TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

Saúde

Rede de urgência e emergência participa de capacitação de punção intraóssea

Publicado em

Trata-se de procedimento moderno de infusão de medicação, em situações de emergência de pacientes graves

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas, em parceria com a empresa ALL Solutions Medical, fornecedora de produtos médico-hospitalares, promoveu curso de capacitação de Punção Intraóssea aos profissionais da Rede de Urgência e Emergência.

A capacitação, ministrada pela gerente de produtos da ALL Solutions, enfermeira Rose Abelha, teve como público alvo os profissionais da Saúde que trabalham na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Pronto Socorro do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, nas dependências das Faculdades AEMS, na terça-feira (19) e quarta-feira (20).

Nesta quinta feira (21), a capacitação destinou-se aos servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (SAMU).

A capacitação compreende teoria e prática “do conhecimento e uso adequado dos modernos materiais e das novas tecnologias, usadas na punção intraóssea”, resumiu Rose Abelha.

Ao final do curso é emitido o certificado que assegura ao enfermeiro e à enfermeira a capacitação para uso desses materiais.

Como explicou a enfermeira Rose aos profissionais da Rede de Urgência e Emergência da SMS, em casos de emergência uma das possibilidades para infundir medicamentos nos pacientes graves é a punção intra-óssea.SAMU-Palestra (9)

É um equipamento denominado “BIG”, um dispositivo agulhado e automático, apropriado para essa finalidade específica, que, há pouco mais de 10 anos, vem sendo muito usado nos procedimentos de urgência e emergência, como informou Rose Abelha.

Com esse dispositivo, quando da dificuldade de localizar as veias, “é possível infundir no paciente, além de medicamentos, sangue e soro”, mostrou a enfermeira.

REFERÊNCIA

Como ressaltou o coordenador do SAMU, André Dourado, a enfermeira Rose é referência de capacitação nos principais hospitais do estado de São Paulo e de todo o Brasil.

“Para a nossa equipe, esta capacitação, assim como as demais, é de extrema importância para melhor atendermos à população de Três Lagoas e assim cumprirmos com mais eficiência a missão de salvar vidas”, destacou André.

Por sua vez, a enfermeira Rose Abelha fez questão de ressaltar  “a excelente estrutura física do SAMU de Três Lagoas e o nível de conhecimento e capacitação profissional de toda a equipe”, disse.

“Tenho viajado por todo o Brasil e sei das dificuldades que enfrentam as unidades SAMU, por falta de condições mínimas de trabalho”, comentou.

Comentários Facebook

Saúde

Veganismo pode aumentar o risco de anemia?

Especialista explica por que dietas restritivas exigem atenção redobrada ao consumo de ferro e acompanhamento nutricional adequado

Published

on

A decisão de seguir uma alimentação vegana ou vegetariana tem se tornado cada vez mais comum, seja por questões de saúde, sustentabilidade ou escolhas pessoais. Recentemente, o tema voltou ao debate após declarações da modelo Gisele Bündchen sobre mudanças em sua alimentação e os impactos percebidos em sua saúde, reacendendo discussões sobre os desafios nutricionais de dietas restritivas.

Embora padrões alimentares baseados em vegetais possam trazer benefícios e ser perfeitamente saudáveis, a restrição de alimentos de origem animal exige atenção especial ao consumo de nutrientes essenciais, entre eles o ferro, mineral fundamental para o transporte de oxigênio no organismo e prevenção da anemia.

De acordo com o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, dietas veganas e vegetarianas podem ser saudáveis e equilibradas, desde que bem planejadas. O principal ponto de atenção está na ingestão e absorção de ferro, já que a principal fonte de ferro de alta biodisponibilidade é encontrada em alimentos de origem animal.

“O ferro presente em vegetais existe, mas sua absorção costuma ser menor quando comparada ao ferro heme, encontrado em carnes e vísceras. Isso significa que pessoas vegetarianas e veganas precisam ter um olhar ainda mais atento para a composição da dieta e para possíveis sinais de deficiência”, explica.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a anemia afeta cerca de 1,62 bilhão de pessoas no mundo, sendo a deficiência de ferro sua principal causa. Mulheres em idade fértil, gestantes, crianças e pessoas com dietas restritivas estão entre os grupos de maior risco.

Dados publicados pelo periódico científico Nutrients apontam que vegetarianos e veganos podem apresentar estoques de ferro mais baixos quando comparados à população onívora, especialmente mulheres, devido à combinação entre maior necessidade fisiológica e menor biodisponibilidade do mineral na dieta.

Entre os alimentos vegetais ricos em ferro estão feijões, lentilha, grão-de-bico, tofu, vegetais verde-escuros, sementes e oleaginosas. Ainda assim, especialistas reforçam que a absorção pode ser prejudicada por compostos presentes em alguns alimentos, como fitatos e polifenóis, encontrados em cereais integrais, café e chás.

Uma estratégia recomendada é associar fontes vegetais de ferro ao consumo de vitamina C, presente em frutas cítricas, acerola, morango e kiwi, que melhora a absorção do nutriente.

Os sinais de deficiência de ferro incluem cansaço excessivo, falta de concentração, queda de cabelo, palidez, unhas frágeis e baixa imunidade. Quando identificados, devem ser avaliados por um profissional de saúde.

“O mais importante não é demonizar nenhum padrão alimentar, mas entender que cada escolha nutricional exige responsabilidade e acompanhamento. Em alguns casos, a suplementação pode ser necessária para garantir níveis adequados de ferro e prevenir complicações”, reforça Dr. Carlos.

Com o crescimento do número de adeptos às dietas baseadas em vegetais, o debate sobre nutrição individualizada ganha ainda mais relevância. A orientação profissional continua sendo essencial para garantir saúde, equilíbrio e prevenção de deficiências nutricionais.

Sobre a Carnot Laboratórios

A Carnot® Laboratórios é uma empresa focada na pesquisa e desenvolvimento de produtos inovadores para a saúde. Fundada no México há mais de 80 anos, em 1941, a Carnot® é uma empresa empreendedora capaz de gerar medicamentos e tratamentos inovadores, em nichos especializados baseados em pesquisa e tecnologia próprias. O Grupo oferece uma grande variedade de medicamentos especializados em saúde da mulher, dermatologia, pediatria, gastroenterologia, sistema respiratório, sistema nervoso central, entre outros.

 

Comentários Facebook
Continue Reading

Saúde

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão: condição silenciosa atinge cerca de 28% dos brasileiros 

Especialista reforça a importância do acompanhamento médico e de hábitos saudáveis para diminuir riscos e complicações da doença

Published

on

freepik

Silenciosa e muitas vezes assintomática, a hipertensão arterial atinge cerca de 28% da população brasileira adulta, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento contínuo dos pacientes.

Doença silenciosa

Caracterizada pela elevação persistente da pressão arterial, geralmente igual ou superior a 140/90 mmHg, a hipertensão pode evoluir sem apresentar manifestações claras. Quando surgem, sinais como dor de cabeça frequente, tontura, falta de ar e alterações visuais podem indicar a necessidade de avaliação médica.

De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade e coordenador técnico da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária à Saúde do Grupo Sabin, a hipertensão costuma evoluir de forma silenciosa, mas a ausência de sintomas não significa ausência de risco, uma vez que seus impactos são acumulativos e potencialmente graves. “Quando não tratada, pode comprometer órgãos vitais como coração, cérebro e rins”, explica.

Diagnóstico e acompanhamento

O especialista destaca que o diagnóstico deve ser feito com medições repetidas e acompanhamento ao longo do tempo. “Vale lembrar que uma única aferição acima do normal não fecha diagnóstico, mas serve como alerta. O mais importante é acompanhar esse paciente de forma contínua, para agir precocemente e reduzir riscos”, explica.

“Com um monitoramento regular e ajustes progressivos no tratamento é possível manter níveis de pressão arterial mais estáveis e reduzir significativamente o risco de eventos graves ao longo do tempo”, completa.

Nesse contexto, modelos de cuidado baseados na Medicina de Família e Comunidade (MFC) têm ganhado destaque por priorizar a prevenção, o vínculo entre médico e paciente e monitoramento regular. Iniciativas como a Amparo Saúde oferecem linhas de cuidado especializadas para grupos populacionais em, por exemplo, empresas e operadoras de saúde, que vão de pacientes com condições crônicas, como hipertensão, até pessoas saudáveis, para prevenção e cuidado integral.

Segundo o médico, a especialidade tem um papel no manejo da hipertensão por sua atuação proativa e integral, diferente de modelos reativos, que esperam o paciente chegar doente ao consultório. “Esse cuidado antecipatório é fundamental diante de uma condição silenciosa, permitindo identificar precocemente alterações e intervir antes do surgimento de complicações”, destaca Leonardo.

Além de fatores genéticos, a hipertensão está associada ao estilo de vida. Consumo excessivo de sal, sedentarismo, tabagismo, álcool e estresse estão entre os principais fatores de risco. “Pequenas mudanças na rotina já fazem diferença, mas precisam ser sustentáveis. Quando o cuidado é construído junto ao paciente, os resultados tendem a ser mais consistentes”, completa.

Comentários Facebook

Continue Reading

TRÊS LAGOAS

ÁGUA CLARA

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

SUZANO

ELDORADO

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana