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Abelha vindo da Europa pode afetar meio ambiente, e espécie invasora é procurada

Publicado

Entenda brevemente o caso

Recentemente, pesquisadores descobriram uma nova espécie de abelha europeia invadindo a América do Sul; na Europa ela é chamada de Mamangava da Cauda Branca (Buff-tailed bumblebee) ou, cientificamente, Bombus terrestris.

Tudo começou quando colônias desta espécie foram importadas da Europa para o Chile em meados da década de 70, para serem usadas como polinizadoras de tomateiros cultivados em estufas, mas elas escaparam das estufas para ambientes naturais ao redor e começaram a invadi-los.

Em pouco tempo grandes áreas do Chile estavam ocupadas pela espécie invasora, e não demorou muito até cruzaram a fronteira com a Argentina. Hoje, colônias desta espécie invasora ocupam vastas áreas naturais nestes dois países e impactos ambientais têm sido relatados por pesquisadores.

Velozmente, agora a espécie expande sua área de invasão para sul e para norte da Argentina, já podendo ter chegado ao Uruguai. Esta alta velocidade de expansão e sua grande capacidade de invadir novos ambientes na América do Sul geraram preocupações sobre a eventual chegada da espécie ao Brasil, e potenciais impactos ambientais e agrícolas em nosso país.

Não há como impedir a espécie de invadir, mas há tempo para se entender os tipos de impactos que poderemos enfrentar quando ela chegar, e assim poderemos nos preparar para enfrentá-los e, até mesmo, tentar reduzir seus efeitos.

Por meio de avançadas análises científicas foi possível prever as áreas do Brasil que estão mais vulneráveis à invasão por esta abelha. Agora, precisamos apenas monitorá-las, pois cedo ou tarde ela chegará, ou talvez até já tenha chegado e ainda não sabemos.

A área susceptível é bastante grande (veja o Mapa da invasão), abrange grande parte do Estado do Rio Grande do Sul, e seria impossível ter pesquisadores espalhados e monitorando toda esta área. Por isso precisamos de você! Ajude-nos a encontrá-la.

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Como posso ajudar?

É muito fácil! 
Primeiro você precisará conhecer a abelha para poder identificá-la (leia sobre em Puxando a Ficha), depois, se avistá-la por ai, visitando flores, pousada em algum lugar, tire fotografias da sua lateral, da sua cabeça e costas com o seu celular ou câmera fotográfica e nos envie as fotos juntamente com a localização de onde você a viu (leia detalhes de como enviar em Reporte Avistamento).

Como posso identificá-la se eu avistá-la?

Você só precisa memorizar algumas características marcantes dela, especialmente sua destoante “cauda branca”. Você poderá acessar Puxando a Ficha (pressione aqui) para ver fotos e informações sobre suas características mais marcantes. Mas não é à toa que esta abelha é chamada de Mamangava da Cauda Branca, pois ela é grande, por isso mamangava (cerca de duas vezes o tamanho da abelha comum, aquela que entra em nossa lata de refrigerante); sua cauda é branca (ou amarelo claro), que contrasta bastante com o restante de seu corpo, que é listrado de preto e amarelo alaranjado. Mas se houver dúvidas, tire fotos da abelha e nos mande, assim nós verificaremos se poderá ser a abelha procurada e lhe retornamos.

Conheça a Abelha Invasora

A mamangava da cauda branca, ou cientificamente denominadaBombus terrestris é uma abelha de grande porte, com corpo cheio de pelos e muito bonita (veja as fotos mais abaixo). Ela não pode ser considerada uma vilã, pois é um excelente polinizador de várias espécies de plantas na Europa, dentre elas algumas produzem frutos de importância agrícola, como o tomate, os pimentões, berinjela, por exemplo.

Na Europa, esta espécie desempenha importantes funções na natureza, e é criada em larga escala cativeiro, pois suas colônias são colocadas próximas de alguns tipos de produções agrícolas para aumentar a polinização. Quanto melhor for a polinização, as plantas produzem mais frutos, e eles são maiores e mais bonitos, gerando benefícios econômicos aos produtores rurais.

A Bombus terrestris em muitos aspectos se assemelha a também abelha europeia Apis mellifera, que é aquela abelha cujo mel nós consumimos em larga escala, e que às vezes entra em nossas latas de refrigerante e, de vez enquando, nos ferroa. Ela também foi trazida da Europa para cá, mas há bastante tempo, na época da chegada dos portugueses. Hoje, ela se espalhou muito e podemos encontrá-la vivendo em todo lugar no Brasil e em muitos outros países fora da Europa, sua terra natal.

Quando a Apis mellifera chegou, ela gerou vários impactos na natureza, mas os sistemas ecológicos e a própria abelha se adaptaram e se ajustaram um ao outro ao longo do tempo. Podemos dizer agora que esta espécie já faz parte de nossa biodiversidade e, além de nos prover mel, cera, própolis, ela também é um importante polinizador de plantas nativas e agrícolas.

Ou seja, uma espécie invasora poderá ao longo do tempo se adaptar, bem como o ambiente que ela invadiu irá se adaptar com sua presença. Mas o problema é que quando uma espécie invasora acaba de chegar num novo ambiente ela gera impactos imediatos que podem resultar em sérias repercussões ambientais e agrícolas.

Abelhas que são trazidas ao Brasil de outros lugares distantes trazem também consigo, presas ou dentro de seu corpo, doenças que poderão ser transmitidas para as abelhas e plantas daqui. Como as espécies nativas nunca tiveram contato com estas doenças antes, elas não possuem resistência e poderão sofrer severas consequências.

A Bombus terrestris, que é uma abelha grande e forte, poderá competir com as nossas abelhas por alimento e locais de abrigo (para construção de ninhos), algo que também poderá prejudicar nossas espécies. Ainda não podemos dizer que a Bombus terrestris será favorável ou desfavorável para a polinização agrícola aqui no Brasil, pois ela poderá agredir as abelhas nativas que já fazem este serviço, e esta substituição de polinizadores poderá não trazer vantagens à agricultura, pelo menos inicialmente.

Como você deve ter percebido, não há segurança quanto aos tipos de impactos ambientais que esta espécie poderá causar quando invadir o Brasil. Por isso é tão importante que possamos estudá-la viva, interagindo com as nossas plantas e nossas abelhas.  Por isso é tão importante sua colaboração para encontrá-la, bem como é fundamental que a fotografe e nos envie sua localização, assim poderemos estudá-la no local do avistamento.

Lembre-se de algo muito importante: a Bombus terrestris nunca “desejou” sair de seu ambiente nativo, fomos nós, humanos, que a levamos para os locais onde, hoje, ela é uma invasora. Assim, a culpa dos eventos de invasão não dela, mas nossa. Portanto não é ela que deverá ser considerada a vilã desta história!


 

Características para sua identificação visual

Perceba que sua cauda é quase toda branca, ou bastante clara em comparação com o restante do seu corpo, mas poderá haver uma fina franja amarelada na base da cauda. Esta coloração poderá ocorrer principalmente quando a abelha está “suja” de pólen amarelo, mas existem variações de cores em uma mesma espécie, podendo existir colorações naturalmente mais amareladas nos pelos da cauda. Todavia, repare que a cauda é bastante destoante das cores preta e dos tons alaranjados no resto de seu corpo. (Figura 1)

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A espécie parece ter preferência por visitar flores com cores intensas, especialmente violeta e bordô (vinho). Possivelmente relacionado às frequencias do ultra-violeta emitidas por estas flores, que lhe indica a presença de alimento que ela prefere. (Figura 2)

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A Bombus terrestris poderá abrir buracos na base das flores para acessar os recursos quando não conseguir alcançá-los pela abertura natural da flor. Isto pode ser um problema para a planta, que perderá esta flor e consequentemente o fruto que produziria. (Fotografia 3)

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A Bombus terrestris aparenta ter um corpo robusto, gordinho e ser fofinha ao toque, devido a grande quantidade de pelos, como se tivesse vestindo um casaco para o frio. Mas recomenda-se, por favor, não toque nela, pois ela poderá aferroar, e dói bastante! Mas se não mexer com ela, nada irá acontecer, ela é bastante calma e pacífica (Fotografia 4).

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Não confunda a abelha invasora que estamos procurando, a Bombus terrestris, com a outra abelha invasora européia já comum por aqui, a Apis mellifera.

As duas são abelhas européias e invasoras, mas a Bombus terrestrisestá chegando, já a Apis mellifera está aqui há centenas de anos.

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Na figura abaixo é possível ter uma noção de escala; veja comoBombus terrestris é bem maior e mais “gordinha” que a Apis mellifera. (Figura 5)

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Em termos de força, a Bombus terrestris supera a Apis mellifera numa “luta”, mas em termos de número de abelhas por colônia a Apis possui muito mais “lutadores”. (Figura 6)

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Se você ver uma abelha que parece ser a procurada, mas não tem certeza, não se preocupe. Tire as fotos e nos envie, nós tentaremos por meio da imagem dizer-lhe se é ou não aquela que procuramos. O mais importante é sua colaboração para encontrarmos esta abelha tão logo ela chegar. Isso se já não chegou, mas ainda não sabemos.

Sua participação é fundamental! Sabe por quê?

A invasão de espécies é uma das formas mais agressivas de impactos à biodiversidade, juntamente com perda de habitat e as mudanças climáticas.

Quando uma espécie exótica invade, ela “toma o lugar” de outras espécies que usam recursos similares (por exemplo: alimento e locais para fazer ninhos), reduzindo as populações das outras espécies – as quais podem ser nativas no Brasil e favoráveis à agricultura e à natureza – podendo até gerar até extinções locais destas espécies.

Espécies exóticas trazem consigo doenças exóticas, ou seja, doenças novas que serão transmitidas para as espécies nativas; seja para outras abelhas mas também para plantas nativas e agrícolas. Como são doenças novas, não há resistência contra elas, podendo dizimar algumas espécies nativas na área contaminada.

Impactos nos polinizadores nativos poderão levar a redução da polinização nas plantas nativas e agrícolas, portanto, poderá refletir-se em danos às espécies selvagens e na redução da produção de alimentos nas culturas agrícolas afetadas

Perdas na produção agrícola poderão refletir-se em prejuízos para sua cidade, estado e até para todo o país, considerando que o sul produz alguns tipos de alimentos que não são produzidos em outras regiões. Todavia, ainda não se pode afirmar isso, é necessário estudá-la após a invasão para poder avaliar as repercussões.

Para se entender a intensidade e o tipo de impacto desta espécie invasora na natureza e na agricultura o pesquisador precisa conhecer as áreas onde ela invadiu e ir até lá, pois, precisa vê-la viva, visitando plantas e interagindo com as outras espécies. Por isso nunca devemos matá-la ou capturá-la!

Seria impossível colocar pesquisadores em sua procura ou aguardando ela chegar de forma a cobrir todas as áreas onde esta espécie poderá invadir no Brasil. Por isso precisamos de você! Ajude-nos a encontrá-la viva, e diga-nos onde você a avistou. Assim poderemos ir até lá para estudá-la.

O bom senso nos diz que nunca devemos atribuir culpa se não se sabe nem se haverá crime! Nada se conhece sobre os impactos desta abelha na natureza e na agricultura no Brasil, portanto ela é inocente até que se prove o contrário! Pense que, eventualmente, ela poderá não causar grandes danos ambientais e até seja um bom polinizador agrícola aqui no Brasil, tal como hoje a Apis mellifera é (abelha comum, que visita nosso refrigerante). Mesmo tendo sido um espécie igualmente invasora, trazida pelos Portugueses, hoje a Apis mellifera é importantíssima como polinizadora para a natureza e para a agricultura, sem falar no mel, no própolis e na cêra que esta abelha produz e nós tanto utilizamos e gostamos. Não mate, não capture, apenas fotografe!

Fontes das Fotografias no Slider. Mais informações no site http://abelhaprocurada.com.br/

 

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Arapuá

Ex-Vereadora Sueli Trannin Bernardo, trouxe desenvolvimento ao Arapuá

Publicado

No dia 18 de Dezembro de 1950 na cidade de Cachoeiras de Macacu – RJ nascia Sueli Trannin, filha do saudoso Altair Cabral Trannin e Terezinha de Jesus Ramos Trannin.

Em 1960 a família Trannin chega a Três Lagoas e ao Distrito de Arapuá, enquanto seu pai Altair Trannin vinha despontando na política do Município como Vereador e Prefeito  (Quando, em 1978, o então prefeito de Três Lagoas, Ramez Tebet, renunciou ao cargo para disputar a uma cadeira na Assembleia Constituinte do recém-criado Estado de Mato Grosso do Sul, Altair Cabral Trannin foi indicado pelo governo militar para exercer o cargo de chefe do Poder Executivo municipal por nove meses, entre agosto de 1978 e julho de 1979).

Sueli Trannin vinha exercendo o cargo de Professora voluntária na Prefeitura Municipal de Três Lagoas entre os anos de fevereiro de 1966 – dezembro de 1968 de 2 anos 11 meses, onde dava aula para o pré-primário de forma voluntária.

Em Fevereiro de 1973 há exatos 47 anos e 11 meses, recebeu o cargo de Delegada de Oficio Público no Cartório de Paz de Arapuá.

Casou-se com o ferroviário Antonio de Jesus Bernardo (in Memorian), e passou a ter no nome de Sueli Trannin Bernardo, onde teve 3 filhos, Marcio, Paulo e Marcia, que lhe deram 8 netos e recentemente um bisneto, que completa um aninho no dia 20 de dezembro.

Em 16 de Agosto de 1985, perdemos o vereador Altair Cabral Trannin, após vários dias internado no Hospital Auxiliadora, onde vinha tratando de um câncer na vesícula. Um dia de muita tristeza para os três-lagoenses e principalmente aos moradores do Distrito de Arapuá.

A família precisava de alguém para dar seguimento na política na sucessão de Altair, se pensou em vários nomes, até no esposo de Sueli o Toninho, mas chegaram um consenso que teria que ser Sueli Trannin.

De cartorária a um mundo desconhecido a política, com o nome forte de seu pai, Sueli no ano de 1988,  foi eleita a vereadora no PDS com 524 votos, na gestão do Prefeito Miguel Jorge Tabox (PTB). Com ajuda de seu esposo fez um trabalho dinâmico, dando uma nova cara o seu Distrito “Arapuá”.

Reeleita novamente a vereadora do PDS no ano de 1992, com 578 votos, juntamente com o então eleito Prefeito José Pedro Batiston do PST. Uma gestão muito difícil para a Vereadora já que o prefeito Batiston, teve uma administração desastrosa.

Câmara Municipal de Três Lagoas, entrou para história com a quantidade maior de mulheres.

Em 1996, agora pelo PFL, foi reeleita com 628 votos, do saudoso Prefeito Issam Fares do PMDB. Ajudou Fares na votação de vários projetos, entre eles a instalação de fábricas em Três Lagoas, onde tivemos a primeira fábrica da cidade a Mabel.

Veja Mais

Mulheres Trannin uma história de luta por Arapuá

A pedido do então Senador da Republica Ramez Tebet, Sueli vai para o PMDB, onde tentou várias eleições se eleger a vereadora novamente, mesmo com 1.146 votos  em 2008, não conseguiu uma das dez cadeiras na Câmara Municipal de Três Lagoas, atualmente esta filiada ao PSDB. e não disputou mais uma vaga a Câmara Municipal de Três Lagoas.

No dia 8 de Agosto de 2015 a Câmara Municipal de Três Lagoas de Três Lagoas em comemoração ao centenário, fez uma sessão solene para entrega da “Comenda Centenário Legislativo” a ex-vereadores e ex-servidores que atuaram nestes cem anos de trabalho em prol da cidadania. Entre as pessoas esteve a ex-vereadora Sueli Trannin Bernardo, onde foi vereadora por 3 mandatos e ocupou a cadeira de Secretária da casa de leis de Três Lagoas.

Está casada a 24 anos com o professor Claudinei Canistro.

Veja alguns trabalhos da ex-vereadora concluídos em Arapuá e Três Lagoas

4,5 Km de Asfalto da Rodovia Estadual 459, a qual leva o nome de seu pai, o saudoso “Altair Cabral Trannin”,  que liga a BR 262 ao Arapuá em frente a praça, da gestão do Governador Pedro Pedrossian e Deputado Cicero.

— Hospital e Posto de Saúde, equipado com ambulância zero KM, na gestão do saudoso Prefeito Miguel Tabox.

— Praça Municipal

—  Campo de futebol com alambrado e gramado

— Equipe mecanizada com uma patrola, uma carregadeira e dois caminhões, para ficarem fixos no Distrito.

— Implantação Agência da CESP, para atender as reclamações e pagamentos de contas de luz, com um técnico e uma auxiliar administrativa, no Arapuá.

— Pagamento de combustível de Kombi escolar, para a vinda de professores todos os dias ao Distrito

— Lutou junto à Comunidade para a implantação do Centro Comunitário, com piscina, e Padaria comunitária, em Arapuá.

 — Solicitação ao Deputado Akira, que as firmas:- Techint, Mendes Júnior, tantas outras viessem instalar-se no Distrito, gerando e continuando a gerar inúmeros empregos aos moradores de Arapuá.

— Realização de Campeonatos de Futebol e diversas modalidades esportivas, e apoio a atletas do Distrito.

— Na área social: Doações de óculos, remédios, ajuda a transportes de doentes para outras localidades.

— Asfaltamento das ruas: Afonso Trannin, Eduardo Galvão e Adonias Alves dos Santos.

— Várias homenagens a cidadãos do Distrito, entre a que se destaca o saudoso Sr. Heliodoro Teodoro de Souza, um dos fundadores do Distrito.

— Ampliação dos ônibus escolares para transporte de alunos da zona rural;

—  Iluminação pública nas ruas do distrito de Arapuá,

 — Solicitação das casas dos Policiais,

 — Realização de diversos campeonatos e torneios de futebol, vôlei, truco;

— Solicitação da construção de mais um poço artesiano pela Prefeitura e Funasa,

 — Solicitação para implantação da telefonia fixa e torre para Celular;

 — Solicitação de uma viatura para o Destacamento de Policia,

— Solicitação de construção do Centro Comunitário e campo de futebol na Vila Piloto.

— Solicitação de construção de asfalto nas ruas da Vila Piloto.

— Solicitação de construção de uma Escola no bairro Santa Rita;

— Pedido de duzentas linhas de telefônicas em Arapuá;

— Colocação de iluminação sobre a ponte do Distrito de Garcias;

— Solicitação da reforma da escola municipal de Garcias.

Mensagem do ArapuáMS

Hoje é um dia especial em nosso calendário finalmente chegou o seu dia é um momento de ser feliz de se alegrar e desejar coisas boas, afinal não são todos os dias que temos um motivo bom pra ser comemorado.

Esperamos que esteja feliz com esta data, tirando proveito de cada momento, cada sorriso que lhe seja direcionado, cada emoção que passar no dia de hoje, curta bastante, alegre-se e divirta-se. Que seu aniversário seja um marco de realizações em sua vida e família, o momento é especial para muitos que com certeza admiram e torcem muito por você.

Você está no auge da maturidade da experiência e tem que se orgulhar muito por isso. Obrigado por fazer parte do nosso Distrito de Arapuá, pediremos a Deus que conserve bons dias em seu viver. Feliz Aniversário que você esteja Feliz com esta data.

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Destaques

Dia do Índio: Veja as medidas de proteção aos indígenas

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Todo dia 19 de abril é comemorado no Brasil e em vários outros países do continente americano o Dia do Índio ou o Dia dos Povos Indígenas. A data tem como propósito a preservação da memória e a reflexão crítica nas universidades, escolas e demais instituições semelhantes sobre a cultura indígena.

Nesse ano, em meio à pandemia do novo coronavírus, os indígenas precisam estar protegidos ainda. Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz) atestam que os índios são mais vulneráveis a epidemias em função de condições sociais, econômicas e de saúde mais difíceis do que as dos não índios, o que amplifica o potencial de disseminação de agentes causadores de doenças.

Por conta da atual situação, em março, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena, apresentou aos povos indígenas, aos gestores e colaboradores medidas que podem ajudar a prevenir o contágio com o novo coronavírus.

As iniciativas estão previstas no “Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo novo Coronavírus (COVID-19) em Povos Indígenas”. Além disso, a Fundação Nacional do Índio (Funai) também se manifestou medidas temporárias de prevenção ao novo coronavírus.

Vejas as medidas:

  • Os casos suspeitos de covid-19 tem prioridade no atendimento à população de modo a diminuir o tempo de contato com os indígenas presentes no local de atendimento;
  • O registro do atendimento deve ser feito no prontuário do paciente e também deverá ser inserido no Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI) no menor tempo possível;
  • Agentes Indígenas de Saúde e Agentes Indígenas de Saneamento devem receber as informações para que possam ajudar na conscientização da comunidade sobre as medidas de prevenção e controle da doença, na identificação precoce de sinais e sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave;
  • O Acampamento Terra Livre, o maior encontro indígena do país, que ocorreria entre os dias 27 e 30 de abril, em Brasília-Distrito Federal, foi adiado por conta do coronavírus;
  • Estão suspensas a concessão de novas autorizações de entrada em terras indígenas , com exceção daquelas necessárias à continuidade de serviços essenciais às comunidades, como ações de segurança, atendimento à saúde, entrega de gêneros alimentícios, de medicamentos e combustível;
  • O contato com agentes bem como a entrada de civis em terras indígenas são restritos;
  • A entrada de agentes públicos de atendimento à saúde e segurança não será dificultada pela fundação.

Fonte:OImparcial

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