA NO ESPORTE E NA COMUNIDADE
Muito conhecido no Distrito de Arapuá, Valdemir construiu uma história marcada pelo trabalho e pela paixão pelo futebol. Atuou em fazendas da região, como Água Limpa, Rodeio e Lobo, e nos finais de semana se dedicava ao esporte, defendendo equipes locais.
Foi no time do Arapuá que “Lona” deixou seu maior legado. Vestindo a camisa da SERA (Sociedade Esportiva Recreativa Arapuá), atuava como volante — posição em que ficou conhecido como o “xerife” do time. Com a camisa número 20, seu número preferido, destacou-se como um dos jogadores mais firmes e respeitados que passaram pela equipe.
Valdemir integrou o time por vários anos e também participou da equipe de veteranos. Sua última aparição em campo foi em julho de 2023, durante o jogo de inauguração da iluminação de LED do Campo Municipal José Rodrigues, no Distrito de Arapuá, em uma partida entre veteranos.
HOMENAGENS E DESPEDIDA
Nas redes sociais, amigos, familiares e ex-companheiros de equipe prestam homenagens, relembrando momentos vividos e destacando o legado deixado por “Lona” dentro e fora de campo.
Moradores do Distrito de Arapuá também manifestaram gratidão pela dedicação de Valdemir ao futebol local:
“Só temos a agradecer por todos esses anos de dedicação ao nosso time. Vá com Deus, nosso irmão Valdemir.”
Neste momento de dor, amigos e familiares se unem em solidariedade, desejando força e conforto a todos que conviviam com Valdemir Machado Leonel.
MENSAGEM
É difícil encontrar palavras diante de uma perda tão sentida. Valdemir Machado Leonel, o querido “Lona”, parte deixando não apenas saudades, mas um legado de amizade, companheirismo e amor pelo futebol que jamais será esquecido.
Que Deus o receba de braços abertos e conceda descanso eterno. Que conforte o coração de todos os familiares, amigos e daqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele, transformando a dor da despedida em lembranças eternas de momentos vividos com alegria.
“Lona” seguirá vivo na memória de cada jogo, de cada história compartilhada e em cada coração que teve sua vida marcada por sua presença.
Nossos mais sinceros sentimentos.
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