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Mulher / Fashion

Trair nem sempre leva ao divórcio

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Os casais precisam utilizar e valorizar a comunicação honesta. Caso contrário, vamos ficar nos perguntando por que os homens traem. Além disso, a comunicação pode salvar um casamento, seja antes ou depois que o marido trai.

Em conclusão, estes são os seis fatores ligados à prevalência de homens que cometem infidelidade:

1) Puberdade e desenvolvimento cerebral – os machos desenvolvem as partes que buscam prazer do cérebro mais rapidamente do que as áreas de tomada de decisão durante a puberdade.

2) Traição como uma área cinzenta – alguns homens não veem a infidelidade como um erro absoluto e podem justificá-la.

3) Abertura ao sexo casual – as mulheres procuram segurança e estabilidade primeiro antes de ficar em dia, enquanto os homens só querem fazer o máximo de sexo possível.

4) Sentir-se vivo mais uma vez – homens insatisfeitos na vida ou em casa querem reviver a experiência de flertar e namorar uma nova mulher em suas vidas.

5) Comprimento do casamento – os homens experimentam a coceira de sete anos e são mais propensos a considerar traição mais à medida que seu casamento vai mais longe.

6) Para acabar com um casamento – alguns homens têm casos para lidar com sua insatisfação com suas respectivas esposas.

Em suma, sempre vale a pena ler sobre porque os homens traem. Os homens podem olhar para essas descobertas e alocar algum tempo para introspecção. Se eles perceberem que estão na mesma situação ou podem acabar em um, saberão como se comportar melhor.

Da mesma forma, as mulheres podem usá-las para entender a complexidade do problema. Nem sempre é sobre ciúmes. Há uma infinidade de fatores — e eles podem ser biológicos, sociais ou emocionais. Determinar quais estão afetando o relacionamento pode ajudar a resolver o problema. Nesse sentido, há muitas dúvidas que as pessoas têm em relacionamentos, fatal model é uma alternativa viável para muitas delas em alguns casos, e em outros não.

O importante é que os parceiros sejam transparentes uns com os outros, não importa o que aconteça. Se a comunicação não for suficiente, os casais podem procurar ajuda profissional. Aconselhamento matrimonial faz maravilhas se feito certo.

Você acha que as pessoas que querem deixar um relacionamento vão se abrir sobre isso. Mas nem sempre é assim. Para alguns homens, eles têm casos para sinalizar que querem se divorciar.

Ser infeliz torna alguns homens casados mais suscetíveis a trair. Uma vez que percebem que outras mulheres as fazem se sentir melhor, começam a questionar por que devem permanecer leais.

“Às vezes, um homem diz que foi um momento de convicção em que ele sentiu que as coisas nunca iriam melhorar entre ele e sua esposa, uma sensação de desesperança.”

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Mulher / Fashion

Mãe nota 10, ela sustentou os filhos vendendo pipoca

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É difícil, não conhecer ou tê-la visto trabalhar em festas, na praça central  e em frente de lojas, no comércio de Três Lagoas, onde vende pipoca, há  exatos trinta anos.

Sílvia Maria Alves Firmino, 48 anos, além de uma referência positiva, por conta de sua garra e determinação, já se transformou em um ‘patrimônio’ no município, por conta das três décadas de trabalho na cidade.

A profissão, Silvia Pipoqueira aprendeu com sua mãe aos treze anos, Dona Calumiria Alves, chamada carinhosamente, de ‘Tia da Pipoca’, já falecida.

Nossa homenageada de hoje (06), do Folha Três Lagoas, a Sílvia Pipoqueira, é casada, com José Firmino dos Santos filhos, criou seus dois filhos, Adner Alves Firmino (30) e Anderson Alves Firmino (24), trabalhando dia e noite, debaixo de sol e muitas vezes, chuva, empurrando seu carrinho de pipoca pelas ruas da cidade para ajudar prover seu lar e oferecer uma vida digna para seus meninos.

Silvia Pipoqueira, disse, ao Folha que se pudesse escolher seu trabalho, que não mudaria de ramo, que escolheria novamente comercializar pipoca, pois se trata de um trabalho digno e de uma herança que ela herdou de sua mãe, seu maior exemplo de fé, amor, dedicação, trabalho e superação. A mãe de Sílvia também sustentou toda família através da venda de pipoca.

Ao longo dos anos, Sílvia foi investindo no seu comércio, buscou se profissionalizar e diversificar seus produtos, que diga são deliciosos e se tornou uma empreendedora de sucesso.

Quanto aos seus filhos que já estão com 30 e 24 anos, ela se derrete toda, pois sãos presentes de Deus em sua vida. Disse, serem bons filhos, trabalhadores, obedientes  e carinhosos.

Prosseguiu, nos contando que já é  vovó. Seu netinho, Bryan da Silva Alves, têm quatro anos é um lindo garotinho. Contou que sente um amor muito maior e até inexplicável, por Bryan. Afirmou,  que aquela velha história, de que  avó, ser mãe com açúcar é verdadeira.

Feliz Dia das Mães, Sílvia Maria Alves Firmino e a sua linda nora, Natália Vanessa da Silva Alves! Parabéns!

Por Folha Três Lagoas

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Mulher / Fashion

Mães na Estrada: maternidade se entrelaça à missão de salvar vidas na BR-163/MS

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Profissionais que atuam na CCR MSVia contam sobre os desafios da vida materna e o dia a dia na rodovia

Elas são mulheres fortes, trabalhadoras e destemidas. São mães que não medem esforços por seus filhos. E quando o assunto é zelar pelo ser humano, lá estão elas. Colaboradoras que atuam na CCR MSVia e que estarão trabalhando em regime de plantão no domingo em que é celebrado o Dia das Mães, relatam o desafio da vida materna e a missão de ajudar a salvar vidas ao longo dos 845,4 quilômetros da BR-163 em Mato Grosso do Sul.

O trabalho intenso na estrada não intimida Mirielli Maria Gervásio, socorrista na Base Operacional do SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário) de Sonora, região norte do Estado. Mãe do Pedro Henrique, de 11 anos, e da Emanuele, de 5 anos, ela enxerga na profissão algo em comum com a vida materna: o cuidado do próximo. Há quatro anos na função, Mirielli compartilha histórias de superação na rodovia. “Lembro de uma situação muito complicada, em que houve um acidente e a vítima ficou presa entre as ferragens, inconsciente. Conseguimos tirar a pessoa de dentro do veículo e a entregamos ao hospital com vida”.

Os momentos de adrenalina vividos na pista, no entanto, se entrelaçam à vida pessoal. Em casa, há filhos que esperam ansiosos pelo carinho incondicional que a mãe oferece. Conciliar as duas rotinas não é problema para Mirielli, que sempre viu a maternidade como um presente. “Engravidei pela primeira vez por volta de 22 anos. Senti um misto de emoções, do medo à gratidão. Na segunda gestação, a experiência foi bem parecida. O amor em gerar uma vida supera qualquer obstáculo”, assegura.

Ao fim de cada plantão, resta somente o sentimento de dever cumprido e a vontade incontrolável de estar perto dos seus. Desejo este compartilhado também pela agente de atendimento do CCO (Centro de Controle Operacional) da CCR MSVia, Marines Ferreira da Rocha. E basta pensar na filha Shaara, de 21 anos, para a emoção vir à tona e as lembranças surgirem. “Nos falamos todos os dias e tenho orgulho em tê-la como filha. Me casei muito cedo e não tive mais filhos, mas agora estou pronta para ter netos”, brinca.

A sensibilidade que transborda no coração da mãe é refletida no atendimento ao cliente que usa a BR-163/MS para alcançar o destino desejado. Marines atende às ligações de usuários e ouve atentamente cada pedido de informação, dúvidas e ocorrências. “Trabalhamos bastante para levar a melhor experiência possível para quem trafega na rodovia É emocionante, por exemplo, acionar uma viatura de resgate para salvar uma mãe que está entrando em trabalho de parto. Prestar apoio a quem precisa é o combustível que nos impulsiona frequentemente. A empatia é fundamental”, analisa.

A líder de arrecadação em Mundo Novo, Carla Cintia Scheifer de Pádua, compartilha da mesma opinião. Depois do nascimento de sua filha Nicole, hoje com 6 anos, ela passou a enxergar o mundo sob outra perspectiva. “Sempre sonhei em ser mãe e minha filha é a minha dádiva de Deus. A maternidade me ajudou a entender as outras pessoas com mais facilidade em várias situações, inclusive no ambiente de trabalho”.

Carla relata que seu maior desafio como mãe é não saber o que o futuro reserva, mas fica grata por ter a chance de viver o presente e proporcionar a sua filha bons princípios. “Cuido do agora pensando no amanhã. Quero que ela cresça e seja feliz, que tenha a oportunidade de estudar e ter um futuro promissor. Como mãe, faço de tudo para ver seus olhos brilhando de alegria. Poder trabalhar e garantir isso a ela é muito importante”.

Quem também pensa deste modo é a agente de inspeção de tráfego da Base do SAU de Caarapó, Andreia Aparecida Reco. Ela percorre pela rodovia para analisar se tudo está dentro da normalidade. Auxilia na retirada de objetos da pista, verifica se as sinalizações verticais e horizontais estão corretas, dentre outras atribuições com o objetivo de garantir mais segurança e qualidade para quem passa pela BR-163 no Estado.

Mãe do Bruno, de 24 anos, e do Mateus, de 21, Andreia é grata pela profissão que escolheu, justamente por ser peça chave para a comodidade dos usuários e tem a ternura materna como aliada em seu cotidiano. “Certa vez, auxiliei no atendimento de um acidente onde o rapaz, que era a vítima, aparentava ter uns 20 e poucos anos. Logo pensei ‘e se fosse meu filho?’. Me coloquei no lugar da mãe dessa pessoa e prestei o apoio necessário para salvá-lo, ajudando na sinalização do local”, rememora.

O querer de Andreia para todas as mães nesta data especial é que elas consigam estar perto de seus filhos, mesmo que seja em pensamento “Que possam comemorar essa data da melhor forma possível. E para quem vai trabalhar, que seja um dia produtivo. É muito bom ser mãe e ter a certeza de que receberemos o amor de nossos filhos não tem preço!”.

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