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Economia

Cerca de 30% da população jovem está desempregada; falta de experiência é um entrave

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Com o Programa Jovem Aprendiz, Grupo Pereira contribui permanentemente para que jovens possam ingressar no mercado de trabalho

Um dos grandes desafios dos jovens atualmente é entrar no mercado de trabalho e um dos maiores entraves é a experiência. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa argentina Trendcity, a falta de experiência é um empecilho para 77% dos jovens brasileiros. É o mesmo que acontece em países como Chile, Argentina e Colômbia. No Grupo Pereira, sétimo maior supermercadista do Brasil, realizar uma inclusão mais efetiva dos jovens no mercado de trabalho é um dos seus principais objetivos, que busca sempre capacitá-los e auxiliá-los na preparação para o início de sua carreira profissional.

Hoje, são 678 jovens trabalhando em diversas lojas do Grupo nos estados onde atua, como Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Distrito Federal, e desde 2020, 1.611 jovens passaram pelo programa. “O Jovem Aprendiz é muito importante para o Grupo Pereira, pois criamos oportunidades para que os jovens se preparem e desempenhem suas primeiras atividades profissionais e lidem com diferentes situações no mundo corporativo, ao mesmo tempo que formamos mão-de-obra qualificada. Nossa intenção é ainda oferecer uma primeira experiência para que eles possam desenvolver suas habilidades”, diz Paulo Silva, Diretor de Gente e Gestão do Grupo Pereira.

Enquanto durante o primeiro ano da pandemia as oportunidades ficaram mais escassas – o estudo Juventude e a Pandemia do Coronavírus, realizado pelo Conselho Nacional da Juventude, mostra que quase 30% da população jovem, entre 18 e 24 anos, está desempregada –, no Grupo Pereira as ofertas de vagas para esse público aumentaram: em 2020 foram oferecidas 537 vagas; já em 2021, 618. “Em 2022, somente até o mês de julho, já contratamos 456 e temos uma previsão de mais de 200 vagas até o final do ano em todas as regionais”, adianta Paulo Silva.

Histórias

Quem já passou pelo programa do Grupo Pereira foi Danielly Silva de Souza, que começou aos 19 anos (há dois anos). Essa foi a sua porta de entrada para o mercado de trabalho. Sua primeira função foi no Gente & Gestão, auxiliando a equipe de demissão a arquivar documentos. Depois foi transferida para o administrativo, onde está atualmente. “Essa oportunidade me auxiliou a conhecer e aprender na prática diversas atividades que eu estudava no curso, o que faz toda a diferença, pois reforça o aprendizado. Eu pude desenvolver ainda algumas habilidades no dia a dia e conhecer melhor quais áreas me identifico”, revela.

Para Danielly Silva de Souza, o Jovem Aprendiz ajudou muito na sua formação profissional. “O programa contribuiu para o primeiro contato com o mercado de trabalho, quando as responsabilidades são menores, mas, com o tempo, nos sentimos encorajados para assumir cargos com demandas mais complexas. Acredito que o programa contribua também com o autoconhecimento, pois ajuda o jovem a entender o que deseja para seu futuro e decidir melhor sobre sua profissão”, diz.

Crescimento

Além de contribuir para a entrada no mercado, o programa é também um celeiro para encontrar talentos e, muito deles, constroem uma história dentro do Grupo Pereira. É o caso de João Henrique dos Santos Pereira, que está na empresa há 11 anos. Ele entrou no Grupo Pereira aos 16 anos, na turma 2011 e 2012, como menor aprendiz. Ao final do seu contrato, voltou à empresa em 2013 como auxiliar de caixa e foi ocupando novos cargos, como repositor e, posteriormente, gerenciador, e, aos 23 anos, tornou-se encarregado, cargo que ocupa até hoje. “O programa me deu um norte de tudo. Eu não tinha noção de como era o mercado de trabalho e foi essencial para eu ter disciplina, ética e respeito. Graças ao programa, carrego esses valores comigo até hoje”, diz.

O programa, segundo ele, teve um impacto extremamente positivo para a sua formação. “Por meio dele, o jovem sai preparado para o mercado de trabalho e também para a sociedade”. E os sonhos de João Henrique não param por aí. “Eu tenho muito orgulho de pertencer ao Grupo Pereira, de falar do meu trabalho, de ver como cresci e de tudo que conquistei pessoalmente Não vou parar por aqui: estou me especializando para crescer ainda mais, porque quero deixar meu nome na história do Grupo Pereira”, diz, animado.

Oportunidade

Ficou inspirado por essas histórias? Que tal fazer parte do Grupo Pereira na nova turma de Aprendizes? Jovens a partir de 16 anos que estão cursando ou já concluíram o Ensino Médio e têm vontade de iniciar a carreira profissional, entreguem seu currículo para o Gente & Gestão na filial mais próxima de sua casa.

Sobre o Grupo Pereira   

Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira celebra em 2022 seus 60 anos de história. Com 16 mil funcionários e 800 representantes comerciais autônomos nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo e no Distrito Federal, o Grupo Pereira tem 97 unidades de negócio, sendo 27 lojas do Comper (rede de supermercados), 49 lojas do Fort Atacadista (atacarejo), seis filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 12 lojas SempreFort (varejo farmacêutico) e dois postos de combustível. Completando o ecossistema de soluções para o cliente, também fazem parte dos negócios do Grupo Pereira o braço logístico Perlog e o de serviços financeiros Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de 700 mil cartões emitidos, além de seguros e assistência odontológica.

Com a missão de oferecer uma experiência de compra positiva por meio de excelência no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários, o Grupo Pereira colabora com a sociedade por meio de diferentes programas socioambientais.

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Economia

Reajuste da Energisa MS é homologado pela ANEEL com efeito médio de 12,11%

Índice aprovado incorpora diferimento solicitado pela distribuidora; Conselho de Consumidores alerta para pressão crescente de encargos

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Foto: Divulgação / ANEEL

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou, nesta terça-feira (22), durante a 8ª Reunião Pública Ordinária da Diretoria, o reajuste tarifário anual da Energisa Mato Grosso do Sul (EMS), com efeito médio de 12,11% a ser percebido pelos consumidores. O novo índice passa a valer a partir da publicação da resolução homologatória.

O percentual aprovado considera o pedido de diferimento apresentado pela distribuidora dentro dos limites regulatórios, no valor de R$ 21 milhões. Sem esse mecanismo, o reajuste médio seria de 12,61%. Com a aplicação do diferimento, o impacto foi reduzido para 12,39% para consumidores em alta tensão e 11,98% para os de baixa tensão.

Relatora do processo, a diretora-geral da ANEEL, Agnes Maria de Aragão da Costa, destacou que a medida contou com a anuência do Conselho de Consumidores, ainda que acompanhada de ressalvas. Segundo ela, o posicionamento do colegiado trouxe uma preocupação recorrente: o acúmulo de componentes financeiros que acabam sendo transferidos para ciclos tarifários futuros, além da necessidade de enfrentamento de questões estruturais no setor.

“O Conselho chama atenção, especialmente, para a ausência de políticas públicas mais estruturais que reduzam a presença desses componentes dentro da tarifa, com destaque para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE)”, pontuou.

Durante a deliberação, o diretor-geral Sandoval Feitosa ressaltou que os reajustes tarifários seguem regras contratuais e refletem decisões que vão além da atuação regulatória. Para ele, a discussão precisa avançar para além de soluções pontuais.

“Esses processos decorrem de obrigações contratuais. Temos, de forma recorrente, ações conjunturais que não resolvem o problema de forma estrutural. É importante que todos os agentes — Congresso, Executivo e o próprio setor — atuem para que se alcance uma tarifa mais previsível, equilibrada e estável ao consumidor”, afirmou.

Posicionamento do Concen-MS

Ao longo da tramitação, o Conselho de Consumidores da Área de Concessão da Energisa MS (Concen-MS) acompanhou o processo e manifestou concordância com o diferimento como medida de mitigação imediata do impacto tarifário. No entanto, a entidade manteve o posicionamento de cautela quanto ao efeito acumulado desses componentes ao longo do tempo.

O Conselho também reiterou a preocupação com o crescimento contínuo de encargos setoriais, especialmente da CDE, e defendeu a necessidade de maior previsibilidade e transparência na composição das tarifas, com atenção à capacidade de pagamento dos consumidores.

“É fundamental que o processo tarifário considere tanto a sustentabilidade do setor quanto os efeitos diretos sobre o consumidor. As decisões precisam ser avaliadas com responsabilidade, especialmente em relação aos impactos futuros que podem recair sobre a população”, pontuou a presidente do Conselho, Rosimeire Costa.

Trâmite marcado por adiamentos e tentativas de redução

A etapa decisiva do processo de reajuste da Energisa MS teve início no começo de abril e passou por uma sequência de análises técnicas, reuniões e articulações institucionais. Inicialmente previsto para deliberação no dia 8, o tema foi retirado de pauta e reavaliado, em meio a negociações do Ministério de Minas e Energia (MME) na tentativa de reduzir o impacto ao consumidor.

Durante esse período, foram discutidas alternativas dentro dos limites regulatórios, incluindo o diferimento de componentes financeiros — mecanismo que acabou sendo incorporado ao cálculo final.

Na última semana (14), o diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, pediu destaque para o processo, adiando novamente a homologação para a reunião ocorrida nesta terça (22). O intervalo entre a previsão inicial e a homologação foi marcado por diálogo entre ANEEL, distribuidora e representação dos consumidores, em busca de um índice que, embora ainda elevado, apresentasse alguma moderação frente ao cenário original.

A decisão desta terça-feira encerra o debate, mas mantém o desafio já apontado ao longo de todo o processo: equilibrar a sustentabilidade do setor com tarifas compatíveis com a realidade dos consumidores.

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Economia

13º antecipado do INSS traz alívio imediato, mas exige planejamento ao longo do ano

Pagamento começa neste mês e pode ser oportunidade para organizar finanças, reduzir dívidas e construir reserva

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Freepik

A antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS começa ainda este mês e deve representar um alívio no orçamento de milhões de brasileiros. O valor extra pode ajudar a colocar as contas em dia e trazer mais fôlego financeiro, desde que utilizado com organização.

Segundo o Ministério da Previdência Social, a medida deve injetar cerca de R$ 78,2 bilhões na economia, sendo aproximadamente R$ 39 bilhões pagos na primeira parcela, entre 24 de abril e 8 de maio, e outros R$ 39 bilhões na segunda, de 25 de maio a 8 de junho.

O calendário de pagamentos segue o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador após o traço. Têm direito à antecipação os beneficiários que receberam, em 2026, aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, salário-maternidade ou auxílio-reclusão.

Dívidas devem ser prioridade

Avaliar a situação financeira atual é o primeiro passo, segundo Daniel Oliveira, coordenador de Produtos de Renda Fixa do Banco Mercantil, instituição financeira especializada no público 50+. Para quem possui dívidas, especialmente as de juros mais elevados, como cartão de crédito ou cheque especial, a recomendação é priorizar a quitação ou renegociação desses compromissos.

“O 13º pode ser uma ferramenta importante para reequilibrar o orçamento. Quitar ou negociar dívidas costuma ser o melhor caminho, já que reduz o peso dos juros e melhora a saúde financeira no médio prazo”, afirma Daniel Oliveira.

Consumo exige cautela

Além disso, o uso consciente do recurso ajuda a evitar decisões impulsivas. Embora o consumo faça parte da rotina, o ideal é planejar os gastos e evitar comprometer todo o valor de uma só vez.

Outro ponto de atenção é que, como o pagamento ocorre antes do período tradicional, esse recurso não estará disponível no fim do ano, quando as despesas costumam aumentar. “Planejar o uso do 13º é fundamental para não gerar um desequilíbrio mais adiante. Separar uma parte do valor pode ajudar a evitar aperto no orçamento nos próximos meses”, complementa o especialista do Banco Mercantil.

Reserva e aplicações simples

Para quem quer investir, aplicações conservadoras podem ser uma alternativa para preservar o dinheiro e obter algum rendimento ao longo do tempo. Produtos simples, com baixo risco e liquidez, como CDBs com resgate diário, podem ser opções a serem consideradas, desde que estejam alinhados ao perfil do investidor e sejam de fácil compreensão e acesso.

“Organizar o uso do 13º desde o recebimento faz diferença no restante do ano. Para quem conseguir guardar uma parte do valor, aplicações simples, conservadoras e com liquidez podem ajudar a formar uma reserva sem abrir mão do acesso ao dinheiro quando necessário. Pequenas decisões agora podem evitar a necessidade de recorrer a crédito no futuro”, finaliza o especialista do Mercantil.

Sobre o Mercantil

O Banco Mercantil vem passando por uma importante transformação nos últimos anos, pautada no investimento em inovação, dados, tecnologia e pessoas. Contando com mais de 10 milhões de clientes, o banco tem foco no público com 50 anos ou mais, e carrega em seu DNA o propósito de oferecer a seus clientes uma experiência única.

Sustentado por seus talentos, o crescimento dos números vem acompanhado de posições de destaque nos rankings de melhores empresas para se trabalhar em Minas Gerais e na posição de quinto maior pagador de benefícios previdenciários do país.

O banco atingiu o patamar de excelência na pesquisa NPS (Net Promoter Score), que fornece informações sobre fidelidade dos clientes e seu grau de satisfação com crédito e serviços, apurada de forma contínua. A instituição possui uma rede com mais de 350 agências distribuídas em 269 cidades pelo país.

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