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13º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR PARTICIPA DE REUNIÃO ORDINÁRIA DO GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA DE FRONTEIRAS E DIVISAS – POLO PARANAÍBA, EM CASSILÂNDIA

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Na manhã desta quarta-feira (24/09), o 13º Batalhão de Polícia Militar participou de reunião ordinária do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteiras e Divisas (GGI-FRON-DIV) com o polo de Paranaíba, realizada na sede da Companhia da Polícia Militar em Cassilândia.

O encontro contou com a presença do Secretário Executivo do GGI-FRON-DIV, coronel PM conv. Everson Antônio Rozeni, do Comandante do 13º BPM, tenente-coronel PM Paulo Ribeiro dos Santos, da promotora de Justiça de Cassilândia, Dra. Mayara Santos de Sousa, e do Delegado Regional, Dr. Lúcio Fátima da Silva Barros, além de outras autoridades civis e militares da região, como:

  •  Delegado Titular da Delegacia de Polícia Civil de Cassilândia, Dr. Rodrigo de Freitas;
  • Comandante da 2ª Companhia PM de Cassilândia, Capitão PM Marcelo Batista Machado;
  • Comandante do Pelotão de Polícia Militar em Inocência, 1º Tenente PM Edmar Batista Miami;
  • Comandante da 3ª Companhia de Aparecida do Taboado, 1º Tenente QAOPM Luiz Carlos Pereira Vieira;
  • Comandante do Grupamento da Polícia Militar Ambiental em Aparecida do Taboado, Subtenente PM Adão Bittencourt Maidana;
  • Comandante do Grupamento da Polícia Militar Ambiental em Cassilândia, Subtenente PM Evando Monteiro;
  • Cabo PM Eliézer Machado, do Batalhão Rural da PMMS;
  • Inspetor chefe da PRF em Paranaíba, Edinilson Teotônio Farias;
  • Diretor do Estabelecimento Penal de Cassilândia, Bem Hur de Oliveira Tenório;
  • Coordenador da Unidade Regional de Perícias e Identificação de Paranaíba, Dr. Pedro Eurico Salgueiro;
  • Chefe da Agência do IAGRO em Cassilândia, Silvio Cezar de Oliveira; e
  • Gerente da Agência local do Detran em Cassilândia, Paulo Roberto Caldas.

Durante a reunião, foram discutidas as demandas de segurança pública de Cassilândia e municípios vizinhos, além do Decreto Estadual nº 16.660/2025, que formalizou a criação do colegiado. Também foram apresentadas propostas para intensificar a integração entre as forças de segurança, fortalecer o enfrentamento à criminalidade e consolidar ações conjuntas voltadas à proteção das fronteiras e divisas do Estado.

A participação do 13º BPM reforça o compromisso da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul com a cooperação interinstitucional, contribuindo para maior efetividade nas ações de segurança e proteção da população sul-mato-grossense.

Assessoria de Comunicação Social do 13º BPM –
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Fonte: Policia Militar MS

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Em Três Lagoas| Operação da Polícia Federal expõe rede de tráfico e leva suspeitos à prisão

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A Polícia Federal do Brasil deflagrou, nesta quinta-feira, (23) a Operação Geminus com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido no tráfico de drogas em Três Lagoas. A ofensiva representa mais um avanço no combate ao crime organizado.

As investigações tiveram início após a prisão de integrantes da organização e a apreensão de entorpecentes, o que levou os agentes a aprofundarem a apuração para identificar toda a estrutura do grupo. O trabalho buscou mapear a cadeia de atuação criminosa.

As medidas cautelares foram autorizadas pelo Juízo de Garantias da comarca, permitindo o avanço da operação nesta nova fase. A decisão judicial viabilizou o cumprimento das ações policiais.

Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão e três de busca e apreensão durante a operação. A ação resultou na prisão de suspeitos e coleta de provas.

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Ex-vereador de Três Lagoas é condenado a 46 anos de prisão por abusar da própria irmã

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O ex-vereador Wellington Ferreira de Jesus, conhecido como “Cascão”, foi condenado a 46 anos e três meses de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável e estupro contra a própria irmã, em Três Lagoas.

De acordo com denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), os abusos ocorreram ao longo de cerca de dez anos, entre 2013 e 2023. O réu passou a conviver com a família da vítima quando ela tinha apenas 10 anos, assumindo posição de confiança e responsabilidade.

Segundo a investigação, os abusos começaram sem conjunção carnal e evoluíram, com o passar dos anos, para estupros mediante violência e grave ameaça, já durante a adolescência da vítima.

Os abusos aconteciam tanto na residência da família quanto em outro imóvel onde o réu morava com a avó, local para onde a vítima era levada sob a justificativa de prestar cuidados.

Ainda conforme o processo, o condenado utilizava ameaças, manipulação psicológica e até presentes para manter o controle sobre a vítima.

Em relatos, ele afirmava que não seria denunciado ou acreditado por ser uma pessoa conhecida na cidade e por já ter exercido mandato público.

A Justiça considerou o depoimento da vítima firme, coerente e compatível com provas testemunhais, documentais e laudos psicológicos.

Como consequência dos abusos, ela desenvolveu grave sofrimento emocional, com registros de autolesão, tentativas de suicídio e necessidade de acompanhamento especializado.

Na sentença, o magistrado destacou a credibilidade das declarações e condenou o réu a:

29 anos e 2 meses por estupro de vulnerável e 17 anos e 1 mês por estupro. Além da pena de prisão, ele também deverá pagar R$ 20 mil por danos morais à vítima.

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