TRÊS LAGOAS MS
  Últimas
Separados por um ponto, Santos e Flamengo duelam pelo Brasileiro
Em dia de comemoração, Bioparque Pantanal e Corpo de Bombeiros celebram parcerias
Com 100% dos internos ocupados, sobram vagas em convênios de trabalho na Colônia Penal de Três Lagoas
Mato Grosso do Sul recebe Centro-Oeste de Vôlei de Praia neste final de semana
‘Esquenta UEMS’ reúne acadêmicos em competições esportivas neste sábado (02/07)
Sábado tem leve aumento de temperatura no Estado, com máxima de 34°C na região Norte
Fundação de Cultura seleciona artesãos e entidades do artesanato para participar da 4º Feira Nacional em Fortaleza
Polícia Militar divulga resultados do policiamento realizado na área do 11º BPM, entre 20 e 30 de junho
Militares de Coxim são condecorados com Medalha Dom Pedro II
Governo autoriza concurso para PMMS
8ªCIPM: Polícia Militar apreende produtos de contrabando e descaminho
Comandante da 10ªCIPM recebe visita de moradores do bairro Coophavila e liderança comunitária do bairro São Conrado
Polícia Militar de Jardim-MS apreende Arma de Fogo durante abordagem à veículo em Guia Lopes da Laguna-MS
Carga de descaminho é apreendida pela Polícia Militar Rodoviária, na MS 164, em Maracaju
Direto ao Assunto: Lucas de Lima fala do “Julho sem Plástico”
Liga das Nações: brasileiras batem Bulgária e assumem vice-liderança
SMS promove capacitação para profissionais da saúde para atendimento de ocorrências de acidentes com animais peçonhentos
Polícia Militar apreende 3,7 kg de cocaína e prende uma mulher por tráfico de drogas em Anastácio
Municipalista, ALEMS participa de entrega de maquinários no valor de R$ 40 milhões
Estão abertas as inscrições para o Campeonato Municipal de Futsal Feminino em Três Lagoas
Curso vai qualificar e aprimorar secretarias domésticas e diaristas para o mercado de trabalho
Motivação: como a trilha do fim de semana se tornou um negócio
SEMEC realiza Terceira Audiência Pública de Avaliação e Monitoramento do Plano Municipal de Educação
Polícia Militar encaminha dois homens por contrabando, descaminho e porte de drogas no município de Sidrolândia
8ªCIPM: Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar socorrem casal de idosos que se envolveram em acidente na MS-162
8ªCIPM: Polícia Militar apreende menor infrator por receptação
Em Paranaíba, Polícia Militar realiza o patrulhamento rural nas regiões do Alto Santana, Alto Tamandaré e no Assentamento Serra
8ªCIPM: Polícia Militar cumpre três mandados de prisão em aberto
Polícia Militar apreende jovem de 17 anos por cometer furto e estelionato em comércios de Paranaíba
Polícia Militar Ambiental de Mundo Novo autua infrator em R$ 1 mil por pesca ilegal e apreende barco, motor e petrecho de pesca
Next
Prev

Mato Grosso do Sul

Rodovias podem ter mais 6 mil carretas de combustível com fim de ferrovia

Publicado

Mato Grosso do Sul corre o risco de perder em breve, importante meio de transporte para escoamento da produção: a ferrovia. Se isso realmente acontecer, toda a produção de celulose, minério de ferro, álcool e combustível, que hoje chega até São Paulo pelos trilhos terá de fazer o mesmo trajeto, só que de caminhão. Só o transporte de combustível vai colocar mais 6 mil carretas por mês nas rodovias do Estado.

A ferrovia que sai de Bauru/SP e vai até Corumbá é atualmente administrada pela Rumo ALL, por meio de concessão federal. Por ela passam 85 mil toneladas de celulose por mês, produzidas pela Fibria e outras 417 toneladas de minério de ferro vindos da Vale. Isso, sem falar nos milhares de litros de combustível que chegam e saem do Estado todos os meses.

As usinas de açúcar e álcool, até o início deste ano também utilizavam os trilhos para transportar sua produção. Só duas unidades da Odebrecht Agroindustrial devem produzir nessa safra, cerca de 570 mil metros cúbicos de etanol e 160 mil toneladas de açúcar. A empresa afirma que a interrupção da operação da ferrovia exigiu que fosse refeito o planejamento logístico para escoar a produção.

A falta de investimento e de reestruturação da malha nos últimos anos, fez com que os trilhos se desgastassem e aumentasse de 6 para quase 20 dias o tempo de viagem da carga daqui para o estado vizinho. Com isso, muitas empresas tiveram que voltar a escoar pelas rodovias, pois apesar de ser mais perigoso, oneroso para o estado e caro, é opção é mais rápida.

Transbordo – Isso foi o que aconteceu com as usinas de álcool. O diretor da Agil, Luiz Felipe Ferraz explica que à pedido da ALL, em 2008 deu início a construção de um terminal de transbordo em Campo Grande, onde o produto chega de caminhão e sai de trem com destino à São Paulo. A estrutura entrou em operação no início de 2012.

“Foi investimento próprio e conseguimos viabilizar, colocar para funcionar. Trabalhamos em paralelo com a ALL para angariar clientes, mas a ferrovia começou a ficar ruim. A troca constante de pessoal e a falta de investimentos deterioraram a estrutura”, conta Luiz Felipe. Ele ainda afirma que no início deste ano, as boas locomotivas foram transferidas para São Paulo, o que marcou o fim do termina.

“O álcool que saia daqui começou a demorar 20 dias para chegar ao destino. Assim as usinas pararam de transportar pela ferrovia”, diz. O diretor ainda afirma que havia interesse das empresas em continuar e uma grande demanda para 2015 e 2016, devido as ótimas expectativas em relação a safra de cana-de-açúcar.

Luiz Felipe pede ajuda para chamar atenção para o problema e diz que sua maior preocupação é deixar a ferrovia acabar. “Eu to preocupado sim, com o meu negócio porque eu vou ter que pagar. Mas o que eu realmente quero é que a ferrovia continue, sabemos da importancia disso para o estado”.

Combustível – Atualmente parte do combustível que chega ao Estado é trazido de trem, se a ferrovia parar tudo terá que ser transportado pelas rodovias. De acordo com o secretário de estado de Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, se isso acontecer serão 200 caminhões a mais por dia, trafegando nas rodovias.

O gestor comercial da Taurus, Mauro Sérgio Piveta, explica que por dia são transportados cerca de 1 milhão de litros de combustível pelas rodovias, que são distribuídos em usinas, postos e filiais. Para isso, são usados, em média, de 20 a 30 veículos diariamente. Ele ainda elenca as vantagens da ferrovia.

“O transporte ferroviário significa redução de custo, já que o transporte rodoviário gera depreciação do veículo, gastos com pedágio, funcionários e ainda envolve questões de segurança nas estradas”, detalha Mauro. Para ele, o que impede que esse transporte seja feito são as más condições das ferrovias. “Nós torcemos para que existam mais opções em relação à logística do Estado porque o setor de distribuição só tem a ganhar com isso”.

Panorama – O consultor de negócios da Shopus, João Pedro Cuthi Dias, explica que para melhorar a ferrovia seria necessário investimento de R$ 1,5 milhão de bitola métrica por km, e são aproximadamente 1,5 mil kms de ferrovia em MS. Ele ainda afirma que o negócio é viável, visto que existe demanda suficiente.

“Demanda com certeza MS tem, se pegar o volume de carga são 1,5 milhão toneladas de celulose. Exportamos muita carne, seria mais lógico se fosse levado pela ferrovia, falta isso para investir”, diz, complementando que atualmente não nenhum grão de milho e de soja é transportado pela ferrovia.

“Só transporta celulose porque carrega em Três Lagoas e vai embora, isso porque a Fibria comprou os equipamentos para poder fazer o transporte da carga, pois por rodovia, não tem condições. A ferrovia está sucateada e não participa da comunidade”, completa o consultor.

Para ele, a solução é investir e exigir do concessionário para arrumar ou entregar a linha. “Não adianta querer fazer novas linhas, demora 4 anos para licitação, não adianta. Precisa arrumar as que tem”. E termina dizendo “demanda em MS tem. Carne, madeira, grãos, celulose, minério, ferro, que são cargas tipicamente ferroviárias. Sem contar, que é muito mais racional chegar no porto pela ferrovia do que com caminhão.

 

Informações Campo Grande News

Comentários Facebook

Mato Grosso do Sul

Em dia de comemoração, Bioparque Pantanal e Corpo de Bombeiros celebram parcerias

Publicado

por

Bioparque Pantanal destaca parceria que garante segurança a servidores e visitantes, por meio de treinamentos e uma base local de atendimento ao público

Neste sábado (2), é comemorado o Dia Nacional do Bombeiro, profissionais que atuam salvando vidas e preservando bens. No Bioparque Pantanal, a parceria com o efetivo garante a segurança dos visitantes e servidores, além de oferecer treinamentos específicos que agregam na excelência da recepção do púbico.

Conforme explica a diretora do Bioparque, Maria Fernanda Balestieri, o trabalho em equipe só traz benefícios à população. “Por se tratar de um empreendimento de grande porte, a parceria firmada com o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul nos dá segurança no desenvolvimento do nosso trabalho. Todos os dias muitas pessoas passam por aqui e é importante estarmos atentos a segurança de todos”, descreve.

Maria Fernanda ressalta que parceria firmada com o Corpo de Bombeiros dá segurança no desenvolvimento dos trabalhos das equipes do Bioparque Pantanal

O maior aquário de água doce do mundo recebe por dia cerca de mil pessoas, e para garantir atendimento em caso de acidentes ou qualquer intercorrência, a enfermaria está preparada para o serviço com a presença de um bombeiro militar.

Já em casos de incêndio, a brigada composta por 20 servidores foi treinada por uma equipe do Corpo de Bombeiros e preparada para atuar na identificação e eliminação de riscos e, principalmente, no combate ao fogo.

Uma outra parceria que agrega no serviço de manutenção do aquário é o curso de mergulho que será ministrado para a equipe de manejo dos animais. Parte da equipe já tem o curso, o restante irá fazer nos próximos dias para executar serviços como alimentação de arraias, por exemplo, que recebem comida na boca.

Ainda de acordo com Maria Fernanda, um curso de primeiros socorros será ministrado para os servidores que estão na linha de frente atendendo o público. “Buscamos um atendimento de excelência, queremos que o visitante saia daqui com uma experiência única, e para isso temos que estar preparados para qualquer eventualidade. Não é só a contemplação, é o cuidado com o bem-estar das pessoas”.

Primeiros socorros para servidores do bioparque

Para a coronel Hugo Djan Leite, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado, cada vez mais o governo de Mato Grosso do Sul vem mostrando com eficiência e menos custo o oferecimento de um serviço de qualidade a toda a população. “Nossa atuação no Bioparque é essencial para que possamos nos aproximar e mostrar a transversalidade das ações do Estado, onde junto com a gerência do complexo nós providenciamos o treinamento dos funcionários na área de mergulho, realizamos a formação da brigada de prevenção e combate a princípio de incêndio e também de primeiros socorros”, pontua.

Espaço de treinamento
O Bioparque Pantanal oferece ao Corpo de Bombeiros a possibilidade do ambiente para treinamentos de mergulho em ambiente fechado, os tanques são utilizados para pela equipe.

“É muito importante pra gente a aclimatação dos nossos mergulhadores nesse tipo de ambiente, e cada vez mais o Bioparque com os bombeiros são parceiros, estão próximos com uma projeção de uma base nossa no local para atendimento ao público”, destaca.

Educação Ambiental


Mais uma parceria foi firmada entre Bioparque Pantanal e Corpo de Bombeiros, ainda no mês de julho crianças do projeto Bombeiros do Amanhã farão parte do roteiro de visitação com palestras educativas sobre prevenção de queimadas no Pantanal.

“Por ser um espaço também de conhecimento, o Bioparque está aberto para esse tipo de parceria que venha somar na educação das crianças em relação a preservação e reforçar para os adultos as problemáticas das queimadas”, descreve a diretora do complexo.

As crianças do projeto recebem instruções de ordem unida, hierarquia e disciplina, combate a incêndio, primeiros socorros e prevenção de acidentes domésticos.

Rosana Lemes, Subcom Bioparque Pantanal
Fotos: Divulgação

Fonte: Governo MS

Comentários Facebook
Continue lendo

Mato Grosso do Sul

Com 100% dos internos ocupados, sobram vagas em convênios de trabalho na Colônia Penal de Três Lagoas

Publicado

por

No momento não há mão de obra disponível de detentos da Colônia Penal “Paracelso de Lima Vieira Jesus”, unidade masculina de regime semiaberto de Três Lagoas, para contratação por empresas, já que todos em condições de serem inseridos em atividades laborais já estão ocupados.

A realidade tão positiva é reflexo dos convênios estabelecidas pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) com empresas e instituições públicas da cidade, e o empenho da direção do presídio e sua equipe de policiais penais para a efetividade das parcerias.

Atualmente, um dos principais parceiros é a Prefeitura Municipal de Três Lagoas que ocupa 69 reeducandos em serviços de manutenção e revitalização da cidade, além da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) com três detentos ocupados. Pela iniciativa privada, são oito empresas conveniadas que, juntas, dão oportunidade de trabalho a 124 reeducandos e outros 12 que atuam por meio de contratação direta, através de autorização judicial.

Parceria com a Prefeitura de Três Lagoas ocupa grande número de internos do regime semiaberto

Graças a essa junção de forças, o diretor contabiliza que, desde que assumiu a direção há quase sete anos, o total de presos trabalhando saltou de 30% para 100%. Reflexo também nas melhorias estruturais e assistenciais oferecidas na unidade penal, possibilitadas com apoio de órgãos parceiros.

Os números positivos de Três Lagoas também refletem o trabalho desenvolvido em todo Mato Grosso do Sul pela equipe da Agepen, segundo o diretor-presidente, Aud de Oliveira Chaves, fazendo com que o Estado tenha o dobro da média nacional de reeducandos inseridos no trabalho. 

Atualmente, são 200 parcerias firmadas com a agência penitenciária. No MS, as parcerias para ocupação de mão de obra prisional são coordenadas pela Diretoria de Assistência Penitenciária, por meio da Divisão de Trabalho.

Serviço

Empresas e instituições interessadas em firmar convênio de ocupação da mão de obra carcerária com a Agepen podem entrar em contato com a Divisão do Trabalho pelo telefone (67) 3901-1046 ou e-mail: [email protected]

No site da Agepen tem uma cartilha explicando o passo a passo de como funcionam os convênios e todos os benefícios e responsabilidades dos parceiros contratantes.

Keila Oliveira, Agepen

Fonte: Governo MS

Comentários Facebook
Continue lendo

TRÊS LAGOAS

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana