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Mato Grosso do Sul

Transformando Campo Grande em um grande palco, Boca de Cena começa nesta segunda-feira

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Entre os dias 27 de março e 1º de abril, Campo Grande vai respirar teatro e circo. A Boca de Cena – Semana de Teatro e Circo de Mato Grosso do Sul apresentará peças teatrais gratuitas em todos os cantos da cidade. Serão de 5 a 7 apresentações por dia em bairros, escolas, universidades, praças e teatros, de grupos da Capital, do interior de Mato Grosso do Sul e de São Paulo e Rio de Janeiro.

O governador Eduardo Riedel destacou a importância de democratizar a cultura. “Mato Grosso do Sul tem uma cultura riquíssima, influenciada pelas fronteiras com Paraguai e Bolívia e pelos imigrantes de várias partes do Brasil que são recebidos de braços abertos por Mato Grosso do Sul, e a Boca de Cena vem celebrar e fortalecer essa pujança cultural, mas além disso, vem democratizar a cultura, já que nem todos têm o mesmo acesso à arte, a apresentações teatrais e circenses”, disse.

Além das apresentações, durante a semana será realizado o Seminário Estadual de Teatro e Circo para discutir políticas públicas para a área, sobre o fazer e pensar a arte como um todo, para todos os cantos do Estado.

O gerente de difusão cultural da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul), Marcio Veiga, destaca a importância do evento. “Após cinco anos, a Semana Boca de Cena volta para a Fundação e esse é o momento que temos a possibilidade de mostrar a qualidade da produção dos artistas da nossa terra e também nos juntar para discutir políticas públicas do interesse do teatro e do circo”.

Festival contará com cerca de 40 apresentações entre 27 de março e 1º de abril

O presidente da FCMS, Max Freitas, também comemora a semana. “É muito bom ter a Semana Boca de Cena de volta na Fundação. A última edição foi realizada com primor pelos artistas e agora a Fundação pode dar todo apoio possível, com aumento de palcos, apresentações, dando acesso à população a arte do teatro e do circo que é tão bem feita em nosso Estado. Possuímos grupos fantásticos na capital e no interior e o público vai se encantar com as apresentações, tenho certeza disso”.

Serão cerca de 40 apresentações com grupos da Capital e de Dourados, Amambai, Corumbá, São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo, 13 espaços serão palco para as peças desde teatros, sede dos grupos de teatro, até escolas e universidades. Os distritos de Anhanduí e a comunidade de Furnas do Dionísio também receberão espetáculos ao longo da semana.

Para o secretário de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania, Marcelo Miranda, o festival é uma oportunidade de fomentar e divulgar a arte. “Nosso papel é aproximar a arte e a cultura da população sul-mato-grossense, tornando os espaços públicos, espaços culturais, além de fomentar as produções dos nossos artistas”, finalizou.

Campo Grande terá apresentações em 13 espaços

FCMS

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Bolsa Atleta: contemplados assinam termo de adesão e concluem processo de ingresso no programa

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Foi oficialmente concluído nesta terça-feira (16) o processo de adesão ao programa Bolsa Atleta, uma das principais políticas públicas de incentivo ao esporte desenvolvidas pelo Governo de Mato Grosso do Sul. A etapa final consistiu na assinatura do Termo de Adesão pelos atletas contemplados, realizada nos dias 15 e 16 de junho, na sede da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande.

Nesta edição, o investimento total destinado aos programas Bolsa Atleta e Bolsa Técnico é de R$ 4,2 milhões. Ao todo, 304 atletas foram contemplados e, com a formalização da adesão, passam a integrar oficialmente o programa. O pagamento do benefício está previsto para começar em agosto, com vigência de 12 meses.

No Bolsa Atleta, as categorias atendidas são: Estudantil, Universitário, Nacional, Nacional Paralímpico, Nacional Surdolímpico (nova categoria), Internacional, Máster (35+), Pódio Complementar, Pódio Complementar Paralímpico, Pódio Complementar Surdolímpico (nova categoria), Pré-Olímpico, Pré-Paralímpico e Pré-Surdolímpico, Olímpico, Paralímpico e Surdolímpico (nova categoria), além da categoria destinada a atleta-guia, atletas assistentes e funções similares (nova categoria).

Já o Bolsa Técnico contempla duas modalidades de benefício: Técnico 1 e Técnico 2, voltadas aos profissionais responsáveis pela formação e preparação dos atletas.

Todo o processo de inscrição, análise e adesão foi realizado de forma totalmente on-line, proporcionando mais agilidade, transparência e acessibilidade aos participantes de todas as regiões do estado.

O Programa Bolsa Atleta tem como principal objetivo oferecer suporte financeiro para que os esportistas sul-mato-grossenses possam manter a rotina de treinamentos, participar de competições e investir em seu desenvolvimento técnico. O programa é considerado uma ferramenta estratégica para a permanência dos atletas no esporte, contribuindo para a formação de talentos e fortalecendo a representatividade de Mato Grosso do Sul em competições regionais, nacionais e internacionais.

O Programa Bolsa Atleta é uma realização do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) e Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura).

Atletas Contemplados

Maria Fernanda Scheer, 14 anos, de Chapadão do Sul, é atleta do tênis de mesa, receberá a bolsa pela primeira vez e ressaltou como está se sentindo. Maria Fernanda ganhou os Jogos Escolares da Juventude de MS 2026 e garantiu a vaga para o JEB’s (Jogos Escolares Brasileiros), em Brasília (DF).

“Estou me sentindo privilegiada. Eu jogo tênis de mesa e participo de competições desde 2021, sempre tentando melhorar. Desde 2024, comecei a disputar campeonatos brasileiros e já ganhei em cidades como Imperatriz e Palmas. O Bolsa Atleta vai me ajudar a comprar equipamentos novos, melhorar meus treinos e ter um desempenho ainda melhor. Com materiais novos e mais estrutura, consigo evoluir cada vez mais na modalidade”, frisou.

Ângelo Antônio Correia de Souza, 19 anos, de Campo Grande, foi contemplado com a Bolsa Atleta – Nacional.

“Eu acho que o incentivo financeiro no esporte é muito importante. Principalmente nas categorias de base, é algo que se faz extremamente necessário para que seja um incentivo a mais, para que o atleta traga cada vez mais resultados e principalmente que não pare de praticar o seu esporte. Eu nado há muito tempo, vou fazer 10 anos já”.

Ele ainda acrescentou: “Já tive várias experiências durante essa vida de treinamento. Já tive a oportunidade de treinar muito, tive a oportunidade de treinar menos. Mas o bolsa atleta sempre foi algo muito importante para que eu não parasse de nadar. Acho que é um incentivo. Muito importante para que eu não finalizasse minha carreira na natação”.

Com a assinatura dos Termos de Adesão pelos atletas contemplados, o processo do Bolsa Atleta foi oficialmente encerrado. Já o edital do Bolsa Técnico segue em andamento e está com prazo aberto para interposição de recursos até esta quinta-feira (18). Os interessados podem consultar as informações e realizar os procedimentos necessários por meio do link.

Bel Manvailer, Comunicação Setesc
Fotos: Daniel Reino/Setesc

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Investimentos em pesquisa ajudam a elevar produtividade e competitividade do agro de Mato Grosso do Sul

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A pesquisa agropecuária tem desempenhado papel estratégico no avanço da produtividade agrícola de Mato Grosso do Sul. Com atuação concentrada na região nordeste do Estado, a Fundação Chapadão vem ampliando sua área de abrangência e fortalecendo parcerias com instituições públicas e privadas para desenvolver tecnologias voltadas às culturas de soja, milho e algodão, entre outras.

Prestes a completar 29 anos de atuação, a Fundação Chapadão atende atualmente municípios como Chapadão do Sul, Costa Rica, Paraíso das Águas, Alcinópolis, Cassilândia, Paranaíba e Coxim, além de expandir projetos para novas regiões do norte sul-mato-grossense.

O presidente da Fundação Chapadão, Ilton Henrichsen, avalia que a região norte de Mato Grosso do Sul possui características climáticas que favorecem a consolidação das culturas de soja e milho, o que deve manter essas atividades como prioridade das pesquisas nos próximos anos.

Segundo ele, a estabilidade climática local proporciona condições favoráveis para a produção agrícola, reduzindo os impactos de veranicos observados com maior frequência em outras regiões do Estado e do País.

Henrichsen avalia que a região norte de Mato Grosso do Sul possui características climáticas que favorecem as culturas de soja e milho

“A soja e o milho estão muito consolidados na nossa região. Por isso, as pesquisas continuarão focadas no desenvolvimento de novas cultivares, no aumento da produtividade e em soluções para os desafios que surgem a cada safra”, afirma.

Henrichsen destaca, porém, que a expansão da cana-de-açúcar merece atenção crescente dos pesquisadores, especialmente em áreas consideradas mais marginais para a produção de grãos. De acordo com ele, o avanço da atividade e a presença de usinas na região indicam a necessidade de ampliar estudos voltados à cultura.

“A cana já é uma realidade em parte da região e existe uma demanda crescente por conhecimento técnico. É uma área que pode receber mais atenção da pesquisa nos próximos anos”, ressalta.

Já segundo o diretor-executivo da Fundação Chapadão, André Bartolomeu Piesanti, explica que a instituição surgiu a partir de uma demanda dos próprios produtores rurais, que enfrentavam sérios problemas com nematoides, pragas que comprometiam a viabilidade econômica das lavouras de soja na década de 1990.

“A Fundação nasceu da necessidade de manejar um problema que estava inviabilizando o cultivo de soja na região. Um grupo de produtores se reuniu para fomentar a pesquisa científica e, desde então, construímos uma trajetória baseada em parcerias com a Embrapa, municípios e o Governo do Estado”, frisa.

A validação regional das novas variedades é fundamental para orientar os produtores

Hoje, a instituição desenvolve pesquisas atingindo uma área de atuação em mais de 500 mil hectares de áreas agrícolas, com foco na validação de novas cultivares, manejo de pragas e doenças, fertilidade do solo, nutrição vegetal, sementes, nematoides e tecnologias voltadas à mitigação dos efeitos climáticos sobre as lavouras.

De acordo com Piesanti, a validação regional das novas variedades é fundamental para orientar os produtores sobre o potencial produtivo de cada material e sua adaptação às condições locais.

“A cada ano surgem novos materiais genéticos no mercado e eles precisam ser avaliados na nossa região. Analisamos potencial produtivo, comportamento diante de doenças, melhor época de plantio e adaptação ao clima. Essas informações servem para nortear a tomada de decisão do produtor na safra seguinte”, explica.

O presidente Henrichsen também cita outras cadeias produtivas com potencial de desenvolvimento regional, como os citros em municípios como Cassilândia e Paranaíba. Apesar disso, acredita que a principal demanda continuará concentrada no aperfeiçoamento das tecnologias voltadas às grandes culturas agrícolas.

“Novas tecnologias surgem todos os anos. Sempre haverá necessidade de pesquisas relacionadas a cultivares, produtividade, manejo e controle de plantas daninhas. Esse continuará sendo o grande foco da pesquisa agropecuária regional”, conclui.

A Fundação conta atualmente com sete pesquisadores e laboratórios especializados em fitopatologia, entomologia, nematologia, herbologia, análise de sementes, genética e fertilidade do solo. Os estudos abrangem desde o controle biológico de pragas até a avaliação da eficiência de produtos utilizados nas lavouras.

A Fundação Chapadão desenvolve pesquisas atingindo uma área de atuação em mais de 500 mil hectares

Para o diretor Piesanti, o avanço da produtividade agrícola registrado nos últimos anos está diretamente relacionado aos investimentos em ciência e inovação. Ele destaca que o apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio de órgãos de fomento à pesquisa, tem sido decisivo para o desenvolvimento de novas tecnologias no campo.

“O Estado tem incentivado a pesquisa científica e isso é fundamental para o desenvolvimento do agro. O aumento da produtividade que observamos ao longo dos anos tem tecnologia e pesquisa envolvidas. São ferramentas que ajudam o produtor a produzir mais, com maior eficiência e sustentabilidade”, ressalta.

Piesanti estima que parfa a safra 2026/2027, o valor investido será de aproximadamente R$ 2,7 milhões

Piesanti também chamou atenção para os desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela dependência brasileira de insumos importados, como fertilizantes e matérias-primas para defensivos agrícolas.

“Precisamos buscar alternativas que reduzam essa dependência externa. Conflitos internacionais e oscilações de mercado impactam diretamente os custos de produção. A pesquisa tem papel fundamental na busca por novas ferramentas que tornem o setor mais competitivo e sustentável”, diz.

Além da produtividade, a sustentabilidade ambiental passou a ocupar posição central nas pesquisas desenvolvidas pela Fundação. Segundo o diretor, os mercados internacionais exigem cada vez mais rastreabilidade e comprovação de boas práticas na produção agrícola.

“Hoje o comprador estrangeiro quer saber de onde veio o produto. No caso do algodão, por exemplo, existe rastreabilidade total. É possível identificar a fazenda e até o lote de origem da produção. Isso mostra que produtividade e sustentabilidade precisam caminhar juntas”, observa.

A parceria entre o Governo de Mato Grosso do Sul e a Fundação Chapadão também se traduz em investimentos diretos para a manutenção das atividades de pesquisa desenvolvidas pela instituição.

Segundo o diretor-executivo da Fundação Chapadão, André Bartolomeu Piesanti, os recursos estaduais são destinados principalmente ao custeio dos experimentos e à aquisição de insumos utilizados nos trabalhos de campo.

De acordo com ele, a Fundação recebeu cerca de R$ 2,5 milhões por safra agrícola nos anos de 2023 e 2024. Em 2024/2025, o aporte foi ampliado para R$ 3,7 milhões. Para a safra 2026/2027, o valor previsto é de aproximadamente R$ 2,7 milhões.

“Esse recurso é fundamental para a aquisição de materiais de consumo, defensivos, insumos e ferramentas necessárias para sustentar todo o trabalho de pesquisa desenvolvido pela Fundação. É um apoio importante para que possamos continuar entregando tecnologias e informações aos produtores”,sinaliza.

Outro tema destacado por Piesanti é o avanço da inteligência artificial no agronegócio. Segundo ele, a tecnologia já está presente em diversas etapas da produção rural e tende a ganhar espaço também nas atividades de pesquisa.

“A inteligência artificial veio para ficar. Ela já está sendo utilizada no monitoramento das lavouras, na mecanização, na aplicação de produtos e na análise de informações geradas no campo. O grande diferencial é a capacidade de transformar um enorme volume de dados em informações úteis para a tomada de decisão do produtor”, explica.

Embora ainda não possua uma estrutura específica voltada à inteligência artificial, a Fundação Chapadão busca parcerias para incorporar a tecnologia aos seus processos de pesquisa e análise de dados.

“A IA pode ajudar a prever cenários, identificar riscos e apontar alternativas para mitigar problemas antes que eles aconteçam. Estamos acompanhando esse movimento e buscando formas de trazer essa tecnologia para dentro da Fundação”, destaca.

Piesanti também avalia de forma positiva as iniciativas do Governo do Estado voltadas à transformação digital no campo, como o lançamento do programa de conectividade rural e as parcerias para ampliação do uso de inteligência artificial em diferentes áreas.

“São ferramentas que contribuem para levar mais informação, tecnologia e eficiência ao produtor rural. O acesso a dados e à conectividade será cada vez mais importante para a competitividade do agronegócio”, pondera.

Para o diretor-presidente da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul), Cristiano Marcelo Espínola Carvalho, as fundações de pesquisa têm apresentado resultados significativos para o fortalecimento da produção agropecuária no Estado.

“Os resultados que temos acompanhado, demonstram que os produtores de Mato Grosso do Sul contam com uma base sólida de pesquisas que valida as novas tecnologias apresentadas ao mercado. Isso nos dá muito mais segurança para absorver essas inovações, porque elas são testadas e validadas dentro do próprio Estado. Temos observado o quanto os agricultores sul-mato-grossenses têm se beneficiado desse processo. Por isso, ficamos muito satisfeitos em apoiar pesquisas que são desenvolvidas e apresentadas aos nossos produtores, contribuindo para uma agropecuária cada vez mais eficiente, competitiva e alinhada às características de cada região do Estado”, observa o dirigente.

IA, genética e diversificação ampliam alcance das pesquisas no campo.

O engenheiro agrônomo Fábio Lima Abrantes, que atua na Fundação Chapadão, destaca que a inteligência artificial já começa a transformar a pesquisa agropecuária ao permitir análises mais rápidas e precisas de grandes volumes de dados. Segundo ele, a tecnologia auxilia desde a interpretação de imagens de satélite até a predição de produtividade das lavouras com base em informações históricas sobre cultivares, ciclos produtivos e desempenho das safras anteriores.

“A inteligência artificial nos ajuda a transformar um banco de dados robusto em informações mais claras e objetivas para o produtor rural, facilitando a tomada de decisão no campo”, afirma.

Responsável pela área de genética, Abrantes explica que a pesquisa desenvolvida pela instituição avalia tanto materiais já disponíveis comercialmente quanto novas cultivares em fase de desenvolvimento. O objetivo é identificar quais variedades apresentam melhor adaptação às condições de solo e clima da região.

Antes de serem recomendados aos produtores, os materiais passam por uma série de avaliações relacionadas à resistência a doenças, tolerância ao déficit hídrico, porte das plantas, arquitetura vegetal e potencial produtivo. Segundo o pesquisador, um mesmo material pode apresentar comportamentos distintos dependendo do ambiente de cultivo.

“Não avaliamos apenas a produtividade. Estudamos o comportamento da planta, sua adaptação às diferentes regiões e sua resposta às condições climáticas para garantir maior segurança ao produtor”, pondera.

Segundo a agrônoma Aniele Versotto, os laboratórios da Fundação realizam diagnósticos de doenças, análises de produtos biológicos que garantem a eficiência no campo (Foto: Fundação Chapadão)

As pesquisas abrangem uma extensa área agrícola do norte de Mato Grosso do Sul, alcançando municípios como Chapadão do Sul, Costa Rica, Paraíso das Águas, Coxim e Sonora, com impacto direto em mais de 600 mil hectares cultivados.

Abrantes ainda destaca o interesse crescente por culturas alternativas. Embora a carinata tenha despertado atenção por seu potencial na produção de biocombustíveis sustentáveis, ainda não existe uma demanda consolidada por pesquisas sobre a cultura na região. Já o amendoim vem apresentando crescimento expressivo e passou a demandar maior atenção dos pesquisadores.

Outro ponto é a preocupação em levar conhecimento também aos pequenos produtores e agricultores familiares. Segundo ele, os resultados das pesquisas contemplam sistemas de integração lavoura-pecuária, produção de silagem, formação de pastagens e alternativas de diversificação agrícola.

“Nosso trabalho busca atender toda a cadeia produtiva. Além das grandes culturas, também desenvolvemos pesquisas que podem ampliar as oportunidades e a diversificação das pequenas propriedades rurais”.

Laboratórios garantem diagnóstico, controle biológico e suporte às pesquisas agrícolas.

A engenheira agrônoma Aniele Versotto Teixeira, da Fundação Chapadão, ressalta a importância da estrutura laboratorial para o desenvolvimento das pesquisas e para o atendimento aos produtores rurais da região. Segundo ela, os laboratórios realizam diagnósticos de doenças em lavouras, análises de produtos biológicos e testes que ajudam a garantir a eficiência das tecnologias utilizadas no campo.

Aniele ressalta ainda que a manutenção da estrutura laboratorial exige investimentos contínuos

“Quando o produtor identifica algum problema na lavoura, ele traz a amostra para que possamos fazer o diagnóstico e identificar exatamente o que está acontecendo. Isso permite uma recomendação mais precisa e assertiva”, explica.

Entre os trabalhos realizados está a análise da viabilidade de produtos biológicos à base de fungos e bactérias utilizados no controle de pragas e doenças. Os pesquisadores verificam se os microrganismos permanecem vivos e em condições adequadas após o transporte e armazenamento, garantindo que o produto mantenha sua eficácia quando chegar ao campo.“São organismos vivos que passam por um longo processo até chegar ao produtor. Nós avaliamos se a espécie informada pelo fabricante está realmente presente e se continua viável para cumprir a função proposta”.

Aniele ressalta ainda que a manutenção da estrutura laboratorial exige investimentos contínuos em equipamentos, insumos e capacitação técnica, tornando o apoio institucional essencial para a continuidade dos trabalhos científicos.

“A pesquisa tem um custo elevado. Sem o apoio de parceiros e dos investimentos realizados pelo Governo do Estado, seria muito difícil manter toda essa estrutura funcionando apenas com recursos dos produtores”, destacou.

Os laboratórios da Fundação contam com equipamentos especializados para processamento de amostras, esterilização de materiais e análises microbiológicas, permitindo que as pesquisas sejam conduzidas em ambiente controlado e com elevado rigor científico.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS

Fonte: Governo MS

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