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Suzano

Suzano irá qualificar três novas turmas de operadores florestais em Três Lagoas, Brasilândia e Água Clara

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Programa de qualificação formou duas turmas de Operadores de Máquinas Florestais neste ano, sendo que 65% alunos foram contratados pela empresa logo após o término do curso

Até o fim deste ano, a Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos a partir do cultivo do eucalipto, pretende qualificar mais três novas turmas de profissionais para atuarem no setor florestal. A iniciativa faz parte do Programa de Qualificação da empresa, que visa promover a formação da mão de obra local e, consequentemente, a geração de emprego e renda nas comunidades onde a Suzano está inserida.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, o programa teve de passar por um processo de readequação e teve seu conteúdo teórico adaptado para o ensino à distância. A ação, pioneira no setor, foi responsável pela formação de duas turmas de Operadores de Colheita Florestal entre os meses de julho e agosto em Três Lagoas. Já para esta nova etapa, o programa retoma ao formato presencial, seguindo todos os protocolos de biossegurança, e será aberto para profissionais com ou sem experiências na área nos municípios de Três Lagoas, Água Clara e Brasilândia.

“O Programa de Qualificação tem se mostrado essencial para a qualificação da mão de obra local e a formação de novos profissionais para o setor florestal com o padrão de excelência da Suzano. Por meio dele, lançamos, somente nos últimos cinco anos mais de 780 novos profissionais altamente qualificados no mercado de trabalho, sendo a maioria absorvidos pela própria Suzano. Com isso, mantemos o nosso compromisso de gerar e compartilhar valores e de contribuir para o desenvolvimento econômico e social da comunidade onde atuamos, uma vez que, mesmo aqueles que não são contratados pela empresa, chegam ao mercado com muito mais chances de recolocação”, destaca Angela Aparecida dos Santos, gerente de Gente e Gestão da Unidade Três Lagoas da Suzano.

A expectativa é que, com a nova fase do programa, sejam lançados no mercado de trabalho 60 novos operadores de Colheita Florestal até dezembro, o que corresponde a uma média de 20 alunos por turma. O primeiro curso está previsto para o próximo mês, em Três Lagoas. Os alunos aprovados no processo seletivo terão acesso a uma carga horária de 272 horas de curso, o que equivale 34 dias, sendo 136 horas de aulas teóricas, 128 horas práticas, realizadas nos módulos florestais da empresa e 8 horas para a realização do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).

“Diferentemente das duas primeiras edições, a vivência ou a qualificação na área deixam de ser uma exigência e passam a ser um diferencial. O nosso objetivo é, com essa medida, gerar oportunidades para pessoas que trabalham em outros segmentos, atrair novos talentos que se enquadrem ao perfil de profissionais que buscamos e proporcionar a eles a chance de se qualificarem a partir do zero para ingressar nesse mercado tão escasso de profissionais, seja na própria Suzano ou em outra empresa do setor”, completa Angela.

Para isso, o programa terá uma grade mais robusta. Durante o curso, os alunos terão acesso a temas como procedimento e planejamento operacional, fundamentos de elétrica e hidráulica, tecnologias aplicadas em Harvester e Fowarder (máquinas de colheita), além de aulas práticas nos módulos florestais da empresa. As aulas serão ministradas por técnicos dos times da Colheita Florestal, Excelência e Gente e Gestão da Suzano e contarão com o apoio da empresa de consultoria Evoluir RH e do Senai (Serviço Brasileiro de Aprendizagem Industrial) de Três Lagoas para a sua execução.

Admissões

Embora não seja a principal meta do programa, que visa a qualificação profissional, 65% dos alunos nas duas primeiras turmas de Operador de Colheita Florestal foram contratados pela Suzano após o término dos cursos. Ao todo, foram 43 profissionais passaram pelo programa, sendo 28 deles contratados pela empresa de imediato.

Entre eles, estava Daniel Rosa de Oliveira Lisboa, 24 anos. “Trabalhava com logística, mas, com a crise, tive que mudar de área, algo que eu já tinha vontade. Paguei o curso particular e logo em seguida fui chamado para o curso da Suzano. Foi uma das melhores experiências da minha vida. Saber que fiz parte de algo inédito, e, com tudo o que aprendemos durante todo o curso, realmente me abriu novos horizontes. Então, veio a notícia que havia sido um dos selecionados pela empresa para fechar com chave de ouro. Vou tratar essa oportunidade de uma forma muito especial, por toda a dificuldade para chegar até aqui” O jovem completaria oito meses desempregado no dia 6 de agosto. Três dias antes, ele assinou o contrato com a empresa.

Inscrições

As novas turmas serão abertas para pessoas com mais de 18 anos, sem distinção de gênero, classe social, deficiência, orientação sexual, etnia/raça, origem ou estereótipo. Para participar, é necessário ter ensino fundamental completo, CNH (Carteira Nacional de Habilitação) na Categoria B, disponibilidade para participação integral no curso e residir na cidade em que o programa será realizado.

As inscrições poderão ser feitas por meio do endereço eletrônico (PROGRAMA QUALIFICAÇÃO OPERADORES), até o dia 27/09/2020 (domingo). Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com a Consultoria Evoluir RH, pelo telefone 067-98465-7734

Após as inscrições, os candidatos pré-aprovados passarão por processo seletivo, que será composto por testes de conhecimentos gerais, testes em simulador, dinâmicas e entrevistas com o Comitê Gestor do Programa.

Em Água Clara e Brasilândia, os programas estão previstos para iniciar entre os meses de outubro e novembro e novembro e dezembro, respectivamente.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de árvores, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Suzano

Pesquisadores encontram espécies raras de falsa-coral nas florestas da Suzano em Mato Grosso do Sul

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Registro, enviado para a revista científica Herpetology Notes, reforça as boas práticas da empresa para a preservação biodiversidade, com mais de 1,2 mil espécies identificadas no Estado

As florestas da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Mato Grosso do Sul possibilitaram o registro singular de duas espécies raras de cobra do gênero Apostolepis, a “falsa-coral”, em uma mesma área. Com escassos registros científicos, as espécies Apostolepis goiasensis e Apostolepis intermedia, foram encontradas na região da propriedade Barra do Moeda, área de preservação ambiental da empresa, e evidenciam as boas práticas de manejo da Suzano para a preservação da biodiversidade.

“Embora esse gênero de serpente seja endêmico na América do Sul, principalmente no Brasil, as duas espécies encontradas em nossas áreas florestais são pouco conhecidas e registradas. Além disso, é bastante incomum as duas espécies serem localizadas em uma mesma área, o que atesta as nossas boas práticas de manejo para a conservação da biodiversidade. A Suzano mantém, desde 2007, um intenso trabalho de recuperação de áreas degradadas e monitoramento da fauna e da flora em suas áreas visando proteger os biomas, no caso de MS, principalmente o Cerrado. Esses registros nos reforçam que estamos no caminho certo”, ressalta Maria Tereza Borges Rocha, gerente de Meio Ambiente Industrial da Suzano.

As espécies foram encontradas durante pesquisas de campo que ocorreram entre outubro de 2017 e abril de 2018. A comunicação científica, de autoria de Fábio Maffei, consultor da Funatura da área de herpetologia, e Cristiano Nogueira, da Universidade de São Paulo, foi enviada em agosto para avaliação da revista científica Herpetology Notes (https://www.biotaxa.org/hn), especializada na área de herpetologia (ramo da zoologia dedicado ao estudo de répteis e anfíbios).

Ao todo, foram capturadas cinco cobras, sendo três da espécie Apostolepis intermedia e duas Apostolepis goiasensis. Quatro delas estavam em áreas de plantação de eucalipto e uma estava em uma área de Cerradão (Cerrado denso) da Suzano. Os animais foram coletados sob a licença SISBIO (Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade), do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), e enviados para a Coleção Herpetológica do Instituto Butantan, no Estado de São Paulo.

“As duas espécies aqui registradas ocorrem predominantemente em áreas de Cerrado. Este bioma é um hotspot de biodiversidade. A raridade de registros das duas espécies mostra que ainda sabemos pouco sobre a fauna de cobras desse bioma, principalmente formações florestais como o Cerradão”, destaca a publicação.

Monitoramento

Ao todo, foram catalogadas 1.208 espécies da fauna e flora da região nas florestas da Suzano. Vinte e oito delas estão ameaçadas de extinção, seguindo os critérios do IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza).

Dentre as espécies catalogadas, estão: 485 diferentes plantas nativas; 353 espécies de aves – o que corresponde a 47% das espécies do Cerrado, segundo o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) -, 103 artrópodes, 79 espécies de mamíferos, 62 de répteis, 55 de peixes e 41 espécies diferentes de anfíbios.

Na lista das espécies em risco de extinção pela IUCN catalogados pela empresa, estão desde aves como mutum-de-penacho (Crax fasciolata) e águia-cinzenta (Urubitinga coronata) à mamíferos, como cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), duas espécies de gatos-do-mato (Leopardus guttulus e Leopardus tigrinus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla),  ariranha (Pteronura brasiliensis) e anta (Tapirus terrestres).

Falsa-coral

De acordo com a publicação, estima-se que haja 37 espécies de falsa-coral na América do Sul, sendo 32 delas ocorrendo no Brasil.  No entanto, são poucos os registros desses animais. A Apostolepis goiasensis foi descrita em 1943 a partir de um espécime de Rio Verde, em Goiás, e, em 2003, com base em um segundo espécime do município de Uberlândia (MG). Posteriormente, foram publicados dados sobre indivíduos em Luziânia (GO), Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS). “O espécime de Três Lagoas é o primeiro registro conhecido baseado em um espécime vivo obtido em uma amostra de campo”, destaca o comunicado. Outros três registros da espécie são apresentados para o Distrito Federal (Brasília), Goiás e São Paulo.

Já a Apostolepis intermedia era conhecida com base em um único espécime supostamente coletado em Miranda (MS), cujo holótipo (fragmento ou ilustração feita a partir de espécime usado para a descrição original de uma espécie) foi perdido. Um segundo exemplar foi registrado em Anastácio (MS), em 2012, e outros dois, no Paraguai.

Mato Grosso do Sul possui 113 espécies de serpentes, oito delas do gênero Apostolepis.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Suzano

Suzano é reconhecida como umas das melhores empresas para trabalhar no Brasil

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A companhia aparece pelo segundo ano consecutivo no ranking da pesquisa Great Place to Work

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, aparece como uma das melhores empresas para trabalhar no país segundo ranking divulgado pelo Great Place to Work (GPTW) em parceria com a revista Época Negócios. A premiação é resultado de uma metodologia global desenvolvida a partir da pesquisa de clima, comentários dos funcionários, práticas culturais e questionário adicional temático para mulheres.

Foto registrada em abril de 2019

Este é o segundo ano consecutivo no qual a Suzano está entre as 150 melhores do Brasil. Um dos focos da companhia mesmo antes do início da pandemia causada pelo novo coronavírus tem sido preservar a saúde, a segurança e o bem-estar de seus colaboradores, parceiros e familiares. “Fomos uma das primeiras empresas do país a fechar os escritórios administrativos, colocamos 4 mil funcionários em home office, entre eles, pessoas com 60 anos ou mais, gestantes e portadores de doenças crônicas, bem como oferecemos suporte de psicólogos e assistentes sociais aos colaboradores e familiares”, afirma Christian Orglmeister, Diretor Executivo de Estratégia, Gente, Comunicação, TI e Digital da Suzano. “Nosso cuidado também se estendeu às áreas operações, onde implementamos importantes medidas de prevenção e segurança direcionadas àqueles que precisam estar fisicamente em nossas unidades”, complementa.

Além dos cuidados com os colaboradores, terceiros e familiares, a Suzano também atuou para auxiliar a sociedade no enfrentamento ao novo coronavírus. Entre as medidas adotadas estão a doação de máscaras e respiradores, a construção de um hospital de campanha na Bahia e ações de apoio a fornecedores de pequeno porte e clientes.

Outro destaque do ano foi a divulgação das metas de longo prazo da companhia, apresentadas ao público externo em fevereiro passado. Entre elas estão o objetivo de remover 40 milhões de toneladas adicionais de carbono da atmosfera, oferecer 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável para substituir o uso de plástico e derivados do petróleo e auxiliar na retirada de 200 mil pessoas da linha da pobreza. Essas metas deverão ser alcançadas até 2030.

Outra meta de longo prazo, mas com foco no horizonte até 2025, prevê que a empresa terá 30% de seus cargos de liderança ocupados por mulheres e 30% por negros. “Um dos nossos direcionadores é Só é bom para nós se for bom para o mundo, por isso temos a responsabilidade de iniciar esse movimento dentro da companhia. E sabemos que para sermos uma empresa ainda melhor e mais bem preparada para o futuro, precisamos também ser mais diversa e inclusiva”, afirma Orglmeister.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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