Ponta Porã
Regiões de Ponta Porã sofrem com “apagão” pós-temporal
O restabelecimento do serviço de energia elétrica na noite de domingo, 24, não representou alivio para todos os moradores de Ponta Porã.
Até o final da tarde desta segunda-feira, regiões ainda estão sem o fornecimento da energia, notadamente na região sul de Ponta Porã. O distrito de Nova Itamarati também está com problemas.
Em várias regiões na zona urbana, a falta de energia elétrica perdura desde a manhã de sábado, por volta de 08h30, quando iniciou as primeiras oscilações, conforme postagens feitas pelos consumidores afetados.
O serviço de tele-atendimento da Energisa já não atende mais desde a tarde de domingo.
Quando o consumidor aciona o serviço 0800 e passa pelas etapas iniciais, na sequencia não consegue falar com o atendente, já que inicia uma série de mensagens gravadas.
Daí, mesmo com muita paciência no aguardo, o esperado atendimento não chega.
Mais um exemplo da qualidade (péssima) do serviço prestado pela Energisa.
É notório que a tempestade atingiu boa parte do Estado, mas o que chama a atenção é a falta de preparo da empresa concessionária do serviço para essas ocasiões.
Em que pese a gravidade da situação, seria – e é – necessário atendimento emergencial tanto no fornecimento do serviço como na solução dos problemas, principalmente em casos como o registrado nos últimos quinze dias.
Na noite desta segunda-feira, 25, o distrito de Nova Itamarati ainda recebia apenas meia-fase de energia do sistema de transmissão.
Por pontaporaemdia
Policial
Equipes do BPMChoque da PMMS prendem “dama do crime” em Ponta Porã
Ponta Porã (MS) – A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS), por meio do Batalhão de Polícia Militar de Choque (BPMChoque) realizou no dia 19/02, a prisão de uma mulher conhecida como “dama do crime”, esposa de um dos chefes da principal facção criminosa do Estado de São Paulo.
A presa em Ponta Porã, com a colaboração da PMESP Polícia Militar do Estado de São Paulo), ela auxiliava nos negócios ilícitos do marido, que está preso no estado de São Paulo, condenado a 43 anos de prisão por ter participado da invasão à Delegacia de Polícia de Cubatão, em 2006, ocasião em que criminosos atiraram contra policiais. O crime fez parte de uma série de atentados coordenados contra as forças de segurança paulistas.
Com mandado de prisão expedido em São Paulo, a mulher fugiu para Ponta Porã, onde já havia estruturado uma rede para continuar liderando o tráfico de drogas. O esquema consistia na remessa de entorpecentes do Paraguai para a Baixada Santista, fortalecendo a facção criminosa na região.
O cumprimento da prisão foi resultado de uma forte ação do Batalhão de Choque, que, de forma precisa e estratégica, localizou e prendeu a mulher. Ela foi presa no momento em que saía de um Centro de Estética.
A prisão representa uma resposta firme das forças de segurança, com destaque para a atuação da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Choque, no combate ao crime organizado. Além de neutralizar uma liderança ativa da facção, a ação impacta diretamente sua estrutura financeira, promovendo a descapitalização e o enfraquecimento da organização criminosa.
Assessoria de Comunicação Social do BPMChoque
Fonte: Policia Militar MS
Ponta Porã
Preso homem que matou companheira enforcada e alegou que ela teria cometido suicídio
Neste domingo (27), a Polícia Civil prendeu um homem devido ao fato de me ter matado sua esposa Francisca de Assis Rocha (67), com a quem convivia há dois anos e não possuía nenhum filho em comum. O crime ocorreu na residência do casal, na rua Hamilton Nogueira, no Jardim Universitário, em Ponta Porã-MS.
De acordo com uma vizinha do casal, ele teria acionado a polícia após estranhar o relato do companheiro da vítima, que alegava suicídio. Ele teria contado à vizinha que a mulher teria se enforcado com um cinto, mas o corpo foi encontrado na cama, o que gerou desconfiança.
O policial que até deu à ocorrência percebeu o comportamento agressivo do acusado, que apresentava arranhões no rosto e se exaltou durante os questionamentos do policial, havendo necessidade de ser contido. Por isso, foi solicitado apoio a outras unidades.
Estiveram no local, policiais civis da Seção de Investigações Gerais da 1ª DP e perícia, além da guarnição da Força Tática da Polícia Militar.
O filho da vítima, de 22 anos, que tem necessidades especiais, teria presenciado os fatos e foi acolhido por um familiar.
A perícia recolheu no local um cinto preto, que, juntamente com o homem foi levado a delegacia. Após interrogatório, ele confessou a autoria do crime, dizendo que esganou a vítima e que teria ingerido bebida alcoólica. Quando foram dormir a vítima passou a questioná-lo, o que gerou uma discussão e ele então a esganou.
O homem relatou que a mulher teria se debatido, tentando se escapar e que ele só parou quando ela parou de se mexer. Após isto, ele teria virado para o lado por acreditar que a vítima tinha dormido e só percebeu que ela havia morrido quando amanheceu e percebeu que o corpo dela estava gelado.
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