Mulher / Fashion
Mulheres avançam e ocupam 26% da força de trabalho da indústria de MS
Mais de 44 mil mulheres constroem diariamente a força da indústria de Mato Grosso do Sul. Elas representam 26% da força de trabalho. Um avanço expressivo, que cresce em ritmo superior ao da participação masculina e consolida, cada vez mais, o espaço feminino na indústria.
Na última década, aproximadamente 12 mil novas vagas foram ocupadas por mulheres na indústria sul-mato-grossense, o que confirma uma trajetória contínua de expansão. Entre 2014 e 2024, o emprego feminino no setor cresceu 37%, enquanto a mão de obra masculina avançou 27% no mesmo período. Os dados fazem parte de um levantamento do Observatório da Indústria da Fiems, com base na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
O avanço também se reflete nos espaços de decisão. Em 2024, o Estado registrou mais de 1.500 mulheres em cargos de comando na indústria, o equivalente a 21% das posições de liderança no setor, além de um crescimento de 32% em relação a 2021. Esse movimento acompanha a própria estrutura da Fiems, que conta com três mulheres na diretoria estratégica, reforçando o compromisso com uma indústria mais plural, competitiva e preparada para os desafios do setor produtivo.
As trajetórias de Adriana Sato, Neca Chaves Bumlai e Simone Oliveira mostram que a ascensão feminina é resultado de qualificação, visão estratégica e determinação para assumir responsabilidades maiores.
Com formação em medicina e especialização em medicina do trabalho, Adriana Sato construiu uma carreira sólida antes de migrar para o setor industrial. Hoje, como diretora de operações da Semalo, decidiu aprofundar seus conhecimentos em gestão e ressalta que a liderança começa por uma transformação interna constante e pela coerência entre discurso e prática.
“Liderar é, antes de tudo, liderar pelo exemplo. Não existe ‘faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço’. Para desenvolver pessoas e fortalecer a empresa, é preciso buscar diariamente a própria evolução, reconhecer pontos de melhoria e assumir a responsabilidade de ser a referência que se espera dos outros”, considera.
Para Adriana Sato, a liderança exige escuta ativa e conexão constante com outros gestores, especialmente porque o topo pode ser um lugar solitário. “A liderança é, muitas vezes, um caminho solitário. À medida que crescemos na hierarquia, os feedbacks se tornam mais raros e surge um receio natural de apontar melhorias a quem está no comando. Por isso, unir líderes e fortalecer espaços de troca é fundamental para manter o aprendizado contínuo”, enfatizou.
Na área educacional, Neca Chaves Bumlai transformou vocação em projeto de gestão. Economista, com mestrado e especializações na área, ela estruturou uma trajetória pautada pela formação técnica e pelo desenvolvimento de pessoas. À frente da Faculdade Insted, defende uma liderança democrática e baseada em competência. “Homens e mulheres se complementam. O fundamental é preparo, conhecimento e vontade constante de aprender”, relata. Ela acredita que fortalecer redes entre mulheres é essencial para ampliar a presença feminina em posições de comando.
Já Simone Oliveira construiu sua carreira na indústria têxtil a partir da qualificação técnica e da vivência prática no chão de fábrica, com formações pelo Senai. Passou por diferentes áreas até chegar à diretoria-executiva da Nilcatex Têxtil, empresa que vive um novo ciclo de expansão no Estado. Em um ambiente historicamente masculino, enfrentou desafios que exigiram ainda mais preparo e entrega de resultados. “Equipes diversas alcançam melhores resultados e fortalecem a tomada de decisão”, destaca. Simone argumenta que liderar é valorizar talentos e abrir caminhos para que outras mulheres também conquistem novos espaços.
Neste Dia Internacional da Mulher, dar visibilidade a essas lideranças é reafirmar que a presença feminina nos centros de decisão é um ativo para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul. Quando mais mulheres lideram, a indústria ganha em inovação, eficiência e competitividade, e toda a sociedade avança junto.
Protagonismo feminino no interior de MS
Os números evidenciam que o protagonismo feminino na indústria está distribuído por todo o Estado, fortalecendo cadeias produtivas, impulsionando resultados e consolidando um novo capítulo para o setor industrial de Mato Grosso do Sul. Em 25 municípios, a participação da mão de obra feminina na indústria supera a média estadual da atividade.
Entre os destaques estão:
- Itaquiraí – participação feminina de 49% (aproximadamente 1.500 mulheres);
- São Gabriel do Oeste – 44% (cerca de 2.200 mulheres);
- Sidrolândia – 41% (aproximadamente 1.700 mulheres);
- Aparecida do Taboado – 36% (cerca de 2.200 mulheres);
- Bataguassu – 35% (aproximadamente 1.300 mulheres);
- Paranaíba – 34% (cerca de 1.000 mulheres);
- Nova Andradina – 31% (aproximadamente 1.500 mulheres);
- Dourados – 30% (cerca de 5.400 mulheres).
Mulher / Fashion
Natura transforma uma verdade da maternidade em campanha e convida o Brasil a sentir o tempo de um jeito diferente
Com trilha inspirada na canção “I Don’t Want to Miss a Thing” reinterpretada por IZA, a campanha nasce de um movimento real e se transforma em uma homenagem para o Dia das Mães
Toda mãe já sentiu — mesmo sem nunca ter colocado em palavras. Os dias são longos. Mas os anos passam rápido demais. É a partir dessa verdade silenciosa que Natura apresenta sua campanha de Dia das Mães 2026: a Teoria da Maternidade. Um olhar sensível sobre como o tempo se transforma ao longo da jornada de ser mãe e como é no cuidado cotidiano que nascem os vínculos mais duradouros.
“Para esse Dia das Mães, queremos trazer uma reflexão sobre a passagem do tempo. Sabemos que a maternidade é feita de instantes que parecem eternos e anos que passam em um piscar de olhos. Com a campanha, reforçamos nosso papel como uma marca que entende e acolhe essa jornada da maternidade, celebrando o cuidado que permanece e se transforma em memória. É uma homenagem à presença e o afeto que o tempo não apaga”, afirma Diego Costa, Diretor Sênior de Marketing da Natura.
Inspirada por vídeos de mães nas redes, IZA recria clássico internacional para campanha de Dia das Mães da Natura:
Convidada pela marca para interpretar uma nova versão do clássico “I Don’t Want to Miss a Thing” para a campanha de Dia das Mães, IZA se conectou profundamente com a proposta ao associá-la à sua própria vivência de maternidade. A canção, já conhecida do grande público, ganha novos significados ao ser atravessada por esse olhar íntimo e emocional. “Eu estava vendo vários vídeos de mães com seus filhos usando essa música… e aquilo me arrepiou. Porque essa música já é linda, mas quando você vê ela contando a história de mães e filhos, ela ganha outro sentido. Fica ainda mais forte”, comenta a artista. A partir dessa conexão, IZA revisitou a canção, trazendo essa emoção para mais perto da realidade brasileira.
Com um casting composto por mães e filhos reais, o filme percorre diferentes fases da maternidade a partir de momentos cotidianos que ganham novos significados com o passar do tempo. Entre momentos que parecem não acabar e o tempo que passa rápido demais, o conceito se revela: o tempo passa, o cuidado fica.
Para o período, Natura destaca opções de presentes que traduzem esse olhar sobre o cuidado, com foco em fragrâncias e itens que carregam significado, como o perfume Aura Alba, além de produtos das linhas Mamãe e Bebê, Tododia, Essencial e Ilía. Mais do que escolher um presente, a proposta é escolher algo que represente aquilo que realmente permanece.
Criada pela Natura, em parceria com a Galeria.ag, a campanha se desdobra para além do filme, com estratégia digital e de influência que convida o público a compartilhar suas próprias histórias, ampliando a homenagem de forma orgânica e afetiva.
Assista o filme da campanha aqui <link>.
https://www.youtube.com/watch?v=6MaSt8eVM1A
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
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Perimenopausa: estilo de vida moderno pode ser responsável por antecipação dos sintomas
Especialista do Sabin explica sobre a fase de transição para a menopausa, que tradicionalmente se inicia após os 40 anos, e alerta: “desconfortos não podem ser normalizados”
Insônia, irritabilidade, cansaço extremo, lapsos de memória e, principalmente, irregularidade no ciclo menstrual. Muitos desses sintomas são frequentemente atribuídos à rotina agitada e ao estresse do dia a dia, mas podem ser os primeiros sinais da perimenopausa, a fase de transição que antecede a menopausa. Esse período, que marca o declínio natural da função ovariana, pode começar anos antes da última menstruação e tem se tornado um tema de crescente interesse e debate, quebrando tabus e levando mais pessoas a buscar informação e cuidado.
“É importante que esses desconfortos não sejam normalizados. Uma avaliação clínica detalhada, aliada a exames laboratoriais, pode confirmar a fase da perimenopausa e descartar outras condições, como distúrbios da tireoide, que podem apresentar sintomas semelhantes. Esse diagnóstico permite orientar as melhores abordagens, que vão desde ajustes no estilo de vida até a terapia de reposição hormonal, quando indicada”, detalha Deborah Goulart Ferreira, endocrinologista do Sabin Diagnóstico e Saúde.
A perimenopausa geralmente se manifesta na faixa dos 40 anos, mas especialistas observam que fatores do estilo de vida contemporâneo podem influenciar sua manifestação. “No Brasil, a idade média da menopausa é por volta dos 51 anos. A perimenopausa, por sua vez, é a janela de tempo que a antecede, durando em média de 8 anos antes da última menstruação. Durante essa fase, os níveis de estrogênio e progesterona começam a oscilar de forma imprevisível, causando uma série de mudanças físicas e emocionais que muitas vezes não são imediatamente reconhecidas”, explica a especialista.
Além dos fatores genéticos, que são determinantes, o estilo de vida moderno tem um papel fundamental. “Estresse crônico, má alimentação, sedentarismo, obesidade e tabagismo são fatores que podem desregular o eixo hormonal e, em alguns casos, contribuir para uma transição mais sintomática ou precoce. Hoje, as pessoas estão mais informadas e dispostas a discutir o tema, o que aumenta a procura por um diagnóstico preciso para garantir qualidade de vida”, reforça.
A importância do diagnóstico preciso
A irregularidade menstrual costuma ser o primeiro e mais evidente sinal, com ciclos que se tornam mais curtos, mais longos ou com fluxos variáveis. No entanto, são os outros sintomas, como ondas de calor (fogachos), dificuldades para dormir, alterações de humor e queda de energia, que mais impactam o bem-estar.
Para uma avaliação completa do status hormonal e da saúde geral nesta fase, a especialista recomenda os principais exames, que fazem parte do portfólio do Sabin:
- FSH (Hormônio Folículo-Estimulante): seus níveis tendem a aumentar com a diminuição da função ovariana.
- Estradiol (E2): principal hormônio feminino, cujos níveis oscilam e depois caem.
- Hormônios da tireoide (TSH, T4 livre): para descartar hipotireoidismo ou hipertireoidismo.
- LH (Hormônio Luteinizante), progesterona, testosterona total e livre, e SHBG: para uma análise abrangente do perfil hormonal.
A endocrinologista finaliza reforçando que a perimenopausa não é uma doença, mas uma fase natural da vida. “Com acompanhamento médico adequado, prática regular de atividade física e uma alimentação equilibrada, é totalmente possível atravessar essa transição com saúde, bem-estar e qualidade de vida, mantendo a produtividade e a disposição.”
Grupo Sabin | Com 41 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades, o Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.400 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas. O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 358 unidades distribuídas de norte a sul do país.
O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo. Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde – Rita Saúde – solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.
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