Policial
PMA de Três Lagoas autua dois pescadores em R$ 8 mil por pescar durante a piracema e apreende lancha e petrechos de pesca no rio Verde
As 27 Subunidades do Batalhão de Polícia Militar estão focando os trabalhos na operação Carnaval nos rios sob suas circunscrições, em virtude de que no período que acontece as festas, a pesca ainda está fechada, bem como devido ao feriado prolongado. Um dos objetivos principais é a retirada de petrechos ilegais armados nos rios, mas também, para evitar que pessoas que vão para os ranchos às margens dos rios e turistas que vêm de fora do Estado para o Carnaval pratiquem pesca neste período proibido, o que é crime.
Uma das equipes de Policiais Militares Ambientais de Três Lagoas, que trabalha no Posto Fixo da Cachoeira Branca, que fica nas proximidades da usina hidrelétrica São Domingos, no rio Verde em Água Clara, o qual é montado todos os anos durante a piracema para proteção dos cardumes no local, por ser um ponto de corredeira em que os cardumes ficam vulneráveis, autuou dois infratores por pesca predatória.
Os Policiais abordaram os pescadores no dia (19) no meio da manhã, sendo dois campo-grandenses, um homem de 51 anos e outro de 48 anos, que estavam em uma lancha acima da barragem da usina e pescavam utilizando molinetes com varas no período proibido, porém, não tinham capturado nenhum pescado. Segundo os pescadores, eles acharam que poderiam praticar a pesca esportiva na região que seria o lago da usina, pois isso é permitido no lado das usinas de Jupiá e Sérgio Motta, no rio Paraná, porém, a modalidade só é permitida nos lagos destas usinas, mas não para as que estão em rios de domínio do Estado de Mato Grosso do Sul.
A lancha com motor foi apreendida, bem como os materiais de pesca e os infratores foram autuados administrativamente e foram multados em R$ 4.000,00 cada um. Eles também responderão por crime ambiental de pesca predatória. A pena é de um a três anos de detenção e multa.
PETRECHOS APREENDIDOS
A equipe ainda retirou do rio e apreendeu 20 anzóis de galho (petrechos proibidos) armados. Os infratores proprietários dos materiais não foram encontrados. Os Policiais continuam os trabalhos no rio.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL
Policial
Em Três Lagoas| Operação da Polícia Federal expõe rede de tráfico e leva suspeitos à prisão
A Polícia Federal do Brasil deflagrou, nesta quinta-feira, (23) a Operação Geminus com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido no tráfico de drogas em Três Lagoas. A ofensiva representa mais um avanço no combate ao crime organizado.
As investigações tiveram início após a prisão de integrantes da organização e a apreensão de entorpecentes, o que levou os agentes a aprofundarem a apuração para identificar toda a estrutura do grupo. O trabalho buscou mapear a cadeia de atuação criminosa.
As medidas cautelares foram autorizadas pelo Juízo de Garantias da comarca, permitindo o avanço da operação nesta nova fase. A decisão judicial viabilizou o cumprimento das ações policiais.
Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão e três de busca e apreensão durante a operação. A ação resultou na prisão de suspeitos e coleta de provas.
Policial
Ex-vereador de Três Lagoas é condenado a 46 anos de prisão por abusar da própria irmã
O ex-vereador Wellington Ferreira de Jesus, conhecido como “Cascão”, foi condenado a 46 anos e três meses de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável e estupro contra a própria irmã, em Três Lagoas.
De acordo com denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), os abusos ocorreram ao longo de cerca de dez anos, entre 2013 e 2023. O réu passou a conviver com a família da vítima quando ela tinha apenas 10 anos, assumindo posição de confiança e responsabilidade.
Segundo a investigação, os abusos começaram sem conjunção carnal e evoluíram, com o passar dos anos, para estupros mediante violência e grave ameaça, já durante a adolescência da vítima.
Os abusos aconteciam tanto na residência da família quanto em outro imóvel onde o réu morava com a avó, local para onde a vítima era levada sob a justificativa de prestar cuidados.
Ainda conforme o processo, o condenado utilizava ameaças, manipulação psicológica e até presentes para manter o controle sobre a vítima.
Em relatos, ele afirmava que não seria denunciado ou acreditado por ser uma pessoa conhecida na cidade e por já ter exercido mandato público.
A Justiça considerou o depoimento da vítima firme, coerente e compatível com provas testemunhais, documentais e laudos psicológicos.
Como consequência dos abusos, ela desenvolveu grave sofrimento emocional, com registros de autolesão, tentativas de suicídio e necessidade de acompanhamento especializado.
Na sentença, o magistrado destacou a credibilidade das declarações e condenou o réu a:
29 anos e 2 meses por estupro de vulnerável e 17 anos e 1 mês por estupro. Além da pena de prisão, ele também deverá pagar R$ 20 mil por danos morais à vítima.
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