Mato Grosso do Sul
Indústria de MS abriu 2,3 mil postos formais de trabalho em janeiro
O conjunto da atividade industrial foi responsável pela abertura de 2.321 postos formais de trabalho em Mato Grosso do Sul em janeiro, resultado de 8.736 contratações e 6.415 demissões, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Esse foi o maior saldo registrado para o mês desde 2013, alcançando uma participação de 50% do total de vagas abertas no estado no primeiro mês do ano.
As atividades industriais que mais abriram vagas no mês de janeiro foram: obras de infraestrutura (+739), construção de edifícios (+527), instalações e serviços especializados para construção (+437), atividades de apoio à extração de minério de ferro (+126), abate de bovinos (+120), usinagem, tornearia e solda (+86), fabricação de açúcar (+78), curtimento e outras preparações de couro (+75), manutenção e reparação de tanques e reservatórios metálicos (+50) e fabricação de celulose (+49).
Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, o conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou janeiro de 2023 com o total de 144.674 trabalhadores empregados.
“Indicando, até aqui, um aumento de 1,63% em relação ao fechamento do ano anterior, quando o contingente ficou em 142.353 funcionários. Por fim, a atividade industrial responde por 24,0% de todo o emprego com carteira assinada (CLT) existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás do segmento de Serviços que emprega 229.603 trabalhadores com participação equivalente a 38,2% (Novo CAGED – Consulta em 13/03/2023)”, afirmou.
Ainda conforme o economista, em relação aos municípios, no mês de janeiro, em 38 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 2.718 vagas.
Entre as cidades com saldo positivo de pelo menos 50 vagas, destacam-se: Ribas do Rio Pardo (+1.103), Campo Grande (+413), Três Lagoas (+247), Corumbá (+182), Nova Andradina (+176), Rio Brilhante (+107), Deodápolis (+85) e Paranaíba (+83).
As atividades que mais contribuíram nos municípios indicados foram (12 no total): obras de infraestrutura (+676), construção de edifícios (+505), instalações e serviços especializados para construção (+358), atividades de apoio à extração de minério de ferro (+126), fabricação de álcool (+85), abate de bovinos (+75), fabricação de açúcar (+69), curtimento e outras preparações de couro (+64), coleta de resíduos (+45), usinagem, tornearia e solda (+41), manutenção e reparação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras (+40) e fabricação de celulose (+38).
Por outro lado, em outros 35 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando o fechamento de 397 vagas. Entre as cidades com saldo negativo de pelo menos 50 vagas destaca-se Bataguassu (-53).
as atividades que mais contribuíram no município indicado foram (3 no total): fabricação de conservas de legumes e outros vegetais (-28), fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel e papelão (-23) e abate de bovinos (-11).
Mato Grosso do Sul
MS consolida avanço da suinocultura com crescimento de 50% e mais de R$ 300 milhões em incentivos
Uma produção organizada, sustentável e altamente tecnificada. Assim se apresenta a suinocultura de Mato Grosso do Sul, que registrou crescimento de quase 50% nos últimos três anos e se firma como um dos principais cases de sucesso do agronegócio estadual.
A força do setor foi evidenciada durante o 4º Encontro de Lideranças da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, promovido pela Associação Sul-Mato-grossense de Suinocultores (Asumas) na quinta-feira (23) passada. O evento reuniu produtores, autoridades, representantes institucionais e investidores de diversas regiões do país, em um momento estratégico de diálogo sobre expansão e fortalecimento da cadeia produtiva.
Com a presença do governador Eduardo Riedel, o encontro reforçou o protagonismo da atividade na economia estadual. Representando a Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), participaram o secretário Artur Falcette, o secretário-adjunto Alex Melotto, o secretário-executivo de Desenvolvimento Sustentável, Rogério Beretta, e o diretor-presidente da Iagro, Daniel Ingold.
A participação da equipe evidencia o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento sustentável e competitivo da suinocultura.
Durante o evento, o governador destacou a organização e a evolução da cadeia produtiva. “É uma cadeia estruturada, profissionalizada e com crescimento impressionante. Em três anos, avançou cerca de 50%. Mais do que posição em ranking, o que importa é essa curva consistente de crescimento”, afirmou.
Riedel também ressaltou o papel do Estado como indutor do desenvolvimento, com políticas baseadas em incentivo, e não em imposição. “Nosso modelo valoriza práticas adequadas, produtividade e sustentabilidade, criando um ambiente favorável para o setor continuar avançando”, completou.
O Governo do Estado tem atuado de forma estruturante no fortalecimento da atividade, com destaque para o programa Leitão Vida, que incentiva a produção e melhora a eficiência da cadeia.
Em 2025, foram 262 estabelecimentos aprovados, mais de 108 mil matrizes e 3,29 milhões de animais abatidos e mais de R$ 91 milhões em incentivos. Já em 2026, até o momento, são 257 estabelecimentos, 110,5 mil matrizes e mais de 1 milhão de abates, totalizando R$ 39,2 milhões em incentivos.
O presidente da Asumas, Renato Spera, destacou a importância do apoio governamental para o crescimento do setor. “Temos potencial, sanidade e acesso a crédito. O Estado é parceiro e isso faz toda a diferença. Nos últimos anos, foram quase R$ 2 bilhões em financiamentos via FCO para a suinocultura, recursos fundamentais para esse desenvolvimento”, afirmou.
Números expressivos
A programação incluiu apresentações da Asumas, da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e do Governo do Estado, com foco em mercado, representatividade e perspectivas da atividade.
Atualmente, Mato Grosso do Sul conta com mais de 300 granjas em operação, cerca de 121 mil matrizes e aproximadamente 3,6 milhões de suínos abatidos por ano. A cadeia gera cerca de 32 mil empregos diretos e movimenta setores como grãos, genética e serviços.
No mercado internacional, o desempenho também é positivo: as exportações superam 20 mil toneladas de carne suína, com crescimento de 11% em relação ao ano anterior. Entre os principais destinos estão Singapura, Filipinas e Emirados Árabes Unidos.
Outro fator estratégico para o avanço do setor é a Rota Bioceânica, que deve reduzir custos logísticos e ampliar o acesso aos mercados asiáticos.
Ambiente favorável e expansão contínua
O secretário Artur Falcette destacou que o crescimento da suinocultura está diretamente ligado à modernização das cadeias produtivas e à atração de novos investimentos.
“Temos uma cadeia cada vez mais dinâmica, com maior uso de tecnologia e chegada de novas indústrias e cooperativas, especialmente da região Sul do país. Isso fortalece a economia e amplia as oportunidades no Estado”, afirmou.
Segundo ele, mais de R$ 300 milhões em incentivos já foram concedidos pelo Governo do Estado desde 2020 aos suinocultores. “Programas como o Leitão Vida ampliam a rentabilidade do produtor e impulsionam toda a cadeia. Nosso objetivo é manter esse ambiente favorável, estimulando investimentos e garantindo que a suinocultura continue crescendo nos próximos anos”, concluiu.
Com políticas públicas consistentes, ambiente competitivo e crescimento contínuo, Mato Grosso do Sul se consolida como um dos principais polos da suinocultura brasileira, com forte potencial de expansão e geração de renda.
Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Fotos: Álvaro Rezende/Secom-MS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Governo de MS e Hospital de Câncer Alfredo Abrão inauguram hoje 5º andar – Ala Famílias do Agro
Novo pavimento conta com 32 leitos exclusivos para pacientes oncológicos
O Governo de Mato Grosso do Sul e o Hospital de Câncer Alfredo Abrão (HCAA) inauguram nesta segunda-feira (27), às 8h30, o 5º andar – Ala Famílias do Agro, novo pavimento destinado ao atendimento de pacientes oncológicos. A cerimônia será realizada na sede do próprio hospital, localizada na Rua Marechal Rondon, 1053, Centro, em Campo Grande.
A entrega do espaço com 32 leitos representa mais um importante avanço para a oncologia do Mato Grosso do Sul, ampliando a capacidade de atendimento da instituição que é referência no tratamento de câncer no Estado. O pavimento foi estruturado para oferecer mais conforto, dignidade e qualidade assistencial aos pacientes e seus familiares.
Para o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa, a iniciativa reforça o compromisso do Governo em fortalecer a rede de atenção oncológica por meio da ampliação da oferta de serviços em unidades especializadas.
“Nosso objetivo é ampliar, de forma contínua, o acesso da população ao atendimento oncológico, garantindo mais resolutividade e qualidade na assistência. Parcerias como essa são fundamentais para avançarmos na oferta de serviços especializados e atender melhor quem precisa”, destacou.
A conquista foi possível graças à união entre o Governo do Estado, o Hospital de Câncer Alfredo Abrão e famílias ligadas ao agronegócio sul-mato-grossense.
Sensibilizadas com a importância da causa, 25 famílias do setor agropecuário decidiram unir esforços para finalizar e entregar um andar do hospital. Cada família contribuiu com uma cota de R$ 50 mil, totalizando R$ 1.250.000, valor integralmente destinado à conclusão do 5º andar, com 32 novos leitos.
Assim como no campo, tudo começa com uma semente. Neste caso, sementes de generosidade e amor floresceram em esperança. Mais do que uma contribuição financeira, a iniciativa simboliza a força da solidariedade transformada em ação concreta.
A inauguração do novo andar simboliza muito mais do que a entrega de uma estrutura física. Representa vidas, histórias e recomeços. É a prova de que, quando o propósito é cuidar de quem mais precisa, a solidariedade se multiplica.
O prédio da Unidade III do HCAA foi construído com investimento de cerca de R$ 35 milhões do Governo do Estado. O edifício possui nove andares, dos quais quatro já estão concluídos e em pleno funcionamento: no subsolo, UTI e Setor de Imagens; no térreo, ambulatório e 20 consultórios; e nos recentemente inaugurados 3º e 4º andares, 64 leitos.
Agora com a entrega do 5º andar- Ala Famílias do Agro, outros 4 andares (1º, 2º, 6º e 7º) precisam de obras para a conclusão total da edificação. As obras do 2º andar – Ala Sicredi já estão em andamento, com recursos doados pela cooperativa de crédito e assim que finalizado o pavimento contará com 20 leitos de UTI.
Após a completa conclusão do prédio, aparelhamento e custeio, a nova estrutura permitirá que os atendimentos sejam grandemente ampliados. Todo este trabalho beneficente depende de esforço conjunto e o compromisso de muitos beneméritos para ajudar a milhares que lutam pela restauração da saúde.
Sobre o HCAA
Maior hospital exclusivamente oncológico de Mato Grosso do Sul, somos uma instituição privada filantrópica com uma equipe de 500 colaboradores especializados. Em 2025, foram realizados 230.497 procedimentos no HCAA, uma média de 19 mil atendimentos por mês — um grande trabalho em prol da saúde e da vida.
Cada gesto, cada doação e cada etapa concluída carregam um significado imensurável, pois cada detalhe construído representa uma nova chance para quem enfrenta o câncer.
Comunicação SES
*com informações do HCAA
Foto: Divulgação HCAA
Fonte: Governo MS
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