Policial
CPA-3 apreende cinco quilos de drogas, durante OPERAÇÃO HÓRUS na região de Corumbá
Uma adolescente de 15 anos de idade foi apreendida de posse de drogas no final da noite de ontem (01.06), durante policiamento na região de Corumbá, nas ações policiais da ‘Operação Hórus’, que tem por objetivo combater o tráfico de drogas e armas nas regiões consideradas como ‘faixa de fronteira’ do território nacional, sendo tal programa uma parceria entre o Governo Federal e a Polícia Militar de MS.
De forma resumida, a guarnição empenhada pelo CPA-3/PMMS na região de Corumbá fazia o patrulhamento nas proximidades da BR-262, próximo ao Pedágio da via, quando decidiu abordar um veículo Voyage de cor branca, que trafegava pelo local, a fim de verificar as condições do automóvel e seus ocupantes, sendo quatro homens e uma mulher adolescente. Durante vistoria minuciosa no carro e nas bagagens dos homens, nada de ilícito foi encontrado, porém, ao ser feita a busca nos pertences da adolescente, os policiais militares encontraram 10 (dez) pacotes de maconha, pesando aproximadamente 5 quilos da droga. Ao ser questionada sobre o produto ilegal, a adolescente assumiu ser de sua propriedade, afirmando ter pego de um cidadão boliviano no decorrer da semana, com a incumbência de entregar o produto a uma terceira pessoa na cidade de Campo Grande, recebendo para isso a quantia de 3.500 reais.
Pelo ato infracional cometido, a mulher foi encaminhada juntamente com a droga à Delegacia de Polícia, para as providências necessárias. Paralelo a isso, o Conselho Tutelar foi infomado sobre o ocorrido, para acompanhamento do fato.
Comando de Policiamento de Área 3 – Sua Segurança é a nossa Prioridade!
(Assessoria de Comunicação Social do CPA-3/PMMS)
Fonte: Policia Militar MS
Policial
Em Três Lagoas| Operação da Polícia Federal expõe rede de tráfico e leva suspeitos à prisão
A Polícia Federal do Brasil deflagrou, nesta quinta-feira, (23) a Operação Geminus com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido no tráfico de drogas em Três Lagoas. A ofensiva representa mais um avanço no combate ao crime organizado.
As investigações tiveram início após a prisão de integrantes da organização e a apreensão de entorpecentes, o que levou os agentes a aprofundarem a apuração para identificar toda a estrutura do grupo. O trabalho buscou mapear a cadeia de atuação criminosa.
As medidas cautelares foram autorizadas pelo Juízo de Garantias da comarca, permitindo o avanço da operação nesta nova fase. A decisão judicial viabilizou o cumprimento das ações policiais.
Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão e três de busca e apreensão durante a operação. A ação resultou na prisão de suspeitos e coleta de provas.
Policial
Ex-vereador de Três Lagoas é condenado a 46 anos de prisão por abusar da própria irmã
O ex-vereador Wellington Ferreira de Jesus, conhecido como “Cascão”, foi condenado a 46 anos e três meses de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável e estupro contra a própria irmã, em Três Lagoas.
De acordo com denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), os abusos ocorreram ao longo de cerca de dez anos, entre 2013 e 2023. O réu passou a conviver com a família da vítima quando ela tinha apenas 10 anos, assumindo posição de confiança e responsabilidade.
Segundo a investigação, os abusos começaram sem conjunção carnal e evoluíram, com o passar dos anos, para estupros mediante violência e grave ameaça, já durante a adolescência da vítima.
Os abusos aconteciam tanto na residência da família quanto em outro imóvel onde o réu morava com a avó, local para onde a vítima era levada sob a justificativa de prestar cuidados.
Ainda conforme o processo, o condenado utilizava ameaças, manipulação psicológica e até presentes para manter o controle sobre a vítima.
Em relatos, ele afirmava que não seria denunciado ou acreditado por ser uma pessoa conhecida na cidade e por já ter exercido mandato público.
A Justiça considerou o depoimento da vítima firme, coerente e compatível com provas testemunhais, documentais e laudos psicológicos.
Como consequência dos abusos, ela desenvolveu grave sofrimento emocional, com registros de autolesão, tentativas de suicídio e necessidade de acompanhamento especializado.
Na sentença, o magistrado destacou a credibilidade das declarações e condenou o réu a:
29 anos e 2 meses por estupro de vulnerável e 17 anos e 1 mês por estupro. Além da pena de prisão, ele também deverá pagar R$ 20 mil por danos morais à vítima.
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