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Saúde

Onda polar chegando: descubra como guardar as roupas de inverno de maneira correta

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Com a chegada das baixas temperaturas, as peças de inverno que passam boa parte do ano guardadas, vão se tornando opções de uso mais frequentes no dia a dia e, consequentemente, acabam ocupando muito espaço no guarda-roupa. É necessária uma organização otimizada para ter um armário inteligente, além de um armazenamento correto para evitar a deformação de roupas comuns nessa época do ano, como lãs, tricôs, cachecóis e casacos. A especialista em cuidados têxteis da 5àsec, Marinês Cassiano, ensina truques simples e práticos para conservar e melhorar a visualização dos itens no guarda-roupa.

“Para ter um armário prático e adaptado ao dia a dia, é importante saber como guardar as peças de Inverno de maneira correta com objetivo de facilitar a rotina, além de conservar os itens e otimizar espaço. Nesta época do ano, opte por deixar visível as roupas que serão mais usadas, levando-as para a parte principal, deixando o vestuário de Verão mais para fundo do guarda-roupa. Esta tática também vale para os calçados. Opte por evidenciar os tênis, botas, coturnos na sapateira ao invés de sapatilhas e sandálias. Dessa forma, terá um armário inteligente e adaptado para os dias mais gelados”, revela Marinês.

Coloque as roupas de lã em fileiras, nas gavetas

Além do cabide deformar esse tipo de roupa, alargando a área próxima aos ombros, a gaveta é uma opção melhor para empilhar as peças, já que o material é maleável e pode se adaptar ao espaço que está armazenado. Opte por colocar todos os itens mais frágeis juntos para não serem prejudicadas por botões presos e outros detalhes das roupas que são mais elaboradas.

Busque novas formas de dobrar as peças e deixar a mostra as mais usadas no dia a dia

Quando emboladas ou mal dobradas, as peças ocupam bem mais espaço, além da sensação de bagunça. Por isso, o ideal é dobrar as roupas de modo que elas fiquem mais compactas. Não existe uma única forma de fazer isso, é possível enrolar as peças em tubinhos ou dobrá-las até formar quadrados pequenos. E para dar mais praticidade, o ideal é colocar os itens lado a lado nas gavetas ou prateleiras de modo que fiquem todas à mostra.

Nos cabides, coloque os tecidos mais rígidos e que amassam facilmente

Já na parte de pendurar, procure colocar em cabides os tecidos planos, como linho, brim, tricoline, seda e crepe, além de viscose e tecidos de fibra natural. Por eles serem mais rígidos, não tem elasticidade no material e amassam facilmente. Além disso, coloque apenas uma peça por cabide, isso impede que amasse a roupa que estiver embaixo.

Nunca guarde peças usadas e sujas

As peças de inverno precisam ser lavadas antes de usar, pois passam boa parte do ano guardadas, danificando as fibras e até manchando o tecido. Se foram guardadas limpas na última estação, é possível que não seja necessário fazer uma nova limpeza. Caso tenham sido guardadas sujas e sem proteção, o ideal é lavá-las em uma lavanderia especializada, como a 5àsec, pois podem estar com ácaros que provocam espirros em pessoas mais alérgicas. Além disso, é importante deixar as peças arejarem pelo menos uma vez por mês, para que não fiquem com cheiro de mofo ou das sujeiras do guarda-roupa.

Sobre a 5àsec:

Especialista no tratamento de roupas do dia a dia, peças exclusivas, tênis, cortinas, tapetes, estofados, pelúcias e travesseiros por meio de um sistema de limpeza de qualidade, que utiliza equipamentos e produtos de alta tecnologia e exclusivos em seus serviços, a 5àsec é reconhecida no mercado como uma lavanderia inteligente. Seus diferenciais estão centrados no atendimento ao cliente e nos serviços especializados, como: a revitalização das cores das roupas; o processo de engomar, que conserva o efeito da passadoria por mais tempo; a impermeabilização, que evita a fixação de manchas, e o tratamento especial em couro, que o hidrata e rejuvenesce. A 5àsec é a maior rede de lavanderias do Brasil, com mais de 580 pontos de venda em todo o território brasileiro, e faz parte do Grupo FROTH.

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Saúde

Cirurgias de amígdalas e adenoide têm alta nas férias, mas momento ideal depende da criança

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As férias escolares costumam ser o período escolhido por muitas famílias para realizar cirurgias eletivas em crianças e adolescentes, especialmente procedimentos de otorrinolaringologia, como retirada das amígdalas e da adenoide e colocação de tubos de ventilação no ouvido. A principal vantagem é permitir a recuperação sem prejuízo às atividades escolares. No entanto, especialistas alertam que a espera pelo período de folga deve ser avaliada, pois, em alguns casos, o adiamento do procedimento pode prolongar sintomas que afetam diretamente a qualidade de vida e o desenvolvimento infantil.

A coordenadora da Pediatria do Einstein em Goiânia, Quíssila Batista, afirma que o pediatra é, na maioria das vezes, o primeiro profissional a acompanhar a criança de forma contínua desde o nascimento. Durante as consultas de rotina, ele avalia não apenas o crescimento e o desenvolvimento, mas também identifica sinais precoces de doenças que acometem ouvido, nariz e garganta, como infecções de repetição, aumento das amígdalas e adenoides, rinite, sinusite, alterações respiratórias, dificuldades auditivas e distúrbios da fala.

A médica ressalta que as doenças otorrinolaringológicas podem impactar diversas áreas do desenvolvimento infantil. Por isso, a identificação precoce e o encaminhamento para o tratamento adequado são fundamentais para garantir um desenvolvimento saudável e prevenir impactos que podem acompanhar a criança por muitos anos.

De acordo com a otorrinolaringologista do Einstein em Goiânia, Melissa Avelino, a definição do momento ideal para a realização de cirurgias de retirada de  amígdalas e da adenoide ou colocação de tubos de ventilação no ouvido deve ser baseada na avaliação médica e na repercussão de sintomas como ronco frequente, sono agitado, pausas respiratórias durante a noite, infecções de repetição e dificuldades auditivas. “O objetivo é evitar que a criança conviva por meses com alterações que comprometem o sono, a audição, o rendimento escolar e a qualidade de vida”, pontua.

Antes da cirurgia, o principal cuidado é garantir que a criança esteja sem infecções agudas, como otites, sinusites ou doenças respiratórias, reduzindo os riscos do procedimento. “A recuperação costuma ser rápida: em cerca de uma semana, a maioria dos pacientes já pode retornar às aulas, embora algumas restrições, como atividades aquáticas, possam permanecer por até duas semanas, dependendo do tipo de cirurgia realizada”, ressalta a especialista.

Acolhimento

No Einstein em Goiânia, o atendimento pediátrico é pensado para oferecer segurança clínica e uma experiência mais acolhedora para crianças e familiares. Além de contar com um centro cirúrgico equipado com tecnologia de ponta e Pronto Atendimento Pediátrico 24 horas, o hospital adota iniciativas de humanização para reduzir a ansiedade antes da cirurgia.

O hospital dispõe, por exemplo, de recursos lúdicos no trajeto até o centro cirúrgico. Dependendo da idade, a criança pode seguir até o local em um carrinho ou em uma barraca, com capa de super-herói, passaporte infantil e óculos de realidade virtual durante a preparação. Além disso, a presença da família é incentivada. Um dos responsáveis acompanha a criança até o centro cirúrgico e permanece ao seu lado durante a indução da anestesia, oferecendo segurança, carinho e tranquilidade até que ela adormeça.

Sobre o Einstein em Goiânia

O Einstein em Goiânia é o primeiro hospital privado da rede fora de São Paulo, inaugurado em 2021. Com 18 mil metros quadrados, a unidade dispõe de 35 leitos operacionais, cinco salas cirúrgicas, pronto atendimento 24 horas, incluindo ortopedia e pediatria, UTI, serviço de transplante de medula óssea, rins e fígado. Possui atendimento pediátrico completo, cobrindo desde procedimentos simples até casos de alta complexidade. Também foi pioneiro na implantação da primeira plataforma de cirurgia robótica de Goiás, com mais de 2 mil procedimentos realizados até o primeiro trimestre de 2026. A unidade conta, ainda, com um centro de ensino, que oferece mais de 15 cursos de pós-graduação em saúde e gestão hospitalar, além de formações de curta duração, e com um centro de inovação dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o setor de saúde na região.

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Saúde

Dia do Amigo: vínculos afetivos reduzem o estresse e protegem a saúde mental

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No Dia do Amigo, celebrado em 20 de julho, o debate sobre amizades ganha também uma dimensão de saúde pública. Além do valor afetivo, vínculos consistentes contribuem para reduzir o estresse, ampliar a sensação de segurança e fortalecer o bem-estar emocional ao longo da vida. Por outro lado, quando essas conexões enfraquecem, aumentam os riscos de isolamento, sintomas ansiosos, tristeza persistente e sensação de solidão.

De acordo com Ligia Kaori Matsumoto, psicóloga do Hospital Dia M’Boi Mirim I, unidade da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP) gerenciada pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, a amizade é entendida como um fator de proteção importante para a saúde física e mental.

A seguir, a especialista responde às principais perguntas sobre o tema.

Do ponto de vista da saúde, o que acontece quando uma pessoa tem vínculos de amizade sólidos? E o que muda quando esses vínculos faltam?

A amizade funciona como um fator de proteção para a saúde física e mental. Um amigo é, literalmente, aquela pessoa com quem podemos contar. Ter boas amizades ajuda na percepção de segurança, confiança e na motivação para enfrentar os desafios do cotidiano.

Quando esses vínculos faltam, há maior risco de depressão, sintomas ansiosos e sensação de solidão. Isso não significa que a ausência de amizade cause, por si só, um adoecimento, mas ela amplia a vulnerabilidade emocional e dificulta o enfrentamento de situações difíceis.

Por que a amizade tem um peso tão grande na saúde e na longevidade?

Porque nós, seres humanos, somos seres sociais. A nossa formação começa no contato com o outro e se constrói ao longo da vida, na família, na escola, no trabalho e no convívio em sociedade.

A amizade exerce um papel importante nesse processo. Ela protege, transmite segurança, eleva a autoestima e fortalece o sentimento de pertencimento. Além disso, pode estar associada à liberação de neurotransmissores que favorecem a sensação de bem-estar. Por isso, não se trata apenas de uma relação afetiva, mas de um componente relevante da vida social e emocional.

Como as amizades funcionam como um “amortecedor” diante do estresse?

Diante de uma situação estressante, saber que existe alguém em quem se pode confiar é reconfortante e tranquilizador. Compartilhar dificuldades com um amigo não elimina o problema, mas muda a forma como ele é vivido.

Esse suporte traz a sensação de cuidado, de estar em um lugar seguro e de não estar sozinho. Com isso, a sobrecarga emocional tende a diminuir, e o corpo também sente      menos os efeitos do estresse. Em períodos de maior pressão, ter uma rede de apoio faz diferença para atravessar os desafios com mais equilíbrio.

Qual a diferença entre estar sozinho e sentir-se solitário?

Estar sozinho é algo objetivo: não ter fisicamente uma companhia. Já sentir-se sozinho ou solitário é uma experiência subjetiva, emocional.

É possível estar sozinho e se sentir pleno. Ao mesmo tempo, estar rodeado de pessoas e, ainda assim, se perceber só. Por isso, a solidão não depende apenas da presença ou ausência de companhia, mas da qualidade dos vínculos e da forma como a pessoa se sente em relação a eles.

Por que é tão difícil fazer e manter amizades na vida adulta?

Na vida adulta, muitas mudanças acontecem ao mesmo tempo. Há rotina de trabalho, estudos, cuidado com a família e outras responsabilidades, o que reduz o tempo disponível para convivência e novas experiências sociais.

Além disso, muitas pessoas acreditam que, nessa fase, o círculo social já deveria estar consolidado. Isso gera insegurança ou vergonha para iniciar novos vínculos. Situações como divórcio, mudança de cidade ou transformações na vida social também exigem recomeços. Nesses casos, reconstruir amizades parece desafiador, mas faz parte dos ciclos da vida.

Como as redes sociais estão transformando as amizades?

A tecnologia trouxe benefícios importantes. Ela facilita manter contato com pessoas de diferentes lugares e aproximar indivíduos com interesses semelhantes. Esse recurso pode ser muito positivo, especialmente quando a distância física dificulta o convívio.

Por outro lado, também pode favorecer relações mais superficiais e uma falsa sensação de conexão. É fundamental observar se os vínculos ficaram restritos à rede social e se houve um afastamento dos contatos presenciais. A tecnologia auxilia, mas não substitui completamente a convivência real, o olhar direto e a presença concreta.

Como as necessidades de amizade mudam ao longo da vida?

Na infância, os amigos são importantes para brincar, aprender a compartilhar, esperar a vez e desenvolver a cooperação. Também ajudam a construir aspectos ligados à autoestima e ao pertencimento.

Na adolescência, as amizades ganham ainda mais centralidade. Os grupos têm papel essencial no desenvolvimento da independência e da autonomia. Já na fase adulta, se torna      mais difícil manter vínculos, mas o número de amigos tende a diminuir enquanto a qualidade das relações aumentar.

No envelhecimento, a amizade continua tendo valor. Ela estimula habilidades cognitivas, protege do isolamento, da depressão e da perda de funcionalidade. Em todas as fases, portanto, a amizade acompanha necessidades diferentes, mas segue sendo relevante.

Quais sinais indicam que a rede de apoio está fragilizada e como reconstruí-la depois de se afastar dos amigos?

Os sinais costumam aparecer de forma gradual e silenciosa. Entre eles estão evitar atividades sociais que antes faziam parte da rotina, sentir que precisa fazer tudo sozinho     , passar os períodos de descanso isolado e sentir vergonha de procurar ajuda.

Esses comportamentos merecem atenção porque indicam um enfraquecimento da rede de apoio. Quando isso acontece, a pessoa tende a ter menos recursos emocionais para lidar com frustrações, perdas e situações de estresse.

O afastamento acontece por diversos fatores, mas, apesar disso, não precisa ser definitivo. É importante entender que os vínculos mudam ao longo da vida e que pequenos gestos auxiliam a se reaproximar de pessoas.

Retomar o contato, enviar uma mensagem, aceitar um convite ou dar o primeiro passo para uma conversa faz a diferença. A rede social é uma aliada nesse processo, desde que usada de forma consciente. Recomeçar não significa apagar o passado, mas abrir espaço para novas possibilidades de relação.

Qual mensagem você deixaria para quem considera a amizade algo secundário?

Às vezes, só percebemos a importância de uma amizade quando ela falta. Amigos dividem os momentos felizes, mas também estão presentes nos períodos difíceis e nas fases de maior fragilidade.

Uma experiência ruim pode acontecer, e isso não deve levar à generalização de que toda amizade será assim. Uma decepção não define as relações que ainda serão construídas. Amizade significa apoio, presença e a lembrança de que ninguém precisa enfrentar tudo sozinho.

Em uma sociedade marcada por pressa, dispersão e mudanças constantes na forma de convivência, preservar vínculos segue sendo uma atitude simples, mas importante para a saúde mental. Cultivar amizades, retomar contatos e pedir ajuda quando necessário são gestos que fortalecem o cuidado com a vida e com o outro.

Sobre o CEJAM     

O CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado novamente, em 2026, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.

Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro!

 Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição.

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